segunda-feira, janeiro 31, 2005

Coragem e vontade de serem livres leva 70% de iraquianos às urnas

O líder do CDS, Paulo Portas, elogiou domingo em Leiria a grande participação nas eleições iraquianas de hoje, contra os "complexos esquerdistas" de alguns dirigentes políticos portugueses que não queriam a intervenção militar naquele país.
"Por vontade de alguns, nem o ditador tinha caído, quanto mais eleições livres", discursou o líder do CDS, lamentando as críticas feitas ao apoio do Governo português à intervenção do Iraque.
"Mais de 70 por cento das pessoas" a votar hoje é "um triunfo contra a hipocrisia e muitos complexos de esquerda" de outros partidos, afirmou, desafiando em particular o Bloco de Esquerda a rever a sua posição nesta matéria.
"Gostava que o doutor Francisco Louçã fosse a Bagdade dizer «eles mentem, eles perdem»", numa referência às críticas do dirigente bloquista feitas por ocasião do avanço da coligação, liderada pelos Estados Unidos, contra o Iraque.
"Setenta por cento de participação debaixo de medo e de terror é um acto de coragem de um povo que quer ser livre", afirmou.

Um Programa de Metas e Não de Promessas

O Programa Que Substitui "Promessas" por "Metas"



Educação
José Ribeiro e Castro, que apresentou esta alínea, apelou a que "a educação seja assumida como paixão com a mesma intensidade por toda a sociedade portuguesa", recuperando um "slogan" de António Guterres. Portas diz que não quer "mais reformas nem contra-reformas" e que "o país fez muito mal em destruir as escolas comerciais e industriais". O CDS quer valorizar o ensino profissional e "avaliar o sistema educativo segundo o índice de empregabilidade das escolas", porque "é isso que interessa às famílias". A estabilidade dos manuais escolares de modo a poderem passarem entre irmãos, a "introdução progressiva de exames nacionais finais em todas as transições de ciclo", nomeadamente no fim do 4º ano de escolaridade, a revisão da lei da autonomia universitária para abrir ao exterior o sistema de gestão, são alguns dos objectivos do CDS.

Saúde
Maria José Nogueira Pinto começou por saudar os "resultados positivos" do Serviço Nacional de Saúde. "O CDS não advoga, em momento algum, o fim do Estado-Providência", lê-se no programa. Importa "redefinir todo o modelo do SNS, com levantamento prévio da capacidade instalada, melhorando o seu funcionamento, atribuindo autonomia às suas instituições e criando condições efectivas de escolha". Uma nova cultura "sempre centrada no doente, baseada em equipas multi-disciplinares, com aprendizagem e partilha de informação. "Rever o método do sistema de preços dos medicamentos, à luz da situação sócio-económica e das margens de lucro"; "Sustentabilidade, através da mudança de paradigma para os cuidados extra-hospitalares, reposicionando os hospitais, reformando a sua organização, executando e aplicando o sistema de informação, desenvolvendo os recursos humanos".

Ambiente
Nobre Guedes citou o Papa João Paulo II para explicar que a meta do desenvolvimento sustentável "congrega a necessidade de termos um crescimento rápido associado à justiça social e à protecção do ambiente". Metas: "Em 5 anos Portugal terá os mais belos parques naturais da Europa", através da integração das áreas protegidas "numa entidade de natureza empresarial"; "concretizar o programa de demolições das áreas protegidas"; "investi no saneamento básico"; "concretização de um investimento relativo ao processo de instalação de um sistema nacional eficiente e ambientalmente sustentável de recolha e tratamento de resíduos industriais perigosos". Assumir o ambiente como saída para "a situação deprimida" do país em termos económicos.

Finanças Públicas
O CDS propõe "uma sólida e realista consolidação orçamental traduzida num compromisso plurianual": "A despesa corrente deve descer 0,5 por cento do PIB/ano, nos primeiros dois anos e 1 por cento/ano nos últimos dois anos, o que torna necessário que a despesa corrente cresça, em termos reais, cerca de 1,15 por cento abaixo da taxa de crescimento do PIB nos primeiros dois anos e 3,3 por cento abaixo nos últimos dois anos da legislatura". A receita fiscal deve subir 0,4 por cento nos primeiros três anos, o que será atingido "por uma maior eficácia da cobrança fiscal e não por aumento de impostos".

Impostos
Um IRS "mais amigo da família e da natalidade, não penalizando os casais face aos contribuintes solteiros, casados separados de bens ou em união de facto, diferenciando a dedução à colecta em função do número de filhos". Vantagens fiscais para empresas em função do apoio social dado aos trabalhadores e famílias. "Revisão do imposto automóvel que permita repercutir pela vida útil dos veículos o actual custo fiscal imputado à aquisição".

Reforma do Estado
"Redefinir o papel do Estado através da eliminação de actividades e regulamentações supérfluas, obsoletas, repetidas e injustificadas; externalização de funções susceptíveis de melhor desenvolvimento pela sociedade, através de formas societárias, parcerias público-privadas e 'outsourcing'; desburocratização dos procedimentos decisórios; reforma profunda do processo de compra de bens pelo Estado; "alteração da lei de privatizações, com a possibilidade de parte das receitas encaixadas pelo Estado reverterem para os Fundos de Reserva e de Capitalização da Segurança Social e da Caixa Geral de Aposentações". Ministério das Finanças controla todo o sector público administrativo.

Função Pública
"Rejuvenescimento da função pública, através de incentivos para a saída de funcionários, ao trabalho a tempo parcial, à mobilidade profissional e geográfica, ao recurso ao quadro de excedentes, à colocação contratualizada em empresas, à criação da figura de contratos de trabalho garantido por um número mínimo de anos"

Economia
Rever a Constituição para mudar as leis laborais de forma a que "seja possível a sua total e efectiva adequação a uma economia de mercado. "Apostar no crescimento das exportações e na internacionalização directa das empresas portuguesas em novos mercados geográficos" Criar estímulos para que em quatro anos "aumentar o peso das exportações no PIB para 36 por cento face aos 30 por cento actuais". Assumir como objectivo "alcançar, no espaço de duas legislaturas, um valor de investimento estrangeiro na ordem de 10 por cento do PIB". "Colocar Portugal no Top 20 do World Economic Forum até 2010 em matéria de competitividade da economia". Portugal está em 24º lugar.


Cortesia: Público

sexta-feira, janeiro 28, 2005

Mobilização geral para o Palácio de Cristal



Chegou a hora da mobilização geral.

Já não há desculpas: quem tem Portugal e o CDS no coração pode agora demonstrar o seu patriotismo a todos os portugueses marcando presença num comício histórico no Palácio de Cristal pelas 20h00 do próximo dia 5 de Fevereiro.

Portugal não pode parar e o CDS vai mostrar a todos os portugueses a diferença da sua competência e da sua lealdade como garantia de estabilidade no Governo de Portugal.

O CDS e o País precisam de si. Por isso, marque a sua presença no emblemático Palácio de Cristal e traga a sua família e os seus amigos a um evento histórico onde não faltará alegria e comida. Participe naquele que queremos que seja o maior comício do nosso Partido no arranque da campanha eleitoral. Todos não seremos demais para demonstrar a força dos nossos valores e a coragem das nossas convicções.

Vamos dar uma lição de civismo e de organização a quem ainda possa ter a mínima dúvida sobre a utilidade do voto no CDS.

Quero estar consigo e com outros milhares de portugueses a defender o nosso projecto para Portugal.

Venha comigo e traga mais dez!

Paulo Portas

Declaração sobre as Sondagens

Perante alguns números contraditórios e até desconexos de sondagens e barómetros publicados ontem e hoje, pretende o CDS transmitir uma mensagem de confiança aos seus eleitores, mas também de alerta e de mobilização geral.

Começando pela mensagem de confiança: é público e notório que o CDS consegue sempre obter mais votos nas urnas do que os anunciados em sondagens.

Quando dizemos mais, não dizemos “pouco mais”. É substancialmente mais, como a história eleitoral prova.

Repito, e faço-o com dados concretos, nomeadamente com aqueles que foram apresentados nas anteriores eleições legislativas.

Passemos a dados concretos e publicados, para que não restem quaisquer dúvidas.

No que respeita à sondagem da Universidade Católica publicada hoje mas conhecida ontem através da estação pública de televisão, chamamos a atenção dos portugueses para o que a RTP não disse – e devia, em nome da mais pura verdade, ter dito. O CDS cresce de três por cento na sondagem de há um mês para seis por cento agora.

Portanto, o Partido dos valores, o Partido da democracia-cristã, duplica a sua votação em apenas um mês. Mais: na sondagem homóloga a esta em 2002, ou seja, na sondagem feita a três semanas das eleições de 2002, a Católica atribuía ao CDS 4,7 por cento. Três semanas depois, o CDS atingiu os 8,7 por cento de votos nas urnas.

Nesta sondagem, são-nos atribuídos 6 por cento. É legítimo, portanto, ao CDS afirmar que se o erro da Universidade Católica for igual ao de 2002, o nosso partido alcançará muito provavelmente a meta dos dois dígitos.

Sobre o estudo da Marktest, publicado hoje no Diário de Notícias, queremos sublinhar que o CDS cresce em um mês de 2,1 por cento para 6,3 por cento da intenção de voto. Ou seja, se a previsão da Marktest estiver certa, naquele que é, tradicionalmente, o pior barómetro para nós, em apenas trinta dias o CDS triplicou a sua votação. É, como devem calcular, um grande sinal de ânimo e estímulo ao nosso trabalho.

Não acusamos ninguém de nada, limitamo-nos a dizer aquilo que os próprios responsáveis destes institutos têm dito: “o CDS é subestimado nas sondagens pré-eleitorais”.

Queremos também deixar uma mensagem de mobilização geral. Ela é dirigida a todos os nossos militantes e simpatizantes, bem como a todos os portugueses: chegou a hora de mostrarmos a força dos nossos valores contra quem pretende subverter a sociedade portuguesa nos seus valores essenciais. Os portugueses não irão permitir que os comunistas e a extrema-esquerda tenham um voto a mais do que o CDS.

Apelamos ao eleitorado dos valores: basta que um só estudo ou sondagem sugira que o CDS ainda não está bem à frente dos comunistas e dos radicais de extrema-esquerda para que os portugueses de bom senso se mobilizem em defesa dos valores, tornando o seu voto útil a Portugal.
António Pires de Lima
Vice-Presidente do CDS

quinta-feira, janeiro 27, 2005

Campanha Lisboa para Sábado e Domingo

Agenda de Campanha

SÀBADO, dia 29 de Janeiro

9h00 - Mercado de Benfica

10h30 - Mercado de Campo de Ourique

15h00 - Zona Ribeirinha (mais informações durante o período da manhã)


DOMINGO, 30 de Janeiro

11h00 - Feira da Brandoa, junto à Colina do Sol (a seguir à Estação de Metro da Pontinha)

15h00 - Apresentação do Programa de Governo do CDS, no Centro Cultural de Belém

quarta-feira, janeiro 26, 2005

Uma Equipa para servir Portugal

Esta é a equipa que apresento para o Governo de Portugal. É a primeira vez que, na nossa democracia, um partido diz, nome a nome, sector por sector, quem é a equipa preparada para assumir responsabilidades.

Ao fazê-lo, o CDS deu um passo no sentido da qualidade da democracia, no que constitui uma oportunidade e um desafio para os partidos de Governo em Portugal: serem transparentes, serem concretos.

Ao contrário do que faz o PS, que prefere esconder o jogo, o CDS tem todas as suas cartas na mesa. Os portugueses sabem também com quem fazemos alianças e com quem contamos para governar.

Esta é a nossa equipa:

Alfredo Azevedo Soares, 58 anos, independente, Licenciado em Direito. Advogado de profissão, para além de ter desempenhado inúmeros cargos públicos, foi Secretário de Estado da Justiça entre 1981 e 1983. Entre 1980 e 1985 foi eleito deputado à Assembleia da República nas listas do CDS e presidiu à Comissão Directiva do Partido. Será o responsável pelas áreas da Administração Interna e Segurança.

António Bagão Félix, 56 anos, independente, Licenciado em Finanças, Universidade Técnica de Lisboa. É Ministro das Finanças e da Administração Pública do XVI Governo Constitucional. Foi Ministro da Segurança Social e do Trabalho entre 2002 e 2004, Deputado à Assembleia da República entre 1985 e 1987 e Secretário de Estado da Segurança Social nos VI, VII e VIII Governos Constitucionais. Foi Vice-Governador do Banco de Portugal entre 1992 e 1994. No sector privado desenvolveu uma notável actividade no sector da banca e seguros. Foi Director-Geral do BCP, Administrador das Companhias de Seguros Império Bonança, Médis, Ocidental e Seguro Directo, da Pensões Gere e Seguros e Pensões, holding de Seguros do Grupo BCP. Foi ainda administrador do BCI, membro do Conselho Directivo do Instituto Nacional de Seguros e Administrador da COSEC. Será o responsável pela área das Finanças Públicas e Administração Pública.

António Lobo Xavier, 45 anos, militante do CDS, Licenciado em Direito, Mestre em Ciências Jurídico-Económicas. É Advogado e Docente Universitário. Foi várias vezes deputado à Assembleia da República. Eleito em 1992 líder parlamentar do CDS, foi também Vice-Presidente do Partido. Exerce funções de gestão e administração em várias empresas e é autor de diversas publicações. Será o responsável pela área de Negócios Estrangeiros e Assuntos Europeus.

António Pires de Lima, 42 anos, Vice-Presidente do CDS, Licenciado em Economia, Master em Economia e Gestão de Empresas. É Presidente da Comissão Executiva da COMPAL e Vice-Presidente Executivo da Nutrinveste, depois de uma longa e bem sucedida carreira no sector privado da Economia. Foi Deputado à Assembleia da República eleito pelo círculo eleitoral de Santarém. Será o responsável pela área da Economia.

João Ribeiro da Fonseca, 67 anos, independente, Administrador de Empresas. É Presidente da Portugália - Companhia Portuguesa de Transportes Aéreos. É, ainda, Aministrador de várias empresas. Foi Administrador da Unicre e Administrador do Banco de Comércio e Indústria. Na sua excepcional carreira de gestão de empresas, foi ainda administrador delegado para a Europa, Médio Oriente e África da VISA International e Director do Banco Pinto e Sotto Mayor. Será o responsável pela área de Transportes e Obras Públicas.

José Empis, 57 anos, independente, Licenciado em Engenharia Químico-Industrial, é Doutor em Química pelo Instituto Superior Técnico. Professor Associado do Instituto Superior Técnico e Professor Catedrático Convidado, é Presidente do Instituto Nacional de Investigação Agrária e das Pescas. Foi quadro do Instituto Nacional de Engenharia e Tecnologia Industrial e Director do Instituto de Biotecnologia, Química Fina e Tecnologias Alimentares. Será o responsável pelas áreas da Ciência, Formação e Tecnologia.

José Luís da Cruz Vilaça, 60 anos, militante do CDS, licenciado em Direito, Doutor em Economia Internacional. É Advogado e Jurisconsulto, sócio da A. M. Pereira, Sáragga Leal, Oliveira Martins, Júdice e Associados. É Presidente do Conselho de Disciplina da Comissão Europeia. Foi Presidente do Tribunal de Primeira Instancia das Comunidades Europeias de 1989 a 1995. Foi, ainda, Professor Catedrático e Director do Instituto de Estudos Europeus. Na política, exerceu ao longo dos anos inúmeros cargos de relevo. Foi Secretário de Estado da Administração Interna (1980), Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros (1981), Secretário de Estado para a Integração Europeia (1981/82). Foi eleito deputado à Assembleia da República entre 1980 e 1986. Será responsável pela área da Justiça.

José Paulo Castro Coelho, 46 anos, militante do CDS, Licenciado em Engenharia Agronoma pelo Instituto Superior de Agronomia da Universidade Técnica de Lisboa. É Doutor em Emgenharia Agronómica e graduado em Ciências Empresariais. É Professor Universitário e Gestor de Empresa Agrícola. Especialista em Produção Agrícola e Animal, Agricultura Sustentável, Cultura Arvenses e Técnicas e Planeamento Agrícola. Será o responsável pelas áreas da Agricultura e Pescas.

José Ribeiro e Castro, 51 anos, militante do CDS, Licenciado em Direito. É deputado ao Parlamento Europeu. Coordena a área dos Direitos Humanos no Partido Popular Europeu. Foi Secretário de Estado Adjunto do Primeiro-Ministro nos Governos da AD, deputado por várias vezes à Assembleia da República. Será o responsável pela área da Educação.

Luís Nobre Guedes, 49 anos, militante do CDS, Licenciado em Direito. É Ministro do Ambiente e do Ordenamento do Território do XVI Governo Constitucional. Foi por várias vezes eleito Deputado à Assembleia da República e ao Parlamento Europeu. Foi o responsável do CDS pela campanha do direito à vida no referendo de 1999. No sector privado, foi fundandor de empresas de comunicação e é um advogado de reconhecida reputação. Será o responsável pela área do Ambiente, Cidades e Ordenamento do Território.

Maria José Nogueira Pinto, militante do CDS, Licenciada em Direito. É Provedora da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. Foi líder parlamentar do CDS, deputada à Assembleia da República e Sub-Secretária de Estado da Cultura. Foi Directora da Maternidade Alfredo da Costa, Presidente da Comissão Directiva do Hospital Ortopético de Sant’Ana e Administradora da Fundação para a Saúde. Será responsável pela área da Saúde.

Miguel Morais Leitão, 40 anos, independente, Licenciado em Direito. É Secretário de Estado do Tesouro e das Finanças do XVI Governo Constitucional. Foi Presidente do Conselho de Administração da EMPORDEF. No sector privado, foi Administrador do BPI Pensões, BPI Fundos, BPI Vida, Allianz Portugal, BPI Global Investment Funds Management, BFE Seguros, Scottish Union de Portugal e A Social, entre outras companhias. Será o responsável pela área da Segurança Social.

Rosário Ventura, militante do CDS, Licenciada em Gestão de Empresas. É Presidente do Conselho de Administração das indústrias de Defesa (EMPORDEF – Empresa Portuguesa de Defesa). Preside, também, à OGMA, IDD, Edisoft, EID, entre outras, e lida o processo de integração dos Estaleitros Navais de Viana do Castelo. Foi Secretária de Estado da Indústria, Comércio e Serviços do XV Governo Constitucional. Com longa carreira no sector privado e público, será a responsável pelas áreas da Defesa Nacional e do Mar.

Telmo Correia, 45 anos, militante do CDS, Licenciado em Ciências Jurídico-Políticas. É Ministro do Turismo do XVI Governo Constitucional. Foi eleito várias vezes Deputado à Assembleia da República, tendo sido Presidente do Grupo Parlamentar do CDS. Foi, ainda, Docente Universitário de Direito e de Ciências Políticas. Será o responsável pelas áreas da Cultura e Turismo.


- Presidente do CDS-PP

Equipa Governamental - Legislativas 2005

14 Ministérios



Primeiro Ministro - Paulo Portas

Ministro dos Negócios Estrangeiros e Assuntos Europeus - António Lobo Xavier

Ministro das Finanças e Administração Pública - António Bagão Félix

Ministro da Administração Interna e Segurança - Alfredo Azevedo Soares

Ministra da Defesa e do Mar - Rosário Ventura

Ministro da Economia - António Pires de Lima

Ministro da Justiça - José Luís Cruz Vilaça

Ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Cidades - Luís Nobre Guedes

Ministro da Educação - José Ribeiro e Castro

Ministro da Ciência, Formação e Tecnologia - José Empis

Ministra da Saúde - Maria José Nogueira Pinto

Ministro da Segurança Social - Miguel Morais Leitão

Ministro do Turismo e Cultura - Telmo Correia

Ministro dos Transportes e Obras Públicas - João Ribeiro da Fonseca

Ministro da Agricultura e Pescas - José Paulo Castro Coelho


terça-feira, janeiro 25, 2005

Visita à Ajuda de Berço dos candidatos de Lisboa



O CDS-PP reiterou hoje na sua primeira acção oficial de campanha eleitoral em Lisboa o compromisso do direito à vida defendido "desde sempre" pelo partido.
O cabeça de lista por Lisboa, Telmo Correia, afirmou, durante uma visita à instituição de apoio a crianças em risco, "Ajuda de Berço", que "este tema estará presente no programa de governo do CDS".
"O CDS sempre teve e sempre terá um compromisso com o direito à vida", disse o dirigente do CDS-PP.
Questionado sobre a realização de um referendo sobre a interrupção voluntária da gravidez, Telmo Correia respondeu que "não é uma questão de referendo ou de datas como pode parecer com as afirmações do secretário-geral do PS sobre esta matéria, mas sim uma questão de princípio".
"Defendemos a lei actual", rematou o cabeça de lista.
A presidente da Ajuda de Berço, Sandra Anastásio, disse que foi por "solicitação do CDS" que a visita à instituição foi o primeiro acto de campanha eleitoral, acrescentando que tem "muito gosto em abrir as portas a todos os partidos políticos, se estes o quiserem".
A Ajuda de Berço acolhe actualmente 40 crianças, 20 das quais na nova casa em Monsanto, com Sandra Anastásio a mostrar-se satisfeita com a capacidade de resposta da instituição.
A presidente da Ajuda de Berço lamentou, no entanto, "a lentidão da justiça em relação aos processos destas crianças, apesar de considerar compreensível a dificuldade de "decidir se uma criança deve voltar para os pais biológicos ou ficar com pais adoptivos".

Contra a euforia

Contra a euforia, aconselho a leitura do "artigo" do Prof. Pedro Magalhães no blogue "Margens de erro", "Vamos lá ao assunto do CDS...".

JPCC

CDS - Uma Equipa de Qualidade

CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

1 - A apresentação de uma equipa de Governo pelo CDS marcou uma considerável diferença nas campanhas políticas em Portugal.

É a primeira vez que, na nossa democracia, um Partido diz, nome a nome, sector por sector, quem é a equipa preparada para assumir responsabilidades.

Ao fazê-lo, o CDS deu um passo no sentido da qualidade da democracia, no que constitui uma oportunidade e um desafio para os Partidos de Governo em Portugal: serem transparentes, serem concretos.

2 – Ontem, em entrevista à SIC, o líder do Partido Socialista declarou que não apresentaria qualquer equipa de Governo antes das eleições.

E para justificar esta posição, o Eng. Sócrates lembrou-se de um argumento sem qualquer sentido: diz o líder do PS que seria uma arrogância apresentar ao povo, antes das eleições, a equipa socialista com que se propõe governar.

A posição do líder do PS é preocupante por três razões.

Em primeiro lugar, apresentar aos Portugueses uma equipa de Governo é um acto de transparência e não de arrogância. Só assim os portugueses podem julgar, antes do voto, se os membros dessa equipa têm mérito profissional e experiência nos assuntos de Estado; só assim os portugueses podem avaliar se há coerência e consistência suficientes para quatro anos que não serão fáceis.

Foi o que o CDS fez. Em vez disso, o PS parece apostado no que mais desacredita a política: pedir o voto primeiro e depois desiludir os eleitores, depois..

Em segundo lugar, a recusa do PS em dizer aos Portugueses quem é a sua equipa de Governo. Junta-se à tentativa do PS esclarecer o menos possível quais serão as suas políticas.

Vejamos a diferença: o CDS pode e quer ser julgado pelo que fez; o PS exige ser eleito, não dizendo para quê nem esclarecendo com quem. O CDS pode ser avaliado pela obra feita, e pelo que quer melhorar: na defesa, na política fiscal, na protecção do ambiente, na solidariedade com os mais pobres, no turismo, no mar, segurança rodoviária, entre outros sectores, temos obra feita, podemos pedir mais responsabilidades ; o PS exige um poder absoluto sem mostrar currículo nem apresentar currículos.

Em terceiro lugar , ao recusar apresentar uma equipa de Governo, o PS alimenta ainda mais as dúvidas sobre a sua capacidade e preparação para quatro anos que precisam de estabilidade e competência. Dois exemplos:

O País tem direito a saber quem será o ministro das Finanças do PS. Pela simples razão de que o desastre orçamental que o PS deixou está na memória dos portugueses. Quem nos garante que aprenderam? O CDS apresenta o Dr. Bagão Félix. O País conhece as suas linhas: equilibrar as contas, baixar o IRS, pôr a pagar impostos quem lhes foge, não ceder a interesses. E o PS, quem apresenta?

Outro exemplo. A economia portuguesa precisa de um relançamento que atraia o investimento, qualifique o factor humano, e crie postos de trabalho. Agora que os sinais de crescimento da economia começaram a despertar, ainda que moderadamente, pode o país confiar no socialismo que nunca foi factor de confiança para a economia? Em princípio, não. Mas pode o PS compensar esse défice de confiança com um ministro de economia experiente, mobilizador, prático e trabalhador?

Não sabemos, porque o PS esconde as suas opções. O CDS apresenta o Dr. Pires de Lima, cujo currículo como gestor de empresas, líder de projectos de sucesso no mundo empresarial é sobejamente conhecido . É a diferença.

Poderia multiplicar exemplos.

Quero alertar os portugueses para este facto: ao apresentar uma equipa de governo o CDS pôs as cartas na mesa.

Quando se recusa dizer ao País quem o acompanha, o PS legitima a ideia de que não está preparado para governar.

É para mim evidente que o Sr. Eng. José Sócrates, se tivesse uma equipa de qualidade já a tinha mostrado.
Paulo Portas
2005-01-24

sexta-feira, janeiro 21, 2005

Campanha "Seja Solidário, Seja Popular"

A Concelhia de Lisboa lançou, no passado dia 7 de Dezembro, a primeira inciativa de arranque da Campanha "Seja Solidário, Seja Popular". Esta primeira acção destinava-se a recolha de roupa entre os meses de Dezembro e Janeiro, com vista à sua distribuição pelos mais carenciados, entre eles idosos, crianças e sem abrigo.
Com o apoio de muitos militantes, conseguimos angariar um total de 204 peças de vestuário e calçado, entregues ao Centro Social e Paroquial de São Nicolau para selecção e distribuição por 3 instituições e movimentos de solidariedade.
Agradeço, na qualidade de responsável pela campanha, a todos os que acolheram esta iniciativa nos vossos corações, aproveitando para comunicar desde já que a próxima campanha terá como objecto a recolha de brinquedos usados ou novos.
Diogo Moura

Estabilidade, Competência, Dedicação e Lealdade

Paulo Portas desafiou hoje o líder do PS a esclarecer com quem formará governo em caso de vitória nas eleições e traçou como objectivo do CDS-PP ter mais deputados que PCP e Bloco de Esquerda juntos.
"O CDS-PP tem de ter mais deputados que o Bloco de Esquerda e o PCP juntos", afirmou Paulo Portas, reiterando que "só esse resultado garante que o país não fica entregue a um partido que é contra a NATO e outro que é contra a União Europeia".
Na apresentação da lista dos candidatos do CDS por Lisboa às eleições de 20 de Fevereiro, Portas criticou o líder do PS, José Sócrates, por "pedir votos aos portugueses sem dizer o que pensa e com quem vai governar".
"O PS exige a maioria absoluta, como se a merecesse, sem sequer dizer quem o acompanha ("). Ainda por cima, as ideias que professam, de manhã são umas e à tarde são outras", criticou o presidente do CDS-PP.
Para marcar a diferença da atitude dos democratas-cristãos, Paulo Portas recordou que o CDS foi o primeiro partido concorrente às eleições a apresentar "uma equipa completa de governo", na quinta- feira à noite, composta por 14 "ministros", dos quais nove militantes e cinco independentes.
"A nossa resposta para as Finanças é Bagão Félix. Quem é a resposta do PS que garante que não vão fazer o mesmo que fizeram entre 1998 e 2002?", questionou Portas.
Para o líder democrata-cristão, o resultado "mais surpreendente" da noite das eleições vai ser o do CDS, "que pode pedir mais votos aos portugueses porque provou ser um partido estável e competente e porque tem mais para oferecer".
Enquadrado por um cartaz com a mensagem de campanha do partido, "o voto útil por Portugal", Paulo Portas anunciou aquela que será a linha condutora do programa eleitoral do CDS, a apresentar na próxima semana.
"O objectivo essencial do CDS nos próximos quatro anos é apostar para Portugal num modelo de desenvolvimento sustentável, que representa a aliança entre o crescimento económico, a justiça social, a qualificação dos jovens e o respeito pelo ambiente", afirmou.
Outra das prioridades da campanha do CDS vai ser a segurança, com Portas a recuperar uma das tradicionais bandeiras do partido.
"Gostaríamos muito que o CDS pudesse ajudar a fazer às forças de segurança o que fez às Forças Armadas: reequipá-las, dignificá-las e dar-lhes motivação", sublinhou Paulo Portas, actual ministro de Estado, da Defesa Nacional e dos Assuntos do Mar.
Aliás, a dificuldade de conciliar a agenda ministerial com a de líder partidário foi a justificação dada por Paulo Portas para os 90 minutos de atraso com que começou a apresentação dos candidatos do CDS por Lisboa.
O cabeça de lista pela capital (onde o CDS elegeu em 2002 quatro deputados) é o actual ministro do Turismo, Telmo Correia, seguindo-se o secretário-geral, Mota Soares, o deputado João Rebelo, o presidente da distrital, António Carlos Monteiro, e, no quinto lugar, que o partido considera elegível, está o presidente da Juventude Popular, João Almeida.

quinta-feira, janeiro 20, 2005

Frente-a-Frente



Hoje, às 22h 15m, na SIC Notícias, irá ter lugar o Frente-a-Frente entre o Presidente do CDS-PP - Dr. Paulo Portas e, o representante do BE - Dr. Francisco Louçã.

Equipa Governamental

CDS-PP revela esta quinta-feira nomes da sua equipa de Governo



Lisboa - O Partido Popular (CDS-PP) apresenta, esta quinta-feira, a sua proposta de elenco governamental com que se irá apresentar às legislativas de 20 de Fevereiro, Executivo que será mais pequeno do que o actual, prometeu já o líder Paulo Portas.

O Governo dos populares terá 14 áreas ministeriais, nove das quais serão entregues a figuras do partido, ficando as restantes a cargo de independentes, é adiantado na edição desta quinta-feira do «Diário de Notícias».

Segundo o jornal, o CDS-PP propõe a junção da Cultura e do Turismo num único Ministério, verificando-se o mesmo com o Ambiente, Cidades e Ordenamento do Território. Há também os casos do Ministério da Presidência e dos Assuntos Parlamentares, que passariam a secretarias de Estado, e a fusão da Administração Local nas Finanças.

De acordo com a Rádio Renascença, com Paulo Portas como candidato a primeiro-ministro, entre os potenciais ministros dos populares deverão estar nomes como António Lobo Xavier e o independente Bagão Félix, que ficaram de fora das listas de candidatos a deputados.


Cortesia: Jornal Digital

quarta-feira, janeiro 19, 2005

ALTERAÇÃO

Conforme os estimados correlegionários já terão constatado, via SMS, houve lugar à alteração do local da apresentação pública da Lista de Candidatos pelo Círculo de Lisboa às eleições Legislativas de 2005.



A apresentação terá lugar no Hotel Tivoli (Avenida da Liberdade), pelas 12h 30m de sexta-feira, dia 21 de Janeiro de 2005.

Esperamos poder contar com a vossa presença!

terça-feira, janeiro 18, 2005

Apresentação Pública dos Candidatos

Na próxima sexta-feira, dia 21 de Janeiro, pelas 12h30, será apresentada a lista de candidatos do CDS-PP pelo Círculo Eleitoral de Lisboa às Legislativas, tendo lugar no Hotel Regency Chiado Lisboa (edifício contíguo aos Armazéns do Chiado).
A apresentação do cabeça de lista será levada a cabo pelo Presidente do Partido, Dr. Paulo Portas, que tem demonstrado ao longo da campanha já efectuada, que não tem medo de ir à luta, pois somos um Partido com provas dadas de estabilidade, convicção e empenho durante o desempenho de funções nos XV e XVI Governos Constitucionais.
Contamos consigo!

Parques automóveis disponíveis junto ao Hotel:

Parque Império Chiado (Largo do Carmo)
Parque Armazéns Grandella (Rua do Crucifixo, traseiras do Hotel)
Parque Camões (Largo Luís de Camões)
Parque Município (Praça do Município)
Parque São Roque (Rua da Misericórdia)
Parque C. Comercial Chiado (Rua da Misericórdia)


Localização:

O Lisboa Regency Chiado, está privilegiadamente localizado no topo do renovado edifício "Armazéns do Chiado”, situado no coração do mais antigo distrito comercial da capital.

Acessos:

• Eléctrico nº 28 (Graça-Estrela) a 3 minutos a pé.
• Estação de Metro do Chiado, adjacente ao hotel.
• Paragens de Autocarro a 5 minutos de distância.


segunda-feira, janeiro 17, 2005

Novo Site Nacional

Foi lançado o novo site nacional do CDS-PP:

CDS-PP Partido Popular

sexta-feira, janeiro 14, 2005

Colagem do primeiro cartaz



Realizar-se-á amanhã, sábado, às 13h15 junto à bomba de gasolina Repsol, na 2ª circular, saída para o Centro Comercial Fonte Nova.

Contamos com a sua presença.

10 Razões Para Votar No CDS

Conferência de Imprensa

1. Tendo em conta eventuais dúvidas que por falta de informação possam surgir entre os portugueses sobre a importância fundamental do voto no CDS nas eleições de 20 de Fevereiro próximo, pretende o nosso Partido esclarecer aquilo que é hoje uma evidência aritmética. Cada deputado a mais do CDS é um deputado a menos da esquerda, nomeadamente do Partido Socialista. Votar no CDS é evitar a maioria socialista.

2. Se o CDS atingir os dois dígitos a nível nacional, ou seja, 10 por cento, como é nossa forte convicção, será o PS quem mais perde. Seja em Setúbal ou em Braga, no Porto ou em Lisboa, em Viana e no total nacional, os dados estatísticos apurados pelo Gabinete de Estudos do CDS confirmam aquilo que são factos facilmente constatáveis.

3. Que ninguém duvide: todos os votos nacionais, seja em que distrito for, são essenciais para atingir a meta a que nos propomos: que os portugueses através do seu voto livremente expresso recusem uma maioria socialista na Assembleia da República. Votar CDS é sobretudo votar em valores, na defesa da Vida ou pela liberdade de escolha no ensino, na estabilidade de quem demonstrou saber governar e na competência de quem tem um programa e um rumo para Portugal.

4. É fácil de compreender que mais um deputado do CDS em Setúbal será um deputado a menos do PS. As contas são simples: se o CDS atingir os 10 por cento dos votos, duplicará a sua representação parlamentar pelo distrito, passando de 1 para 2 deputados, contra a co-incineração e em defesa da segurança de todos.

5. É relevante também recordar que somar mais um deputado do CDS em Braga, está à simples distância de apenas 187 votos e que esse mesmo deputado irá retirar a cadeira a mais um representante do socialismo em Portugal. Com 10 por cento, Braga passará a ter dois representantes democrata-cristãos no Parlamento.

6. A cidade invicta do Porto não foge à regra geral: com o CDS a atingir os dois dígitos a nível nacional, o PS perde um deputado e o centro-direita por nós representado consegue passar de três para quatro parlamentares. Os votos no CDS contam realmente para derrotar o PS nas urnas, evitando maiorias absolutas de esquerda. Os portuenses sabem por isso que não precisam de contrariar o que lhes manda o coração, porque o CDS é hoje um voto da razão.

7. Em Viana do Castelo volta a registar-se o mesmo cenário: a utilidade do voto no CDS é inegável e indesmentível. São os números que o dizem com uma certeza insofismável: para o CDS voltar a ter um deputado, como aliás acontecia antes das últimas eleições de 2002, são necessários pouco mais de 2000 votos e, mais uma vez, é o PS quem perde um representante no Parlamento, passando de três para dois deputados. São os portugueses quem mais ganha.

8. Finalmente, na capital, os lisboetas ficam a saber que o seu voto é essencial para evitar posições hegemónicas no País e que sendo o CDS uma garantia de estabilidade é na estabilidade que irão votar quando votarem nos nossos deputados. Quando o CDS ganhar um deputado em Lisboa, passando de 4 para 5 representantes na Assembleia da República, é o PS quem o perde de forma imediata.

9. Fica desta forma definitivamente demonstrado aquilo que temos vindo repetidamente a afirmar: com o CDS a alcançar 10 por cento de média nacional, iremos conquistar cinco (5) deputados ao PS, retirando possíveis sonhos, ou pesadelos, de uma maioria socialista que iriam fazer Portugal voltar a um passado não muito distante e que todos os portugueses bem conhecem e a que não querem certamente regressar.

10. Em suma, e concluindo, os portugueses ficam deste modo com a certeza absoluta de que votando no CDS garantem a indispensável vitória das forças de centro-direita e não permitem quaisquer tentações de alianças ou coligações pós-eleitorais entre o PS e os partidos da extrema-esquerda parlamentar. Utilidade maior não há.

quinta-feira, janeiro 13, 2005

Legislativas 2005: Lista de Candidatos pelo Círculo de Lisboa

1 – Telmo Correia
2 – Luís Pedro Mota Soares
3 – João Rebelo
4 – António Carlos Monteiro
5 – João Almeida
6 – Mariana Ribeiro Ferreira
7 – Pedro Pestana Barros
8 – João Sande e Castro
9 – Paulo Veiga
10 – Ismael Pimentel
11 – Pedro Castelo
12 – Paulo Miranda
13 – Diogo Barata
14 – Isabel Costa Jorge
15 – Luís Centeno Fragoso
16 – Cláudio Carreira
17 – José Manuel Gonçalves
18 – Lucília Fortunata Neves
19 – Adolfo Mesquita Nunes
20 – Luís Ferreira Fernandes
21 – José Vilas Gomes
22 – Carlos Oliveira Andrade
23 – Filipe Almeida Santos
24 – Álvaro Maia Nunes
25 – António Fialho Lança
26 – Jorge Carvalho
27 – Paulo Pinto Mascarenhas
28 – Maria Clara Ferreira da Silva
29 – António Francisco Fernandes
30 – Ana Sousa Duarte
31 – Francisco Ramalho
32 – José Manuel Marques
33 – Carlos Alves Lopes
34 – Óscar Lopes Soares
35 – Rui Pedro Ribeiro
36 – José Vale Terra
37 - João Pedro Pereira
38 – Sérgio Ferreira Antunes
39 – Paulo Duarte Ferreira
40 – Joana Mota
41 – Tiago Rei Vilar
42 – Pedro Hilário
43 – André Carreira
44 – Aldina Longo
45 – António Rapoula
46 – Paulo Pardal Morcela
47 – José Miranda Coelho
48 – Vasco d'Orey
1º Suplente – José Colaço Dias
2º Suplente – Ana Maria Canas
3º Suplente – Jorge Gonçalves
4º Suplente – Filomena Santos
5º Suplente – Francisco d'Aguiar

segunda-feira, janeiro 10, 2005

FABULOSO

É o único termo que se pode utilizar para o Mega almoço de ontem, no Europarque!

Nunca tantos CDS-PP estiveram reunidos numa mesma ocasião!

EXTRAORDINÁRIO!



O almoço foi, como se esperava, mas batendo todas as expectativas, um momento único! Cerca de 5.300 militantes e simpatizantes reuniram-se num mega almoço, para dar início à pré-campanha para as eleições legislativas de 2005!

O almoço em si, constou de sopa de legumes, seguido de bacalhau com natas, e por fim, bolo com "chantilly"!
Para quem pensasse que a qualidade poderia deixar a desejar - tendo em conta que o cardápio seria servido a mais de 5.000 pessoas (!!), foi surpreendido com uma qualidade considerável!
Naturalmente, que o tempo de espera para ser-se servido foi muito grande, mas é compreensível, servir cerca de 5.300 pessoas não se faz em 15 minutos!

Não ficou a 'dever em nada', às concentrações dos "grandes" partidos.

Venham mais!

sábado, janeiro 08, 2005

Retirado.

sexta-feira, janeiro 07, 2005

Blog links



Na coluna da direita, adicionámos alguns links para Blogs.

Envie-nos o seu!

Paulo Portas Quer Acautelar



Qualidade do Grupo Parlamentar

O líder do CDS, Paulo Portas, não quer que aconteça ao partido o que aconteceu em 2002 - quando o grupo parlamentar ficou muito desfalcado devido à ida dos principais nomes para o governo - e decidiu acautelar a qualidade da bancada democrata-cristã. Por isso, fez questão de controlar mesmo os nomes que vão em lugar eventualmente não elegível.

As listas do CDS foram aprovadas já na madrugada de ontem. A reunião do conselho nacional do partido decorreu até às quatro da manhã, apesar de não ter havido contestação aos nomes propostos. Terá havido apenas alguma tensão em relação a escolhas para terceiros e quarto lugares, em princípios não elegíveis, mas que implicavam com nomes indicados pelas concelhias ou distritais. A proposta da direcção acabou por ter aprovada com apenas uma abstenção. Mas, à hora da votação, dos 148 conselheiros que estavam no início da reunião, já só resistiam 121.

À saída do conselho nacional, Portas destacou as candidaturas de Luís Nobre Guedes e Narana Coissoró por círculos eleitorais de risco como um "sinal de que o partido vai para eleições com a consciência tranquila". Guedes lidera a lista de Coimbra e Narana a de Faro, onde os democratas-cristãos ficaram em 2002 a mil votos de eleger um parlamentar.

"Quando pessoas como estas preferem círculos de risco para conseguir mais deputados para o CDS, é um sinal de que o partido não é cobarde e vai para estas eleições sem medo e de consciência tranquila", sublinhou Paulo Portas aos jornalistas.

O líder do CDS fez ainsa questão de acentuar a forma como decorreu a elaboração das listas, considerando que o CDS "provou mais uma vez que é um partido sossegado, estável e confiável".

"As questões não foram discutidas nos jornais e, no momento próprio, as listas foram aprovadas com cerca de 120 votos a favor e apenas uma abstenção", realçou.

Questionado sobre se critica a forma como decorreu o processo de formação de listas no PSD, Portas recusou-se a fazer qualquer apreciação negativa. "Faço campanha pela positiva, sobretudo em relação ao parceiro de Governo", disse.

Portas fez uma longuíssima intervenção no início do conselho nacional, a que se seguiu um discurso de Nobre Guedes. Foi uma "reunião vitamínica", disse ao PÚBLICO um dirigente democrata-cristão, querendo com isso dizer que os discursos foram de mobilização e no sentido de incutir confiança no partido.

No seu discurso, Portas aproveitou para fazer um elogio a Narana Coissoró, que, sendo um histórico do partido, demorou apenas 15 minutos para aceitar concorrer por Faro. Em 2002 foi cabeça de lista por Setúbal, onde o CDS elege um deputado.

O cuidado de Portas com o seu futuro grupo parlamentar foi ao ponto de controlar os nomes de Lisboa até ao sétimo (o CDS costuma elegeu em 2002 quatro deputados". Assim, depois de Telmo Correia, ministro do Turismo, vai o secretário-geral do partido, Luís Pedro Mota Soares, o deputado João Rebelo e o líder da distrital, António Carlos Monteiro. O líder da Juventude Popular, João Almeida, desceu do quarto para o quinto lugar pela capital e segue-se-lhe Mariana Ribeiro Ferreira, chefe de gabinete de Telmo Correia, e Pedro Pestana Bastos.

Em Braga, onde o líder parlamentar, Nuno Melo, é o primeiro da lista, Portas colocou em segundo lugar o seu chefe de gabinete enquanto ministro de Estado, José Bourbon Ribeiro.

No Porto, a seguir a António Pires de Lima, vice-presidente do partido, os nomes são Álvaro Castelo Branco, líder da distrital, e Diogo Feio, secretário de Estado da Educação.

Lobo Xavier mandatário no Porto
Ontem, foram anunciados os mandatários das candidaturas do CDS nos dois principais distritos. Lobo Xavier e Abel Pinheiro são mandatários das candidaturas do CDS/PP às legislativas pelos círculos do Porto e de Lisboa. Segundo Álvaro Castelo Branco, líder da distrital do Porto, o convite a Lobo Xavier foi endereçado pelo cabeça de lista do distrito, António Pires de Lima, e foi aceite quarta-feira à noite.

Cortesia: Público, com Lusa

quinta-feira, janeiro 06, 2005

Paulo Portas diz que CDS-PP está de "consciência tranquila"



O líder do CDS-PP, Paulo Portas, destacou hoje as candidaturas de Luís Nobre Guedes e Narana Coissoró por círculos eleitorais de risco, considerando que representam um "sinal de que o partido vai para eleições com a consciência tranquila".

O ministro do Ambiente, Luís Nobre Guedes, vai ser cabeça de lista por Coimbra, círculo pelo qual o CDS não elege um deputado há 20 anos, e o vice-presidente da Assembleia da República Narana Coissoró será o número um por Faro, onde os democratas-cristãos ficaram em 2002 a mil votos de eleger um parlamentar.

"Quando pessoas como estas preferem círculos de risco para conseguir mais deputados para o CDS, é um sinal de que o partido não é cobarde e vai para estas eleições sem medo e de consciência tranquila", sublinhou Paulo Portas aos jornalistas, no final de uma reunião de quatro horas do Conselho Nacional em que foram aprovadas as listas de candidatos a deputados às eleições de 20 de Fevereiro.

O líder dos democratas-cristãos sublinhou ainda a forma como decorreu a elaboração das listas, considerando que o CDS "provou mais uma vez que é um partido sossegado, estável e confiável".

"As questões não foram discutidas nos jornais e, no momento próprio, as listas foram aprovadas com cerca de 120 votos a favor e apenas uma abstenção", realçou.

Questionado sobre se critica a forma como decorreu o processo de formação de listas no PSD, Portas recusou-se a fazer qualquer apreciação negativa.

"Faço campanha pela positiva, sobretudo em relação ao parceiro de Governo", disse. Portas desvalorizou ainda o facto de o partido não ter anunciado hoje de madrugada o cabeça de lista por Beja, alegando que a direcção do CDS apenas aguarda resposta a um convite já formulado.

Instado pelos jornalistas, o líder do CDS recusou-se a quantificar neste momento o que será um bom resultado para o partido nas próximas eleições, afirmando que o CDS-PP ainda irá apresentar um programa eleitoral e uma equipa completa de Governo.


Cortesia: Última Hora - Público

"Cabeças" de Lista às Legislativas 2005



CDS-PP aprova listas sem votos contra

Telmo Correia fica em Lisboa, Nobre Guedes em Coimbra e Narana Coissoró em Faro

O CDS-PP aprovou hoje, com uma abstenção, 21 dos 22 cabeças de lista às eleições de 20 de Fevereiro, faltando apenas divulgar o número um por Beja, que só será conhecido durante o dia.

De acordo com fonte do partido, já foi feito um convite para o círculo de Beja, e a direcção apenas aguarda a resposta.

As surpresas da noite foram as candidaturas de Luís Nobre Guedes pelo círculo de Coimbra e de Narana Coissoró por Faro, depois de o ministro do Ambiente ter estado confirmado como número um por Lisboa.

Pela capital, voltará a concorrer como número um o ministro do Turismo, Telmo Correia, (Lisboa) e pelo Porto o vice- presidente do partido, António Pires de Lima (Porto).

Por Lisboa, o segundo nome do CDS será o secretário-geral Mota Soares, seguido do deputado João Rebelo, do presidente da distrital, António Carlos Monteiro, e do presidente da Juventude Popular, João Almeida.

No Porto, depois de Pires de Lima, são candidatos o presidente da distrital, Álvaro Castello-Branco, e o secretário de Estado da Educação, Diogo Feio.

A secretária de Estado das Artes e Espectáculos, Teresa Caeiro, (Leiria) vai ser cabeça de lista por Leiria, distrito onde em 2002 foi número um a ex-ministra da Justiça Celeste Cardona.

O líder Paulo Portas (Aveiro) voltará a encabeçar a lista de candidatos a deputados por Aveiro, seguido do presidente da distrital António Pinho, depois de se ter colocado a hipótese de concorrer por Viana do Castelo, onde em 2002 o CDS falhou a eleição de um deputado por cerca de mil votos.

Por este círculo, será novamente cabeça de lista o presidente da distrital de Viana do Castelo, Abel Baptista.

Nuno Magalhães, (Setúbal) secretário de Estado da Administração Interna, vai liderar a lista por Setúbal, onde é presidente da distrital, enquanto o secretário de Estado dos Assuntos do Mar, Nuno Fernandes Thomaz, (Santarém) encabeçará a lista por Santarém, por onde foi eleito em 2002 Luís Duque.

Tal como em 2002, Nuno Melo será cabeça de lista por Braga, Miguel Anacoreta Correia por Viseu e José Ribeiro e Castro por Portalegre.

Por Castelo Branco, será número um o eurodeputado Luís Queiró, (Castelo Branco) substituindo o anterior cabeça de lista Mota Campos.

Os restantes cabeças de lista do CDS são: Manuel Sampaio Pimentel (Vila Real), Domingos Doutel (Bragança), João Caramelo (Guarda), Sara Sepúlveda da Fonseca (Évora), José Manuel Rodrigues (Madeira), Nuno Almeida e Sousa (Açores), Martim Borges de Freitas (Europa) e Fernando Moura e Silva (Fora da Europa).

Entre os 21 cabeças de lista já divulgados pelo CDS apenas existem duas mulheres, Teresa Caeiro e Sara Sepúlveda, e, destas, só a primeira tem hipóteses de ser eleita deputada.

Para a segunda quinzena de Janeiro, o CDS prometeu a apresentação do programa eleitoral e de uma equipa completa de Governo.

António Pires de Lima destacou a "serenidade, ordem e disciplina" com que foram elaboradas e anunciadas as listas do CDS, acrescentando que este processo "não pode ser semelhante a uma candidatura de misses".

O vice-presidente do partido frisou ainda que o CDS quer ter, a 20 de Fevereiro, uma votação "bastante superior" à de 2002, quando obteve 8,75 por cento dos votos e elegeu 14 deputados.


Cortesia: Portugal Diário

terça-feira, janeiro 04, 2005

Mega Almoço - Autocarros



A concentração 'rodoviária' de autocarros para o nosso Mega Almoço, terá lugar na Estufa Fria - Lisboa; desde as 08.00h até às 09.00h.
Às 09.00h partem impreterivelmente em direcção ao Europarque - Santa Maria da Feira.

Recorda-se os estimados correlegionários que, é necessário confirmarem a utilização dos autocarros; aconselha-se que, ao confirmarem o almoço, façam menção de que irão utilizar autocarro, deste modo saberemos com exactidão o número de utilizadores.

A confirmação para o almoço e autocarro deverá ser efectuado até 5ª feira - dia 6 de Janeiro.

Os contactos para marcação:

Secretário da CPC - Diogo Moura
Tel.:
21 881 47 00
e
21 881 47 20

segunda-feira, janeiro 03, 2005

As Contradições do PS!

Hoje, o PS declarou o seguinte:

PS pondera aumento do IVA após as eleições

O Partido Socialista está a estudar a possibilidade de vir a promover um aumento da taxa máxima do IVA em um ponto percentual, caso ganhe as próximas eleições legislativas. A notícia é avançada na edição desta segunda-feira do jornal Diário de Notícias.


Logo de seguida, o Engº Sócrates declarou o seguinte:

SÓCRATES: Mexer nos impostos sim, mas IVA não vai subir

Como é que ficamos?!
Afinal o PS tem alguma ideia a propor à população portuguesa no tocante à estabilidade das finanças públicas, ou as declarações surgidas da boca dos dirigentes do PS, e de Sócrates é apenas para, no mesmo fôlego, dizer algo e o seu contrário?!

Este é o exemplo de um eventual Governo PS!
Pessoalmente, digo: NÃO, muito obrigada!

sábado, janeiro 01, 2005

Mega Almoço

Dia 9 de Janeiro, terá lugar o Mega Almoço do CDS-PP, no Europarque - Santa Maria da Feira.

O almoço terá início por volta das 12h, e contará com a presença do Presidente do Partido, bem assim como, de Dirigentes e Militantes a nível Nacional.

Junte-se a nós, neste evento que dará início ao desafio das Eleições Legislativas antecipadas!

Contamos consigo!

Deixamos aqui algumas informações úteis, bem como os contactos para reservar presença:

Para reservar

Concelhia de Lisboa:

Secretário da Concelhia - Diogo Moura
Tel.: 21 881 47 00


O almoço terá o custo de 5 euros, e poderá aproveitar os autocarros que colocaremos à disposição para transportar todos aqueles que assim o pretendam - relativamente à hora de partida, bem como à localização dos autocarros, daremos conta muito em breve.

Se, por outro lado, entender utilizar outro meio de transporte, deixamos aqui algumas informações disponibilizadas pelo Europarque

Localização



DESTINO DISTÂNCIA
Porto 30 km (20 min)
Lisboa 280 km (2h35)
Aveiro 40 km (26 min)
Coimbra 80 km (53 min)
Guarda 230 km (2h)

Acessibilidades

VIA AÉREA

13 companhias aéreas asseguram ligações directas com mais de 25 cidades da Europa e América.
Europarque - Aeroporto Francisco Sá Carneiro ; 35 quilómetros - 25 minutos pela A1.

VIA FERROVIÁRIA

Linha Porto - Lisboa , Estação de Espinho. 15 km - 10 minutos do Europarque pela IC1

VIA RODOVIÁRIA

O Europarque tem acesso directo às auto-estradas e principais itinerários de Portugal e da Europa.

Pode contar com alojamento perto do Europarque -
Para além do Hotel Ibis Europarque com 68 quartos, existe ainda outras sugestões próximas, eis uma lista (.pdf)

Europarque


Localizado a 25 Kms a Sul do Porto, em Santa Maria da Feira, junto ao nó da Auto-Estrada que liga esta cidade a Lisboa, o EUROPARQUE é um projecto de desenvolvimento económico e cultural de características únicas em Portugal, fruto da vasta experiência e reconhecido empenho da AEP - Associação Empresarial de Portugal, que tem vindo a colocar todo o seu saber-fazer ao serviço dos agentes económicos.

Trata-se de um complexo gerador de acontecimentos não só empresariais, mas também culturais, científicos, tecnológicos e recreativos. São vários pólos, concebidos um a um, mas articulados com o todo. Tudo isto envolvido numa excelente paisagem natural.


Santa Maria da Feira

Não deixe de visitar pontos turísticos em volta do EUROPARQUE, como o Castelo de Santa Mª da Feira. Trata-se de um exemplar de arquitectura militar medieval, dos sécs. XI a XVI.
Ligado às origens da nacionalidade é um espaço onde se sente o peso da história e onde o imaginário popular se vai rever na memória que tem do seu passado.

INÍCIO



Bem vindos ao Blog da Concelhia de Lisboa do CDS-PP

Neste Ano que agora começa, damos início a um novo desafio!

Esperamos poder trazer até vós notícias da Concelhia, do Partido e do País!