segunda-feira, fevereiro 28, 2005

Artigo da Prof. Fátima Bonifácio: "Tarde e mal".

A Ler: artigo da Prof. Fátima Bonifácio, no "Público".

Mesmo que não se concorde que com a afirmação de que a decisão do Pr. não mudou as regras do regime, o artigo é muito claro sobre as razões da derrota eleitoral do PSD que, por arrastamento, acabou por penalizar o CDS/PP (voltarei a este ponto).

JPCC

sábado, fevereiro 26, 2005

Comentários alusivos ao CDS na Revista "Tempo"

"O CDS teve bons ministros e fez obra notável na pouca indústria que o País ainda tem. O eleitor deu importância a isso."
Vitor Norinha - Editorial

"No CDS-PP, Portas falhou em todas as questões menos numa: no Governo. Há muito que Portugal não tinha um verdadeiro ministro da Defesa respeitado e com a força que as Forças Armadas tanto necessitavam."
Pedro Miguel Dias - Opinião

sexta-feira, fevereiro 25, 2005

Militantes escolherão futuro Presidente do CDS

A direcção do CDS-PP decidiu convocar o Conselho Nacional do partido para 5 de Março com o objectivo de abrir a discussão sobre a liderança na sequência da demissão de Paulo Portas no domingo em virtude do resultado insatisfatório dos populares nas legislativas antecipadas.A decisão foi tomada na longa reunião de cinco horas da comissão executiva do partido realizada na quinta-feira, onde, de acordo com António Pires de Lima, não foram discutidos nomes para a sucessão.«A eleição do futuro presidente deve resultar da vontade dos militantes e da vontade de um Congresso que é eleito democraticamente e não de um directório ou de uma direcção cessante», explicou o vice-presidente do partido.
Pires de Lima justificou ainda as recusas de vários dirigentes do partido em suceder a Paulo Portas com a surpresa provocada pela demissão do ainda presidente dos populares.«É normal que tendo sido tomados de surpresa pela decisão do dr. Paulo Portas que haja um período de nojo ou de luto relativamente à afirmação de futuras candidaturas», continuou o vice dos populares, que se mostrou indisponível para suceder a Portas, reafirmando ao mesmo tempo que o ainda presidente do CDS-PP não irá reconsiderar a sua decisão.
Falando sobre o resultado das eleições de domingo, Pires de Lima sublinhou que a «esquerda tem uma expressão eleitoral e parlamentar equivalente à que tinha em 1975 e 1976» e que o PS «tem todas as condições para fazer um Governo sem quaisquer condicionalismos».Pires de Lima assegurou ainda uma «oposição construtiva e responsável» por parte dos populares e disponível para consensos «em matérias de Estado», reconhecendo ao mesmo que prevê «choques políticos significativos ao nível dos valores e ideologias».
O vice-presidente do CDS-PP adiantou ainda que o seu partido se irá «afirmar como um grupo parlamentar combativo na defesa de valores importantíssimos».

Fonte: TSF

quinta-feira, fevereiro 24, 2005

Um magnífico texto de Amizade

Sairá amanhã para as bancas a revista "Sábado", onde Miguel Esteves Cardoso (MEC)publica uma crónica que dá pelo nome de: "Os Cinco Magníficos".

Nela, diz de Paulo Portas (e transcrevendo):

O Paulo que todos conhecemos

A declaração de Paulo Portas foi, sem dúvida, a mais dramática, comovente e genuína da noite das eleições. Era óbvio que tinha chorado e era óbvio que faria chorar aqueles que acreditam nele.
A história da "dignidade" só terá sido surpresa para quem não votou nele; sempre desconfiou dele; quis ardentemente que se demitisse e assim enfraquecesse o CDS que tanto fortaleceu. Os portugueses adoram demissões - faz parte do nosso fado.
Tenho de confessar já que, para muitos que votaram nele (muitos pela primeira vez), foi um choque terrível. Falo de familiares e grandes amigos que, perante tal responsabilização, se sentiram traídos ao ponto de jurarem, indignados, que nunca mais votariam nele.
Mas a população portuguesa é grande e diversa e o gesto de respeito democrático do Paulo serviu para confirmar o que sempre souberam aqueles que o conhecem: é um democrata; é sincero; tem princípios invioláveis.

Foi o senhor que é.

Portas: um senhor na hora do adeus

Para mim, foi libertador ouvi-lo falar em Deus e dizer que se estava "nas tintas" para o que se dissesse. Como foi também o desabafo que achava estranho que, num país civilizado, os trotskistas tivessem apenas ponto e tal de diferença dos democratas-cristãos.
Paulo Portas está-se a reencontrar, mas é espantoso que tenha conseguido acabar - junto das pessoas que não são nem conservadoras nem de direita nem sequer liberais - com as velhas desconfianças que, em qualquer país (por mais civilizado que seja, diga-se), atinge sempre as pessoas excepcionalmente inteleigentes, dedicadas e leais.
A desconfiança agora restringe-se a um reduto pateticamente insuficiente e minimal: que a posição dele se deveu ao facto de não ter paciência para passar quatro anos no Parlamento, a fazer oposição.
Pois sim ... O Paulo é a oposição no sentido mais eficaz e bonito que pode ter. Sempre foi. Agora é tudo mais claro. Mas o mal é só de quem não foi capaz de ver. Dele não é. Por outras palavras, o mal é nosso. Não lhe pertence.

A não perder

A artigo de opinião de Jorge Garcia, Vogal da CPC de Lisboa e Autarca na Revista Tempo, de ontem.

terça-feira, fevereiro 22, 2005

Competência, Determinação, Estabilidade, Lealdade = Paulo Portas

Para quem acompanhou a campanha do CDS para estas legislativas deu conta das quatro palavras-chave identificadoras das linhas e valores do Partido. Mas para além de lhe pertencerem, personificam-se num Homem: Paulo Portas.
Enquanto Presidente do Partido e Membro do Governo, deu provas de lealdade, tanto com os seus bem como com os parceiros de coligação. Competência enquanto líder de um partido que se encontrava pelo "mó de baixo" e que fez com que voltasse a subir nas eleições e na moral e, principalmente, levou-o ao Governo. Determinação nas suas ideias e projectos para um Portugal melhor, tendo concretizado muitos deles durante estes 3 anos dde governação.
Só falta mesmo uma palavra para o determinar: HONRA.
Só mesmo um Homem com honra poderia ter tomado a atitude que o Paulo Portas teve no passado Domingo. Uma prova do ser humano que é e que, confio, continuará a ser, isento, inteligente e, acima de tudo, amigo de Nação e dos Portugueses.
Só posso dizer que estes anos em que foi Presidente do CDS e com o qual tive orgulho em trabalhar, que me surpreendeu pela positiva. Antes de o conhecer tinha noção de que era um homem astuto e inteligente. Hoje sei e tenho a certeza que, para além disso, é um ser humano com muitas qualidades, qualidades essas que foram e que continuarão a ser úteis, quer ao País, que ao CDS/PP.
Ao Paulo Portas o meu bem haja e parabéns por toda a sua confiança que depositou em nós.

Diogo Moura

Ao Partido, nesta hora, eu digo..

PRESENTE.

Presente neste momento em que encetamos uma nova etapa num percurso de 30 anos de história ao serviço do País, do conceito de Democracia e dos valores que afirmam o nosso quadrante político.

Uma nova etapa, um novo ciclo e uma certeza de bem fazer.

Margarida Pardal

segunda-feira, fevereiro 21, 2005

"Quo vadis, CDS?"

O CDS-PP baixou 1,5 % nas eleições de 20 de Fevereiro, tendo perdido cerca de 60 mil votos face aos resultados de 2002. A franja de eleitorado do PSD que votou no CDS não compensou transferências votos para o PS e mesmo para o BE. O resultado não é desastroso, mas fica aquém dos propósitos traçados para o CDS: apoio popular com dois dígitos, ser a terceira força política e evitar a maioria absoluta do PS.O país não o quis. O país quis a maioria absoluta do PS; o país quis que a CDU fosse a terceira força política; o país quis que o Bloco de Esquerda quase triplicasse o número de mandatos. E como deve o CDS posicionar-se? A demissão de Paulo Portas é compreensível. Paulo Portas está cansado, e está cansado sobretudo de evoluir. O CDS deixou de ser um partido de causas espartilhadas, de fragmentos políticos, para ser um partido de governo, de responsabilidades, de exposição pública.
Quem governa introduz realidade no seu discurso, capta homens práticos para os seus quadros, e estabelece objectivos ambiciosos. O CDS não podia, por isso, de forma alguma, pedir menos de 10%, a décima parte de apoio popular nas urnas que reflecte, efectivamente, aquilo que o CDS representa, ou deveria representar, num Portugal civilizado, num Portugal que se quer desenvolvido. Mas Paulo Portas não falhou. Pelo contrário, mostrou o arrojo e a ambição que constituem os homens empreendedores – ao querer mais para o CDS, e ao esforçar-se por contagiar os eleitorados com uma vontade de querer mais para si e para Portugal. Paulo Portas evidenciou solidariedade para com o destino do CDS e do seu eleitorado fiel, reconhecendo a desilusão, da qual, note-se, não foi causa.
Paulo Portas foi honesto na leitura dos resultados eleitorais e actuou com o desprendimento, natural, que muitos apregoavam não possuir. E Paulo Portas teve, acima de tudo, uma coisa que a esquerda há muito perdeu e há muito desistiu de compreender: honra. A honra que muitos neste país perseguem, e a que outros causa arrepios e enjoos; a honra que muitos pais se esforçam por transmitir aos filhos, embora sem repercussão directa na taxa de juro do empréstimo contraído para aquisição da mobília de sala; a honra dos que não se corrompem a um mundo material de conforto palpável, mas que impõe a construção de um outro onde os homens encontram e realizam missões para o bem comum; a honra que recuperou e que nos deixa como único caminho a tomar sempre que a ameaça dos idos se avizinha no horizonte.
Paulo Portas foi um presidente de partido honrado, um ministro honrado, um político honrado, atributos que junta há sua já conhecida sagacidade ao serviço de princípios; ao seu talento como o último dos tribunos; ao seu espírito aventureiro, bem plasmado na obra O Independente, que do nada tomou a dianteira na oposição aos abusos cavaquistas; e a uma inabalável vocação de decência e polidez que muito escasseia por cá. Paulo Portas tinha muitos dons e talentos, que mantém certamente.
Mas nesta derrota, nesta nossa derrota, juntou-lhe a honra que muitos ex-presidentes da república, ex-primeiros ministros, e ex-presidentes de partido, com bem mais anos de intervenção pública, jamais terão.Todos os que tiveram o privilégio de trabalhar com Paulo Portas, e nós tivémo-lo, sabem o diferente que é e a marca rara que deixa. É por isto, sobretudo, que Paulo Portas não pode sair e não deve sair.

[Inês Teotónio Pereira e Jacinto Bettencourt in http://oacidental.blogspot.com/]

A diferença entre o discurso de Sócrates e a declaração de derrota de Paulo Portas
É a diferença entre um homenzinho que nem sequer sabe vencer e um senhor que soube assumir a derrota e retirar dela todas as consequências.

[Paulo Pinto Mascarenhas in http://oacidental.blogspot.com/]

Juventude Popular lança abaixo-assinado para recandidatura de Portas

A Juventude Popular vai lançar nas universidades um abaixo-assinado para que Paulo Portas se recandidate ao próximo Congresso e volte à presidência do CDS-PP, disse à Lusa o seu presidente.
«Não prescindimos do dr. Paulo Portas em nome da juventude que não acredita neste caminho», afirmou João Almeida, considerando como conjuntural esta viragem do eleitorado à esquerda.
Lembrando que a juventude foi um dos principais alvos da campanha do CDS - a par da classe média - o presidente da JP decidiu avançar com um abaixo-assinado, que começará a ser distribuído segunda-feira nas universidades.
«Da análise dos resultados eleitorais verificamos que há uma enorme adesão do eleitorado jovem às ideias do CDS e do caminho que tem sido seguido pelo Dr. Paulo Portas. Não faz sentido romper agora esse caminho«, afirmou.
Fonte próxima de Paulo Portas disse à Lusa que »estão a chegar apelos de todos os lados« no mesmo sentido, mas considerou »improvável« que o líder demissionário do CDS se recandidate à liderança do partido.
Outro dirigente do CDS, Ribeiro e Castro, sugeriu à saída da sede da campanha »uma onda de fundo para que Paulo portas se mantenha à frente do CDS«, sublinhando continuar a acreditar que é Portas o líder indicado para o partido.
Quanto a Maria José Nogueira Pinto, que já disputou a liderança do CDS/PP com Paulo Portas, lamentou a saída do presidente, mas considerou que continua a haver espaço para um partido de direita em Portugal.
Questionada se está na corrida à liderança, respondeu apenas: »não penso nisso«.
Fonte: Diário Digital / Lusa

domingo, fevereiro 20, 2005

Resultados Eleitorais do Concelho de Lisboa

Eis os resultados do Concelho de Lisboa:

PS - 42,48%
PSD - 24,84%
CDS - 10,54%
BE - 8,71%
CDU - 8,23%

Em 2002, o CDS obteve 8,75%, ou seja, o esforço levado a cabo pelo cabeça de lista, Telmo Correia e pela estrutura concelhia e militantes fez com o que CDS, em Lisboa, aumentasse de 30.906 votos para 37.083, traduzindo-se em mais 6.177 votos.

Foram eleitos 4 deputados, sendo eles:

Telmo Correia
Pedro Mota Soares
João Rebelo
António Carlos Monteiro

A eles e a todos os que colaboraram na campanha, o nosso muito obrigado!

quinta-feira, fevereiro 17, 2005

Alteração de horário e local da campanha com Paulo Portas e Telmo Correia

6ª feira, dia 18 Fevereiro
9h15
A Brasileira - Largo do Chiado

quarta-feira, fevereiro 16, 2005

Nada disto aconteceu...

Dado que o passado foi chamado à campanha eleitoral, devemos responder, puxando da memória. (...)

Quanto à experiência de poder do PS, desde a queda do cavaquismo, em 1995-96, até 2002, existe uma espécie de amnésia.
A verdade, se calhar, é que nada do que a seguir se enumera alguma vez existiu!!!

A saber:

- Acumulação de défice excessivo nas contas públicas, originando o despertar da repressão de Bruxelas, para além de incentivo irresponsável ao gasto individual e desprezo pelos apelos à moderação e à poupança.
- Saída de Sousa Franco do Executivo, depois das linhas mestras das suas políticas de saneamento da conta pública se terem tornado inviáveis, ou politicamente indesejáveis.
- Análise negra do estado da economia portuguesa, por parte de Cavaco Silva, numa famosa entrevista de Julho de 2000.
- Alegações de políticos, empresários e governantes, segundo os quais a banca portuguesa estava a ser vendida ao desbarato aos estrangeiros.
- Anunciados planos de combate à evasão fiscal, anunciados falhanços dos mesmos planos, e anunciada continuação da dita.
- Ligações perversas da política ao futebol, com o cortejo conhecido de enxovalhos, confusões e negócios pouco claros.
- Insistência na política de co-incineração como única via possível detratamento de resíduos perigosos, apesar da divisão dos especialistas e da oposição do "homem da rua", certamente manipulado por caciques eenvenenado pela Comunicação Social privada.
- Episódio dito do "queijo Limiano", ou a cedência da alma em troco de votos no Parlamento.
- Quedas sucessivas de ministros da Defesa, conflitos entre estes titulares e o primeiro-ministro, queixas de falta de meios, espectáculo de parca mobilização de recursos para tarefas externas, divulgação pública de listas de agentes "secretos", novelo de escândalos em torno da aquisição de armamento e fardamento, cenas de estalada entre chefes políticos e chefes da "comunidade de informações".
- Tragédia da ponte de Entre-os-Rios, originando a demissão de Jorge Coelho, e suspeita geral sobre o estado das obras públicas.
- Inundação do túnel do metro no Terreiro do Paço, e alegação de que o mesmo foi ali feito com grande risco, sem as precauções devidas e nãolevando até ao fim estudos exaustivos sobre as características dosubsolo.
- Escândalos na JAE, corrupio de acusações e alegações, e declaraçõescríticas do engenheiro Cravinho, dizendo que Guterres havia sido derrotado pelos "grandes interesses" e pelos lobbies (Janeiro de 2000).
- Colapso na gestão das grandes cidades, que levou a uma maré de rejeição, em 2001, e à passagem da era PS para a era PSD, em Lisboa, Coimbra, Porto, Sintra, Cascais, etc..
- Fantasmas desastrosos, como o espectáculo de "Porto, Capital da Cultura", com obras a juncar a vida do cidadão comum, turistas perdidos e desiludidos, projectos inacabados, escândalos financeiros e "mistérios" como os da Casa da Música.
- Escândalo em torno da Fundação para a Segurança, levando à saída "apocalíptica" de Fernando Gomes do barco do guterrismo, e a sugestões de conspirações no seio do poder, com o primeiro-ministro a saber tudo e a calar ainda mais.
- Filosofia de miséria na RTP, levando o serviço público à pré-morte, depois de anos de insanidade financeira, extravagâncias de programação, guerras civis de chefias e tentativas infantis de controlo político, dos telejornais às entrelinhas...
- Desinteresse pela política por parte dos cidadãos mais de um terço decidiu não votar nas legislativas de Outubro de 1999, mesmo depois de Guterres ter dito que o seu pior inimigo era a abstenção.
- Estado geral de guerra civil dentro do Governo e da maioria quase-absoluta, levando António Guterres a bater com a porta, clamando que o país se encontrava num pântano.

Enfim, foi tudo um sonho...
Pode-se votar no regresso de um sonho?
Nuno Rogeiro
JN de 11-02-2005

Novo Jornal "A Cidade"

O Boletim Informativo da Concelhia de Lisboa sofreu uma reestruturação em termos gráficos. Com a saída de um novo número totalmente renovado e com uma nova equipa (Director: João Pedro Gonçalves Pereira; Directores-Adjuntos: João Diogo Moura e Isabel Rico), "A Cidade" apresenta-se em formato de jornal, com uma periocidade mensal, indo assim ao encontro dos pretensões dos militantes de Lisboa.
Neste número destaca-se a entrevista a Telmo Correia, cabeça de lista pelo círculo eleitoral de Lisboa, onde são abordados temas como a governação PSD/CDS, as próximas eleições e uma eventual candidatura do dirigente popular à Câmara Municipal de Lisboa.
Foram ainda criados dois novos espaços de opinião: A Voz da Juventude, com um artigo do Presidente da JP Lisboa, Carlos Andrade, e o Espaço do Autarca, pelo membro do Executivo da Junta de Freguesia dos Mártires.
Se por acaso ainda não recebeu o seu exemplar, entre em contacto connosco.

Portas quer reunir "todos os CDS de todos os tempos" no próximo domingo

Paulo Portas afirmou terça-feira à noite em Setúbal que quer reunir nas eleições do próximo domingo "todos os CDS de todos os tempos" e apelou aos democratas-cristãos para que saibam acolher esses apoios "só com bons sentimentos".
"Saibam abrir as janelas - não digo as portas para não parecer vaidoso - para deixar passar a corrente de ar e acolher gente que nunca votou em nós ou os antigos que já foram do partido", apelou Portas, num jantar em Setúbal.
Numa intervenção curta, o líder do CDS ainda reforçou o pedido: "janela aberta, só com bons sentimentos, para todos os CDS de todos os tempos que se estão a reunir nestas eleições".
Em Setúbal, Portas aproveitou para fazer o rescaldo do debate na RTP, depois de ser apresentado pelo "speaker" de serviço como o "claro vencedor" do mesmo.
"Hoje pude dizer ao engenheiro José Sócrates que melhor do que criar 150.000 empregos era criar 150.000 empresários, que esses sim sabem criar postos de trabalho", recordou Portas, depois de, à entrada, lamentar o facto de não ter tido a possibilidade de realizar um frente-a-frente com o líder socialista.
Também em declarações aos jornalistas, o presidente do CDS escusou-se a comentar as acusações de aproveitamento partidário pela suspensão da campanha devido à morte da Irmã Lúcia.
"Perante a morte de uma pessoa com o coração do tamanho do Mundo, não tenho um pingo de ressentimento, nem quanto ao que disse um ex-bispo", afirmou Portas, referindo-se às declarações do antigo bispo de Setúbal, D. Manuel Martins, que acusou PSD e CDS de "oportunismo político".
Questionado sobre o facto de se ter feito convidado para a missa familiar, Paulo Portas limitou-se a um lacónico: "não, não".
Perante cerca de 200 apoiantes, Portas não descurou um apelo ao voto dos jovens e dos idosos, sublinhando que "a esquerda não tem o monopólio do coração".
"Não venha a esquerda dizer que tem melhor coração porque as principais conquistas para os idosos foram feitas à direita e, muitas vezes, por democratas-cristãos", disse, recordando outra ideia que transmitiu no debate televisivo.
Num distrito que vota tradicionalmente à esquerda, o líder do CDS deixou críticas tanto a PCP como a Bloco de esquerda.
"Os comunistas podem ter as mesmas preocupações sociais que os democratas-cristãos, mas têm as soluções erradas", frisou Paulo Portas, lembrando os muitos imigrantes ucranianos que emigraram para Portugal "mal se libertaram do comunismo".
Por outro lado, o líder do CDS lembrou aos setubalenses uma das propostas do Bloco: "se acham que a segurança fica bem entregue a um partido que diz que a polícia não deve andar armada".
"Ora aí têm mais duas boas razões para um CDS acima dos 10 por cento", reiterou Portas, lembrando que o objectivo do CDS para o distrito é a eleição de dois deputados, mais um que em 2002.
Antes, o cabeça de lista Nuno Magalhães apontou contradições no discurso do PS em matéria de co-incineração e deixou a garantia que o CDS "já tem uma solução", que passa pelos Centros Integrados de Recuperação e Valorização dos Resíduos Industriais.

Fonte: Agência Lusa

terça-feira, fevereiro 15, 2005

Debate com cabeças de lista hoje

Não perca, hoje à noite na RTP1, às 20h30, o debate em directo com os líderes dos partidos com assento parlamentar, candidatos às próximas legislativas:

CDS-PP Paulo Portas
PS José Sócrates
PSD Pedro Santana Lopes
CDU Jerónimo de Sousa
BE Francisco Louçã

Vamos apoiar o nosso líder! O Voto no CDS é útil a Portugal no próximo dia 20

"O Grande Desespero dos Reformistas"

A Ler, o artigo do Prof. Rui Ramos, no "Público" de 14.02.2005, no suplemento de Economia sobre as Reformas (ou falta delas) em Portugal.

JPCC

segunda-feira, fevereiro 14, 2005

A não perder

A história da vida de Paulo Portas na revista semanal "Grande Reportagem", distribuída em conjunto com os diários de imprensa Diário de Notícias e Jornal de Notícias de 12 de Fevereiro.

Concelhia de Lisboa de luto

A Concelhia de Lisboa encontra-se de luto, devido à morte de um dos mais antigos funcionários da Sede Nacional - Sr. Manuel Tomé Rodrigues.
Estando desde a fundação do CDS ao serviço do Partido, sempre se empenhou ao máximo na construção de um Partido sólido e forte.
Funcionário do Economato da Sede e motorista, o Sr. Rodrigues era acarinhado e tido em grande consideração por todos os funcionários e colaboradores.
A Concelhia de Lisboa apresenta as mais sentidas condolências pela sua morte.

domingo, fevereiro 13, 2005

Por respeito



Por respeito com a morte da Irmã Lúcia, o CDS suspende a sua Campanha até 3ª feira, dia 15 de Fevereiro.

- (Mensagem de,) Pedro Mota Soares, Secretário-Geral do CDS


Irmã Lúcia nasceu a 22 de Março de 1907 em Aljustrel. Morreu hoje em Coimbra

Com a morte da Irmã Lúcia desaparece a memória viva das aparições de Fátima - é esta a reacção do Cardeal Patriarca de Lisboa.

D. José Policarpo diz que o Altar de Fátima permanecerá agora com uma grande tradição da Igreja para todo o mundo católico.

"Há uma coisa que eu sinto, quando soube a notícia da morte dela - desde quarta-feira que estávamos à espera deste desenlace - eu senti que qualquer coisa acabou com a morte dela porque a Irmã Lúcia viva tornava o fenómeno de Fátima contemporâneo. A sua morte transforma Fátima numa grande tradição da Igreja mas em que esta memória viva dos protagonistas foram desaparecendo todos", disse.

O Cardeal Patriarca refere que assim se perdeu "essa referência física da memória histórica para termos apenas a memória da tradição, uma tradição consolidada num grande santuário, com uma espiritualidade definida, com uma proposta de vida cristã, que é a mensagem e que certamente vai aprofundar-se nesta linha".

A Irmã Lúcia morreu hoje aos 97 anos.


Cortesia: RR

Portas apela ao voto



Líder popular pede aos indecisos o "benefício da dúvida"

O líder do CDS-PP, Paulo Portas, apelou hoje ao voto do eleitorado do PSD e do PS que esteja "legitimamente" indeciso, pedindo a esses portugueses que dêem "o benefício da dúvida" aos democratas- cristãos.

Num almoço-comício em Lisboa, o líder do CDS-PP dirigiu-se aos "portugueses que estão com algum comodismo ou desilusão, que pensam ainda se vão às urnas no dia 20 de Fevereiro e que estão cheios de dúvidas quanto à segurança e à estabilidade das opções tradicionais".

"A esses portugueses, cheios de dúvidas, com uma legítima preocupação, o CDS deve dizer: nós merecemos o benefício da dúvida", declarou Paulo Portas, perante milhares de apoiantes (mais de três mil, de acordo com a organização, cerca de 4.500, segundo o CDS-PP).

"Se algum eleitor da nossa área ainda tiver alguma dúvida, basta olhar para esta sala", acrescentou, falando directamente para os eleitores do centro-direita.

Paulo Portas sustentou, por outro lado, que o voto no CDS-PP "torna impossível uma maioria absoluta de qualquer partido" e não apenas dos socialistas, como vinha argumentando.

No final do seu discurso, o líder do CDS-PP manifestou a certeza de que o seu partido voltará a governar em coligação com o PSD, depois das legislativas.

"Portugal merece, Portugal vai ter um Governo CDS", exclamou, antes de se ouvir o hino dos democratas-cristãos.

A menos de uma semana das eleições, Portas alertou para o perigo de "aventuras no Governo" e do crescimento dos "extremistas e radicais" do PCP e Bloco de Esquerda e voltou a sublinhar as competências adquiridas pelo CDS-PP em dois anos e meio de governação.

"Façam uma avaliação em consciência sobre quem está em condições de oferecer liderança ao país - e liderar é ter as ideias arrumadas, garantir estabilidade, manter a serenidade, olhar para o poder como um serviço e manter o sentido de Estado", propôs.

"Avaliem, comparem, escolham, mas o CDS está em condições de vos oferecer essa liderança", reforçou, frisando que sobre a equipa de Governo proposta pelo partido e os mandatários de campanha "não incide nenhuma suspeição de nenhum tipo".

Numa intervenção também muito dirigida aos jovens, o líder do CDS-PP pediu aos portugueses que "abram as portas do futuro sem se voltar atrás" nem "guinadas perigosas e radicais" e prometeu ainda que fará "até ao fim uma campanha limpa" e de "poupança de polémicas".


Cortesia: LUSA + SIC

CDS quer ser "primeira força política"



Telmo Correia diz que não chega ser "um dos três grandes"

O cabeça de lista do CDS por Lisboa, Telmo Correia, revelou hoje que os democratas- cristãos querem ser, no futuro, o primeiro partido de Portugal, considerando insuficiente ser "um dos três grandes".

"A verdade é que hoje o CDS é um dos três grandes, não nos chega. Queremos no futuro ser o primeiro, esse é o nosso sonho, essa é a nossa ambição", afirmou Telmo Correia, num almoço-comício em Lisboa, que marca o arranque do partido para a última semana de campanha.

Indo mais longe do que qualquer outro dirigente - e do que o próprio líder - na ambição futura do partido, Telmo Correia continuou a colocar a fasquia nas próximas eleições de 20 de Fevereiro nos dez por cento, mas com esperança de ir mais longe.

"Estamos nos dez por cento, mas vamos mais longe", garantiu o ministro demissionário do Turismo, apresentando como objectivo para Lisboa a eleição de seis deputados, mais dois que em 2002, quando o CDS obteve 8,5 por cento dos votos.

Aliás, o cabeça de lista por Lisboa apresentou Paulo Portas como "o melhor líder de todos os que concorrem às eleições" e o CDS como o partido com "o político de Portugal mais capaz de assumir as finanças públicas", referindo-se a Bagão Félix, presente no almoço e sentado ao lado do líder.

A cargo do dirigente centrista ficaram também os ataques do PS, que Telmo Correia acusou de "não estar preparado" para governar Portugal, alertando para o risco de uma aliança dos socialistas com a "extrema-esquerda radical".

"Imagine-se o que seria uma aliança de um PS fraco com a extrema-esquerda radical e mais assanhada do que nunca", sublinhou Telmo Correia.

"Nunca tiveram nem terão mais de três por cento (Ó) mas atrevem-se a querer proibir as nossas convicções e não nos dar o direito de falar do direito à vida", indignou-se, recordando o debate televisivo entre o dirigente do Bloco de Esquerda Francisco Louçã e o líder democrata-cristão Paulo Portas.

Telmo Correia acusou ainda os socialistas de "representarem o passado" e de serem "alérgicos" à autoridade, uma das três prioridades que elegeu para Lisboa, a par da protecção da família e do desenvolvimento económico.

"Fala-se-lhes em autoridade e desatam a recitar poemas", ironizou.

O CDS conseguiu encher a nave central do Centro de Congressos de Lisboa - o mesmo local onde PS e PSD fizeram os seus jantares de Natal -, mas os números da organização do CDS, mais de 4.000 pessoas, não coincidiam com os fornecidos pelos empregados, que colocavam em 3.200 lugares a capacidade da sala.

Antes do almoço, que começou uma hora atrasado, os apoiantes puderam +entreter-se+ com os tempos de antena do CDS, transmitidos em vídeo-halls gigantes, que só terminaram com a entrada triunfal de Paulo Portas.

O líder do CDS fez questão de saudar todos os apoiantes do partido que compareceram ao mega-almoço de Lisboa, primeiro de cima, acenando a partir das varandas interiores, e depois pessoalmente, circulando entre todas as mesas.


Cortesia: LUSA + SIC

Paulo Portas e Telmo Correia juntos em campanha



A ambição e o desafio do PP

O CDS-PP quer ser o maior partido português - é esse o sonho dos dirigentes centristas, hoje revelado num almoço-comício em Lisboa.


Telmo Correia explicou que ao seu partido não chega ter 10% do eleitorado e a ambição é muito maior.

"Nós não pararemos porque a nós não nos chegar sermos um dos três grandes. Nós queremos no futuro ser o primeiro - essa é a nossa ambição, é esse o desafio que nós assumimos, e esse desafio é claramente acima dos 10%", disse.

Nas últimas legislativas o partido de Portas ficou no terceiro lugar.


Cortesia: RR

sexta-feira, fevereiro 11, 2005

Ilusões e soluções

O CDS continua a fazer uma campanha pela positiva. Não vamos comentar nada que não tenha a ver com as preocupações dos portugueses. Infelizmente, por vezes, a política portuguesa mais parece uma colecção de cromos repetidos. O CDS faz uma campanha de causas e não de casos.

Hoje estive no estúdio móvel de ideias em Almada, no Distrito de Setúbal, a debater os problemas da Imigração, mais uma acção da iniciativa “Vamos falar do que é útil aos Portugueses”. Numa sala cheia de gente interessada, contei a meu lado com a presença de Nuno Magalhães, secretário de Estado da Administração Interna e grande responsável por hoje podermos dizer que Portugal segue uma política de rigor na entrada com humanidade na integração.

O CDS foi o primeiro partido a defender que o Estado só deve acolher os imigrantes que pode integrar. Não andámos a prometer fronteiras abertas para as pessoas virem dormir para debaixo das pontes e procurarem comida no lixo, como outros fizeram demagogicamente no passado. Durante o consulado socialista, houve uma explosão da imigração ilegal em Portugal e o Estado não se deu conta de que estava a ser cúmplice objectivo da exploração de mão-de-obra barata. Como lembrou e bem o Nuno Magalhães, entre 2000 e 2002 duplicou o número de imigrantes legais em Portugal – de 220.000 para 430.000. O que só dificultou a integração dos imigrantes e a desconfiança dos portugueses.

A pior política é aquela que cria ilusões mas não apresenta soluções. Nós procedemos de modo diferente, resolvemos os problemas mais gritantes da imigração - e o resultado está à vista de todos. É mais uma marca do CDS que está à vista de todos e de que nos podemos orgulhar como democrata-cristãos que somos.

Paulo Portas

Agenda Final da Campanha de Lisboa

Sábado, 12 de Fevereiro

9h30 - Sede de Campanha (ponto de encontro)
10h30 - Feira do Cacém
20h00 - Jantar/Comício na Figueira da Foz
confirmações para 218814748 ou diogomoura@cds.pt

Domingo, 13 de Fevereiro

9h30 – Sede de Campanha (ponto de encontro)
10h30 – Feira de São Pedro de Sintra
Ponto Encontro: Rotunda das Bombas de gasolina
12h30 - Almoço de Campanha com Dr. Paulo Portas na
Antiga FIL (Junqueira)
(confirmações para 218814748 ou diogomoura@cds.pt)

Segunda-Feira, 14 de Fevereiro

9h30 – Sede de Campanha (ponto de encontro)
10h30 - Feira do Silvado (Odivelas)
15h00 - Viagem de comboio Sintra-Amadora-Sintra
20h00 - Jantar Sintra/Amadora
Restaurante Jardins da Amadora (Parque Central)
(confirmações para 218814748 ou diogomoura@cds.pt)

Terça-Feira, 15 de Fevereiro

9h00 – Sede de Campanha (ponto de encontro)
10h00 - Mercado do Peixe de Vila Franca de Xira
11h30 - Feira de Loures
20h30 - Jantar de Setubal com Dr. Paulo Portas
Estalagem do Sado – Setubal
(confirmações para 218814748 ou diogomoura@cds.pt)

Quarta-Feira, 16 de Fevereiro

9h30 – Sede de Campanha (ponto de encontro)
10h30 - Mercado de Cascais e volta no Centro da vila
15h00 - Caravana por Cascais e Av. Marginal

Quinta-Feira, 17 de Fevereiro

9h30 - Sede de Campanha (ponto de encontro)
10h30 - Feira da Malveira
12h30 - Almoço pela Malveira
14h00/17h00 Caravana pelo Distrito de Lisboa (Zona Oeste)
20h00 - Jantar de Leiria com Dr. Paulo Portas
(confirmações para 218814748 ou diogomoura@cds.pt)

Sexta-Feira, 18 de Fevereiro

9h30 - Sede de Campanha (ponto de encontro)
10h30 - Campanha de rua com Dr. Paulo Portas
Ponto de encontro: a definir
12h00 - Caravana pelo Distrito de Lisboa
20h00 - Comício de Encerramento em Aveiro
(confirmações para 218814748 ou diogomoura@cds.pt)

Portas .. contra aumento da idade da reforma



O líder do CDS/PP garantiu ontem, em Vale de Cambra, que o seu partido é contra o aumento da idade da reforma, ao contrário do PSD, parceiro de coligação no Governo. No dia em que "regressou" às feiras, Paulo Portas, que é também cabeça-de-lista por Aveiro, vincou ainda que vai fazer uma "campanha pela positiva, porque as pessoas não gostam de lavagem de roupa suja e campanhas dedicadas ao acessório".

Justificando que PSD e CDS/PP têm opiniões diferentes sobre a questão da idade da reforma, porque "há listas diferentes, há opções diferentes", Portas sustentou a necessidade de rejuvenescimento das empresas e do próprio Estado. "Sei que há um problema de sustentabilidade da Segurança Social, maior esperança de vida, mas o aumento da idade da reforma, do nosso ponto de vista, leva a que aquilo que se poupa em pensões se pague em subsídio de desemprego aos jovens que não conseguem encontrar emprego", justificou.

Com duas horas e meia de atraso, em relação à agenda, Paulo Portas entrou rapidamente na "Feira dos 9", ora abraçando, ora beijando os e as populares que lhe saíam ao caminho, ouvindo muitas críticas a José Sócrates. "Nunca tive dúvidas que as pessoas iam reconhecer que o CDS, de quem tão mal se dizia, assumiu responsabilidades no momento muito difícil, não desertou e aguentou", comentou o líder do CDS/PP.

Portas deixou também um "aviso à navegação", afirmando que "não querer estar com o povo ou não gostar dele é uma recomendação para o desemprego de um político. Os políticos têm de, obviamente, estar junto do soberano". Garantiu, contudo, que esta não é uma crítica dirigida a Santana Lopes, "que sabe fazer campanha popular", embora possa "gostar mais deste estilo ou daquele". "Nunca quis que a campanha se confundisse com o Carnaval, que é divertimento e a situação do país é preocupante", disse. Por isso, recusa a ideia de que o CDS/PP tivesse "algum receio do povo", porque "sempre gostei de ouvir o que dizem as pessoas". "O CDS/PP está a crescer, porque as pessoas reconhecem que o partido é uma opção interessante para quem está indeciso. "Sabem que aguentamos dificuldades, porque aqui ninguém deserta, aqui ninguém abandona", reforçou, numa crítica velada ao PSD.

A passagem de Portas pelo círculo eleitoral onde é cabeça-de-lista contemplou ainda a realização de um novo debate temático, centrado nas questões da Educação e Ciência.

O líder do CDS/PP abriu a sessão, realizada numa tenda instalada na zona do Rossio, em Aveiro, tendo começado logo por afirmar que "não declaramos nessa matéria (educação) nenhuma paixão". "Preferimos assumir, com clareza, uma ligação radical do sistema de ensino aos seus resultados: do ponto de vista da empregabilidade dos jovens, da autoridade dos professores, da avaliação das escolas, dos alunos e dos professores, e do ponto de vista da liberdade de escola", afirmou.

Portas defendeu ainda a necessidade de "Portugal ter de fazer uma fortíssima aposta no ensino profissional, no ensino qualificador para os empregos de futuro". "Foi um erro fazer mal às escolas comerciais e industriais. O país e muitos jovens perderam com isso", concluiu.


Cortesia: "Comércio do Porto"

"Somos os verdadeiros revolucionários do século XXI"

António Pires de Lima, vice-presidente do CDS/PP e cabeça-de-lista pelo Porto, juntou-se ontem à caravana nacional do líder do partido, Paulo Portas, para defender que o CDS/PP é o partido verdadeiramente revolucionário, em virtude da mudança de mentalidades que quer operar nos portugueses e das propostas do programa de Governo.

"Somos os verdadeiros revolucionários do século XXI, mas revolucionários cordatos e serenos", sublinhou Pires de Lima, depois de responsabilizar a "esquerda do PREC" pelo modelo de salários baixos do país e pela falta de riqueza, numa comunicação sobre emprego.

O cabeça-de-lista pelo Porto criticou ainda a Constituição, pela rigidez que imprime ao mercado de trabalho e por ser prejudicial aos trabalhadores. "O CDS/PP é o único partido que tem a coragem de assumir que a Constituição não serve, exactamente, os desafios do Portugal do século XXI. Ganharia em ser simplificada, flexibilizada para permitir que as maiorias eleitas possam exercer os seus mandatos sem as ambiguidades do Tribunal Constitucional", frisou.

Pires de Lima defendeu ainda a criação de um ranking das escolas, mas relativo ao índice de empregabilidade, referindo que os jovens têm o direito de quando escolhem uma escola saber qual a viabilidade do curso seleccionado.

Dar a conhecer as propostas de emprego do programa do CDS na cidade do Porto não foi uma escolha aleatória, já que o distrito tem 120 mil desempregados, 112 mil dos quais estão à procura de um novo emprego. Esta realidade leva o CDS/PP a apostar na reeducação e na reescolarização para integrar essas pessoas no mercado de trabalho, com a mais-valia da formação profissional.

Ida ao mercado



Ontem, o dia de campanha começou bem cedo. Para deixar bem claro que não receia o contacto com o povo, Paulo Portas saiu novamente à rua e foi ao mercado da Póvoa de Varzim. Porém, com os jornalistas foi marcado um ponto de encontro neutro para, mais uma vez, evitar que provocadores estragassem a acção de campanha.

Chegados ao mercado, Paulo Portas e Pires de Lima distribuíram cumprimentos, naquele que é um local que os populares consideram um barómetro dos resultados eleitorais e do qual saíram satisfeitos e também com uma promessa. Maria das Dores, uma vendedora do mercado, disse que queria dar uma volta de automóvel com o líder popular e "no banco da frente". Portas prometeu que voltaria à Póvoa de Varzim após as eleições se ultrapassasse os 10% para satisfazer a vontade à senhora.

Uma visita a uma fábrica de carpintaria e decoração, onde os salários médios são de 600 euros, preencheu o que faltava da manhã dos populares.

Na noite anterior, Paulo Portas terminou o seu dia dedicado a Aveiro, discursando perante 400 pessoas num jantar-comicio, em Oliveira de Bairro, resumindo a estratégia para o progresso do país através do que chamou de "os três E da democracia: pôr a economia a crescer, uma educação virada par ao mercado de trabalho e um bom índice ecológico de desenvolvimento - Economia, Educação, Ecologia".


Cortesia: "Comércio do Porto"

quinta-feira, fevereiro 10, 2005

A Associação dos Combatentes do Ultramar Português e a Associação dos Prisioneiros de Guerra apoiam PAULO PORTAS

A Associação dos Combatentes do Ultramar Português e a Associação dos Prisioneiros de Guerra criticaram hoje as acusações do PCP e do BE de que o ministro da Defesa enviou cartas aos ex-combatentes para fazer propaganda política."O BE e o PCP sabem perfeitamente que os antigos combatentes que se têm reformado ou aposentado estão a receber cartas desde Setembro de 2004, iniciativa essa que tem ocorrido todos os meses seguintes com os antigos combatentes que vêem os seus processos concluídos", escrevem as associações num comunicado conjunto. Na quarta-feira, o líder do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã, acusou os ministros Paulo Portas (ministro de Estado e da Defesa Nacional) e Bagão Félix (Finanças) de fazerem propaganda política "com as moradas que as pessoas deram aos serviços do Estado". No mesmo dia, o líder do PCP, Jerónimo de Sousa, considerou que "não se pode usar o poder do Estado para servir partidos e campanhas eleitorais", na sequência da carta enviada aos combatentes sobre o tempo de serviço militar prestado, para efeitos de aposentação. Em resposta, o ministério de Paulo Portas esclareceu que o envio das cartas, que classificou como "informativas", estava planeado desde Setembro, quando ainda se desconhecia que ia haver eleições. "Este é o primeiro grande esforço do Estado para reconhecer os mais de 400 mil antigos combatentes que serviram a Pátria em condições especiais de dificuldade ou perigo", pode ler-se nas missivas da polémica. Aquelas duas associações consideram ainda "incompreensíveis" as críticas a Paulo Portas, que classificam como "o político que em Portugal mais tem defendido a causa dos antigos combatentes". Mais à frente, os Combatentes do Ultramar e os Prisioneiros de Guerra "estranham" que um dos "maiores" críticos do ministro da Defesa seja um antigo dirigente da Associação Portuguesa dos Veteranos de Guerra, António Cabeço, "conhecido como ex-deputado do PS, eleito pelo círculo de Bragança". "Afinal de contas, o que move o sr. António Cabeço? Os portugueses precisam de saber que o autor de semelhantes críticas ao ministro Paulo Portas actua por motivos político-partidários", acusam. A terminar, as associações elogiam "a postura coerente, determinada, irrepreensível e sem falhas" que Portas revelou para a aprovação da Lei dos Antigos Combatentes.

Fonte: Agência Lusa

quarta-feira, fevereiro 09, 2005

Grande almoço da Democracia-Cristã



Para mais informações e/ou confirmações:

Diogo Moura
Tel.: 21 881 47 00

_________________________

Depois do extraordinário exemplo de mobilização geral de militantes e simpatizantes do CDS no Palácio de Cristal, que a todos quero agradecer, a fasquia está cada vez mais alta. Cada acontecimento, cada comício, cada almoço e cada jantar do CDS, são hoje acompanhados com a atenção redobrada de todos os órgãos de comunicação social.

A nossa força, a vossa força, é o melhor argumento que podemos apresentar. O CDS é hoje visto como o partido que oferece a campanha mais positiva e mais entusiástica. A atitude de formiguinha até agora plenamente demonstrada por todos vós terá de se manter até ao próximo dia 20 para que os portugueses percebam bem a utilidade do voto no nosso partido. Para que ninguém tenha dúvidas ou hesitações.

Quem tem Portugal e o CDS no coração tem também de estar presente no Grande Almoço da Democracia-Cristã, comigo e com o Telmo Correia, cabeça de lista por Lisboa. Vai ser no próximo domingo, dia 13, na “Antiga FIL” de Lisboa (Centro de Congressos de Lisboa, Rua das Indústrias, Junqueira).

Venha com a sua família, convide os seus amigos. Todos não somos demais para mostrar a força dos nossos valores, a validade das nossas propostas, a coragem das nossas convicções. Vamos dar mais uma lição de civismo e de organização a quem ainda possa ter a mínima dúvida sobre a utilidade do voto no nosso partido.

Quero estar consigo e com outros milhares de portugueses a defender o nosso projecto para Portugal. Um projecto de estabilidade e competência.

Venha almoçar comigo. E traga mais dez!

Paulo Portas

Paulo Portas aquando da visita à Sinagoga de Lisboa

Portas acusa Sócrates de tentar "amolecer" eleitorado do CDS

O líder do CDS-PP, Paulo Portas, afirmou hoje que existem dez deputados em disputa directa entre o seu partido e o PS e acusou José Sócrates de tentar "amolecer" os votantes democratas-cristãos ao elogiá-lo.
"Eu não quero ser antipático, mas esse elogio não é inocente: o engenheiro José Sócrates sabe muito bem, como eu sei, que neste momento há pelo menos dez deputados em disputa directa entre CDS e PS e está a ver se amolece os eleitores do CDS", afirmou Portas aos jornalistas no final de um almoço com apoiantes em Santa Marta de Penaguião, Vila Real.
Na segunda-feira, o líder socialista elogiou a postura de Paulo Portas por "não ter participado no espectáculo indigno" que considerou a deslocação do primeiro-ministro, Santana Lopes, à base aérea de Monte Real.
Sobre este assunto, Portas recusou fazer mais comentários, apenas salientando que "o primeiro-ministro falou verdade", ao dizer que o dossier estava a ser tratado há muito pelos Ministérios da Defesa e dos Transportes.
Na sua intervenção perante cerca de 200 apoiantes do CDS, Paulo Portas desafiou os eleitores a compararem o trabalho do seu partido no Governo com o desempenho do anterior executivo socialista.
"O ministro das Finanças indicado pelo CDS [Bagão Félix] - competente, honrado e bom - conseguiu controlar as contas públicas e começar a baixar o IRS. O PS deixou as contas totalmente desarrumadas", disse.
Também no Ambiente, Portas elogiou a atitude de Luís Nobre Guedes, actual ministro, e criticou o "último ministro do PS" da pasta, José Sócrates, acusando-o de "levar o país a polémicas" a propósito da co-incineração.
"Estamos à vontade com a comparação, só pedimos para sermos comparados em todas as áreas com o PS", disse.
O líder do CDS fez idênticas comparações nas áreas do Turismo e da Defesa, deixando por referir a ministra da Justiça do CDS Celeste Cardona, apesar de ter salientando a reforma do contencioso administrativo "com o timbre e a marca" do partido.
"Se o Estado português pela primeira vez for condenado por um trabalhador português por atrasos na justiça, isso é uma notícia fantástica, só possível pelo novo contencioso administrativo", destacou, referindo-se ao caso do emigrante que perdeu toda a sua fortuna com a falência fraudulenta da Caixa Económica Faialense.
No distrito de Vila Real, onde Portas alimenta a esperança de eleger o deputado perdido há 20 anos, o líder do CDS voltou a pedir mais responsabilidades num futuro Governo, mas sem querer precisar se é adversário directo de Pedro Santana Lopes.
"Eu não falo no meu parceiro de coligação, faço campanha pela positiva", respondeu, prometendo que manterá esta atitude até às eleições de 20 de Fevereiro.
Também quanto às presidenciais e à eventual candidatura de Cavaco Silva, o líder do CDS assegurou que não fará comentários, de forma a não misturar aquelas eleições com as legislativas de 20 de Fevereiro.
Em Vila Real, onde o CDS-PP tem como cabeça de lista Manuel Sampaio Pimentel, Portas apelou à participação de todos, "para que não sejam os socialistas" a eleger mais um deputado por este círculo.
Ao terceiro dia de campanha oficial, o líder democrata-cristão continua a apostar apenas em espaços fechados, tendo distribuído os primeiros beijinhos ao rancho folclórico local, contratado para actuar no almoço com militantes, e aproveitou para dançar com uma das cantadeiras.

(Fonte: Agência Lusa)

terça-feira, fevereiro 08, 2005

Pretende que o Império Contra-Ataque?

Via PPM, Acidental

segunda-feira, fevereiro 07, 2005

O PS e os Transportes

A privatização dos transportes públicos não é, em tese, negativa, isto desde que estejam bem definidas nos contratos de concessão as denominadas "obrigações de serviço público" e claro, em caso de violação das mesmas, o Estado tenha previsto as devidas sanções (que podem ir até ao resgate da Concessão). Mas, como não basta traçar objectivos ou metas, seria educativo saber quando e como pretende o PS iniciar esse caminho.

JPCC

O PS e os Transportes: Privatização total dos Transportes Públicos

"Caso o PS ganhe as eleiçõesUnidades de negócio da CP são para privatizar

Caso o Partido Socialista ganhe as eleições legislativas de 20 de Fevereiro, algumas das unidades de negócio da CP poderão passar para a mão de entidades privadas. Manuel Moura, do PS, defendeu ontem durante o seminário Transportes em Debate, organizado pela Transportes em Revista, Jornal de Negócios e Instituto Superior de Gestão (ISG), que a solução para enfrentar a falta de rentabilidade financeira e a má gestão de recursos por parte da CP, passa por privatizar áreas de negócio da empresa, como a CP Lisboa. Manuel Moura referiu que, a solução encontrada ainda no tempo do Governo PS, para a travessia do Eixo Norte/Sul (cujo serviço é actualmente prestado pela Fertagus), é um exemplo a seguir. Mas a opinião do militante socialista, não se aplica apenas à CP e ao modo ferroviário, aplica-se igualmente ao modo rodoviário e às empresas públicas do sector, como a Carris e a STCP. Manuel Moura afirmou que o Estado tem de deixar de ser operador".

Em www.transportesemrevista.com

E, diz o PS que é de Esquerda?!!!

JPCC

O PS e os Transportes: O tempo não volta pra trás

"PS quer rever ligação Lisboa-Porto

A linha de alta velocidade entre Lisboa e o Porto deverá ser exclusivamente em bitola europeia, com saída da capital através da futura ponte Chelas – Barreiro, defendeu o representante do Partido Socialista, Manuel Moura, no debate sobre o programa eleitoral na área dos transportes dos partidos com assento parlamentar, promovido pela Transportes em Revista, Jornal de Negócios e Instituto Superior de Gestão. O Partido Socialista rejeita assim a solução apresentada pelo actual Governo, e também preconizada pela representante do PSD, Marina Ferreira, que contempla uma ligação em duas bitolas, europeia – entre o Carregado e a Mealhada – e ibérica, nas entradas das cidades, obrigando à utilização de comboios com eixos telescópicos e um par de intercambiadores por cada trajecto".

Em www.transportesemrevista.com

JPCC

Grande Almoço-Comício em Lisboa

Meus amigos e amigas,

No próxima Domingo, 13 de Fevereiro, às 12h30, realiza-se o maior Almoço-comício da Campanha do Distrito de Lisboa, na Antiga FIL (Alcântara-Junqueira).
Contamos com a presença de todos neste evento.
Preço: 5 €
Inscrições: diogomoura@cds.pt
218814700

Vote CDS, o voto que Portugal merece!

Agenda de Campanha de 8 a 11 Fevereiro

Terça-Feira, 8 de Fevereiro

14h30 - Sede de Campanha (ponto de encontro)
Campanha de Rua e Som pela cidade de Lisboa

Quarta-Feira, 9 de Fevereiro

9h30 – Sede de Campanha (ponto de encontro)
10h30 – Feira de Mem Martins
15h00 – Volta na Av. Guerra Junqueiro/Av. Roma

Quinta-Feira, 10 de Fevereiro

9h00 – Sede de Campanha (ponto de encontro)
10h00 – Feira de Carcavelos
15h00 – Volta na Baixa e Chiado

Sexta-Feira, 11 de Fevereiro

9h00 - Sede de Campanha (ponto de encontro)
10h00 - Mercado de Benfica

Entrevista do prof. Rui Ramos

A Ler: entrevista do Prof. Rui Ramos, hoje no "Público". Para quem quiser aprofundar os temas tratados na entrevista, ler o livro "Outra Opinião - Ensaios de História", lançado pelo "Independente".

JPCC

Fotografias do "Palácio de Cristal"



Podem aceder a fotografias tiradas no comício de arranque oficial da campanha às Legislativas 2005 em: Novo Alentejo, o Blog dos nossos estimados correlegionários do Alentejo - Novo Alentejo
20 de Fevereiro: Beja, Évora, Portalegre e Setúbal votam CDS!


Sejam bem-vindos!

sexta-feira, fevereiro 04, 2005

Competência Útil

Paulo Portas entrevistado por Miguel Esteves Cardoso

Na edição de hoje da revista "Sábado", Miguel Esteves Cardoso entrevista Paulo Portas.

JPCC

A verdadeira natureza de Francisco Louça e do BE

A não perder um retrato fiel de Francisco Louça e do BE) por Miguel Esteves Cardoso na revista "Sábado" de 28.01.2005, e no artigo de Helena Matos no jornal "Público" de 29.01.2005.

JPCC

quinta-feira, fevereiro 03, 2005

Sondagens

Já todos sabemos: as sondagens valem o que valem. Mas, entre a primeira e a última, pode-se ir tentando perceber (e aprender) alguma coisa. Até para tentar prever. Tudo (quase tudo) isto em http://www.margensdeerro.blogspot.com/

JPCC

CDS-PP não compreende posição retrógrada do PS sobre o voto electrónico para as comunidades de emigrantes

"Para quem apresenta como principal receita para o país a necessidade de "um choque tecnológico", então, estamos conversados!" - disse Martim Borges de Freitas, cabeça-de-lista do CDS-PP pelo círculo eleitoral da Europa
Foi com incredulidade que o CDS-PP pelo círculo eleitoral da Europa tomou conhecimento da posição do Partido Socialista contra a introdução do voto electrónico, tratando-se, esta, de uma experiência ainda por cima não vinculativa.
Para o CDS-PP pelo círculo eleitoral da Europa, a introdução ontem apresentada do voto electrónico para os cerca de 150 mil eleitores portugueses residentes no estrangeiro, inscritos pelos círculos eleitorais da Europa e Fora da Europa, deve ser entendida como mais um passo no sentido de aumentar a participação dos emigrantes nos actos eleitorais e de ajudar no combate à abstenção.
Recorde-se que o CDS-PP já havia considerado ontem mesmo que testar um novo modelo de exercício do direito cívico de votação, que ao mesmo tempo faça uso das novas ferramentas de comunicação e torne o processo mais fácil, mais rápido e mais participado por parte dos eleitores, estejam eles em território nacional ou na diáspora, é sempre uma experiência positiva.
Para o cabeça-de-lista do CDS-PP pelo círculo eleitoral da Europa, Martim Borges de Freitas, "todas as soluções que visem aumentar a participação nem que seja de apenas mais um cidadão eleitor, são, mais do que bem-vindas, desejadas. Para quem defende um "choque tecnológico" como receita para os problemas do país, como defendeu o PS, então, estamos conversados!" - disse.

Reformas

A Ler: "Reformas por onde e quem começar"- artigo do Prof. Miguel Poiares Maduro no DN de 02.01.2005

JPCC

quarta-feira, fevereiro 02, 2005

Portas pede voto útil para o bom governo do País

Paulo Portas está convencido de que o CDS/PP vai ser o terceiro partido mais votado nas legislativas por entender que os seus ministros mostraram o que valem na maioria de Governo. O líder do PP não descarta acordos com o PS, apesar de achar este cenário «não provável nem preferível», e pede aos portugueses um «voto útil» para «o bom governo do País».
Falando aos microfones da rádio TSF, o presidente do CDS/PP começou por comentar as alegadas insinuações de Santana Lopes dirigidas a José Sócrates, referindo que «quem convence não precisa de ofender» e que o «País penalizará este tipo de política», para pouco depois afirmar que o líder do PS «tem tido a arrogância de pedir a maioria absoluta sem sequer apresentar um ministro das Finanças».
O líder do PP dirigiu críticas ao discutido pelos líderes dos dois maiores partidos em período de pré-campanha para depois dizer que o CDS «fará uma campanha pela positiva» e que «as pessoas sabem quem será a equipa de governo» do partido.
Por isso mesmo, Portas assumiu-se como «candidato a primeiro-ministro». O líder do PP foi mais longe e disse que «gostaria que o CDS tivesse influência em sectores onde não teve: na Saúde, Educação e Economia». «O PP pode ter mais força. Quem são as pessoas no PS que vão dirigir as Finanças?», questionou Portas, elogiando depois a actuação de Bagão Félix enquanto ministro das Finanças.
Aproveitando a ocasião, o presidente do CDS/PP disse que considera que o seu partido «vai de encontro às preocupações da classe média, que está preocupada com o crescimento da economia» e que a «ascensão do Bloco de Esquerda e PCP são um sinal contrário para a esperança desse crescimento».
«Os votos não são dos partidos, são das pessoas e há gente moderada cansada com o Governo. O CDS dá utilidade a um conjunto de valores que de outra forma se perderiam», disse Portas.
Além de Bagão Félix, Portas elogiou a actuação do ministro do Ambiente, Nobre Guedes, e quis desmarcar-se da actuação do líder do PSD no período de pré-campanha dizendo que «recuso-me a ser comentador da campanha do PSD».
O presidente dos populares teve ainda tempo para dizer que na próxima legislatura vai pedir a revisão do tempo de antena que as televisões portuguesas dão ao debate político já que serão renovadas as licenças de emissão.
(fonte: TSF)

Grande Entrevista na RTP1

O Presidente do CDS, Dr. Paulo Portas e Cabeça de Lista pelo Distrito de Aveiro, será o convidado de Judite de Sousa HOJE, na Grande Entrevista, RTP1, às 21h15.
Não perca!

Autoridades Metropolitanas de Transportes de Lisboa e do Porto

No seu programa de Governo, o PS propõe-se dar "poderes efectivos" às AMT de Lisboa e do Porto. Assim, nem mais nem menos. Fiel à ambiguidade do Eng. José Socrates, não se adianta mais nada. Mas percebe-se porquê: enquanto Governo, o PS prometeu que as criaria. Não criou, criou o Governo de Coligação com um Secretário de Estado dos Transportes indicado pelo CDS. Agora que já não pode prometer o que está feito, promete dar "poderes efectivos". Mas, aqui, também promete dar o que já está dado. Será que o PS não leu o Decreto-Lei nº 268/2003, de 28 de Outubro, alterado pelo Decreto-Lei 232/2004?

JPCC

Transportes em debate

A Transportes em Revista promove o debate sobre o tema "Transportes: Que rumo para uma nova legislatura?, onde se procura conhecer as propostas dos partidos políticos para o sector dos transportes. 3 de Fevereiro, 21:30, no ISG.

O CDS será representado pelo Dr. Ribeiro da Fonseca (a confirmar)

JPCC

terça-feira, fevereiro 01, 2005

Programa Eleitoral Sectorial: "Finanças Públicas e Administração Pública"

Ponto de partida

Não há desenvolvimento sustentável sem crescimento económico
embora este, por si, não seja suficiente. Não há crescimento
sustentado sem finanças públicas disciplinadas.


A saúde orçamental, as reformas indutoras de uma maior
produtividade, o primado da justiça social constituirão sempre as
bases de um modelo de desenvolvimento sustentável orientado
pelas exportações e por investimentos verdadeiramente
reprodutivos.

As finanças públicas não se alimentam da tentação de um futuro
sem esforço, pelo qual tudo é oferecido numa bandeja de ilusões e
como se tudo fosse possível ao mesmo tempo: mais despesa
pública, menos impostos, menos défice público, mais crescimento,
mais emprego, menor endividamento externo, juros baixos e “rating”
da República alto.

A consolidação das contas públicas não é uma circunstância, nem
sequer uma exigência ditada pela conjuntura ou pelas regras
europeias. É um imperativo permanente, um desafio de alcance
geracional, independente do valor do défice.

O Pacto de Estabilidade e Crescimento da União Europeia, a
aperfeiçoar através do reforço do seu carácter preventivo e da
flexibilização dos seus procedimentos que garantam uma maior
credibilidade e estabilidade, é um instrumento importante e
estruturalmente adequado para atingir uma situação de equilíbrio
financeiro.

O Estado deve, como tal, ser ao mesmo tempo financeiramente
exigente, economicamente estimulante, socialmente justo e cívica e
eticamente responsabilizador.

Exigência financeira que significa não apenas a contenção
quantitativa dos gastos públicos, mas também a avaliação
permanente da qualidade da despesa medida pela sua
necessidade, justeza e eficácia.

Estímulo económico, pois que não é tolerável, como modelo de
futuro para Portugal, que o Estado continue a absorver em excesso
recursos que deveriam ser investidos na economia.

Justiça social que crie condições para erradicar a pior das iniquidades que consiste em igualar o que é diferente.
Responsabilidade ética e cívica para que se estimule a prática de
cidadania e se elimine a ideia egoísta de que alguns têm direitos e
outros têm deveres.
O Orçamento de Estado, como instrumento ao serviço do desenvolvimento, jamais pode ser um somatório artificial de desejos sectoriais, de interesses de corporação, de voluntarismos perniciosos.
Por isso, deverão ser criadas, sem possibilidade de recuo, as
condições para o desenvolvimento do eixo central de uma política
orçamental virada para o progresso: menos despesa pública para
menos impostos e menos endividamento; e não mais impostos e mais dívida para financiar mais e pior despesa. Porque a má despesa, o desperdício e a ineficiência são os verdadeiros impostos. Assume-se como caminho certo o esforço do Orçamento de 2005 em que baixa o peso da despesa no produto e, com a contrapartida de medidas corajosas no combate à evasão fiscal, levou à baixa também do IRS da classe média.

O Orçamento do Estado deve contribuir para o desenvolvimento, não extorquindo recursos necessários para uma economia vitalizada, deve ter uma lógica anti-cíclica que anime a economia na recessão e controle as tensões inflacionistas na expansão e deve ser selectivo e reprodutivo no investimento público.

As finanças do Estado devem conjugar, com lucidez, a excelência
do rigor com o favorecimento do crescimento e com uma fiscalidade
solidária. Se a riqueza é fundamental para aumentar a receita do
Estado, o consumo público deve absorver, todavia, uma menor
parte daquela. Só assim se quebra o ciclo do despesismo estéril e
se avança no progresso. Continuamos a ter um problema sério do lado da despesa. Quer quanto à sua excessiva apropriação da riqueza nacional, quer quanto à sua qualidade. Há que ir às suas origens e debelar a despesa improdutiva.
Apesar da sua elevada rigidez, todos os esforços no sentido de
limitar a despesa são uma verdadeira prioridade, sem prejuízo de o
Estado cumprir com eficácia a sua função de redistribuição social.

Em matéria de política fiscal, a nossa proposta é orientada por cinco objectivos centrais: eficácia e suficiência de receitas, equidade tributária, neutralidade económica, simplicidade e capacidade concorrencial.
Em particular, salienta-se o propósito de uma mais justa distribuição da carga fiscal sem que tal signifique diminuição da receita de impostos.

Mas não se peça, porém, ao sistema fiscal que concentre em si
demasiados objectivos sociais.

Importa, sobretudo, assegurar a equidade horizontal designadamente pelo alargamento justo da base tributária, pois que quanto à equidade vertical o Estado tem, designadamente na protecção social, instrumentos mais adequados e justos.

A complexidade da legislação e da regulamentação tem sido
identificada como um sério constrangimento à eficiência da
Administração Fiscal, o que aponta no sentido de um maior esforço
de simplificação da legislação, dos regulamentos e dos processos.
Simplificar a lei constitui um objectivo essencial de justiça fiscal e de fácil reconhecimento do quadro legal por parte dos contribuintes. Há, ainda, um excesso de regimes especiais para situações ditas especiais desajustadas do novo quadro económico nacional e mundial.
E é bom ter presente que benefícios fiscais para alguns são sempre
penalizações fiscais para outros. Nem sempre com a justiça
necessária e quase sempre prejudicando os mais pobres.

A Administração Pública condiciona fortemente a vida das pessoas
e das empresas
. É, por isso, transversalmente, condição do êxito ou fracasso das políticas. Em rigor, de todas as políticas.
Em Portugal, há muito que se reconhece a premência da
intervenção governativa nesta área. Nessa medida, e no essencial,
os diagnósticos estão feitos, os problemas são conhecidos, as
causas foram identificadas, as soluções estão propostas.
É, portanto, hora de agir.

Metas
Projectar para o quadro da legislatura uma sólida e realista
consolidação orçamental traduzida num compromisso plurianual e consistindo na evolução da despesa corrente e da receita fiscal nos seguintes termos:

a) A despesa corrente (DC) deve descer 0,5% do PIB /ano, nos primeiros dois anos e 1 % / ano, nos últimos dois anos – o que torna necessário que a DC cresça, em termos reais, cerca de 1,15% abaixo da taxa de crescimento do PIB nos primeiros dois anos e 3,3%
abaixo nos últimos dois anos da legislatura.

b) A receita fiscal (RF) deve subir 0,4% (do PIB)/ano, nos primeiros três anos – o que torna necessário que a RF cresça, em termos reais, 1% acima da taxa de crescimento do PIB. Esta evolução será conseguida por uma maior eficácia da cobrança fiscal e não –
claramente não - por aumento dos impostos.

c) Assim sendo, a trajectória da consolidação orçamental
será:
2005 – Défice de 2,8% (mais 1,4% de receitas extraordinárias) = 4,2%, conforme previsto no Orçamento de Estado
2006 – Défice de 3,3% (antes da consideração de receitas extraordinárias necessárias para não violar o PEC)
2007 – Défice de 2,4% (eliminando a necessidade de
receitas extraordinárias)
2008 – Défice de 1%
2009 – Orçamento equilibrado.
• Menor peso da despesa pública, redução que desde logo se explica e detalha cumprindo a meta anterior.
• Prioridade dada às despesas de investimento e de desenvolvimento, em particular as que directamente estão ligadas aos factores humanos, à inovação e à competitividade.
• No que diz respeito ao sector empresarial do Estado deverá ser assegurada a concretização dos processos de reestruturação operacional e financeira, tendo em vista assegurar um progressivo, mas consistente, saneamento das suas contas e o prosseguimento da política de privatizações.
• Melhoria da gestão patrimonial do Estado, rentabilizando os
activos imobiliários e imputando, com verdade, os custos da sua utilização pelos serviços.
• Simplificar o regime do IRS no quadro do período da legislatura através de um sistema de menor número de taxas, menos deduções e menos retenções relativa aos rendimentos de trabalho por conta de outrem.
• Caminhar progressivamente para um IRS mais amigo da família e da natalidade, não penalizando os casais face aos contribuintes solteiros, casados separados de bens ou em união de facto, diferenciando a dedução à colecta em função do número de filhos e considerando como custo fiscal certas despesas comprovadas com a assistência aos filhos (por exemplo, custo com a Segurança Social e Seguro de acidentes do trabalho doméstico, amas, baby-sitters,
enfermeiros).
• Revisão do Imposto Automóvel que permita repercutir pela vida útil dos veículos o actual custo fiscal imputado à aquisição.
• Instituição de vantagens fiscais para o apoio social dados pelas empresas aos seus trabalhadores e famílias, em particular no âmbito do apoio às crianças até à idade escolar.
• Combater eficazmente a evasão e a fraude fiscais.
• Prosseguir com a execução das medidas que foram aprovadas no OE para 2005, em especial no que se refere a:

a) via verde fiscal para os cumpridores, não devendo ser incomodados com inspecções desnecessárias e pedidos de documentação dispensável e via amarela ou sinal vermelho para contribuintes com currículo fiscal duvidoso ou manifestamente ilegal;
b) Criação do corpo especial de elite dotado de meios de combate à grande evasão e fraude;
c) Criação do órgão de administração executiva das Contribuições e Impostos;
d) Obrigatoriedade de passagem de factura e da utilização de contas bancárias para o movimento das operações das empresas;
e) Avaliação da matéria colectável por métodos indirectos sempre que existir uma divergência assinalável entre o rendimento declarado e o património evidenciado;
f) Responsabilidade solidária pelo pagamento de imposto sempre que existam operações simuladas e facturas falsas;
g) Acesso às contas bancárias, dispensando-se a autorização e audição prévia dos titulares em situações especificadas na lei, alargando-se a derrogação do segredo bancário e fiscal em situações de incumprimento reiterado e injustificado das obrigações tributárias;
h) Inversão do ónus da prova em manifestas situações de desajustamento fiscal, com garantias aos contribuintes de isenção e idoneidade, e decididas ao mais alto nível da Administração Fiscal e de uma forma colegial.
• Redefinir o papel do Estado através da eliminação de actividades e regulamentações supérfluas, obsoletas, repetidas e injustificadas; externalização de funções susceptíveis de melhor desenvolvimento pela sociedade, através de formas societárias, parcerias público-privadas e outsourcing; desburocratização dos procedimentos decisórios.
• Reforma profunda do processo de compra de bens pelo Estado, centralizando procedimentos, racionalizando critérios, ajustando métodos de aquisição que tenham em consideração o curto ciclo de vida das novas tecnologias e maximizando as compras electrónicas. Em particular, deve avançar-se para a aplicação alargada a vários bens e serviços do sistema de compras electrónicas, estimando-se uma poupança anual não inferior a 250 M€ / ano que deverão reverter para a sustentação a prazo da CGA.
• Alterações da lei das privatizações, com a possibilidade de parte das receitas encaixadas pelo Estado reverterem para os Fundos de Reserva e de Capitalização da Segurança Social e da Caixa Geral de Aposentações.
• Transparência na prestação das contas de todas as entidades incluídas no Orçamento. A apresentação do Balanço e dos Resultados de cada gestão, conjuntamente com a informação sobre os compromissos assumidos com efeitos nos anos futuros, devidamente certificados, constitui um factor de credibilidade acrescida no processo político e responsabiliza os eleitos face aos eleitores.
• Alteração significativa da Lei das Finanças Locais e da Lei das
Finanças Regionais que, entre outros objectivos, aumente o controlo financeiro no quadro do SPA e do PEC, dificulte a criação de empresas satélite que são uma forma de desorçamentação de efeitos perversos para as contas públicas e que associe, tanto quanto possível, os gastos regionais e municipais à capacidade de cobrança de certos impostos e taxas. Para tal, deverão ser atribuídas ao
Ministério das Finanças as responsabilidades centralizadas do
controlo financeiro de todo o Sector Público Administrativo.
• Formação e qualificação dos funcionários por via de incentivo
ao desempenho individual e colectivo, mediante definição de objectivos e avaliação de resultados; responsabilização dos funcionários e agentes, no quadro das exigências impostas por uma ética de serviço público.
• Rejuvenescimento da função pública, designadamente através de incentivos para a saída de funcionários, ao trabalho a tempo parcial, à mobilidade profissional e geográfica, ao recurso ao quadro de excedentes, à colocação contratualizada em empresas, à criação de bolsas para jovens licenciados, à criação da figura de contratos de trabalho garantido por um número mínimo de anos e ao
aproveitamento dos recursos inscritos no Programa Operacional da Administração Pública para qualificação profissional.
• Distinção clara na Administração Pública dos lugares que dependem da confiança dos titulares dos cargos políticos tanto para o início, como para a cessação de funções em relação àqueles cuja evolução apenas depende das regras estritas da Função Pública. Proceder a uma profunda e gradual reforma da Administração Pública inventariando e auditando com o apoio de uma entidade independente e, depois, simplificando todos os fluxos e processos que tenham
como destinatário os cidadãos e as empresas.
• Forte investimento na relação Estado-Sociedade através da perspectiva dos cidadãos e empresas como clientes da Administração, causa e fim da existência dos serviços públicos e da prossecução da actividade administrativa; por via da elaboração de um Programa muito pragmático de simplificação de actos e de procedimentos na relação entre o Estado e as Pessoas, Famílias e Empresas; com o
aprofundamento da utilização das tecnologias de informação e do “governo electrónico”; e com a promoção do benchmarking em serviços públicos, com a sua inerente seriação.

Programa Eleitoral do CDS-PP às Legislativas 2005

Vamos dar início à publicação sectorial do Programa Elitoral do CDS-PP para as eleições Legislativas de 2005.

Um programa de valores

O CDS tem uma clara preferência pelas famílias, pelos mais pobres e mais fracos.

Como propomos no nosso programa eleitoral, vamos fazer o melhor para limitar a intervenção do Estado ao que deve ser:

proteger os mais fracos, combater as injustiças fiscais, fazer justiça social.

Apoiar a criação de riqueza para a distribuir pelos mais desfavorecidos.

Reduzir os impostos sobre as famílias e apoiar políticas de natalidade, com a protecção social da maternidade.

Aumentar a licença de parto e o continuar a lutar pelo aumento das pensões de reforma.

Reforçar a eficiência do sistema público de Segurança Social para combater as fraudes e as evasões.

Reformar o Estado Providência para garantir o efectivo acesso dos cidadãos aos cuidados de saúde e apostar decisivamente nos recursos humanos.

Vamos fazer tudo para estar ao lado dos cidadãos portadores de deficiência, eliminando obstáculos à sua plena integração.

Isto não são promessas - se ler o programa do CDS vai ver que lá não está escrita uma vez que seja a palavra "promessa".
São compromissos.
Nós faremos realmente o melhor de que somos capazes se os portugueses nos derem a sua confiança e o seu voto.

Paulo Portas