A voz da população

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O CDS-PP pediu esta segunda-feira uma audição urgente da ministra da saúde no Parlamento.Etiquetas: Governo, Oncologia, Saúde, Teresa Caeiro
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Com um documento oficial na mão, o CDS-PP acusa o Ministério da Agricultura de incompetência por ter falhado prazos de pagamento e metas de execução do Proder (programa comunitário de desenvolvimento rural), dois anos e meio depois do seu início de funcionamento. E pede o afastamento dos responsáveis políticos e do gestor do programa Carlos Guerra que “ainda por cima” foi constituído arguido no caso Freeport.Em conferência de imprensa, o deputado Pedro Mota Soares divulgou um documento oficial que faz o ponto da situação da execução do Proder, em funcionamento entre 2007-2013. Em seis anos, o programa deveria estar executado a 33 por cento; dois anos e meio depois só foi executado em 9,7 por cento, segundo o deputado centrista que fez as contas. “Dos 1,268 milhões de euros disponíveis em dois anos, só foram atribuídos 429 milhões de euros. Há 840 milhões por gastar como o CDS sempre afirmou”, disse.
No capítulo da “modernização e capacitação das empresas” foram recebidas 4810 candidaturas, das quais 4628 foram consideradas válidas. Só com 65 foram celebradas contratos, mas até hoje nenhuma verba foi paga, segundo o CDS, com base no documento divulgado. Pedro Mota Soares considera que “há um caso claro de incompetência” e sustenta que “os responsáveis do Programa e do Governo deviam ser afastados para pôr o Proder a funcionar”. Quanto a Carlos Guerra, o CDS não esconde o facto do ex-presidente do Instituto da Conservação da Natureza ter sido constituído arguido.
“Falhou nos pagamentos, falhou nos prazos e ainda por cima tem esta circunstância a pender sobre si”, afirmou Mota Soares.
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VOTO DE PROTESTO
Aprovado por maioria CDS, PSD, PCP e PEV
Os lisboetas voltam a assistir, de forma surpreendente, a uma nova companha propagandistica inútil da parte do Senhor Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Dr. António Costa.
Depois de ter gasto milhares de euros numa companha ofensiva a esta Assembleia, de ter espalhado por toda a cidade cartazes com um slogan nada correspondente com a realidade da cidade, lança agora uma mega campanha publicitária (televisões, rádios e jornais) anunciando o fim de uma obra e o anúncio do lançamento de outra que ainda nem existe ou sequer se sabe se alguma vai existir.
O Partido Socialista volta a demonstrar que não tem respeito pela cidade e pelos municipes.
Quando se desculpa que não faz esta ou aquela obra porque não tem verbas para tal; quando assiste a milhares de idosos na cidade que necessitam de apoio para sobreviver, o PS e o Dr. António Costa, gastam o dinheiro dos contribuintes para esconder a sua falta de obra.
Não podemos aceitar que, para mais neste momento de crise económica, que a CML manifeste este exemplo muito negativo.
Para mais, utiliza essa campanha para fins manifestamente eleitorais face às afirmações que na mesma produz.
Assim, a Assembleia Municipal de Lisboa solicita ao Dr. António Costa que informe este órgão e os munícipes de Lisboa, quanto gastou nesta sua nova campanha publicitária.
A Assembleia Municipal de Lisboa censura a forma despropositada como o executivo camarário esbanja dinheiros publicos em campanhas inuteis e improdutíveis para a resolução dos problemas da cidade.
Mais se recomenda que o executivo se abstenha de novas acções deste género, desde que não justificadas, como é o caso, canalizando essas verbas para a resolução dos verdadeiros problemas de Lisboa.
O Grupo Municipal do CDS-PP
Etiquetas: AML, António Costa, CML
A Comissão de Habitação vai recomendar à Assembleia Municipal de Lisboa que recuse a venda dos palácios que a autarquia quer alienar para serem transformados em hotéis de charme, disse à Lusa fonte daquela estrutura.

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A deputada do CDS-PP Teresa Caeiro requereu esta quinta-feira a presença da ministra da Saúde no Parlamento para dar explicações sobre as listas de espera para a cirurgia oncológica e acusou o Governo de ter desvalorizado o problema.Etiquetas: Saúde, Teresa Caeiro
Tal como prometido na noite das eleições europeias, o CDS-PP vai confrontar esta quarta-feira, no Parlamento, o executivo liderado por José Sócrates com uma moção de censura. Os democratas-cristão querem demonstrar «os erros» e «apresentar alternativas».Etiquetas: Governo, Parlamento, Paulo Portas
Etiquetas: Conselho Nacional, Legislativas 2009
Diogo Feio saudou esta terça-feira, a decisão do Governo de remeter para a próxima legislatura uma posição final sobre o TGV, considerando que é “a primeira vitória” da moção de censura apresentada pelos democratas-cristãos.Etiquetas: Diogo Feio, Governo, TGV
O deputado centrista Nuno Melo defendeu esta segunda-feira que o Banco de Portugal (BdP) deveria ter ido além da supervisão prudencial no caso do Banco Português de Negócios (BPN), por considerar que houve crimes, insistindo que Vítor Constâncio deve demitir-se.Etiquetas: Banca, Banco de Portugal, BPN, Nuno Melo, Vitor Constâncio

«O presidente da União das Misericórdias Portuguesas (UMP) veio pôr o dedo na ferida, porque apesar das misericórdias terem uma capacidade instalada de duas mil camas, e um enquadramento logístico e técnico de médicos, de enfermeiros e de auxiliares, essas camas têm uma taxa de ocupação de 70 ou 80 por cento», afirmou à agência Lusa a deputada do CDS-PP Teresa Caeiro.
Na opinião da deputada democrata-cristã, a taxa de ocupação das misericórdias na prestação de cuidados continuados «devia ser maior face às necessidades que existem» e o facto de o Estado «não reencaminhar os doentes» está a prejudicar financeiramente as instituições. ´
«O Estado celebra acordos com as misericórdias, elas assumem esse compromisso mas depois o Ministério da Saúde não reencaminha os doentes. Isto é um contra-senso quando a ministra e o primeiro-ministro se desdobram em inaugurações», criticou a dirigente centrista, frisando que as instituições «gastam dinheiro em equipamento técnico e em pessoal especializado» mas «só recebem» retorno financeiro do Estado pela «ocupação efectiva» de camas.
O presidente da UMP, Manuel Lemos, alertou sexta-feira, no Funchal, para o facto de algumas destas instituições poderem encerrar por falta de «sustentabilidade» e acusou o Estado de não encaminhar para elas pessoas necessitadas de apoios clínicos.
A deputada do CDS-PP Teresa Caeiro afirmou que «o preconceito ideológico da ministra da Saúde está a prejudicar os doentes» e deu como exemplo o caso das operações às cataratas, para que, no ano passado, algumas autarquias levaram munícipes a Cuba para serem submetidos a uma cirurgia.
«Nas operações às cataratas as misericórdias tinham capacidade e meios para prestar apoio na área da oftalmologia e a ministra preferiu desembolsar mais de 20 milhões de euros para um sistema de recuperação no próprio Serviço Nacional de Saúde (SNS), em intervenções cirúrgicas que demoram 15 ou 20 minutos», observou a deputada do CDS-PP.
Segundo Teresa Caeiro, nessa altura existiam «32 mil pessoas a aguardar [a operação] e 107 mil à espera de uma primeira consulta de especialidade em oftalmologia», quando as «misericórdias tinham capacidade para fazer 3 mil cirurgias por mês».
«Mesmo assim, a ministra não quis utilizar essa capacidade instalada, insistindo que as cirurgias tivessem de ser todas feitas nos hospitais públicos», referiu a deputada democrata-cristã.
«A forma como o Governo tem encarado este problema é uma ilusão que está a penalizar muitíssimo as misericórdias e quando sabemos que as carências são enormes, penso que esta [a das misericórdias] é uma resposta fundamental e importantíssima», concluiu.
Diário Digital / Lusa
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O CDS vai ser o primeiro partido a anunciar os seus cabeças de lista à eleições legislativas. A comissão directiva do partido, reunida ontem, decidiu convocar um Conselho Nacional para o próximo dia 17 (quarta-feira da semana que vem), tendo na ordem de trabalhos a aprovação dos cabeças-de-lista pelos vários distritos nas eleições à Assembleia da República .Etiquetas: Conselho Nacional, Legislativas 2009, Paulo Portas
O líder do CDS-PP, Paulo Portas, defendeu hoje que o Governo devia abster-se de tomar decisões sobre as grandes obras públicas «por uma questão de »bom senso político«.Etiquetas: Aeroporto, Paulo Portas, TGV
O porta-voz do CDS-PP, Pedro Mota Soares, considerou hoje que "não há condições" para insistir na aprovação da lei do financiamento dos partidos na presente legislatura, depois do veto do Presidente da República.
"A crítica do Presidente da República ao diploma é generalizada. Parece que neste momento não há condições para insistir na aprovação deste projecto de lei e que a matéria deve ser alvo de reflexão mais profunda na próxima legislatura", disse o deputado, em declarações à Agência Lusa.
A lei do financiamento dos partidos e das campanhas eleitorais foi aprovada com o voto favorável de todas as bancadas parlamentares, o voto contra do deputado António José Seguro e com a abstenção da deputada Matilde Sousa Franco.
No veto ao diploma, o Presidente da República apontou várias "objecções de fundo" como o "aumento substancial do financiamento privado não titulado", a possibilidade de os partidos obterem lucros nas campanhas e o aumento do limite das despesas para a segunda volta das eleições presidenciais.
No comunicado, publicado no `site´ da Presidência da República na Internet, o chefe de Estado sublinha também a "alteração muito significativa" ao regime actualmente em vigor sobre o financiamento dos partidos e das campanhas eleitorais, "aumentando de forma substancial os limites do financiamento privado e sem que se diminuam os montantes provenientes do financiamento público".
Sobre as despesas com as campanhas eleitorais, Pedro Mota Soares sublinhou que "o CDS-PP foi o único partido que respeitou o apelo do Presidente da República, optando por "uma campanha austera", com um orçamento de 470 mil euros.
Considerando que só na próxima legislatura haverá condições para "reflectir mais" sobre a lei do financiamento dos partidos, Mota Soares defendeu que, na parte dos gastos eleitorais, "é importante que os partidos sejam sensíveis ao estado real do país e se cinjam ao essencial" .
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O CDS vai apresentar brevemente um projecto de lei para apertar as regras relativas à elaboração e divulgação de sondagens, apurou o Expresso.Etiquetas: Parlamento, Paulo Portas, Sondagem, UCP
Para os centristas, a saída de Vítor Constâncio do banco de Portugal é uma necessidade. Ainda assim, Nuno Melo diz que gostava de ter uma surpresa.Etiquetas: Banco de Portugal, BPN, Nuno Melo
O líder do CDS-PP, Paulo Portas, reagiu este Domingo à derrota do PS nas eleições europeias com o anúncio de que os populares vão apresentar uma moção de censura ao Governo no Parlamento.Etiquetas: Eleições, Governo, Parlamento, Parlamento Europeu, Partido Socialista, Paulo Portas
À hora das primeiras projecções o CDS-PP movia-se com cautela. Apenas Pedro Mota Soares vinha dizer que apenas não se podia dizer muito «perante projecções». Depois, veio o silêncio. Nem apoiantes, nem declarações. Só quando os resultados finais chegaram chegou também a comitiva: Paulo Portas, Nuno Melo e Diogo Feio gritaram «Viva o CDS, viva Portugal» e mostraram-se satisfeitos com os dois eurodeputados eleitos.Etiquetas: Diogo Feio, Eleições, Jornadas Parlamentares, Nuno Melo, Paulo Portas, Pedro Mota Soares
O cabeça-de-lista do CDS-PP, Nuno Melo, desvalorizou hoje a perspectiva de o seu partido obter um resultado inferior à CDU e ao BE e destacou que a subida da esquerda se fez à custa do PS.Etiquetas: CDU, Eleições, Governo, Nuno Melo, Parlamento Europeu, Partido Socialista
O cabeça-de-lista do CDS-PP às eleições europeias, Nuno Melo, apontou esta sexta-feira o primeiro-ministro, José Sócrates, como o "nome da crise", no comício de encerramento da campanha em que "pediu força e confiança" aos eleitores.Etiquetas: Crise, Eleições, Nuno Melo, Parlamento Europeu
Críticas ao primeiro-ministro, José Sócrates, mas também à líder do PSD marcaram esta sexta-feira, o discurso de encerramento da campanha do presidente do CDS-PP, que afirmou “ser bizarro” pensar que “só existe o PS e o PSD”.Etiquetas: Eleições, Parlamento Europeu, Paulo Portas
O CDS-PP termina hoje a campanha eleitoral às eleições europeias no Porto, centrando a mensagem no apelo ao voto nas eleições de domingo para censurar o Governo e para "premiar" a oposição "que mais trabalha".Etiquetas: Eleições, Nuno Melo, Parlamento Europeu, Paulo Portas
O projecto de resolução do CDS-PP que recomendava ao Governo a criação de gabinetes de mediação policial junto dos bairros identificados como problemáticos foi hoje chumbado no parlamento. A iniciativa do CDS-PP, que recebeu votos a favor do PSD e PCP e contra do BE e PS, estabelecia também a obrigatoriedade de apresentação, na Assembleia da República, de um relatório de avaliação das políticas públicas nos bairros problemáticos.Etiquetas: Criminalidade, PSP, Segurança
O CDS-PP interrogou hoje o ministério das Finanças sobre alegados atrasos na devolução antecipada do IRS a trabalhadores independentes e alertou para a "situação de injustiça e desigualdade" para pessoas já com "muitas dificuldades".Etiquetas: economia, IRS, Pedro Mota Soares, recibos verdes
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Folhetos com o manifesto do partido e a cara do cabeça-de-lista ou do líder e, excepcionalmente, canetas: é isto que o CDS tem oferecido às pessoas na rua, além, claro, de um sorriso, beijinhos. Raramente aparecem bandeiras nas acções de campanha e mesmo as canetas não foram feitas «ao acaso» e não contêm alusões às Europeias, pelo que, as que sobrarem, podem ser distribuídas em eleições futuras. E para já, têm sido distribuídas com contenção. Só em Mercado de Santana, no domingo de manhã, e em Almada, esta terça-feira, se viram as famosas canetas.Etiquetas: Eleições, Nuno Melo, Parlamento Europeu, Paulo Portas
O cabeça de lista do CDS/PP às eleições Europeias, Nuno Melo, visitou esta terça-feira, o Refúgio Aboim Ascensão, em Faro, e considerou que a instituição de apoio a crianças em risco é um exemplo que deve ser seguido em todo o país.Etiquetas: Acção Social, Eleições, Nuno Melo, Parlamento Europeu
«Não nos resignamos a ter um incompetente à frente do Banco de Portugal que obriga o contribuinte a pagar 2500 milhões de euros por causa de uma fraude», afirmou esta noite o líder do CDS, Paulo Portas, num jantar com militantes em Loulé.Etiquetas: Banca, Banco de Portugal, Eleições, Nuno Melo, Parlamento Europeu
A candidata do CDS-PP às eleições europeias Teresa Caeiro alertou esta terça-feira, para as dificuldades dos eleitores com mobilidade reduzida que “mais uma vez” vão ver condicionado o direito de voto por os locais escolhidos serem muitas vezes inacessíveis.Etiquetas: Eleições, Mobilidade, Parlamento Europeu, Teresa Caeiro
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O cabeça-de-lista do CDS-PP ao Parlamento Europeu, Nuno Melo, afirmou esta terça-feira que os programas de apoio às empresas são desadequados e deixam de fora as empresas que mais precisam.
«Quando se pede às empresas, para que possam aceder a linhas de crédito, que tenham tido lucro nos últimos três anos, ou que não tenham dívidas ao fisco ou à Segurança Social, claro que se está a deixar de fora as empresas que mais precisam», afirmou. E Nuno Melo escolheu precisamente uma empresa, a fábrica de cerâmica Ceres, que o cabeça-de-lista considera ser «um bom exemplo» para o país, para fazer estas declarações.
A empresa, que funcionava há vários anos, encerrou durante três anos, mas um grupo de trabalhadores, alguns dos quais trabalham na fábrica desde muito novos, conseguiram retomar a produção, «à custa de capitais próprios».
Nuno Melo lembrou que os programas do Governo só aceitam candidaturas de empresas que não têm dívidas à segurança social e lucro nos três anos anteriores. «Está a deixar-se de fora empresas como esta», sublinhou. E afirmou ainda que alguns apoios às empresas poderiam vir das verbas do QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional).
«Como é que é possível que esteja por executar cerca de 95 por cento do QREN? É dinheiro da União Europeia colocado à disposição de Portugal», disse. Segundo explicou aos jornalistas, o administrador da Ceres, Francisco Ramos, «as encomendas não são problema», mas os «problemas de tesouraria persistem» e a empresa está apenas a trabalhar a 30 por cento.
Paulo Portas, que também esteve presente na visita, contou que já tinha visitado a empresa há seis meses atrás e realça que, aquela que é neste momento uma pequena empresa, podia ser média, caso houvesse apoios.
in TVI24
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