terça-feira, junho 30, 2009

A voz da população


E Portugal falou.

Sem margem para dúvidas!

Foi hoje que o canal SIC Noticias realizou um debate, no programa «Opinião Pública», para auscultar o que pensam os portugueses sobre as obras que estão a decorrer no Terreiro do Paço e sobre o anteprojecto para o novo Terreiro do Paço, apresentado pela actual gestão da CML.

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segunda-feira, junho 29, 2009

Listas oncologia: CDS pede audição urgente da ministra da Saúde

O CDS-PP pediu esta segunda-feira uma audição urgente da ministra da saúde no Parlamento.
Em causa está o tempo de espera das cirurgias oncológicas e a falta de especialistas e equipas multidisciplinares que façam um acompanhamento integrado do doente.
O pedido é feita na semana em que está marcada a 4ª audição obrigatória de Ana Jorge na Comissão de Saúde e depois do CDS ter alertado para o facto de "os doentes de oncologia não estão a receber a ter um tratamento condigno", afirmou Teresa Caeiro.
A deputada do CDS recordou que desde 2005, que não existia um Plano nacional de prevenção e acompanhamento oncologico, facto que é lamentável e para o qual os deputados centristas têm vindo a chamar a atenção.

CDS com Parlamento Global

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Polícia: CDS-PP acusa governo de «extremar posições»

O CDS-PP acusou hoje o Governo de estar a «extremar posições» nas negociações do novo estatuto das forças policiais, tendo agendado para hoje audiências com várias organizações sindicais da polícia.
«O governo está a extremar posições e há um ano que protela a aprovação do estatuto remuneratório» das polícias, afirmou o deputado do CDS Nuno Magalhães, no final de uma audiência com responsáveis da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia (ASPP).
O parlamentar fez ainda um apelo ao governo para que aprove o estatuto e «dê paz» às polícias, alertando para a importância da serenidade numa altura em que têm aumentado as taxas de criminalidade em Portugal.

Lusa

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sábado, junho 27, 2009

CONTAMOS CONSIGO!

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quinta-feira, junho 25, 2009

CONTAMOS CONSIGO!


Não falte. Informações em 218814748 ou 912588657

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quarta-feira, junho 24, 2009

CDS-PP apresenta provas de que Governo falhou nos apoios à agricultura

Com um documento oficial na mão, o CDS-PP acusa o Ministério da Agricultura de incompetência por ter falhado prazos de pagamento e metas de execução do Proder (programa comunitário de desenvolvimento rural), dois anos e meio depois do seu início de funcionamento. E pede o afastamento dos responsáveis políticos e do gestor do programa Carlos Guerra que “ainda por cima” foi constituído arguido no caso Freeport.

Em conferência de imprensa, o deputado Pedro Mota Soares divulgou um documento oficial que faz o ponto da situação da execução do Proder, em funcionamento entre 2007-2013. Em seis anos, o programa deveria estar executado a 33 por cento; dois anos e meio depois só foi executado em 9,7 por cento, segundo o deputado centrista que fez as contas. “Dos 1,268 milhões de euros disponíveis em dois anos, só foram atribuídos 429 milhões de euros. Há 840 milhões por gastar como o CDS sempre afirmou”, disse.

No capítulo da “modernização e capacitação das empresas” foram recebidas 4810 candidaturas, das quais 4628 foram consideradas válidas. Só com 65 foram celebradas contratos, mas até hoje nenhuma verba foi paga, segundo o CDS, com base no documento divulgado. Pedro Mota Soares considera que “há um caso claro de incompetência” e sustenta que “os responsáveis do Programa e do Governo deviam ser afastados para pôr o Proder a funcionar”. Quanto a Carlos Guerra, o CDS não esconde o facto do ex-presidente do Instituto da Conservação da Natureza ter sido constituído arguido.

“Falhou nos pagamentos, falhou nos prazos e ainda por cima tem esta circunstância a pender sobre si”, afirmou Mota Soares.

in Público online

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CDS-PP reitera oposição a simultaneidade das eleições

O CDS-PP apontou hoje a data de 27 de Setembro para as eleições para a Assembleia da República, reiterando que legislativas e autárquicas deverão realizar-se em dias diferentes porque assim haverá uma poupança de custos.
«A democracia tem custos, sendo que neste caso sairá mais barato se as eleições acontecerem em separado do que se acontecerem conjuntamente, não tenho nenhuma dúvida, digo isto com todo o pragmatismo», afirmou o deputado do CDS-PP Nuno Melo, em declarações aos jornalistas no final de uma audiência com o Presidente da República sobre a data das legislativas.
Apontando o dia 27 de Setembro como a melhor data para as eleições legislativas, Nuno Melo explicou que se as eleições forem em simultâneo, os partidos duplicarão custos de campanha eleitoral, porque todas as estruturas que são montadas e preparadas para umas eleições terão de ser duplicadas.

Lusa

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terça-feira, junho 23, 2009

Comunicado - Contas 2005 da CML

AAgência Lusa noticiou hoje, às 08h20m, em take repetido integral e posteriormente às 9h16m, que “o Tribunal de Contas recusou a homologação das contas da CML de 2005”. Sobre o referido assunto, a Candidatura Lisboa Com Sentido entende afirmar o seguinte:
1 – O mencionado relatório do Tribunal de Contas foi distribuído pelo actual presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, tendo chegado aos Gabinetes dos Vereadores no passado dia 31 de Março;
2 – Esse mesmo facto foi, mais do que uma vez, noticiado no blogue “Lisboa com Sentido”, com referências feitas a 29 de Março e 13 de Abril deste mesmo ano. Nesse último post, dizia-se: “Estranhamos o facto de este chumbo não ter sido amplamente noticiado”;
3 – A Agência Lusa que, por obrigação, acompanha todas estas situações, entendeu só hoje divulgar a notícia. Em dia da Assembleia Municipal em que serão votados os empréstimos em que o PS tanto tem insistido.Estas notícias, aliás, têm sido normalmente divulgadas em dia de debate de contas;
4 – As contas de 2005 foram apresentadas em Março de 2006 pelo executivo de Carmona Rodrigues, eleito em Outubro de 2005;O orçamento de 2005 foi também elaborado por Carmona Rodrigues e pelo seu Vereador das Finanças;
5 – Hoje mesmo e por razões compreensíveis - até porque poucas Câmaras têm aprovadas as contas de 2005 - será requerido ao Tribunal de Contas a análise das contas de 2006, 2007 e 2008, já disponibilizadas para o efeito.Por uma questão de equidade e respeito pelos principio da igualdade.
6 - Lamentamos finalmente que não tenha sido dada nota da carta emitida pelo Tribunal de Contas (Ver original em anexo) cujo assunto Contas de Gerência do Município de Lisboa, 2002, 2003, 2004 e 2005, com um ponto único que passamos a citar:«Tenho a honra de comunicar a Vossa Excelência que, no(s) processo(s) acima identificado, por não se evidenciarem infracções ou irregularidades financeiras ou outras que importe conhecer, no âmbito das atribuições deste Tribunal, entendeu o Ministério Público não desencadear qualquer procedimento jurisdicional».
7 - Tendo em conta todos os pontos acima expostos, e após demorada reflexão em busca do interesse objectivo da notícia hoje divulgada pela Lusa, uma explicação é possível: A chegada oficial do Verão.
Só este facto pode, eventualmente, justificar a “saída do frigorífico” de notícias destas, sem atenção ao seu prazo de validade. Ou, então, a Agência Lusa segue um calendário muito próprio para as notícias que “serve” aos seus destinatários.

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segunda-feira, junho 22, 2009

Lisboa: AML aprova voto de protesto do CDS contra António Costa


VOTO DE PROTESTO

Aprovado por maioria CDS, PSD, PCP e PEV


Os lisboetas voltam a assistir, de forma surpreendente, a uma nova companha propagandistica inútil da parte do Senhor Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Dr. António Costa.

Depois de ter gasto milhares de euros numa companha ofensiva a esta Assembleia, de ter espalhado por toda a cidade cartazes com um slogan nada correspondente com a realidade da cidade, lança agora uma mega campanha publicitária (televisões, rádios e jornais) anunciando o fim de uma obra e o anúncio do lançamento de outra que ainda nem existe ou sequer se sabe se alguma vai existir.

O Partido Socialista volta a demonstrar que não tem respeito pela cidade e pelos municipes.

Quando se desculpa que não faz esta ou aquela obra porque não tem verbas para tal; quando assiste a milhares de idosos na cidade que necessitam de apoio para sobreviver, o PS e o Dr. António Costa, gastam o dinheiro dos contribuintes para esconder a sua falta de obra.

Não podemos aceitar que, para mais neste momento de crise económica, que a CML manifeste este exemplo muito negativo.

Para mais, utiliza essa campanha para fins manifestamente eleitorais face às afirmações que na mesma produz.

Assim, a Assembleia Municipal de Lisboa solicita ao Dr. António Costa que informe este órgão e os munícipes de Lisboa, quanto gastou nesta sua nova campanha publicitária.

A Assembleia Municipal de Lisboa censura a forma despropositada como o executivo camarário esbanja dinheiros publicos em campanhas inuteis e improdutíveis para a resolução dos problemas da cidade.

Mais se recomenda que o executivo se abstenha de novas acções deste género, desde que não justificadas, como é o caso, canalizando essas verbas para a resolução dos verdadeiros problemas de Lisboa.


O Grupo Municipal do CDS-PP

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domingo, junho 21, 2009

Lisboa: Comissão de Habitação rejeita venda de palácios e recomenda concessão

A Comissão de Habitação vai recomendar à Assembleia Municipal de Lisboa que recuse a venda dos palácios que a autarquia quer alienar para serem transformados em hotéis de charme, disse à Lusa fonte daquela estrutura.
"A nossa posição mantém-se na defesa de que os edifícios não precisariam de deixar de ser propriedade municipal e que a autarquia poderia concessioná-los para que fossem recuperados e usados como hotéis de charme, por exemplo", disse o presidente da comissão, Pedro Portugal Gaspar.
A proposta inicial de venda em bloco de seis edifícios apresentada pela autarquia acabou por ser chumbada pela Comissão em Janeiro e a Câmara reformulou a ideia, optando por excluir o edifício do Passo da Procissão do Senhor dos Passos da Graça, no Largo Rodrigues de Freitas (Socorro) e apresentar propostas de alienação separadas para cada um dos restantes.
Para a próxima Assembleia Municipal, está agendada a discussão de duas propostas de alienação, relativas aos palácios Benagazil, junto ao aeroporto, e Visconde do Rio Seco, no Bairro Alto.
"Como o vereador, na reunião que manteve com a Comissão, assumiu que não são estas vendas que vão resolver os problemas financeiros da autarquia, apenas libertaria a câmara das despesas de recuperação dos imóveis, consideramos que havia outras opções", disse Pedro Portugal Gaspar.
Nos casos do palácio Visconde do Rio Seco, a Comissão propunha que o imóvel fosse recuperado, com o custo a ser englobado no empréstimo de 120 milhões de euros para reabilitação urbana que a autarquia pretende contrair junto do Banco Europeu de Investimento.
"O custo estimado dessa recuperação é cerca de um milhão de euros", avançou o responsável, adiantando que o edifício poderia depois ser transformado em residência universitária.
"Até ajudaria a dar vida ao Bairro Alto", realçou.
No que se refere ao Palácio Benagazil, a Comissão defende que o edifício poderia ser concessionado para que uma qualquer entidade privada pudesse recuperá-la utilizá-la para sede. "Uma das hipóteses propostas por elementos da Comissão era a EPUL, que com os novos estatutos ganhará a vertente da recuperação, recuperar o imóvel e usá-lo para sua sede, em vez que estar a pagar renda pelas actuais instalações", exemplificou.
"Temos dúvidas que a localização do palácio seja atractiva para um hotel de charme. Se estivéssemos a falar para hotéis de apoio ao aeroporto, para estadias curtas...", afirmou o responsável.
De acordo com Pedro Portugal Gaspar, os elementos do Partido Socialista que participaram na reunião foram os únicos a apoiar as propostas de alienação de palácios da autarquia.
Além dos palácios Benagazil e Visconde do Rio Seco, estavam incluídos na proposta inicial da autarquia o Palácio do Machadinho, na Madragoa, e o Brancaamp, no Príncipe Real.

in Lusa

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sexta-feira, junho 19, 2009

Noticiário 19 Junho - Lisboa com Sentido

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Voz à Cidade - Observatório do Parque da Bela Vista


Exmo. Sr. Presidente da CML,Dr. António Costa,
Exmo. Sr. Vereador,Dr. José Sá Fernandes,

No seguimento da anunciada realização amanhã, dia 20 de Junho, de um "mega-piquenique" e de um "mega-concerto" de Tony Carreira no Parque da Bela Vista, e porque não temos "dois pêsos, duas medidas", vimos pelo presente renovar o nosso protesto pela insistência da Câmara Municipal de Lisboa em prosseguir com este tipo de eventos naquele parque, mais a mais sendo o presente de mero cariz comercial uma vez que é realizado pela cadeia Modelo.
Independentemente da popularidade do artista, do ambiente de pré-campanha eleitoral em que a cidade vive e de possíveis contrapartidas financeiras (e não só) para a cidade, que desconhecemos porque não são do conhecimento público, muito menos foram aprovadas em sessão de CML, cremos tratar-se mais uma vez de um evento inapropriado para o Parque da Bela Vista. Renovamos as nossas dúvidas sobre a existência, ou não, de isenção de taxas de ocupação do espaço público, mais a mais sendo o evento puramente comercial.
Voltamos a expressar a nossa desilusão pela postura e pela prática da CML em relação ao Parque da Bela Vista, e em relação ao valor da cidadania, ao interromper a possibilidade dos cidadãos tomarem parte no necessário acompanhamento e monitorização do estado do Parque da Bela Vista, antes e depois dos eventos.

Melhores cumprimentos,

Paulo Ferrero, João Diogo Moura, António Prôa e Carlos F. de Moura

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quinta-feira, junho 18, 2009

CDS chama ministra ao Parlamento sobre tempos de espera para cirurgia oncológica

A deputada do CDS-PP Teresa Caeiro requereu esta quinta-feira a presença da ministra da Saúde no Parlamento para dar explicações sobre as listas de espera para a cirurgia oncológica e acusou o Governo de ter desvalorizado o problema.
“Está na hora de a ministra assumir as suas responsabilidades e dar atenção a este problema muito grave da espera para cirurgias oncológicas que, em 2008, foi de 102 dias em média”, afirmou a deputada Teresa Caeiro.
A deputada do CDS-PP acusou a ministra Ana Jorge de ter “desvalorizado as preocupações e críticas às políticas de prevenção, no acompanhamento, tratamento e controlo das doenças oncológicas”, frisando que “não foi por falta de aviso”.
Teresa Caeiro disse que requereu a presença, com carácter de urgência, da ministra da Saúde na comissão parlamentar de Saúde, para “esclarecer os deputados sobre “os números das listas de espera para cirurgia oncológica apresentados pelo relatório da Primavera de 2008”.
No relatório, frisou Teresa Caeiro, salienta-se não só que os tempos de espera são em média de 102 dias — contra os 14 internacionalmente recomendados — mas também se alerta que se exige uma “considerável melhoria na gestão dos tempos de espera de todo o processo”.
“Isto significa que muitos portugueses não têm um acompanhamento aceitável em termos de espera, primeiro para o diagnóstico, cirurgia, tratamentos e, eventualmente, cirurgias reconstrutivas”, salientou.
CDS com Público.pt

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quarta-feira, junho 17, 2009

CDS-PP apresenta moção de censura

Tal como prometido na noite das eleições europeias, o CDS-PP vai confrontar esta quarta-feira, no Parlamento, o executivo liderado por José Sócrates com uma moção de censura. Os democratas-cristão querem demonstrar «os erros» e «apresentar alternativas».
O Partido Comunista foi o primeiro a assumir que ia optar pela abstenção no momento de votar. O BE e o PSD adiaram comunicar as intenções de voto para esta quarta-feira.
Segundo avança a TSF, o PSD vai votar a favor da moção de censura. A rádio cita uma fonte do gabinete de assessoria do líder parlamentar social-democrata.
Também em declarações à TSF, o deputado Luís Fazenda anunciou que o BE ia abster-se no momento da votação.
Pedro Mota Soares, vice-presidente da bancada parlamentar do CDS-PP, justificou a moção de censura com a necessidade «confrontar o Governo com os seus erros próprios» que são «erros de fundo não de forma» e «de conteúdo e não de comunicação».

in Diário Digital

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Conselho Nacional reúne-se hoje à noite para aprovar cabeças-de-lista às legislativas

O conselho nacional do CDS-PP reúne-se hoje à noite em Almada para aprovar os cabeças-de-lista às próximas eleições legislativas e cerca de 20 coligações autárquicas.
O líder do CDS-PP, Paulo Portas, que deverá voltar a liderar a lista por Aveiro, círculo pelo qual sempre concorreu, anunciará no final da reunião pelo menos os nomes que vão encabeças as listas dos 18 círculos nacionais.
Nas próximas legislativas o CDS-PP acredita ter "espaço para crescer", visando contribuir para impedir a "maioria absoluta de um só partido".
Logo na noite eleitoral das europeias, a 07 de Junho, Paulo Portas disse que queria os candidatos às próximas legislativas "na rua" o mais cedo possível.
O conselho nacional do CDS-PP aprovará ainda cerca de 20 coligações autárquicas com o PSD, algumas também com o PPM, segundo o coordenador autárquico, Hélder Amaral.
A agenda da reunião do conselho nacional inclui ainda a alteração da designação e do símbolo do CDS-PP nos boletins de voto.
Segundo o porta-voz democrata cristão e deputado Pedro Mota Soares, o facto de nos boletins de voto aparecer apenas "Partido Popular" a seguir ao símbolo tem suscitado dúvidas a eleitores na hora de votar.
A reunião do conselho nacional está prevista para as 20:30 na Pousada da Juventude de Almada.

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terça-feira, junho 16, 2009

TGV: CDS diz que decisão na próxima legislatura é "primeira vitória" da moção de censura

Diogo Feio saudou esta terça-feira, a decisão do Governo de remeter para a próxima legislatura uma posição final sobre o TGV, considerando que é “a primeira vitória” da moção de censura apresentada pelos democratas-cristãos.
“A comunicação que hoje é feita pelo Governo é a primeira vitória da moção de censura que apresentámos. Sempre dissemos que não estava em causa a legitimidade jurídica para tomar decisões, mas sim que o bom senso deveria imperar”, afirmou Diogo Feio.
O Líder da bancada centrista, frisou que o texto da moção de censura, que será discutida quarta-feira, alerta para a “circunstância de, politicamente, o Governo dever evitar tomadas de posição irreversíveis em matérias de grandes projectos”.
Sem questionar a legitimidade jurídica ou política do Governo, Diogo Feio frisou que o que está em causa “é o bom senso político”.

CDS

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segunda-feira, junho 15, 2009

Caso BPN: Nuno Melo considera que BdP devia ter ido além da supervisão prudencial

O deputado centrista Nuno Melo defendeu esta segunda-feira que o Banco de Portugal (BdP) deveria ter ido além da supervisão prudencial no caso do Banco Português de Negócios (BPN), por considerar que houve crimes, insistindo que Vítor Constâncio deve demitir-se.
A intervenção do Banco de Portugal quando estão em causa a solvabilidade ou solidez financeira de uma instituição «tinha que se ter passado além da supervisão prudencial», sublinhou Nuno Melo, considerando que se trata de crime quando uma instituição mente ao supervisor, como já foi detectado.
O deputado centrista dirigiu diversas perguntas a Vítor Constâncio e insistiu várias vezes que este deve demitir-se de Governador do Banco de Portugal, por ter permitido uma actuação continuada ao longo dos anos de actos irregulares no BPN.
«Aconteceu o que aconteceu com o BCP, os clientes do BPP não podem levantar seu dinheiro, nacionalizou-se o BPN e não acontece nada», referiu também Nuno Melo.
As três horas de perguntas de Nuno Melo a Vítor Constâncio ficaram marcadas pelo despique entre Vítor Constâncio e Nuno Melo, com Constâncio a acusar o deputado centrista de ignorância.
«Pode partir para o insulto que eu não descerei a esse nível», disse Melo.

CDS com DD

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domingo, junho 14, 2009

CDS-PP acusa Ana Jorge de preconceito contra misericórdias


O CDS-PP acusou hoje a ministra da Saúde, Ana Jorge, de ter um «preconceito ideológico contra as misericórdias», criticando-a por «se recusar a utilizar os recursos e capacidades instaladas» para cuidados continuados disponibilizadas por essas instituições.

«O presidente da União das Misericórdias Portuguesas (UMP) veio pôr o dedo na ferida, porque apesar das misericórdias terem uma capacidade instalada de duas mil camas, e um enquadramento logístico e técnico de médicos, de enfermeiros e de auxiliares, essas camas têm uma taxa de ocupação de 70 ou 80 por cento», afirmou à agência Lusa a deputada do CDS-PP Teresa Caeiro.

Na opinião da deputada democrata-cristã, a taxa de ocupação das misericórdias na prestação de cuidados continuados «devia ser maior face às necessidades que existem» e o facto de o Estado «não reencaminhar os doentes» está a prejudicar financeiramente as instituições. ´

«O Estado celebra acordos com as misericórdias, elas assumem esse compromisso mas depois o Ministério da Saúde não reencaminha os doentes. Isto é um contra-senso quando a ministra e o primeiro-ministro se desdobram em inaugurações», criticou a dirigente centrista, frisando que as instituições «gastam dinheiro em equipamento técnico e em pessoal especializado» mas «só recebem» retorno financeiro do Estado pela «ocupação efectiva» de camas.

O presidente da UMP, Manuel Lemos, alertou sexta-feira, no Funchal, para o facto de algumas destas instituições poderem encerrar por falta de «sustentabilidade» e acusou o Estado de não encaminhar para elas pessoas necessitadas de apoios clínicos.

A deputada do CDS-PP Teresa Caeiro afirmou que «o preconceito ideológico da ministra da Saúde está a prejudicar os doentes» e deu como exemplo o caso das operações às cataratas, para que, no ano passado, algumas autarquias levaram munícipes a Cuba para serem submetidos a uma cirurgia.

«Nas operações às cataratas as misericórdias tinham capacidade e meios para prestar apoio na área da oftalmologia e a ministra preferiu desembolsar mais de 20 milhões de euros para um sistema de recuperação no próprio Serviço Nacional de Saúde (SNS), em intervenções cirúrgicas que demoram 15 ou 20 minutos», observou a deputada do CDS-PP.

Segundo Teresa Caeiro, nessa altura existiam «32 mil pessoas a aguardar [a operação] e 107 mil à espera de uma primeira consulta de especialidade em oftalmologia», quando as «misericórdias tinham capacidade para fazer 3 mil cirurgias por mês».

«Mesmo assim, a ministra não quis utilizar essa capacidade instalada, insistindo que as cirurgias tivessem de ser todas feitas nos hospitais públicos», referiu a deputada democrata-cristã.

«A forma como o Governo tem encarado este problema é uma ilusão que está a penalizar muitíssimo as misericórdias e quando sabemos que as carências são enormes, penso que esta [a das misericórdias] é uma resposta fundamental e importantíssima», concluiu.

Diário Digital / Lusa

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sexta-feira, junho 12, 2009

CDS-PP exige funcionamento de linha de crédito

O CDS-PP exigiu esta sexta-feira ao Governo que coloque a funcionar rapidamente a linha de crédito de apoio aos desempregados no empréstimo à habitação.
A medida, aprovada pelo Governo para ajudar os desempregados a suportar as despesas com o crédito à habitação, entrou em vigor a 13 de Maio, mas um mês depois, os bancos estão apenas a registar as declarações de interesse dos clientes.
Pedro Mota Soares sublinhou que o Executivo deve 'rapidamente protocolar com as instituições bancárias esta medida'. O deputado democrata-cristão considerou a medida 'correcta', uma vez que 'ajuda de alguma forma quem está a sofrer maiores dificuldades num custo muito importante para poder manter a casa', mas sublinhou que ainda nenhum cidadão beneficia dela.
Mota lembrou ainda que no Orçamento do Estado para 2009 'a grande medida anunciada foi um fundo imobiliário que pudesse ajudar as pessoas que estavam com maiores dificuldades económicas a manter a sua casa', mas, criticou, 'até ao momento, não existe'. O deputado exigiu saber 'como é que, passados seis meses, todas estas pessoas que precisavam de uma ajuda especial não a estão a receber'.

in Correio da Manhã

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quarta-feira, junho 10, 2009

CDS anuncia cabeças-de-lista às legislativas

O CDS vai ser o primeiro partido a anunciar os seus cabeças de lista à eleições legislativas. A comissão directiva do partido, reunida ontem, decidiu convocar um Conselho Nacional para o próximo dia 17 (quarta-feira da semana que vem), tendo na ordem de trabalhos a aprovação dos cabeças-de-lista pelos vários distritos nas eleições à Assembleia da República .
A ideia dos centristas é arrancar rapidamente com a campanha, lançando os candidatos no terreno. Não é por acaso que essa reunião é marcada para o mesmo dia em que no Parlamento será debatida a moção de censura ao Governo apresentada pelos centristas.
Paulo Portas já tinha anunciado na noite das eleições europeias que queria um "Conselho Nacional para definir com brevidade as listas candidatas ao Parlamento Nacional", acrescentando: "Quero todos os candidatos na rua rapidamente". Assim será, embora as listas não fiquem fechadas na próxima semana - apenas o primeiro nome de cada círculo eleitoral.
O líder do partido vai igualmente propôr ao Conselho Nacional a alteração do símbolo do CDS, para o tornar mais eficaz no boletim de voto. Neste momento, o símbolo é dominado pelo nome "Partido Popular", dando pouco relevo ao elemento gráfico das setas a apontar para o círculo central - os dirigentes do Caldas consideram agora que será mais importante nos boletins de voto que se veja melhor esse elemento gráfico, em detrimento do nome.
Ainda por cima porque a designação Partido Popular, criada por Paulo Portas quando dirigia o partido com Manuel Monteiro, quase já não é usada.

in Expresso online

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terça-feira, junho 09, 2009

Governo deve abster-se de aprovar TGV e novo aeroporto

O líder do CDS-PP, Paulo Portas, defendeu hoje que o Governo devia abster-se de tomar decisões sobre as grandes obras públicas «por uma questão de »bom senso político«.
«O bom senso político recomenda neste momento que o Governo se abstenha de tomar certo tipo de decisões que oneram gerações futuras de uma forma muito cara», afirmou Paulo Portas, referindo-se às «obras públicas que geram mais controvérsia» como o TGV e o novo aeroporto.
Em conferência de imprensa na sede nacional do CDS-PP, em Lisboa, Paulo Portas defendeu que deve deixar-se o «país falar nas eleições legislativas» antes de qualquer decisão sobre as «grandes obras públicas» não por uma questão de falta de legitimidade, como defende o PSD, mas por bom senso.
«O governo deve ser prudente quanto a decisões que onerem decisões futuras não por falta de legitimidade jurídica mas por bom senso político«, disse.
Para o PSD, o executivo socialista deixou de ter legitimidade política e ética para avançar com investimentos significativos em infra-estruturas, após o PS ter sido derrotado nas eleições europeias de domingo.
Diário Digital / Lusa

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CDS-PP diz que não há condições para insistir na aprovação

O porta-voz do CDS-PP, Pedro Mota Soares, considerou hoje que "não há condições" para insistir na aprovação da lei do financiamento dos partidos na presente legislatura, depois do veto do Presidente da República.
"A crítica do Presidente da República ao diploma é generalizada. Parece que neste momento não há condições para insistir na aprovação deste projecto de lei e que a matéria deve ser alvo de reflexão mais profunda na próxima legislatura", disse o deputado, em declarações à Agência Lusa.
A lei do financiamento dos partidos e das campanhas eleitorais foi aprovada com o voto favorável de todas as bancadas parlamentares, o voto contra do deputado António José Seguro e com a abstenção da deputada Matilde Sousa Franco.
No veto ao diploma, o Presidente da República apontou várias "objecções de fundo" como o "aumento substancial do financiamento privado não titulado", a possibilidade de os partidos obterem lucros nas campanhas e o aumento do limite das despesas para a segunda volta das eleições presidenciais.
No comunicado, publicado no `site´ da Presidência da República na Internet, o chefe de Estado sublinha também a "alteração muito significativa" ao regime actualmente em vigor sobre o financiamento dos partidos e das campanhas eleitorais, "aumentando de forma substancial os limites do financiamento privado e sem que se diminuam os montantes provenientes do financiamento público".
Sobre as despesas com as campanhas eleitorais, Pedro Mota Soares sublinhou que "o CDS-PP foi o único partido que respeitou o apelo do Presidente da República, optando por "uma campanha austera", com um orçamento de 470 mil euros.
Considerando que só na próxima legislatura haverá condições para "reflectir mais" sobre a lei do financiamento dos partidos, Mota Soares defendeu que, na parte dos gastos eleitorais, "é importante que os partidos sejam sensíveis ao estado real do país e se cinjam ao essencial" .


in Lusa

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segunda-feira, junho 08, 2009

CDS-PP vai apresentar moção de censura ao Governo

O CDS vai apresentar brevemente um projecto de lei para apertar as regras relativas à elaboração e divulgação de sondagens, apurou o Expresso.
Os centristas estão a preparar esta iniciativa desde as eleições regionais dos Açores, onde aconteceu o mesmo que agora, nas europeias: a maioria das sondagens colocou o CDS muito abaixo do que viria a ser o resultado do partido. O que se passou nestas eleições foi a gota de água e criou as condições para o CDS avançar com o seu projecto.
"É inadmissivel, numa democracia adulta, que se tente influenciar a vontade dos eleitores desmotivando-os a votar ou procurando suscitar o voto noutros partidos, porque em Portugal o mercado das sondagens não está regulado", disse Paulo Portas no seu discurso de ontem à noite. "Não é aceitável que nas legislativas se repita o erro", avisou o líder centrista.
Por essa razão, o CDS quer ver a sua iniciativa discutida e votada ainda antes do fim de legislatura, de modo a que as legislativas já cumpram novas regras.
Segundo o Expresso apurou, uma das hipóteses que está a ser ponderada pelos centristas é a proibição da divulgação de sondagens durante o período oficial de campanha eleitoral. Uma norma que, a avançar, não teria paralelo na União Europeia.
No seu discurso da noite eleitoral, Paulo Portas atacou as empresas de sondagens e, em particular, o centro de sondagens da Universidade Católica, que chegou a prever 2% para o CDS (embora tenha corrigido esse valor, na última sexta-feira, para 4%).
"Nem o melhor resultado em sondagem se aproximou da fasquia mais baixa em todas previsões desta noite", lembrou Portas, invocando depois a sua condição de ex-aluno da Universidade Católica para disparar: "Lamento que o nome da Católica seja utilizado para enganar o eleitorado relativamente ao nosso partido.
"O CDS tem conduzido, a partir do call-center instalado na sede do partido, as suas próprias sondagens. No caso destas europeias, responsáveis do partido disseram ao Expresso, cerca das 19h00 de ontem, dia das eleições europeias, que esperavam um resultado próximo dos 9%.
Daí a frase dita por Portas ao fim da noite: "O CDS surpreendeu toda a gente excepto nós, que sabíamos que íamos subir."

in Expresso online

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CDS-PP: Constâncio já se devia ter demitido

Para os centristas, a saída de Vítor Constâncio do banco de Portugal é uma necessidade. Ainda assim, Nuno Melo diz que gostava de ter uma surpresa.

Que expectativa tem em relação ao depoimento de Vítor Constâncio?

Tenho esperança de vir a ter uma surpresa. Essa surpresa seria o Dr. Vítor Constâncio, de uma vez por todas, colaborar a sério com esta Comissão de Inquérito. Isso seria essencial para entendermos o que correu mal na supervisão, porque não exigiram que o BPN desse resposta – durante anos - às perguntas? Porque é que detectaram tantos problemas, mas não actuaram? Já na inspecção de 2002 o Banco de Portugal se queixava de o BPN não colaborar, e assim foi continuando até ao fim! Temos de entender a razão desta sonolência da supervisão, que agora vai custar mais de 2,5 mil milhões de euros a todos nós.

Acredita que o governador do Banco de Portugal está debilitado?

Quais são as principais razões? Se não, quais são os principais pontos fortes de Constâncio? Depois dos escândalos do BCP, do BPN e do BPP, está visto que a supervisão não funcionou. Recomendou a nacionalização do BPN – a tal medida que o governador chamou de “bomba atómica” – num parágrafo de 7 linhas, no fim duma carta de 11 páginas, sem prever os custos - para todos nós que pagamos impostos - desta sugestão. Pior, recusou-se a dar os elementos deste processo à Comissão, que tem a legitimidade de um órgão de soberania, tentando impedir-nos de cumprir o propósito de avaliar, politicamente, a nacionalização do BPN. Lembro que o segredo bancário existe para proteger o depositante e o investidor, não para esconder a incompetência do supervisor.


Acredita que as falhas de supervisão no processo BPN se devem ao modelo seguido ou à figura específica do supervisor?

Constâncio deve abandonar o cargo? Noutros países, e em plena crise, houve supervisores que se demitiram e outros que pediram desculpas. Em Portugal, onde o governador recebe o terceiro maior salário mundial, parece que ninguém assume responsabilidades. Constâncio, para bem da confiança no sistema financeiro, já se devia ter demitido há muito tempo. O modelo, claramente, não serviu e o governador, obviamente, não conseguiu nem prever nem resolver os problemas. O modelo de supervisão tem de ser melhorado e actualizado e Vítor Constâncio já provou que não é capaz. Se isto não é uma falha grave…


Que balanço faz dos trabalhos da comissão?

O que correu mal ou o que poderia ter corrido melhor? Quando o CDS-PP pediu esta comissão, e é bom lembrar quem desde o início lutou pela descoberta da verdade, o PS não a queria e os comentadores escreveram que não serviria para nada. Hoje, é consensual que esta comissão prestigiou o Parlamento e que a ela, e ao trabalho que desenvolvemos, se apurou muito dos casos que deram origem a este buraco que estamos a pagar. O que podia ter corrido melhor? Simples: o Banco de Portugal tinha a obrigação moral e legal de não esconder todo o processo.


Considera que esta comissão pode abrir um precedente perigoso, substituindo-se aos tribunais, já que, embora não condene, tem realizado alguns julgamentos públicos?

Os julgamentos são para os tribunais e tenho a certeza, como disse o Procurador-geral da República, que este nosso trabalho será muito útil. Mas há outro aspecto relevante: para o CDS, esta comissão vai avaliar a supervisão e o processo de nacionalização, pedida pelo governo socialista, que começou no parlamento.

Para o CDS-PP esta comissão realizou um trabalho importantíssimo e, ainda por cima, à vista dos portugueses.


in Público

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CDS-PP vai apresentar moção de censura ao Governo

O líder do CDS-PP, Paulo Portas, reagiu este Domingo à derrota do PS nas eleições europeias com o anúncio de que os populares vão apresentar uma moção de censura ao Governo no Parlamento.
"O país fez uma moção de censura ao governo Sócrates. O CDS dará voz, apresentando uma moção de censura na Assembleia da República como é justo e é merecido", anunciou Portas, no seu discurso na sede do CDS-PP.
Paulo Portas salientou que a moção de censura que apresentará “é já uma alternativa construtiva”, frisando que “não se trata de dizer mal de um socialismo que o povo hoje transformou em passado”.
“Trata-se de explicar como é que o país pode ser melhor governado do ponto de vista do apoio às empresas, da criação de emprego, da autoridade das forças de segurança, do rigor na imigração, da autoridade dos professores, das listas de espera na saúde, do reavivar da agricultura e das pescas”, anunciou.
O líder do CDS-PP discursava na sede nacional do partido após serem conhecidos os resultados das eleições europeias que dava, quando faltavam apurar 60 freguesias, 8,39 por cento dos votos e a eleição de dois eurodeputados.
Já a pensar nas eleições legislativas, Paulo Portas pediu ao Presidente da República, Cavaco Silva, “especial atenção” sobre a situação das contas públicas do país.
“É demasiado importante e o país tem todo o direito a saber a verdade orçamental antes das próximas eleições legislativas e não aceitar que só descubra essa verdade depois”.
A nível interno, o líder democrata-cristão anunciou que convocará “para breve” o conselho nacional do CDS-PP para definir “com brevidade” as listas candidatas ao Parlamento nacional.
“Quero todos os candidatos na rua rapidamente, porque o CDS tem que crescer mais”, disse, fixando ainda como objectivo “acelerar” a redacção do programa eleitoral.

CDS com Público.pt

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PARABÉNS!!!

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CDS-PP: Dois eurodeputados e uma moção de censura ao governo

À hora das primeiras projecções o CDS-PP movia-se com cautela. Apenas Pedro Mota Soares vinha dizer que apenas não se podia dizer muito «perante projecções». Depois, veio o silêncio. Nem apoiantes, nem declarações. Só quando os resultados finais chegaram chegou também a comitiva: Paulo Portas, Nuno Melo e Diogo Feio gritaram «Viva o CDS, viva Portugal» e mostraram-se satisfeitos com os dois eurodeputados eleitos.
8,4% foi o resultado que deu assentos no Parlamento Europeu a Nuno Melo e Diogo Feio. O CDS-PP foi a última força política na lista das cinco maiores mas mostrou-se satisfeito com o resultado que deixa o cabeça de lista, Nuno Melo, levar consigo Diogo Feio.
Demorou para que a noite aquecesse na Sede Nacional do Partido Popular, no Largo do Caldas. À excepção de meia dúzia de apoiantes da Juventude Partidária, nem um aplauso se ouvia. Apenas as conversas dos jornalistas iam animando o local. As projecções vieram, Pedro Mota Soares falou e depois veio o silêncio. Um silêncio demasiado sepulcral. Paulo Portas, Nuno Melo e Diogo Feio esperaram até perto do final da contagem dos votos para fazerem os seus discursos mas chegada a altura, o cenário no Caldas mudou.
O silêncio deu lugar a gritos de vários apoiantes com bandeiras que apareceram subitamente e a ausência de declarações foi substituída por gritos de vitória e abraços colectivos.
«Esta vitória é sua», disse Nuno Melo ao líder do partido. Portas retorquiu agradecendo aos portugueses que «contra ventos e marés confiaram no CDS».
O dirigente do CDS-PP salientou também que estas eleições europeias representaram uma derrota claríssima para o Partido Socialista e anunciou que o seu partido vai apresentar no Parlamento uma moção de censura ao Governo PS. «O país fez uma moção de censura ao governo Sócrates. O CDS dará voz, apresentando uma moção de censura na Assembleia da República como é justo e é merecido», anunciou, durante as suas declarações.
Terminados os discursos e apurados os resultados, rapidamente a acalmia voltou à sede do Partido Popular. Balanço da noite: dois eurodeputados e muito pouca festa por parte dos apoiantes.

in Sapo

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domingo, junho 07, 2009

Nuno Melo desvaloriza CDS atrás da CDU e BE e diz esquerda sobe à custa do PS

O cabeça-de-lista do CDS-PP, Nuno Melo, desvalorizou hoje a perspectiva de o seu partido obter um resultado inferior à CDU e ao BE e destacou que a subida da esquerda se fez à custa do PS.
"O CDS cresceu em todos os distritos. Se o BE passa a quarta ou terceira força política, isso não tem que ver com o CDS, tem que ver com o Partido Socialista", frisou, em declarações à Agência Lusa.
Afirmando-se "satisfeito" com os 8,37 por cento dos votos obtidos nas eleições europeias - de acordo com dados oficiais, numa altura em que falta contabilizar apenas uma freguesia e 39 consulados -, com a sua eleição e do deputado Diogo Feio, Nuno Melo frisou que o CDS "cresceu em votos e em percentagem" face às legislativas de 2005.

Lusa

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sexta-feira, junho 05, 2009

DOMINGO VOTE CDS-PP

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Europeias: Nuno Melo pede a confiança dos eleitores contra José Sócrates, o "nome da crise"

O cabeça-de-lista do CDS-PP às eleições europeias, Nuno Melo, apontou esta sexta-feira o primeiro-ministro, José Sócrates, como o "nome da crise", no comício de encerramento da campanha em que "pediu força e confiança" aos eleitores.
"Nós combatemos a crise porque a crise é o PS. E tem um nome, é José Sócrates e o país está farto de José Sócrates", afirmou Nuno Melo, no seu discurso de encerramento da campanha eleitoral às eleições europeias. Criticando mais uma vez o cartaz do PS que diz "o PS combate a crise, os outros combatem o PS", o candidato criticou ainda a "crise de identidade" da candidata do PS Elisa Ferreira, por se candidatar à câmara do Porto e ao Parlamento Europeu.
No jantar da campanha que reuniu mais pessoas, cerca de 800, num restaurante em Vila Nova de Gaia, Nuno Melo e Paulo Portas foram recebidos ao som do hino do CDS-PP pelos militantes, que agitavam as bandeiras azuis e brancas dos democratas-cristãos.
Nuno Melo começou a discursar cerca das 22h25, pedindo "força" aos sectores que foram prioritários na sua campanha - agricultores, pensionistas, forças de segurança e professores, mas não se esqueceu de referir o caso BPN para criticar a supervisão bancária. A opção pela nacionalização, disse, "é o PS a funcionar, isto é o PS no seu melhor".
Nuno Melo pediu "confiança no que vai acontecer" no domingo, afirmando que "não há razões" para os militantes "não estarem animadíssimos". "Aqueles que duvidaram, mais uma vez no dia 7 de Junho se vão desiludir porque o CDS vai vencer", afirmou.

CDS com Público.pt

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Europeias: Paulo Portas diz que "é bizarro" pensar que só há PS ou PSD

Críticas ao primeiro-ministro, José Sócrates, mas também à líder do PSD marcaram esta sexta-feira, o discurso de encerramento da campanha do presidente do CDS-PP, que afirmou “ser bizarro” pensar que “só existe o PS e o PSD”.
“Parece que a líder do PSD terá dito uma coisa menos lúcida, hoje à noite, que só há PSD ou PS. Pelo contrário, o que já se nota é um grande cansaço com o PSD e com o PS”, afirmou, considerando que “um mundo em que só haja PSD ou PS é um mundo muito infeliz”, afirmou.
Paulo Portas falava no jantar-comício de encerramento da campanha eleitoral do CDS-PP às eleições europeias, que decorre em Vila nova de Gaia, Porto.
Para contrariar a ideia de que “só há PS ou PSD”, Paulo Portas questionou se assim é, “então porque é que se entenderam” na aprovação de leis na Assembleia da República, ou nas posições contra o referendo europeu.
"Com amizade, com sinceridade, não digam que só há PS e PSD porque um mundo só com PS e PSD seria um mundo muito infeliz", considerou.
“Não deixa de ser bizarro dizer que só há PS e PSD. A gente sabe que PS e PSD estão juntos na Galp, na EDP, nos hospitais públicos”, criticou Paulo Portas, que começou por atacar o primeiro-ministro José Sócrates, responsabilizando-o pelo desemprego e pela insegurança e aumento da criminalidade.
“Diz Sócrates que a direita é retrógrada. É a vez de nós dizermos: diga lá se é progressista ter nove mil jovens desempregados por dia, se é progressista haver milhares e milhares de casais no desemprego sem subsídio”, afirmou.
No final do discurso, Paulo Portas agradeceu a “coragem” do cabeça-de-lista às europeias, Nuno Melo, e disse que o CDS terá um “óptimo resultado” no domingo.

CDS com Público.pt

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Europeias: CDS-PP termina hoje campanha no Porto a pedir o voto como "prémio"

O CDS-PP termina hoje a campanha eleitoral às eleições europeias no Porto, centrando a mensagem no apelo ao voto nas eleições de domingo para censurar o Governo e para "premiar" a oposição "que mais trabalha".
"O voto é uma censura para quem governa mal e os socialistas merecem-na, mas é um estímulo a quem se opõe melhor e o CDS foi a oposição com mais iniciativa com mais trabalho e mais temida pelo Governo", afirmou o líder do CDS-PP, Paulo Portas, num jantar com militantes em Ponte de Lima.
Na recta final, Paulo Portas estará de manhã a sul, numa "arruada" em Setúbal, enquanto que o cabeça-de-lista, Nuno Melo, começa o dia na Exponor, com uma visita à Ambienergia, Feira Internacional de Ambiente, Energia e Sustentabilidade.

in Jornal de Notícias

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Maioria chumba projecto do CDS-PP sobre criação de gabinetes de mediação policial em bairros

O projecto de resolução do CDS-PP que recomendava ao Governo a criação de gabinetes de mediação policial junto dos bairros identificados como problemáticos foi hoje chumbado no parlamento. A iniciativa do CDS-PP, que recebeu votos a favor do PSD e PCP e contra do BE e PS, estabelecia também a obrigatoriedade de apresentação, na Assembleia da República, de um relatório de avaliação das políticas públicas nos bairros problemáticos.
Um outro projecto de resolução do CDS-PP que recomendava ao Governo a criação de uma estrutura "específica e autónoma" das forças e serviços de segurança no distrito de Setúbal foi também rejeitada pela Assembleia da República, merecendo apenas o apoio do PSD e PCP.
O parlamento também chumbou hoje o projecto de lei do PCP que alterava as normas para velocípedes sem motor do Código da Estrada e um outro projecto de Lei do BE que afirmava os direitos dos ciclistas e peões no Código da Estrada.

in Lusa

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IRS: CDS-PP interroga Finanças sobre alegados atrasos na devolução antecipada para trabalhadores independentes

O CDS-PP interrogou hoje o ministério das Finanças sobre alegados atrasos na devolução antecipada do IRS a trabalhadores independentes e alertou para a "situação de injustiça e desigualdade" para pessoas já com "muitas dificuldades".
Em declarações aos jornalistas no Parlamento, o deputado democrata-cristão Pedro Mota Soares afirmou que nos últimos dias o seu partido "recebeu dezenas e dezenas de situações de contribuintes que apresentaram as suas declarações de IRS no final do mês de Abril e até agora, passados 30 dias, ainda não receberam a devolução" do imposto.
"O que se está a passar? O que é que está a ocorrer? O alerta que o CDS fez em Abril foi suficiente ou não para que o Governo hoje possa rapidamente dar a estes trabalhadores o mesmo tratamento?", interrogou o deputado.
Na altura, o secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Carlos Lobo, tinha assegurado que "independentemente de serem trabalhadores pela conta de outrem ou trabalhadores independentes" os contribuintes com impostos em dia iriam ter a devolução antecipada do IRS.
"Avisámos o Governo de que a devolução antecipada do IRS só estava prevista para os trabalhadores dependentes e não estava prevista para os trabalhadores independentes e o Governo na altura, até de uma forma bastante ofensiva para com os deputados do CDS, veio dizer que estávamos a ser populistas e a levantar falsas preocupações", referiu Mota Soares.
Para o deputado Pedro Mota Soares a não devolução antecipada do IRS "é extremamente grave porque está a gerar uma situação de injustiça e desigualdade, nomeadamente com trabalhadores a recibos verdes, que já têm muitas dificuldades e que numa altura de crise deviam ter este apoio especial do Estado, que é exactamente o que está a dar aos outros trabalhadores".

in Expresso online

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Balanço Campanha CDS/PP: "Trunfo" BPN marcou campanha dos populares

O CDS/PP uma campanha simples talvez porque o dinheiro no partido não abunde. Ao longo de duas semanas, Nuno Melo foi tirando coelhos da cartola, como o caso BPN, e a estratégia deu os seus frutos. Agora para que tudo corra como os populares desejam é eleger no domingo dois “euro deputados”. A campanha dos democratas- cristãos foi seguida de ponta a ponta pela repórter Madalena Salema.

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quinta-feira, junho 04, 2009

ABSTENÇÃO NÃO!

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CDS-PP pediu o voto nas europeias como se fossem primárias das legislativas

O CDS-PP fez uma campanha para o Parlamento Europeu como se as eleições fossem a "primeira volta" das legislativas, uma opção assumida desde o primeiro momento por Paulo Portas e por Nuno Melo, que capitalizou do "efeito BPN".
Centrada a norte e centro, em feiras ou em visitas a lares de idosos, pequenas e médias empresas, em contactos na área da segurança ou agricultura, a campanha do CDS foi "de balanço" e "não de promessas", como afirmou hoje o cabeça-de-lista, Nuno Melo.
O CDS-PP pediu um "voto azul" "pelo trabalho feito" na Assembleia da República, um "cartão vermelhão" contra "o Governo PS" e uma "mudança de atitude" para acabar com o "rotativismo" "do centrão rosa/laranja", PS e PSD.
in RTP online

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«Ana Gomes passou anos a difamar pessoas», diz Nuno Melo

Nuno Melo afirmou esta quarta-feira que eurodeputada do PS, Ana Gomes, devia pedir desculpa por ter «passado anos a difamar pessoas por causa dos voos da CIA». «Passa anos a difamar pessoas por causa de voos da CIA para hoje quando o processo é arquivado não ser capaz de pedir desculpa e se limitar a dizer que já estava à espera disto».
Um ataque forte à eurodeputada do PS, mas que não veio sozinho. Na recta final da campanha, Nuno Melo endurece as críticas, sobe o tom e vira-se para o PS, pedindo «um cartão vermelho a Elisa Ferreira que é candidata ao Parlamento Europeu e se dá ao luxo de dizer que quer ir a Bruxelas assinar o nome porque gosta mesmo é de estar no Porto». «São estes os candidatos do PS. Querem ser candidatos lá e cá, não vá correr mal cá e depois terem de ir para lá», afirmou Nuno Melo. «Nós não fazemos dois em um como Elisa Ferreira ou Ana Gomes. Não é assim que nós fazemos política», afirmou.
primeiro alvo do discurso foi José Sócrates que, segundo Nuno Melo, «já foi primeiro-ministro, mas agora suspendeu as funções para dar uma ajudinha a Vital Moreira na rua».
Vital Moreira também não saiu incólume. O cabeça-de-lista do CDS criticou o candidato socialista por não abordar temas europeus. «Para sermos eurpeus, não basta um cartaz e para ter uma maioria absoluta não basta pedir, é preciso tudo aquilo que há 4 anos nós não temos em Portugal», afirmou. «Somos muito diferentes de Ana Gomes, Elisa Ferreira, e Vital Moreira graças a Deus», disse ainda Nuno Melo.

Portas apela ao voto

O líder do CDS, Paulo Portas, pediu que os mais de 200 militantes presentes na sala mobilizem o eleitorado. «Peçam à nossa gente que vá votar: aos agricultores, professores, empresários, agentes da PSP, GNR, pensionistas, aos que trabalham e estudam».
«Muitas pessoas dizem-nos na rua:¿boa sorte¿. Eu digo sempre: ¿boa sorte é no Euromilhões e raramente sai. É preciso empenho. E o empenho é dar o voto àqueles a quem nós damos razão», afirmou.
Portas falou depois para quem está indeciso entre votar no PSD ou no CDS. «Pensem bem, o PSD votou leis penais erradas, nós não. O PSD só se lembrou agricultura agora, nós desde sempre, o PSD é favor do rendimento mínimo sem reservas, nós não, eles querem congelar os salários e nós queremos baixar os impostos. A abstenção favorece os que lá estão. Façam a escolha certa. Desta vez é CDS», pede Portas.

in IOL Diário

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quarta-feira, junho 03, 2009

A mini-máquina de campanha do CDS

Folhetos com o manifesto do partido e a cara do cabeça-de-lista ou do líder e, excepcionalmente, canetas: é isto que o CDS tem oferecido às pessoas na rua, além, claro, de um sorriso, beijinhos. Raramente aparecem bandeiras nas acções de campanha e mesmo as canetas não foram feitas «ao acaso» e não contêm alusões às Europeias, pelo que, as que sobrarem, podem ser distribuídas em eleições futuras. E para já, têm sido distribuídas com contenção. Só em Mercado de Santana, no domingo de manhã, e em Almada, esta terça-feira, se viram as famosas canetas.
«Na nossa campanha não há desperdício, não há dinheiro gasto em sacos de plástico, nem outdoors por todo o país trocamos isso pelo contacto com as pessoas», afirma Nuno Melo. «Não pretendo que uma única pessoa vote no CDS porque recebeu de mim um saco de plástico ou um calendário. Quero que as pessoas votem em nós pelo trabalho que temos feito», diz ainda frequentemente o cabeça-de-lista.
Já Paulo Portas afirma que o CDS quer ser um exemplo de contenção e recorda que o próprio Presidente da República já pediu isso mesmo aos partidos, e critica quem gasta muito dinheiro na campanha, «numa altura em que o país está em crise», afirmando mesmo que é «falta de respeito» para com os portugueses.
O director de campanha, José Pedro Amaral, explicou ao tvi24.pt a máquina de campanha e em que é que o partido gasta os cerca de 470 mil euros do orçamento para estas eleições. Do «magro» orçamento, quando comparado com o dos concorrentes, sai a verba para pagar o aluguer dos dois carros: aquele em que circula Nuno Melo e o do assessor de imprensa, Pedro Salgueiro. O Volvo que transporta Portas é do partido. O orçamento cobre ainda os hotéis e os jantares da comitiva e dos jornalistas. Cada militante tem pago cerca de 10 euros pelos jantares comício. As estruturas locais complementam, caso falte alguma verba.
Cabe ainda às estruturas locais grande parte da organização das acções, ainda assim, além dos assessor de imprensa, do director de campanha e dos dois motoristas, há mais cinco pessoas que integram a «máquina» do CDS e que estão encarregues da logística. Dois são funcionários do partido e três são de uma empresa contratada para garantir som de qualidade nos jantares comício. Esta equipa «vai todos os dias dormir a Lisboa para poupar dinheiro», explica José Pedro Amaral.
A esta «equipa» fixa, vão-se juntando militantes e rostos mais conhecidos do partido, que estão presentes quando podem.

in Diário IOL

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Europeias: Nuno Melo diz que exemplo do Refúgio Aboim Ascensão devia reproduzir-se por todo o país

O cabeça de lista do CDS/PP às eleições Europeias, Nuno Melo, visitou esta terça-feira, o Refúgio Aboim Ascensão, em Faro, e considerou que a instituição de apoio a crianças em risco é um exemplo que deve ser seguido em todo o país.
"Esta visita é necessariamente muito impressionante porque se percebe como crianças oriundas de meios muito desfavorecidos ou por circunstâncias muito graves têm um acolhimento que é verdadeiramente extraordinário", considerou o candidato popular.
Nuno Melo sublinhou que “o afecto, o profissionalismo, a forma como as crianças são tratadas e como aqui são felizes é um exemplo” que levará consigo “e não há governante que não devia deixar de testemunhar".
"O que aqui se faz poderia ser feito em muitos outros pontos deste país", afirmou o candidato do CDS, que esteve acompanhado na visita ao Refúgio Aboim Ascensão pelo presidente do partido, Paulo Portas, entre outros.
Nuno Melo lembrou que há “muitas crianças em situação de dificuldades extremas e entregues a condições que não têm sequer o mínimo de comparação com o que se viu” no refúgio, em Faro, e que “o que aqui está era possível noutros sítios e era desejável que assim fosse".
"Uma instituição destas não nasce só de um conceito, nasce de uma série de pessoas que tiveram a capacidade de pensar esse conceito, pô-lo em prática e fazer da instituição o que ela é. E seguramente que outras pessoas, conhecendo-o, permitirão que se reproduza", considerou o número um da lista popular às eleições de 07 de Junho.
Nuno Melo reiterou que “o carinho que as crianças aqui têm bem falta faz por todo o país".
O candidato comentou ainda as ajudas que algumas empresas dão ao refúgio e que contribuem para o seu funcionamento, que uma equipa de técnicas integradas e com toda a qualidade para as crianças.
"Valha-nos isso: temos o estado que comparticipa, mas temos também uma sociedade civil que não fica alheia ao que aqui se passa", frisou Melo, acrescentando que “sem elas a instituição não sobreviveria, porque a comparticipação do Estado é de pouco mais de 40 por cento".
CDS com DD e TVI24

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«Não nos resignamos a ter um incompetente no Banco de Portugal»

«Não nos resignamos a ter um incompetente à frente do Banco de Portugal que obriga o contribuinte a pagar 2500 milhões de euros por causa de uma fraude», afirmou esta noite o líder do CDS, Paulo Portas, num jantar com militantes em Loulé.
Depois de nesta segunda-feira, Nuno Melo ter apresentado o parecer que levou à nacionalização do banco, o caso BPN volta com mais força ainda à agenda de campanha do partido.
Antes deste ataque de Portas, já Nuno Melo tinha falado no assunto. «Então o doutor Vitor Constâncio não deu o documento à Comissão Parlamentar, alegando segredo bancário, mas hoje já veio comentar. Já não importava o segredo bancário?», questionou o cabeça-de-lista do CDS, que considera «absurda» resposta de Constâncio ao documento. «Ficamos a saber que uma nacionalização, mesmo que custe milhões ao estado não faz mal nenhum porque foi uma decisão politica?
O jantar desta noite foi mais breve porque Nuno Melo teve de partir para Lisboa, para estar presente esta quarta-feira na audição ao ministro da Justiça sobre o caso Lopes da Mota e as pressões sobre magistrados no caso Freeport. «Amanhã, o senhor ministro vai retirar as consequências que há mais de um mês disse que retirava, mas que até hoje ninguém conhece», afirmou. «O CDS não usa investigações judiciais como arma de arremesso para fazer política, mas também não aceita interferências políticas na Justiça», afirmou.
Considerando que os portugueses estão cansados de ver as maiores faltas e de ver que depois as coisas continuam na mesma», Nuno Melo adiantou que «vai sendo tempo de exigir responsabilidades a Lopes da Mota e Constâncio, tal como os socialistas exigiram a Dias Loureiro».
«O que eu não aceito como candidato do CDS e como português é que por causa de um membro português do Eurojust, hoje investigadores portugueses estejam a contactar directamente os congéneres ingleses porque não confiam, porque no Eurojust porque está lá um nacional que dá pelo nome de Lopes da Mota», afirmou, considerando que este caso afecta «a credibilidade da Justiça portuguesa».
CDS com TVI24

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terça-feira, junho 02, 2009

Europeias: Teresa Caeiro alerta para dificuldades de acesso às mesas de voto pelas pessoas com mobilidade reduzida

A candidata do CDS-PP às eleições europeias Teresa Caeiro alertou esta terça-feira, para as dificuldades dos eleitores com mobilidade reduzida que “mais uma vez” vão ver condicionado o direito de voto por os locais escolhidos serem muitas vezes inacessíveis.
«Em causa estão pessoas com deficiência, com incapacidades temporárias, ou pessoas mais idosas que têm dificuldade de locomoção não podem exercer o seu direito de voto, porque muitos locais que são escolhidos pelas autarquias pelas mesas de voto são inacessíveis», explicou Teresa Caeiro.
«Isto significa que, ou as pessoas não vão votar, ou então têm de ser transportadas em braços, ou é mesmo a urna que é trazida à rua para que a pessoa exerça o seu direito de voto. Isto é inaceitável», adiantou a deputada.
Teresa Caeiro adiantou que «esta questão foi levantada ainda em Março peça Associação Portuguesa de Deficientes, que se dirigiu por escrito à Associação Nacional de Municípios (ANMP) e à Comissão Nacional de Eleições (CNE) e ao Ministério da Administração Interna (MAI).
Segundo a deputada, a ANPM não respondeu, a CNE disse que já em 2004 tinha avisado as autarquias sobre os critérios para as mesas de voto, mas sabemos que nada foi alterado. Já o MAI, disse que tinha recomendado às câmaras que escolhessem locais acessíveis».
«A verdade é que vamos ter mais um acto eleitoral em que o direito ao voto e à liberdade de escolha política por algumas pessoas não vai poder ser exercido ou então será exercido de forma condicionada. E isto é inaceitável», adiantou.

CDS com TVI24

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Europeias: "Os candidatos do CDS não têm problemas de auto-estima"

«Os deputados do CDS não têm problemas de auto-estima. Sabemos muito bem quem somos e o que valemos», afirmou Nuno Melo durante um jantar com militantes em Loulé, acerca do facto de Portas andar na rua a fazer campanha com os candidatos às Europeias.
«Temos muito orgulho no presidente do nosso partido e em tê-lo do nosso lado em campanha», afirmou, adiantando que Portas «faz a sua obrigação. Pena que todos os outros não façam».
«Se há quem queira esconder o presidente do partido e achar melhor que é melhor ficar em casa e acha que isso é normal, problema de quem assim age, mas normal em democracia é que o presidente do partido dê a cara na rua».

CDS com TVI24

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segunda-feira, junho 01, 2009

Nuno Melo e Paulo Portas criticam condições de acesso aos programas de apoio

O cabeça-de-lista do CDS-PP ao Parlamento Europeu, Nuno Melo, afirmou esta terça-feira que os programas de apoio às empresas são desadequados e deixam de fora as empresas que mais precisam.

«Quando se pede às empresas, para que possam aceder a linhas de crédito, que tenham tido lucro nos últimos três anos, ou que não tenham dívidas ao fisco ou à Segurança Social, claro que se está a deixar de fora as empresas que mais precisam», afirmou. E Nuno Melo escolheu precisamente uma empresa, a fábrica de cerâmica Ceres, que o cabeça-de-lista considera ser «um bom exemplo» para o país, para fazer estas declarações.

A empresa, que funcionava há vários anos, encerrou durante três anos, mas um grupo de trabalhadores, alguns dos quais trabalham na fábrica desde muito novos, conseguiram retomar a produção, «à custa de capitais próprios».

Nuno Melo lembrou que os programas do Governo só aceitam candidaturas de empresas que não têm dívidas à segurança social e lucro nos três anos anteriores. «Está a deixar-se de fora empresas como esta», sublinhou. E afirmou ainda que alguns apoios às empresas poderiam vir das verbas do QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional).

«Como é que é possível que esteja por executar cerca de 95 por cento do QREN? É dinheiro da União Europeia colocado à disposição de Portugal», disse. Segundo explicou aos jornalistas, o administrador da Ceres, Francisco Ramos, «as encomendas não são problema», mas os «problemas de tesouraria persistem» e a empresa está apenas a trabalhar a 30 por cento.

Paulo Portas, que também esteve presente na visita, contou que já tinha visitado a empresa há seis meses atrás e realça que, aquela que é neste momento uma pequena empresa, podia ser média, caso houvesse apoios.

in TVI24

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