domingo, agosto 30, 2009

CDS contra regresso do Bloco Central

Um claro "Não" à possibilidade de um “regresso ao bloco central” foi a tónica dominante das intervenções dos dirigentes do CDS na Convenção Programática do CDS-PP, em Tomar os quais consideram ainda a esquerda como sendo a principal responsável pelo “atraso do país”.
José Ribeiro e Castro, afirmou que o país “não precisa” do “regresso do bloco central”. “Há acenos, sugestões do regresso ao bloco central, não esclarecendo se seria por casamento ou união de facto”, ironizou, afirmando que os que defendem que o PS e o PSD poderiam governar juntos confundem “salvação nacional com a salvação do centrão”.
“É um pântano que não precisamos”, disse o cabeça de lista do CDS pelo distrito do Porto, que criticou ainda “os mitos, preconceitos e contra-valores da esquerda”, que “são os responsáveis pelo atraso do país”.
As críticas a um possível regresso de um governo de coligação PS/PSD foram retomadas pelo presidente do Conselho Nacional, António Pires de Lima, que pediu "o voto útil" dos eleitores da área não socialista para evitar o bloco central.
"Se não tivermos uma votação forte, se o povo não socialista não der ao CDS uma votação muito forte, é um Governo do bloco central que teremos e eu creio que é preciso fazer tudo para evitar este resultado. Depois da tragédia da governação socialista autocrática, pior, pior, só uma coligação PS/PSD", considerou Pires de Lima.
As críticas à ideia do regresso do Bloco Central marcaram também o discurso do eurodeputado Nuno Melo: “Eles dizem que o PS é mau para o país, salvo se for coligado com o PSD”, ironizou.
“É a ficha tripla da política. Para nós este governo é mesmo mau, sozinho ou coligado”, acrescentou.
O eurodeputado do CDS-PP referiu-se ainda a declarações recentes do líder do partido, Paulo Portas, afirmando o objectivo de ficar à frente do BE e do PCP nas próximas legislativas, considerando que “é uma meta temerária” mas que significa “uma expressão de prioridade nacional”.
O ex-deputado na Assembleia da República fez questão de criticar a mandatária da Juventude do PS, a apresentadora Carolina Patrocínio, por ter afirmado, segundo foi publicado, que “detesta perder e preferir fazer batota”, citou Nuno Melo.
“É o exemplo que se dá à juventude. Nós também não gostamos de perder, mas nunca faríamos batota. Antes preferíamos perder”, disse.

CDS com DN.pt

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quarta-feira, junho 24, 2009

CDS-PP reitera oposição a simultaneidade das eleições

O CDS-PP apontou hoje a data de 27 de Setembro para as eleições para a Assembleia da República, reiterando que legislativas e autárquicas deverão realizar-se em dias diferentes porque assim haverá uma poupança de custos.
«A democracia tem custos, sendo que neste caso sairá mais barato se as eleições acontecerem em separado do que se acontecerem conjuntamente, não tenho nenhuma dúvida, digo isto com todo o pragmatismo», afirmou o deputado do CDS-PP Nuno Melo, em declarações aos jornalistas no final de uma audiência com o Presidente da República sobre a data das legislativas.
Apontando o dia 27 de Setembro como a melhor data para as eleições legislativas, Nuno Melo explicou que se as eleições forem em simultâneo, os partidos duplicarão custos de campanha eleitoral, porque todas as estruturas que são montadas e preparadas para umas eleições terão de ser duplicadas.

Lusa

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segunda-feira, junho 15, 2009

Caso BPN: Nuno Melo considera que BdP devia ter ido além da supervisão prudencial

O deputado centrista Nuno Melo defendeu esta segunda-feira que o Banco de Portugal (BdP) deveria ter ido além da supervisão prudencial no caso do Banco Português de Negócios (BPN), por considerar que houve crimes, insistindo que Vítor Constâncio deve demitir-se.
A intervenção do Banco de Portugal quando estão em causa a solvabilidade ou solidez financeira de uma instituição «tinha que se ter passado além da supervisão prudencial», sublinhou Nuno Melo, considerando que se trata de crime quando uma instituição mente ao supervisor, como já foi detectado.
O deputado centrista dirigiu diversas perguntas a Vítor Constâncio e insistiu várias vezes que este deve demitir-se de Governador do Banco de Portugal, por ter permitido uma actuação continuada ao longo dos anos de actos irregulares no BPN.
«Aconteceu o que aconteceu com o BCP, os clientes do BPP não podem levantar seu dinheiro, nacionalizou-se o BPN e não acontece nada», referiu também Nuno Melo.
As três horas de perguntas de Nuno Melo a Vítor Constâncio ficaram marcadas pelo despique entre Vítor Constâncio e Nuno Melo, com Constâncio a acusar o deputado centrista de ignorância.
«Pode partir para o insulto que eu não descerei a esse nível», disse Melo.

CDS com DD

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segunda-feira, junho 08, 2009

CDS-PP: Constâncio já se devia ter demitido

Para os centristas, a saída de Vítor Constâncio do banco de Portugal é uma necessidade. Ainda assim, Nuno Melo diz que gostava de ter uma surpresa.

Que expectativa tem em relação ao depoimento de Vítor Constâncio?

Tenho esperança de vir a ter uma surpresa. Essa surpresa seria o Dr. Vítor Constâncio, de uma vez por todas, colaborar a sério com esta Comissão de Inquérito. Isso seria essencial para entendermos o que correu mal na supervisão, porque não exigiram que o BPN desse resposta – durante anos - às perguntas? Porque é que detectaram tantos problemas, mas não actuaram? Já na inspecção de 2002 o Banco de Portugal se queixava de o BPN não colaborar, e assim foi continuando até ao fim! Temos de entender a razão desta sonolência da supervisão, que agora vai custar mais de 2,5 mil milhões de euros a todos nós.

Acredita que o governador do Banco de Portugal está debilitado?

Quais são as principais razões? Se não, quais são os principais pontos fortes de Constâncio? Depois dos escândalos do BCP, do BPN e do BPP, está visto que a supervisão não funcionou. Recomendou a nacionalização do BPN – a tal medida que o governador chamou de “bomba atómica” – num parágrafo de 7 linhas, no fim duma carta de 11 páginas, sem prever os custos - para todos nós que pagamos impostos - desta sugestão. Pior, recusou-se a dar os elementos deste processo à Comissão, que tem a legitimidade de um órgão de soberania, tentando impedir-nos de cumprir o propósito de avaliar, politicamente, a nacionalização do BPN. Lembro que o segredo bancário existe para proteger o depositante e o investidor, não para esconder a incompetência do supervisor.


Acredita que as falhas de supervisão no processo BPN se devem ao modelo seguido ou à figura específica do supervisor?

Constâncio deve abandonar o cargo? Noutros países, e em plena crise, houve supervisores que se demitiram e outros que pediram desculpas. Em Portugal, onde o governador recebe o terceiro maior salário mundial, parece que ninguém assume responsabilidades. Constâncio, para bem da confiança no sistema financeiro, já se devia ter demitido há muito tempo. O modelo, claramente, não serviu e o governador, obviamente, não conseguiu nem prever nem resolver os problemas. O modelo de supervisão tem de ser melhorado e actualizado e Vítor Constâncio já provou que não é capaz. Se isto não é uma falha grave…


Que balanço faz dos trabalhos da comissão?

O que correu mal ou o que poderia ter corrido melhor? Quando o CDS-PP pediu esta comissão, e é bom lembrar quem desde o início lutou pela descoberta da verdade, o PS não a queria e os comentadores escreveram que não serviria para nada. Hoje, é consensual que esta comissão prestigiou o Parlamento e que a ela, e ao trabalho que desenvolvemos, se apurou muito dos casos que deram origem a este buraco que estamos a pagar. O que podia ter corrido melhor? Simples: o Banco de Portugal tinha a obrigação moral e legal de não esconder todo o processo.


Considera que esta comissão pode abrir um precedente perigoso, substituindo-se aos tribunais, já que, embora não condene, tem realizado alguns julgamentos públicos?

Os julgamentos são para os tribunais e tenho a certeza, como disse o Procurador-geral da República, que este nosso trabalho será muito útil. Mas há outro aspecto relevante: para o CDS, esta comissão vai avaliar a supervisão e o processo de nacionalização, pedida pelo governo socialista, que começou no parlamento.

Para o CDS-PP esta comissão realizou um trabalho importantíssimo e, ainda por cima, à vista dos portugueses.


in Público

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CDS-PP: Dois eurodeputados e uma moção de censura ao governo

À hora das primeiras projecções o CDS-PP movia-se com cautela. Apenas Pedro Mota Soares vinha dizer que apenas não se podia dizer muito «perante projecções». Depois, veio o silêncio. Nem apoiantes, nem declarações. Só quando os resultados finais chegaram chegou também a comitiva: Paulo Portas, Nuno Melo e Diogo Feio gritaram «Viva o CDS, viva Portugal» e mostraram-se satisfeitos com os dois eurodeputados eleitos.
8,4% foi o resultado que deu assentos no Parlamento Europeu a Nuno Melo e Diogo Feio. O CDS-PP foi a última força política na lista das cinco maiores mas mostrou-se satisfeito com o resultado que deixa o cabeça de lista, Nuno Melo, levar consigo Diogo Feio.
Demorou para que a noite aquecesse na Sede Nacional do Partido Popular, no Largo do Caldas. À excepção de meia dúzia de apoiantes da Juventude Partidária, nem um aplauso se ouvia. Apenas as conversas dos jornalistas iam animando o local. As projecções vieram, Pedro Mota Soares falou e depois veio o silêncio. Um silêncio demasiado sepulcral. Paulo Portas, Nuno Melo e Diogo Feio esperaram até perto do final da contagem dos votos para fazerem os seus discursos mas chegada a altura, o cenário no Caldas mudou.
O silêncio deu lugar a gritos de vários apoiantes com bandeiras que apareceram subitamente e a ausência de declarações foi substituída por gritos de vitória e abraços colectivos.
«Esta vitória é sua», disse Nuno Melo ao líder do partido. Portas retorquiu agradecendo aos portugueses que «contra ventos e marés confiaram no CDS».
O dirigente do CDS-PP salientou também que estas eleições europeias representaram uma derrota claríssima para o Partido Socialista e anunciou que o seu partido vai apresentar no Parlamento uma moção de censura ao Governo PS. «O país fez uma moção de censura ao governo Sócrates. O CDS dará voz, apresentando uma moção de censura na Assembleia da República como é justo e é merecido», anunciou, durante as suas declarações.
Terminados os discursos e apurados os resultados, rapidamente a acalmia voltou à sede do Partido Popular. Balanço da noite: dois eurodeputados e muito pouca festa por parte dos apoiantes.

in Sapo

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domingo, junho 07, 2009

Nuno Melo desvaloriza CDS atrás da CDU e BE e diz esquerda sobe à custa do PS

O cabeça-de-lista do CDS-PP, Nuno Melo, desvalorizou hoje a perspectiva de o seu partido obter um resultado inferior à CDU e ao BE e destacou que a subida da esquerda se fez à custa do PS.
"O CDS cresceu em todos os distritos. Se o BE passa a quarta ou terceira força política, isso não tem que ver com o CDS, tem que ver com o Partido Socialista", frisou, em declarações à Agência Lusa.
Afirmando-se "satisfeito" com os 8,37 por cento dos votos obtidos nas eleições europeias - de acordo com dados oficiais, numa altura em que falta contabilizar apenas uma freguesia e 39 consulados -, com a sua eleição e do deputado Diogo Feio, Nuno Melo frisou que o CDS "cresceu em votos e em percentagem" face às legislativas de 2005.

Lusa

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sexta-feira, junho 05, 2009

Europeias: Nuno Melo pede a confiança dos eleitores contra José Sócrates, o "nome da crise"

O cabeça-de-lista do CDS-PP às eleições europeias, Nuno Melo, apontou esta sexta-feira o primeiro-ministro, José Sócrates, como o "nome da crise", no comício de encerramento da campanha em que "pediu força e confiança" aos eleitores.
"Nós combatemos a crise porque a crise é o PS. E tem um nome, é José Sócrates e o país está farto de José Sócrates", afirmou Nuno Melo, no seu discurso de encerramento da campanha eleitoral às eleições europeias. Criticando mais uma vez o cartaz do PS que diz "o PS combate a crise, os outros combatem o PS", o candidato criticou ainda a "crise de identidade" da candidata do PS Elisa Ferreira, por se candidatar à câmara do Porto e ao Parlamento Europeu.
No jantar da campanha que reuniu mais pessoas, cerca de 800, num restaurante em Vila Nova de Gaia, Nuno Melo e Paulo Portas foram recebidos ao som do hino do CDS-PP pelos militantes, que agitavam as bandeiras azuis e brancas dos democratas-cristãos.
Nuno Melo começou a discursar cerca das 22h25, pedindo "força" aos sectores que foram prioritários na sua campanha - agricultores, pensionistas, forças de segurança e professores, mas não se esqueceu de referir o caso BPN para criticar a supervisão bancária. A opção pela nacionalização, disse, "é o PS a funcionar, isto é o PS no seu melhor".
Nuno Melo pediu "confiança no que vai acontecer" no domingo, afirmando que "não há razões" para os militantes "não estarem animadíssimos". "Aqueles que duvidaram, mais uma vez no dia 7 de Junho se vão desiludir porque o CDS vai vencer", afirmou.

CDS com Público.pt

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Europeias: CDS-PP termina hoje campanha no Porto a pedir o voto como "prémio"

O CDS-PP termina hoje a campanha eleitoral às eleições europeias no Porto, centrando a mensagem no apelo ao voto nas eleições de domingo para censurar o Governo e para "premiar" a oposição "que mais trabalha".
"O voto é uma censura para quem governa mal e os socialistas merecem-na, mas é um estímulo a quem se opõe melhor e o CDS foi a oposição com mais iniciativa com mais trabalho e mais temida pelo Governo", afirmou o líder do CDS-PP, Paulo Portas, num jantar com militantes em Ponte de Lima.
Na recta final, Paulo Portas estará de manhã a sul, numa "arruada" em Setúbal, enquanto que o cabeça-de-lista, Nuno Melo, começa o dia na Exponor, com uma visita à Ambienergia, Feira Internacional de Ambiente, Energia e Sustentabilidade.

in Jornal de Notícias

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Balanço Campanha CDS/PP: "Trunfo" BPN marcou campanha dos populares

O CDS/PP uma campanha simples talvez porque o dinheiro no partido não abunde. Ao longo de duas semanas, Nuno Melo foi tirando coelhos da cartola, como o caso BPN, e a estratégia deu os seus frutos. Agora para que tudo corra como os populares desejam é eleger no domingo dois “euro deputados”. A campanha dos democratas- cristãos foi seguida de ponta a ponta pela repórter Madalena Salema.

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quinta-feira, junho 04, 2009

CDS-PP pediu o voto nas europeias como se fossem primárias das legislativas

O CDS-PP fez uma campanha para o Parlamento Europeu como se as eleições fossem a "primeira volta" das legislativas, uma opção assumida desde o primeiro momento por Paulo Portas e por Nuno Melo, que capitalizou do "efeito BPN".
Centrada a norte e centro, em feiras ou em visitas a lares de idosos, pequenas e médias empresas, em contactos na área da segurança ou agricultura, a campanha do CDS foi "de balanço" e "não de promessas", como afirmou hoje o cabeça-de-lista, Nuno Melo.
O CDS-PP pediu um "voto azul" "pelo trabalho feito" na Assembleia da República, um "cartão vermelhão" contra "o Governo PS" e uma "mudança de atitude" para acabar com o "rotativismo" "do centrão rosa/laranja", PS e PSD.
in RTP online

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«Ana Gomes passou anos a difamar pessoas», diz Nuno Melo

Nuno Melo afirmou esta quarta-feira que eurodeputada do PS, Ana Gomes, devia pedir desculpa por ter «passado anos a difamar pessoas por causa dos voos da CIA». «Passa anos a difamar pessoas por causa de voos da CIA para hoje quando o processo é arquivado não ser capaz de pedir desculpa e se limitar a dizer que já estava à espera disto».
Um ataque forte à eurodeputada do PS, mas que não veio sozinho. Na recta final da campanha, Nuno Melo endurece as críticas, sobe o tom e vira-se para o PS, pedindo «um cartão vermelho a Elisa Ferreira que é candidata ao Parlamento Europeu e se dá ao luxo de dizer que quer ir a Bruxelas assinar o nome porque gosta mesmo é de estar no Porto». «São estes os candidatos do PS. Querem ser candidatos lá e cá, não vá correr mal cá e depois terem de ir para lá», afirmou Nuno Melo. «Nós não fazemos dois em um como Elisa Ferreira ou Ana Gomes. Não é assim que nós fazemos política», afirmou.
primeiro alvo do discurso foi José Sócrates que, segundo Nuno Melo, «já foi primeiro-ministro, mas agora suspendeu as funções para dar uma ajudinha a Vital Moreira na rua».
Vital Moreira também não saiu incólume. O cabeça-de-lista do CDS criticou o candidato socialista por não abordar temas europeus. «Para sermos eurpeus, não basta um cartaz e para ter uma maioria absoluta não basta pedir, é preciso tudo aquilo que há 4 anos nós não temos em Portugal», afirmou. «Somos muito diferentes de Ana Gomes, Elisa Ferreira, e Vital Moreira graças a Deus», disse ainda Nuno Melo.

Portas apela ao voto

O líder do CDS, Paulo Portas, pediu que os mais de 200 militantes presentes na sala mobilizem o eleitorado. «Peçam à nossa gente que vá votar: aos agricultores, professores, empresários, agentes da PSP, GNR, pensionistas, aos que trabalham e estudam».
«Muitas pessoas dizem-nos na rua:¿boa sorte¿. Eu digo sempre: ¿boa sorte é no Euromilhões e raramente sai. É preciso empenho. E o empenho é dar o voto àqueles a quem nós damos razão», afirmou.
Portas falou depois para quem está indeciso entre votar no PSD ou no CDS. «Pensem bem, o PSD votou leis penais erradas, nós não. O PSD só se lembrou agricultura agora, nós desde sempre, o PSD é favor do rendimento mínimo sem reservas, nós não, eles querem congelar os salários e nós queremos baixar os impostos. A abstenção favorece os que lá estão. Façam a escolha certa. Desta vez é CDS», pede Portas.

in IOL Diário

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quarta-feira, junho 03, 2009

A mini-máquina de campanha do CDS

Folhetos com o manifesto do partido e a cara do cabeça-de-lista ou do líder e, excepcionalmente, canetas: é isto que o CDS tem oferecido às pessoas na rua, além, claro, de um sorriso, beijinhos. Raramente aparecem bandeiras nas acções de campanha e mesmo as canetas não foram feitas «ao acaso» e não contêm alusões às Europeias, pelo que, as que sobrarem, podem ser distribuídas em eleições futuras. E para já, têm sido distribuídas com contenção. Só em Mercado de Santana, no domingo de manhã, e em Almada, esta terça-feira, se viram as famosas canetas.
«Na nossa campanha não há desperdício, não há dinheiro gasto em sacos de plástico, nem outdoors por todo o país trocamos isso pelo contacto com as pessoas», afirma Nuno Melo. «Não pretendo que uma única pessoa vote no CDS porque recebeu de mim um saco de plástico ou um calendário. Quero que as pessoas votem em nós pelo trabalho que temos feito», diz ainda frequentemente o cabeça-de-lista.
Já Paulo Portas afirma que o CDS quer ser um exemplo de contenção e recorda que o próprio Presidente da República já pediu isso mesmo aos partidos, e critica quem gasta muito dinheiro na campanha, «numa altura em que o país está em crise», afirmando mesmo que é «falta de respeito» para com os portugueses.
O director de campanha, José Pedro Amaral, explicou ao tvi24.pt a máquina de campanha e em que é que o partido gasta os cerca de 470 mil euros do orçamento para estas eleições. Do «magro» orçamento, quando comparado com o dos concorrentes, sai a verba para pagar o aluguer dos dois carros: aquele em que circula Nuno Melo e o do assessor de imprensa, Pedro Salgueiro. O Volvo que transporta Portas é do partido. O orçamento cobre ainda os hotéis e os jantares da comitiva e dos jornalistas. Cada militante tem pago cerca de 10 euros pelos jantares comício. As estruturas locais complementam, caso falte alguma verba.
Cabe ainda às estruturas locais grande parte da organização das acções, ainda assim, além dos assessor de imprensa, do director de campanha e dos dois motoristas, há mais cinco pessoas que integram a «máquina» do CDS e que estão encarregues da logística. Dois são funcionários do partido e três são de uma empresa contratada para garantir som de qualidade nos jantares comício. Esta equipa «vai todos os dias dormir a Lisboa para poupar dinheiro», explica José Pedro Amaral.
A esta «equipa» fixa, vão-se juntando militantes e rostos mais conhecidos do partido, que estão presentes quando podem.

in Diário IOL

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Europeias: Nuno Melo diz que exemplo do Refúgio Aboim Ascensão devia reproduzir-se por todo o país

O cabeça de lista do CDS/PP às eleições Europeias, Nuno Melo, visitou esta terça-feira, o Refúgio Aboim Ascensão, em Faro, e considerou que a instituição de apoio a crianças em risco é um exemplo que deve ser seguido em todo o país.
"Esta visita é necessariamente muito impressionante porque se percebe como crianças oriundas de meios muito desfavorecidos ou por circunstâncias muito graves têm um acolhimento que é verdadeiramente extraordinário", considerou o candidato popular.
Nuno Melo sublinhou que “o afecto, o profissionalismo, a forma como as crianças são tratadas e como aqui são felizes é um exemplo” que levará consigo “e não há governante que não devia deixar de testemunhar".
"O que aqui se faz poderia ser feito em muitos outros pontos deste país", afirmou o candidato do CDS, que esteve acompanhado na visita ao Refúgio Aboim Ascensão pelo presidente do partido, Paulo Portas, entre outros.
Nuno Melo lembrou que há “muitas crianças em situação de dificuldades extremas e entregues a condições que não têm sequer o mínimo de comparação com o que se viu” no refúgio, em Faro, e que “o que aqui está era possível noutros sítios e era desejável que assim fosse".
"Uma instituição destas não nasce só de um conceito, nasce de uma série de pessoas que tiveram a capacidade de pensar esse conceito, pô-lo em prática e fazer da instituição o que ela é. E seguramente que outras pessoas, conhecendo-o, permitirão que se reproduza", considerou o número um da lista popular às eleições de 07 de Junho.
Nuno Melo reiterou que “o carinho que as crianças aqui têm bem falta faz por todo o país".
O candidato comentou ainda as ajudas que algumas empresas dão ao refúgio e que contribuem para o seu funcionamento, que uma equipa de técnicas integradas e com toda a qualidade para as crianças.
"Valha-nos isso: temos o estado que comparticipa, mas temos também uma sociedade civil que não fica alheia ao que aqui se passa", frisou Melo, acrescentando que “sem elas a instituição não sobreviveria, porque a comparticipação do Estado é de pouco mais de 40 por cento".
CDS com DD e TVI24

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«Não nos resignamos a ter um incompetente no Banco de Portugal»

«Não nos resignamos a ter um incompetente à frente do Banco de Portugal que obriga o contribuinte a pagar 2500 milhões de euros por causa de uma fraude», afirmou esta noite o líder do CDS, Paulo Portas, num jantar com militantes em Loulé.
Depois de nesta segunda-feira, Nuno Melo ter apresentado o parecer que levou à nacionalização do banco, o caso BPN volta com mais força ainda à agenda de campanha do partido.
Antes deste ataque de Portas, já Nuno Melo tinha falado no assunto. «Então o doutor Vitor Constâncio não deu o documento à Comissão Parlamentar, alegando segredo bancário, mas hoje já veio comentar. Já não importava o segredo bancário?», questionou o cabeça-de-lista do CDS, que considera «absurda» resposta de Constâncio ao documento. «Ficamos a saber que uma nacionalização, mesmo que custe milhões ao estado não faz mal nenhum porque foi uma decisão politica?
O jantar desta noite foi mais breve porque Nuno Melo teve de partir para Lisboa, para estar presente esta quarta-feira na audição ao ministro da Justiça sobre o caso Lopes da Mota e as pressões sobre magistrados no caso Freeport. «Amanhã, o senhor ministro vai retirar as consequências que há mais de um mês disse que retirava, mas que até hoje ninguém conhece», afirmou. «O CDS não usa investigações judiciais como arma de arremesso para fazer política, mas também não aceita interferências políticas na Justiça», afirmou.
Considerando que os portugueses estão cansados de ver as maiores faltas e de ver que depois as coisas continuam na mesma», Nuno Melo adiantou que «vai sendo tempo de exigir responsabilidades a Lopes da Mota e Constâncio, tal como os socialistas exigiram a Dias Loureiro».
«O que eu não aceito como candidato do CDS e como português é que por causa de um membro português do Eurojust, hoje investigadores portugueses estejam a contactar directamente os congéneres ingleses porque não confiam, porque no Eurojust porque está lá um nacional que dá pelo nome de Lopes da Mota», afirmou, considerando que este caso afecta «a credibilidade da Justiça portuguesa».
CDS com TVI24

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terça-feira, junho 02, 2009

Europeias: "Os candidatos do CDS não têm problemas de auto-estima"

«Os deputados do CDS não têm problemas de auto-estima. Sabemos muito bem quem somos e o que valemos», afirmou Nuno Melo durante um jantar com militantes em Loulé, acerca do facto de Portas andar na rua a fazer campanha com os candidatos às Europeias.
«Temos muito orgulho no presidente do nosso partido e em tê-lo do nosso lado em campanha», afirmou, adiantando que Portas «faz a sua obrigação. Pena que todos os outros não façam».
«Se há quem queira esconder o presidente do partido e achar melhor que é melhor ficar em casa e acha que isso é normal, problema de quem assim age, mas normal em democracia é que o presidente do partido dê a cara na rua».

CDS com TVI24

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segunda-feira, junho 01, 2009

Nuno Melo e Paulo Portas criticam condições de acesso aos programas de apoio

O cabeça-de-lista do CDS-PP ao Parlamento Europeu, Nuno Melo, afirmou esta terça-feira que os programas de apoio às empresas são desadequados e deixam de fora as empresas que mais precisam.

«Quando se pede às empresas, para que possam aceder a linhas de crédito, que tenham tido lucro nos últimos três anos, ou que não tenham dívidas ao fisco ou à Segurança Social, claro que se está a deixar de fora as empresas que mais precisam», afirmou. E Nuno Melo escolheu precisamente uma empresa, a fábrica de cerâmica Ceres, que o cabeça-de-lista considera ser «um bom exemplo» para o país, para fazer estas declarações.

A empresa, que funcionava há vários anos, encerrou durante três anos, mas um grupo de trabalhadores, alguns dos quais trabalham na fábrica desde muito novos, conseguiram retomar a produção, «à custa de capitais próprios».

Nuno Melo lembrou que os programas do Governo só aceitam candidaturas de empresas que não têm dívidas à segurança social e lucro nos três anos anteriores. «Está a deixar-se de fora empresas como esta», sublinhou. E afirmou ainda que alguns apoios às empresas poderiam vir das verbas do QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional).

«Como é que é possível que esteja por executar cerca de 95 por cento do QREN? É dinheiro da União Europeia colocado à disposição de Portugal», disse. Segundo explicou aos jornalistas, o administrador da Ceres, Francisco Ramos, «as encomendas não são problema», mas os «problemas de tesouraria persistem» e a empresa está apenas a trabalhar a 30 por cento.

Paulo Portas, que também esteve presente na visita, contou que já tinha visitado a empresa há seis meses atrás e realça que, aquela que é neste momento uma pequena empresa, podia ser média, caso houvesse apoios.

in TVI24

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sábado, maio 30, 2009

Nuno Melo foi ao mar ouvir os pescadores

Foi a bordo do «caminho da boa viagem», uma embarcação de pesca da Póvoa de Varzim que Nuno Melo, cabeça de lista do CDS às Europeias realizou a primeira acção de campanha deste sábado. O deputado esteve no mar pouco mais de meia hora, mas a conversa com os pescadores durou o dobro. A bordo, Nuno Melo não saiu da cabine e ouviu atentamente as queixas dos homens do mar.
«Nós não precisamos de ir buscar nada lá fora, temos cá produtos bons», dizia um dos pescadores a Nuno Melo. O patrão do barco explicou como é trabalhar com a imposição de quotas. «Não falta aí peixe, mas dizem-nos que não podemos pescar. Depois vemos os espanhóis a apanhar esse peixe, muitas vezes nas nossas águas, e ninguém lhes faz nada. Mas a nós, se nos apanharem, vamos presos», contou. Admitindo que por vezes os pescadores têm que trazer mercadoria à socapa e vender directamente nas casas dos compradores.
E as comparações com Espanha vão mais longe. «Eles têm quotas maiores até pelo nome que dão às espécies. Têm mais nomes para o mesmo peixe. Nós cá, até chamamos a mesma coisa a dois peixes diferentes. O ministro às vezes parece que anda a dormir», lamentam.
Nuno Melo ouviu atentamente e foi fazendo perguntas. No final, afirmou aos jornalistas que os pescadores portugueses «não têm feito uma boa viagem e sobretudo, tem sido uma viagem muito curta num ano que tem 12 meses».

in Diário IOL

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quarta-feira, maio 27, 2009

BPN: CDS vai entregar documentos comprometedores

É esta terça-feira que Oliveira e Costa vai voltar ao Parlamento no âmbito do caso BPN. Desta vez, o responsável promete revelar tudo.
O CDS-PP promete disponibilizar toda a documentação que tem sobre o BPN, depois do Banco de Portugal ter recusado levantar o sigilo bancário.
Segundo o deputado Nuno Melo, em declarações à rádio «Renascença», são documentos do próprio banco central, que provam que o supervisor podia ter evitado a nacionalização do banco.
«Sabendo da decisão do Banco de Portugal, irei entregar na comissão parlamentar de inquérito todos os documentos que possuo, da responsabilidade do Banco de Portugal, onde ficará claramente demonstrado o conhecimento de muitos indícios graves, muito graves, em relação ao BPN e que imporiam, em tempo útil, desde pelo menos 2001, tivesse o Banco de Portugal agido como seria sua obrigação e, quem sabe aí, tendo evitado a nacionalização que nesta legislatura o país conheceu», afirma Nuno Melo à rádio.

in Agência Financeira

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segunda-feira, maio 25, 2009

Portas defende "mobilidade social" em distrito afectado pelo desemprego

O líder do CDS-PP, Paulo Portas, escolheu, este domingo, o distrito de Aveiro para defender "o valor do trabalho".
"Aqui neste distrito, a maioria das pessoas que tem hoje uma empresa começou por ser trabalhador. A maioria dos empresários começou por ser operário. E através do acesso à educação, conseguiram ter a ferramenta que lhes permitiu ir longe", defendeu.
Apesar de ser o quinto distrito do país com mais desemprego, Aveiro é também o distrito com "maior mobilidade" social, apontou Paulo Portas, lamentando que no resto do país a mobilidade social "esteja parada".
"Em Portugal a mobilidade social está parada. Quem era pobre ainda desceu mais para a cave. Quem era da classe média empobreceu", afirmou Paulo Portas, que acompanhou o cabeça-de-lista às europeias numa visita à Feira Medieval de Oliveira de Azeméis.
Prestes a iniciar a campanha oficial às eleições europeias, que começa segunda-feira, a comitiva do CDS-PP jogou hoje pelo seguro, com uma visita ao distrito pelo qual Paulo Portas foi eleito deputado à Assembleia da República.
Bem acolhidos, Paulo Portas e Nuno Melo, contactaram com os comerciantes que apresentavam produtos regionais em bancas decoradas a rigor, desde os enchidos tradicionais a bolos caseiros e produtos hortícolas de pequenos agricultores.
Na feira, que apesar da chuva teve bastante afluência, Nuno Melo, que ouviu várias pessoas queixarem-se do aumento do desemprego, principalmente dos jovens, deixou um "recado" ao primeiro-ministro, José Sócrates: "Nós vamos onde os problemas estão. E se há problema que hoje afecta o país é o desemprego. Por alguma razão não vemos o engenheiro José Sócrates na rua", afirmou, desafiando o primeiro-ministro a que "também venha à rua" em vez de "de sair a Espanha e tentar encontrar ali o que aqui não encontra".
Acompanhado no périplo pelo empresário Aurélio Ferreira, fabricante das clássicas bicicletas Órbita, 70 por cento para exportação, Paulo Portas frisou ainda que "são os empresários que criam postos de trabalho" e que por isso devem ser incentivados.
Apesar de o líder do CDS-PP ter sido o mais reconhecido na feira, o cabeça-de-lista às eleições europeias, Nuno Melo, não lhe ficou atrás, mas houve quem não soubesse de que campanha eleitoral se tratava.
"É pró Governo? Não?", atirou uma feirante, que depois de olhar para o panfleto com a imagem do cabeça-de-lista, ainda disse: "ah, é o senhor Nuno Melo? É giro".
in Jornal de Notícias

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domingo, maio 24, 2009

Nuno Melo pede a Sócrates que diga, em português, porque é que não "paga a tempo e horas" aos agricultores

O cabeça-de-lista do CDS-PP às eleições europeias, Nuno Melo, pediu este Sábado a José Sócrates que explique “em português” porque é que em Portugal “não se paga a tempo e horas aos agricultores como em Espanha”.
É suposto que o primeiro-ministro, que quis privilegiar no país vizinho os governantes com a sua capacidade linguística em castelhano, possa ao menos em Portugal fazer as perguntas que nós entendemos que devem ser feitas, em português”, afirmou.
Nuno Melo defendeu que é preciso “saber-se porque é que lá, em Espanha, os agricultores são pagos a tempo e horas e cá não”, porque “é que lá o IVA é devolvido mensalmente e cá não” e “porque é que lá os casais desempregados” recebem mais apoio do Estado e “cá não”.
O cabeça-de-lista do CDS-PP às eleições europeias participou num colóquio promovido pela organização concelhia do CDS-PP de Peso da Régua, que decorreu no Museu do Douro, com o tema “Agricultura Duriense, que futuro?”.
Aludindo ao comício do PSOE em Valência, Espanha, em que José Sócrates participou, com uma intervenção em castelhano, com o seu homólogo espanhol Zapatero, Nuno Melo frisou que os dois governos “são socialistas” e que “ambos os países atravessam um período de crise internacional”. “Estamos a falar de dois governos socialistas, com duas políticas diferentes, em dois países que, convenhamos, ambos atravessam um período internacional de crise”, afirmou Nuno Melo.
A devolução mensal do IVA, a majoração do subsídio de desemprego aos casais desempregados e o “pagamento a tempo e horas aos agricultores” são algumas das propostas repetidamente apresentadas pelo CDS-PP.

CDS com Público.pt e RR

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