quarta-feira, setembro 30, 2009

Pedro Santana Lopes reúne centenas de taxistas em jantar de convívio


Santana Lopes falava num jantar convívio com mais de 800 profissionais de taxis de Lisboa, na antiga FIL, em Alcântara. Na mesma ocasião o candidato anunciou, em primeira mão, a intenção de colocar a nova Feira Popular no Parque da Bela Vista, como exemplo de desenvolvimento para a cidade.
No seu anterior mandato em Lisboa, Pedro Santana Lopes tomou uma série medidas em relação aos taxis, que resultaram de um trabalho conjunto de levantamento de problemas com a ANTRAL. O Presidente desta Associação, Florêncio de Almeida, foi o primeiro orador da noite e sublinhou que «Pedro Santana Lopes foi sempre um presidente com abertura para nos receber a qualquer altura». Sublinhando que não podia tomar posições partidárias, Florêncio de Almeida considerou que em qualquer ocasião «devemos votar em quem tem cumprido e fez alguma coisa por nós».
Após declarar ter chegado o momento de «os táxis serem reconhecidos como parceiros da CML nos transportes», Florêncio de Almeida classificou a mobilidade na zona ribeirinha como um dos principais problemas a resolver na cidade.
Na sua intervenção Pedro Santana Lopes, sempre muito aplaudido, garantiu que ,caso seja eleito, voltará a restabelecer na zona entre o Terreiro do Paço e o Cais do Sodré a circulação em duas vias em cada sentido. O candidato apresentou ainda detalhadamente as soluções de desnivelamentos do Saldanha e do Campo Grande para além da reformulação da Praça de Espanha, projectos esses saudados pelos convivas presentes. «Não podemos ignorar que numa cidade como Lisboa os automóveis fazem parte da vida e do trabalho das pessoas e não podemos castigar quem cá vive» - sublinhou.
O candidato à presidência da CML distinguiu o seu modelo para a cidade de Lisboa como «Orientado para tornar melhor a vida daqueles que trabalham», por oposição a «projectos para cidades utópicas». Recordando a promessa falhada de António Costa no início do mandato de terminar com o estacionamento em segunda fila, Santana Lopes declarou a intenção de prosseguir a acção realizada de ordenamento do trânsito, assente também no condicionamento do trânsito nos bairros históricos, em zonas como a Mouraria.

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Santana Lopes pede maioria absoluta para governar "com eficácia"

O candidato do PSD a Lisboa, Pedro Santana Lopes, iniciou hoje o período de campanha oficial pedindo aos eleitores "maioria absoluta" para a coligação Lisboa com Sentido em todos os órgãos autárquicos para poder governar a cidade "com eficácia".
"Estamos a dizer o que queremos fazer e peço ao povo de Lisboa que nos dê a maioria absoluta na Câmara, na Assembleia Municipal e nas Assembleias de Freguesia, para podermos governar com eficácia", declarou Pedro Santana Lopes na inauguração de uma exposição com alguns dos principais projectos da coligação, que agrupa PSD, CDS, MPT e PPM.
"Escolher cada um dos candidatos não é indiferente", disse Santana Lopes, afirmando que todas as candidaturas "merecem igual respeito" e criticando o seu adversário socialista, António Costa, por alegadamente querer fazer das eleições em Lisboa uma "corrida a dois" entre o PS e a coligação encabeçada pelo PSD.

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terça-feira, setembro 29, 2009

Autárquicas: CDS com "ânimo renovado" quer eleger "mais vereadores e mais deputados municipais"

O CDS-PP parte para as eleições autárquicas com "ânimo renovado" depois do bom resultado obtido nas legislativas e com o objectivo de eleger "mais vereadores e deputados municipais".
O objectivo para as próximas eleições é, marcado pelo coordenador autárquico do CDS, Hélder Amaral afirma que "tentamos reforçar a presença autárquica de forma gradual, dotar o partido de experiência autárquica. O objectivo é ter mais vereadores e apostar forte nas assembleias municipais". Em relação à conquista de Câmaras Municipais, Hélder Amaral afirmou que "há algumas expectativas nos distritos de Viseu, Vila Real, Aveiro e Porto".
Nas autárquicas de 11 de Outubro, o CDS-PP concorre a 160 câmaras em nome próprio e a 86 em coligação, ora com o PSD, ora com o PSD/PPM/MPT.
Os 10,4 por cento obtidos nas legislativas do passado domingo deram "ânimo reforçado" para a mobilização dos democratas-cristãos para a campanha das autárquicas mas com a consciência de que o resultado para a Assembleia da República "não se transportará para as autarquias".
As eleições autárquicas são muito específicas, não se repete a lógica nacional. Cada problema tem um nome, um rosto, há uma ligação de proximidade entre o candidato e o eleitorado, vai depender muito da dinâmica das próprias candidaturas", afirmou.
Já em Lisboa, em que o CDS concorre coligado com o PSD, candidatura liderada por Pedro Santana Lopes, "a expectativa é elevadíssima", afirmou Hélder Amaral.
Cascais, Coimbra, Sintra e Porto são outras câmaras em que o CDS concorre em coligação com o PSD e em que considera haver "fortes probabilidades de vitória".
Com um "clima de confiança" mas não excessiva, o CDS-PP vai, na campanha, dar o exemplo da câmara de Ponte de Lima para provar que "o CDS tem vocação autárquica".
Já na campanha das legislativas, o líder do CDS-PP deu o exemplo de Ponte de Lima e de Daniel Campelo como "o autarca modelo", destacando o facto de a câmara "ter obra", não ter dívidas, ter os impostos mais baixos e uma boa qualificação nos indicadores de sustentabilidade ambiental, lembrou Hélder Amaral.
CDS com DN.pt

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segunda-feira, setembro 28, 2009

AMANHÃ: Grande Exposição Lisboa com Sentido

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CDS elege 21 deputados e alcança os 10,5%

Deputados eleitos:

Aveiro: Paulo Portas e Raul Camello de Almeida
Braga: Telmo Correia e Altino Bessa
Coimbra: João Serpa Oliva
Faro: Artur Rêgo
Leiria: Assunção Cristas
Lisboa: Teresa Caeiro, Pedro Mota Soares, João Rebelo, Isabel Galriça Neto e Pedro Brandão Rodrigues
Porto: José Ribeiro e Castro, João Almeida, Cecília Meireles Graça e Michael Seufert
Santarém: Filipe Lobo D'Ávila
Setubal: Nuno Magalhães
Viana do Castelo: Abel Baptista
Viseu: Hélder Amaral
Madeira: José Manuel Rodrigues

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domingo, setembro 27, 2009

Paulo Portas: «Foi desta vez: dois dígitos»

Já todos os líderes partidários tinham falado quando Paulo Portas fez a sua declaração. Esperou, em conjunto com os militantes que se encontravam na sede do CDS, que José Sócrates terminasse o seu discurso e depois partiu para a intervenção de quem era vencedor: «Foi desta vez: dois dígitos». O líder popular lembrou que todos os objectivos a que se tinha proposto foram conseguidos. Em primeiro lugar e no topo das prioridades «o povo tirou a maioria a José Sócrates». O presidente do CDS seguiu em ataque ao primeiro-ministro dizendo que «o país recusou a arrogância e a prepotência de uma maioria absoluta transformada em poder absoluto» e prometeu ser a «melhor oposição» contra o governo socialista.
Segundo o líder popular, este é o melhor resultado do CDS nos últimos 26 anos. «O CDS cresceu mais de 180 mil votos». Paulo Portas referiu ainda alguns círculos eleitorais onde considera que o CDS teve «grandes resultados eleitorais», salientando que, a partir de agora, o CDS é «um verdadeiro partido nacional».
O líder popular voltou a falar dos seus quase 50 mil quilómetros entre pré-campanha e campanha oficial, sublinhando no entanto que «é possível ter um grande crescimento eleitoral gastando pouco dinheiro».
O dirigente democrata-cristão não esqueceu ainda de agradecer ao eleitorado jovem que, diz, ao contrário do que diziam as sondagens e os analistas «não é de extrema-esquerda» e mostrou-se feliz por ter atingido o seu objectivo máximo: ficar à frente da CDU e do Bloco de Esquerda.
Portas salientou também que o CDS ficou à frente do BE e da CDU e o CDS “passou a contar para outro campeonato”Por último, o líder do CDS afirmou que "é possível ter um grande crescimento eleitoral gastando pouco dinheiro".
in Sapo

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sábado, setembro 26, 2009

Ourém: Diogo Alvim faleceu com gripe A

O candidato do CDS-PP à Câmara Municipal de Ourém, Diogo Castelino Alvim, morreu hoje no Hospital Curry Cabral, em Lisboa, onde estava internado após ter contraído gripe A (H1N1), disse à agência Lusa fonte da sua candidatura.
«O Dr. Diogo Alvim faleceu cerca das 13:00, no Hospital Curry Cabral, onde estava internado desde a última semana de Agosto, após ter contraído a gripe A (H1N1)», disse o candidato do CDS-PP à Assembleia Municipal de Ourém, Nuno Prazeres.
Nuno Prazeres, que lamentou o sucedido e manifestou solidariedade à família, declarou que os órgãos concelhios e distritais do partido se encontram reunidos devido a esta situação, mas não adiantou mais pormenores.
Diário Digital / Lusa



A Concelhia de Lisboa apresenta as mais sentidas condolências à família de Diogo Alvim.

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Paulo Portas diz: NÃO a uma coligação com o PS

Paulo Portas disse esta noite em Leiria "NÃO" a uma coligação com o PS. O Presidente do CDS-PP diz mesmo que " o CDS tem um caderno de encargos, valores e trabalho a respeitar".
A poucas horas de terminar a campanha, Paulo Portas lembrou a Constituição, que prevê que o Presidente da República nomeia o primeiro-ministro “tendo em conta dos resultados eleitorais”.
Paulo Portas considerou por isso que o mais relevante é saber se o PSD e o CDS-PP têm mais um deputado do que a esquerda parlamentar.
De acordo com a Constituição, o Presidente da República nomeia o primeiro-ministro “tendo em conta os resultados eleitorais”, ou seja, não é necessariamente o partido mais votado a ser chamado para formar governo.
Paulo Portas mostrou-se ainda animado, e em relação à hipótese de vir a pedir os 10 por cento de votos esperados em 2005, afirmou: “É desta”, recusando dizer o número expressamente.

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sexta-feira, setembro 25, 2009

Portas pede voto no CDS para impedir que portugueses caiam em nova maioria absoluta de um só partido

Paulo Portas afirmou esta sexta-feira que o voto no CDS-PP é o que impede uma nova “maioria absoluta de um só partido”, considerando que “à primeira caem todos, à segunda cai quem quer”.
No seu discurso de encerramento da campanha, em Leiria, o líder do CDS-PP dirigiu-se aos que estão desiludidos com o PS e os que estão descontes com o PSD, apelando ao voto no CDS, que definiu como um partido com responsabilidade.
“Na última sondagem o CDS já só está a 0,8 por cento do Bloco, falta muito pouco. Como as sondagens nos tratam sempre por baixo podem ter a certeza que no domingo vamos ser a terceira força política”, afirmou.
“Quem vota no CDS expressa indignação, revolta e crítica mas também esperança”, afirmou, pedindo votos para rejeitar “o centrão”.

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Paulo Portas entre as peixeiras que "não metem nojo"

Paulo Portas foi ao mercado de Benfica esta sexta-feira e passou por todas as bancas do peixe ouvindo mesmo uma vendedora que se saiu com um recado para Francisco Louçã: "as peixeiras não metem nojo".
Portas já tinha dito duas vezes para as câmaras uma frase que tem repetido desde que o coordenador do Bloco de Esquerda afirmou num mercado que não iria falar com as peixeiras porque não quer contribuir para a "política espectáculo".
"É extraordinário, Francisco Louçã diz que não frequenta as peixeiras. Eu falo com toda a gente, não tenho medo de ir ao mercado falar com as peixeiras", afirmou.
Depois de passar várias vezes pelas bancas do peixe, Paulo Portas encontrou uma peixeira que se afirmou ofendida com o líder do BE.
"Eu não meto nojo. Ele tem nojo do trabalho, é um nojento", afirmou a mulher, enquanto Paulo Portas se mostrava compreensivo.
Com tanta atenção às peixeiras, Portas acabou por passar ao lado das outras secções do mercado, e houve até vendedoras com pena de não o cumprimentar.
CDS com DN.pt

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quinta-feira, setembro 24, 2009

Candidatos Lisboa com Sentido à freguesia dos ANJOS

CDS-PP representado nos Anjos por:
Júlio Sequeira
Teresa Brás Matos
Victor Esteves
Irene Santos Moura
Maria Teresa Matos

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quarta-feira, setembro 23, 2009

Pedro Santana Lopes, Orísia Roque e António Monteiro em diálogo com seniores, durante visita e almoço nos Inválidos do Comércio


Pedro Santana Lopes, visitou esta quarta-feira as instalações dos Inválidos do Comércio, no Lumiar, acompanhado por vários responsáveis da Coligação “Lisboa Com Sentido” incluindo os futuros vereadores António Carlos Monteiro e Maria Orísia Roque e o presidente da junta de freguesia do Lumiar, Nuno Roque.
Durante a visita, guiada pelo presidente da direcção da instituição Vítor Damião, Pedro Santana Lopes dialogou directamente com cerca de uma centena de seniores. No final, almoçaria no refeitório com membros da direcção e funcionários, não sem antes lhe ter sido solicitada a assinatura do Livro de Honra.
O candidato reforçou na ocasião as características únicas e o papel de relevo na área da acção social desempenhado pelos Inválidos do Comércio, uma IPSS que comemora este ano o seu octogésimo aniversário: «São 80 anos muito bonitos», afirmaria.
Apesar de todo o seu histórico na área da solidariedade social, a instituição depara-se hoje com obstáculos burocráticos junto do actual executivo camarário liderado por António Costa. Com efeito, encontra-se atrasada a desejada construção de creches e outro equipamento de apoio social a construir no local, apesar de a IPSS ter já garantido financiamento próprio para a criação das infra-estruturas. Recorde-se que, para um maior apoio e melhoria da qualidade de vida dos cidadãos seniores, Pedro Santana Lopes inclui no seu programa para o próximo mandato a criação de um pelouro a ser–lhes dedicado na vereação da CML.
Outras medidas a implementar passarão pela criação de mais residências assistidas; a criação do Programa “Sentir Lisboa” para prestação de serviços directos ao domicílio; o incentivo ao voluntariado sénior e o retomar de programas com sucesso comprovado no seu mandato anterior e entretanto interrompidos - como o “Lisboa Feliz” e “Passeios de Verão” - de promoção da convivência entre munícipes.
Para além disso, o reforço da segurança através do patrulhamento de proximidade e do alargamento do serviço Tele-Alarme ao maior número possível de munícipes constituem também, a par da melhoria da mobilidade e do desenvolvimento do programa “Lx Porta a Porta”, um dos principais eixos programáticos de apoio a este segmento etário de cidadãos.
Nesta visita esteve ainda presente a candidata do CDS à freguesia do Lumiar e actual Tesoureira da Junta, Maria Clara Ferreira da Silva.

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Paulo Portas "ao lado" das forças de segurança pede mais apoio do Estado

Paulo Portas visitou esta quarta-feira mais uma esquadra da GNR para se mostrar “ao lado” das forças de Segurança, e propôs que o Estado assuma as custas judiciais dos processos em que polícias tenham sido vítimas de agressões.
“Esta visita é um sinal de testemunho de lealdade intransigente e inquebrantável com as forças de segurança em Portugal”, afirmou, depois de se reunir com o comandante da GNR de Santarém.
Paulo Portas reclamou ser o “único líder partidário que visita quartéis da GNR e postos da PSP” e enalteceu os profissionais a quem prometeu “lealdade intransigente e inquebrantável”.
Afirmando-se preocupado por haver “cada vez mais agressões a polícias e a guardas”, o líder do CDS-PP defendeu que o Estado se constitua como assistente no processo “quando um polícia é agredido”.
“Para nunca mais acontecer que um polícia ou um guarda sejam agredidos, vão a tribunal fazer valer os seus direitos e ainda são eles que pagam as custas judiciais”.
A segurança será hoje o tema forte do jantar-comício desta noite em Setúbal, com Paulo Portas a insistir nas críticas ao PS e ao PSD, o primeiro por ter “falhado” e o segundo por ser “hesitante” e “não se comprometer”.
Na saúde, o líder do CDS-PP prometeu dar prioridade às questões da deficiência e da demência na próxima legislatura, sublinhando que essa será uma das áreas de intervenção da candidata por Lisboa Isabel Galriça Neto, especialista em cuidados paliativos, se for eleita.
À porta do Hospital, Paulo Portas contou que encontrou lá dentro “três senhoras” que “estavam desesperadas” por uma consulta de oftalmologia.
“Estão seis, dez, doze meses à espera de uma consulta quando existem no sector social 13 hospitais onde se podem fazer mais cirurgias e mais consultas em oftalmologia”, defendeu.

CDS com DD

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A "obra" de António Costa...

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segunda-feira, setembro 21, 2009

AMANHÃ - Apresentação do Programa de Sustentabilidade

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domingo, setembro 20, 2009

Lisboa não tem um projecto para António Costa



in Edtorial da Revista Sábado

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Santana acusa Costa de ter licenciado obras ilegalmente

Câmara furou plano director municipal graças ao Governo que rectificou uma lei à medida de Lisboa, acusou candidato do PSD.
Pedro Santana Lopes acusou ontem o executivo de António Costa de durante dois anos ter licenciado obras de forma ilegal em zonas consolidadas da cidade, graças ao Governo de Sócrates que "rectificou um decreto-lei à medida do município". Para o candidato laranja à autarquia lisboeta, que ontem reuniu com jornalistas num hotel, o concelho tem sido governado em "estado de excepção, de mistificação e manipulação".
O "estado de excepção" tem a ver com um a "estranha" rectificação ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial (RJIGT)- decreto-lei n.º 316 de 22 de Setembro de 2007. Segundo Santana, dois meses após a publicação deste diploma, o Governo mandou fazer uma rectificação de acordo com as necessidades de António Costa. Assim, no n.º 2 do artigo 85.º, lia-se que "na ausência dos índices, parâmetros e indicadores de natureza supletiva (...) para as áreas sujeitas à elaboração de plano de urbanização ou de plano de pormenor (...) são aplicáveis às operações urbanísticas a realizar em zona urbana consolidada (...) os índices, parâmetros e indicadores de referência".Ora, segundo Santana, com esta norma era impossível licenciar obras nas zonas consolidadas da capital uma vez que os índices, parâmetros e indicadores já existiam. À luz desta norma, para licenciar seria necessária alterar o plano de pormenor o que, segundo ele, demoraria pelo menos dez anos.Em Novembro de 2007, quatro meses após Costa ter tomado posse, explicou o líder da candidatura "Lisboa com sentido", o governo mandou "rectificar" o decreto-lei. Assim, em vez de "na ausência de índices...", passou a ler-se: "Não obstante a existência de índices...". Ora, desta forma "já foi possível licenciar sem ter de se alterar os planos de pormenor", explicou Santana. Só que esta rectificação alterou "substancialmente o conteúdo do diploma". Por isso, acrescentou, "teria que ser publicado um novo decreto-lei e não uma rectificação, sendo que esta apenas serve para corrigir gralhas e não regras" especificou.
De facto, o Governo detectou "a anomalia legal". Em Agosto último, dois anos depois, fez então publicar um novo decreto-lei com aquela alteração. Para Santana, durante dois anos a Câmara de Lisboa licenciou de forma ilegal prédios de habitação, hotéis e outros imóveis em zonas consolidadas. Mesmo com o novo decreto-lei de Agosto último, defendeu, a ilegalidade não desaparece. "A lei não tem efeitos retroactivos", lembrou.
Mas isto é apenas o estado de excepção. "Porque houve também "muita mistificação e manipulação" , disse.
in Público

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Paulo Portas apela à maioria silenciosa que apoia ideias do CDS

O líder democrata-cristão, Paulo Portas, pediu este Sábado à noite os votos da “maioria silenciosa” que concorda com as ideias do CDS-PP e considerou que PS e PSD apresentam “demasiadas semelhanças” para serem “credíveis”.
Em nome da maioria silenciosa dos portugueses que pensam como nós em muitas matérias, apesar de ser politicamente incorrecto (…) fiquem a saber em Portugal já há uma maioria silenciosa de pessoas que não acham bem que aqueles que não querem trabalhar abusem do rendimento mínimo à custa do contribuinte”, afirmou Portas.
Num jantar com cerca de 800 militantes, em Albergaria-a-Velha, Aveiro, Portas frisou que o CDS-PP “é a direita que não é ambígua, não é tímida e não é tíbia” e procurou mostrar as diferenças face ao PS, cuja maioria absoluta “está a acabar”.
“E já só falta sete dias para esta maioria absoluta ter o destino que merece, acabar. Esta ou qualquer outra”, acrescentou.
Fazendo um resumo das principais ideias que apresentou na primeira semana da campanha eleitoral, Portas disse falar “em nome da maioria silenciosa” que não quer votar no PS ou no PSD, partidos que “têm demasiadas semelhanças” quando deviam ter “como qualquer alternância na Europa, suficientes diferenças para que a política fosse credível”.
Paulo Portas apelou aos militantes para que vão “buscar os votos” da "maioria silenciosa" que “não quer a impunidade em Portugal”, que “não quer pagar mais impostos”, dos que querem aumentos nas pensões e dos que exigem uma supervisão bancária competente.
Já o dirigente do CDS-PP e eurodeputado Diogo Feio afirmou que o director do jornal Público, José Manuel Fernandes, está hoje “sob fogo” em resultado da “maioria absoluta do PS”.
Diogo Feio afirmou que “não se esquece” de ver o secretário-geral do PS, José Sócrates, “num congresso do seu partido, há meio ano, falar numa campanha negra”.
“Uma campanha negra que tinha alvos, o director da TVI e o director do Público. Seis meses depois o director da TVI já não está lá e o director do Público está hoje sob fogo. Pode-se ver aquilo que é o resultado da maioria absoluta de um só partido. Isto tem que terminar”, afirmou Diogo Feio.

CDS com IOL.pt

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sexta-feira, setembro 18, 2009

COMUNICADO - As trapalhadas de António Costa

As trapalhadas de António Costa
Tribunal de Contas Expõe a Falta de Rigor do Executivo Socialista

Na sequência da notícia divulgada hoje pelo Jornal “PÚBLICO”, dia 18 de Setembro, com o título “Tribunal de Contas chumba empréstimos à Câmara de Lisboa”, a Concelhia de Lisboa do CDS vem responsabilizar António Costa pela forma desregrada, atabalhoada e irresponsável com que o actual executivo camarário tem conduzido os pedidos de empréstimos.
O endividamento da CML, que a propaganda do PS procura esconder, tem servido sistematicamente para adiar a verdadeira resolução da situação económica da CML. Por este motivo o CDS votou contra o empréstimo e manterá esta posição caso o assunto volte ao plenário.
A avaliação do empréstimo pelo Tribunal de Contas, que o actual executivo tenta esconder, é o reflexo de mais esta trapalhada do PS neste processo e vai deixar os fornecedores sem receber e a banca exposta a uma situação delicada. António Costa está a governar a Cidade de forma irresponsável.
A coligação do Partido Socialista, Sá Fernandes e Helena Roseta, é responsável por terem criado elevadas expectativas aos credores que estão a viver uma situação aflitiva nesta conjuntura económica nacional que é da responsabilidade do Partido Socialista.
Lisboa precisa de políticas com Sentido!

A Comissão Política Concelhia de Lisboa

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quinta-feira, setembro 17, 2009

Paulo Portas visita empresa para mostrar como se pode "subir a pulso"

O líder do CDS-PP visitou esta quinta-feira uma empresa em Vale de Cambra, Aveiro, para mostrar como se pode "subir a pulso" e criar emprego, num distrito onde "as ideias do dr. Louçã e do engenheiro Sócrates não pegam".
"Os donos desta empresa eram trabalhadores, tinham a quarta classe e fizeram esta obra. Desta empresa já nasceram outras. É por isso que aqui as ideias do dr. Louçã e as ideias do engenheiro Sócrates, um para nacionalizar, outro para aumentar impostos, não pegam", disse Paulo Portas.
O líder do CDS-PP, cabeça de lista pelo distrito de Aveiro, esteve de manhã na metalúrgica Progresso, com actividade na área das tecnologias para a indústria, que emprega 230 trabalhadores.
A visita foi também pretexto para o Paulo Portas apresentar as suas propostas na área da economia, como "a baixa de impostos selectiva, o pagamento a tempo e horas das dívidas do Estado às empresas e devolução do IVA a 30 dias".
“É por isso que aqui não pegam as ideias de nacionalizações nem de aumentar a carga fiscal porque as pessoas sabem que defender empresas é defender empregos”, reforçou, referindo-se ao BE e ao PS.
A visita à fábrica foi também pretexto para Paulo Portas defender que é necessário corrigir o caminho seguido pelo Governo do primeiro-ministro, José Sócrates, cujas “medidas anti-crise foram pouco eficazes”.
Portas retomou o relatório da OCDE que estima 650 mil desempregados em Portugal em 2010 para defender que essa previsão “vem dar razão à crítica que o CDS faz desde o início”.
“O primeiro-ministro está a apostar demais no investimento público que só chega a certas zonas da economia e esquece-se das micro, pequenas e médias empresas onde se criam os postos de trabalho”, afirmou.
Uma baixa de impostos selectiva, o pagamento das dívidas do Estado às empresas “a tempo e horas”, a compensação de créditos às empresas, a devolução do IVA a 30 dias e alterar os critérios das linhas de crédito são medidas que “podem fazer toda a diferença”, afirmou.
Ao quinto dia da campanha oficial e visivelmente entusiasmado com a audiência que teve o programa da SIC “Gato Fedorento esmiúça o sufrágio” em que participou, cerca de dois milhões de espectadores, Paulo Portas não se cansa de repetir aos militantes e simpatizantes: “isto vai correr bem”.
No entanto, não aponta uma meta quantificada, preferindo dizer que quer acabar com a maioria absoluta do PS e ficar à frente do PCP e do Bloco de Esquerda.

CDS com DN.pt

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quarta-feira, setembro 16, 2009

Luísa Ribeiro - Eu apoio Lisboa com Sentido

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terça-feira, setembro 15, 2009

Paulo Portas compromete-se a melhorar direitos dos deficientes das Forças Armadas

O Presidente do CDS-PP comprometeu-se esta terça-feira a repor os direitos sociais dos deficientes das Forças Armadas “tecnocraticamente cortados” pelo Governo, como a pensão social e o apoio na saúde.
Se o CDS “tiver força”, os deficientes militares verão melhorados os seus direitos sociais, nomeadamente as pensões sociais, “tecnocraticamente cortados” pelo Governo PS, garantiu Portas, numa reunião com elementos da Associação Portuguesa de Deficientes das Forças Armadas, no Porto.
Afirmando que não quer politizar nem partidarizar os problemas com que se debatem os antigos combatentes, Portas não deixou de lembrar o papel do CDS na reposição da comparticipação a 100 por cento dos medicamentos para os deficientes, que entrará em vigor em Janeiro, e acusou o Governo de “falta de humanismo” por ter retirado esse benefício.
O aumento das pensões sociais dos deficientes, uma nova definição do “stress de guerra” e “melhorias no apoio na saúde” extensível às famílias, foram os compromissos deixados pelo líder do CDS-PP.
CDS com TVI24

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segunda-feira, setembro 14, 2009

MOBILIDADE COM SENTIDO - Desnivelamento do Campo Grande

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domingo, setembro 13, 2009

CDS: campanha arranca em Mirandela com enchente críticas a Sócrates ao PCP e BE

O CDS reuniu este Sábado em Mirandela 1500 pessoas para o jantar de arranque da campanha às legislativas, ocasião aproveitada por Paulo Portas para dirigir críticas ao primeiro-ministro, José Sócrates, ao PCP e BE.
O jantar contou com a Juventude Popular que gritou “slogans” como “Portugal merece Governo CDS”, com o líder do partido a atacar a política de obras públicas do Governo e os líderes do PCP e do Bloco de Esquerda.
“Sou favorável a vias rodoviárias modernas. Sou a favor do investimento nas escolas, nas barragens (…) Mas quantos empregos aqui em Mirandela vai gerar o novo aeroporto? Zero. Quantos empregos aqui em Mirandela vai gerar o TGV? zero. É que Mirandela, Trás-os-Montes e o norte também são Portugal”, afirmou Portas, criticando o PS de José Sócrates por “só acreditar em grandes obras públicas”.
Mais apoio às empresas, carga fiscal reduzida e mais investimento público na agricultura foram algumas das ideias defendidas por Paulo Portas.
Portas dirigiu-se depois directamente ao líder do BE e do PCP que “falam mas não fizeram” enquanto que o CDS “pode falar de cabeça levantada” sobre o que fez para minorar a pobreza.
“Foi este partido que acabou com as nacionalizações das misericórdias, foi este partido que deu o 13º mês do abono de família (…) que fez a convergência das pensões e que deu mais sete contos aos (pensionistas) rurais”, disse.
Num discurso que começou já depois de ter terminado o debate televisivo entre Sócrates e Ferreira Leite, Portas fez questão de dizer que não viu o frente-a-frente. « Parece-me que falaram de várias coisas, mas de agricultura não falaram», disse para uma plateia com muitos agricultores, adiantando que o CDS falou de Agricultura durante toda a legislatura.
O líder do CDS não quis ainda deixar de lamentar dois indicadores conhecidos este sábado. «Apenas em 4 anos o rendimento das empresas agrícolas caiu 1/3 e perdemos 50 mil produtores agrícolas, como é possível?», questionou.
E para Paulo Portas, esta situação tem um culpado: «o ministro Jaime Silva que não paga nada a horas, deixa os agricultores portugueses pendurados no controlo e não aplicou 90 por cento dos fundos europeus». «Portugal merece muito melhor no Ministério da Agricultura», adiantou.
«Um jovem que trabalha e estuda é um herói em termos sociais», começou por dizer Portas, lamentando que outros haja que «embora possam trabalhar, preferem viver dependentes dos outros». «Somos a favor de um rendimento mínimo que não seja automático, que seja fiscalizado, disse.
«Há uma certa esquerda fala da pobreza como se fosse propriedade de alguém, mas foi este partido que acabou com a nacionalizações das Misericórdias, que deu o 13º mês do abono de família, que conseguiu as pensões para os ex-combatentes, que fez a convergência das pensões e que deu mais sete contos aos (pensionistas) rurais. Jerónimo de Sousa e Louçã falam, mas foi o CDS quem fez», disse Portas.
«O país dos políticos e das sondagens anda com a esquerda e com a extrema esquerda ao colo, mas o país real está a puxar o CDS para cima», disse Paulo Portas, depois de ter sido conhecida mais uma sondagem negativa para o partido. « Eles que digam que o país é socialista ou bloquista em Lisboa, porque o país real está com o CDS», adiantou.
E completando a mensagem dos outdoors do partido, Portas pediu: «Há cada vez mais gente a pensar como nós e se pensam como nós, então votem como nós».

CDS com TVI24

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sexta-feira, setembro 11, 2009

Apresentação do Programa de Mobilidade, Tráfego e Estacionamento

Foi apresentado ontem o programa de Mobilidade, Tráfego e Estacionamento para Lisboa.
O desnivelamento projectado para a zona do Campo Grande, destinado a facilitar a saída do tráfego de Lisboa e com ligação à Av. Padre Cruz, foi a grande novidade anunciada por Pedro Santana Lopes perante a plateia que lotou o recinto exterior do Clube de Natação de Lisboa, na tarde desta quarta-feira.
A apresentação, verdadeiramente multimédia e recorrendo à visualização 3D das diferentes obras a executar no próximo mandato, incluiu também um filme sobre o desnivelamento do Eixo Central no Saldanha e, ainda, o projecto de reformulação da Praça de Espanha.
De acordo com Pedro Santana Lopes, estes projectos foram objecto de estudos aprofundados, de forma a tornarem-se já realidade ao longo dos quatro anos do seu próximo mandato.
Muito em breve, anunciou, «entregaremos a fundamentação financeira de todos estes projectos».
Antes da intervenção de Pedro Santana Lopes, António Carlos Monteiro detalhou as medidas indispensáveis para garantir o direito à mobilidade, o qual está ligado ao direito à liberdade.
O candidato a Vereador na lista da Coligação “Lisboa Com Sentido” destacou no seu discurso as medidas urgentes a tomar para o garante da circulação dos peões, sempre prioritários, mas também dos transportes públicos e dos automóveis.
Começando pelos desafios colocados à mobilidade em Lisboa no futuro, António Carlos Monteiro reforçaria a necessidade de manutenção do aeroporto da Portela e da criação de uma ligação exclusivamente ferroviária entre Chelas e o Barreiro.
Particularmente crítico quanto à actuação do actual Governo e executivo camarário socialistas, que «congelaram» a efectiva criação de uma Autoridade Metropolitana de Transportes, António Carlos Monteiro destacaria o papel indispensável para a Coligação que essa entidade deverá ter, assegurando que Lisboa e os diferentes municípios limítrofes actuem de forma concertada na área dos transportes públicos, em benefício dos cidadãos.
Logo de seguida, destacaria a necessidade de serem criados 18 Kms adicionais de corredores Bus, criticando o actual executivo camarário por apenas ter estendido em 2Kms os corredores existentes ao longo destes anos. Nesta área, lembraria ainda a necessidade de esses corredores serem alvo de vigilância permanente e da instalação de separadores físicos.
Quanto ao estacionamento, foi detalhada a criação de parques dissuasores e de longa duração à entrada da cidade, bem como de novos parques de estacionamento em altura em diversas zonas da cidade, com início no Mercado do Chão do Loureiro e na Rua Damasceno Monteiro.
O programa “Lisboa Porta a Porta”, destinado ao transportes de idosos e crianças; a semaforização inteligente e gerida ao minuto, recorrendo a novas tecnologias para garantir prioridade aos transportes públicos; e o reforço da componente da Polícia Municipal como Polícia de Mobilidade, vigiando e facilitando a fluidez do tráfego, foram outras entre as várias propostas do Programa pormenorizadas por António Carlos Monteiro.
A síntese do contraste entre a não resolução pelos socialistas dos problemas de Lisboa e as soluções apresentadas pela Coligação “Lisboa Com Sentido” seria feita em seguida por Pedro Santana Lopes.
O candidato à presidência da CML afirmaria que: «Os Lisboetas devem avaliar se algo mudou e melhorou efectivamente na cidade nestes últimos anos».
Após mencionar o estacionamento selvagem em segunda fila – cujo fim era anunciado como urgente no programa eleitoral anterior de António Costa – o caos por resolver nas cargas e descargas, o sistema semafórico desajustado e a recusa do actual executivo em utilizar de forma eficaz o sistema Gertrude - que a Coligação “Lisboa Com Sentido” pretende expandir - Santana Lopes interrogaria a assistência: «Que modo é este de desgovernar Lisboa»?
A esses exemplos, Pedro Santana Lopes acrescentaria ainda os 2 milhões de euros gastos pelos socialistas no Parque Mayer em festas até às eleições, o impacto profundamente negativo e orçado em 40 milhões de euros do projecto dos contentores para Alcântara e as obras que o actual executivo não conseguiu realizar na Av. Duque de Ávila, na Marquês da Fronteira ou na Alameda Cardeal Cerejeira.
No final o clima foi de festa, incluindo um bolo de aniversário, oferecido por Pedro Santana Lopes à direcção do Clube Nacional de Natação, simbolicamente comemorando o quarto aniversário das novas instalações do clube, por ele inauguradas há precisamente quatro anos.

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Paulo Portas defende redução da carga fiscal já na proxima legislatura

O líder do CDS-PP defende uma redução da carga fiscal já na próxima legislatura sem, no entanto, avançar números.
Esta quinta-feira, na sua intervenção na Conferência «Perspectivas Fiscais e Recuperação Económica, da TSF e CTOC, Paulo Portas centrou este objectivo nas pequenas e médias empresas e no apoio às famílias.
Paulo Portas defendeu, uma redução dos impostos já para a próxima legislatura demarcando-se das intervenções de Manuela Ferreira Leite e Jerónimo de Sousa na Conferência «Perspectivas Fiscais e Recuperação Económica.
O líder do CDS-PP não revelou números para esta redução, considerando que o combate à crise e ao desemprego faz-se apostando «tudo» nas pequenas e médias empresas e na iniciativa privada.
Neste sentido, e para ajudar as PMEs, Portas advogou que o Estado deve pagar juros quando se atrasa no pagamento das suas dívidas às empresas e defendeu o agilizar do reembolso do IVA dando o exemplo de Espanha para justificar que tal é possível.
Na sua intervenção, Paulo Portas falou também sobre a necessidade de reduzir a carga fiscal que atinge actualmente as famílias portuguesas, medida que pode ser concretizada com a aplicação do chamado coeficiente familiar, uma fórmula que reduz a incidência dos impostos sobre as famílias com filhos, ou seja, quantos mais filhos existirem maior será a redução da carga fiscal.
Uma medida que a ser aplicada, diz Portas, ainda assim «deixaria Portugal muito aquém das boas práticas nesta matéria verificadas na União Europeia.
Portas terminou a sua intervenção com o tema da simplificação do sistema fiscal e deu exemplo de vários países europeu que têm muito menos escalões de IRS que os verificados em Portugal.

CDS com TSF

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quarta-feira, setembro 09, 2009

Eunice Muñoz apoia Lisboa com Sentido

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CDS defende os que trabalham diz Paulo Portas

Paulo Portas, disse esta quarta-feira em Ponta Delgada que o CDS quer dar um sinal muito claro de que “este é o partido que defende quem quer trabalhar e não os que querem viver à custa do contribuinte”, frisou, considerando “muito injusta a forma como são tratados em Portugal os que trabalham, em relação aos que não querem trabalhar”.
“Uma família que ganhe 1.600 euros por mês, paga impostos, contribuições, escola, transportes, mas um sujeito no rendimento mínimo recebe do Estado, não trabalha, não paga impostos, nem contribuições, tem transportes gratuitos e, se calhar, renda de graça”, salientou.
Para Paulo Portas, “isto é muito injusto para quem trabalha, porque está a financiar quem não quer trabalhar”, assumindo o “compromisso sério” de continuar a denunciar esta situação.

CDS

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terça-feira, setembro 08, 2009

AMANHÃ - Apresentação do Programa de Mobilidade, Transportes e Estacionamento

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segunda-feira, setembro 07, 2009

Conheça a nova equipa para Lisboa


Da esquerda para a direita: Gonçalo Reis, João Navega, Dina Vieira, Pedro Santana Lopes, Victor Gonçalves, Lívia Tirone, António Carlos Monteiro, Mafalda Magalhães de Barros e Orísia Roque


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sábado, setembro 05, 2009

Lisboa com Sentido repudia sondagem Marktest

A Candidatura “Lisboa Com Sentido”, liderada por Pedro Santana Lopes, vem por este meio repudiar com veemência a metodologia aplicada e as conclusões retiradas da sondagem da Marktest, a ser divulgada na TSF e no Diário e Semanário Económicos e à qual teve acesso.
Com perplexidade, constata-se que a referida sondagem retira conclusões com base numa amostra não representativa, e efectua uma correcção das intenções de voto dos resultados brutos que é inacreditavelmente deturpadora e especulativa.
Com efeito, a sondagem resulta de uma amostra de apenas 500 entrevistas, às quais deverão ainda ser subtraídos 32,4%, ou seja 162, correspondendo aos resultados Não Sabe/Não Responde. Se a estas 162 adicionarmos os “Votos Brancos/Outros” e as respostas de “Não Voto”, no total de 46, conclui-se que a sondagem analisa as intenções de voto a partir do número insignificante de 292 entrevistas.
Não bastando, a mesma sondagem extrapola dos resultados brutos para os «corrigidos» sem que se justifique a diferença abismal entre ambos os resultados. Como exemplo, atente-se na projectada intenção de voto em António Costa, com um aumento percentual de 16,2% entre brutos e «corrigidos», uma diferença manifestamente desproporcionada. Regista-se ainda a anormal e elevadíssima margem de erro da amostra, 4,38 p.p., bem como o insólito da data escolhida para recolha das opiniões, entre 31 de Agosto e 2 de Setembro, em pleno regresso de férias e ao contrário do que recomendariam as mais elementares boas práticas.
Em conclusão, a candidatura “Lisboa Com Sentido” lamenta que a Marktest contribua com uma sondagem desta natureza para a descredibilização da sua actividade e do sector, e considera este mais um episódio no clima geral de asfixia democrática que se sente no País. Estamos certos de que a realidade se encarregará, como já o fez no passado, de desmentir a manipulação estatística junto dos cidadãos, que expressarão em 11 de Outubro o seu verdadeiro sentido de voto para Lisboa.

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sexta-feira, setembro 04, 2009

Paulo Portas desafia Sócrates a ir para a rua ouvir os Portugueses

Paulo Portas desafia o primeiro-ministro a ir para a rua de forma a sentir o que as pessoas sentem. O repto do líder centrista foi lançado sexta-feira à noite, na Feira de São Mateus, em Viseu.
Paulo Portas começou por sublinhar aquelas que são as claras diferenças entre as políticas familiares defendidas pelo CDS-PP e as que José Sócrates tem vindo a anunciar.
"O Primeiro-ministro propõe dar daqui a 18 anos um cheque de 200 euros a cada criança que nasce, eu pergunto aos portugueses se não é mais mais inteligente, mais útil, mais eficaz e mais estimulante fazer com que o número de filhos conte para descontar no IRS que as famílias pagam", disse Paulo Portas.
Em Viseu, Paulo Portas foi interpelado por inúmeras pessoas, que o cumprimentavam por estar na Feira, ocasião aproveitada pelo líder centrista para desafiar José Sócrates, "eu não vejo o primeiro-ministro na rua, se andasse na rua percebia o que as pessoas pensam".
Portas afirmou ainda que os dois dias que passou na Beira, foram um grande sinal de que "o CDS está a crescer", o que ficou bem demonstrado pelas inúmeras pessoas que na rua se lhe dirigem com palavras de estímulo e promessas de voto e de confiança no CDS.

CDS com RTP

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quinta-feira, setembro 03, 2009

Apresentação do mandatário da Juventude - Pedro Granger


O Mandatário da Juventude de Lisboa Com Sentido foi apresentado esta tarde na Sede de Campanha.
Perante uma sala cheia de juventude de todas as idades, Pedro Granger explicou as razões pela quais abraça este projecto, deu a sua opinião do que necessita de mudar em Lisboa e apelou á juventude para que, em conjunto, ajude a tornar Lisboa um cidade realmente Com Sentido.
As fotos da apresentação estão já no albúm do Flickr

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quarta-feira, setembro 02, 2009

Legislativas: Portas acusa Sócrates de pôr País contra professores

Um dos temas centrais a ser focado no debate desta quarta-feira, na TVI, foi o da educação. Neste ponto, o líder do CDS-PP acusou o Governo de nunca ter rectificado o "erro da avaliação" e apontou o dedo a Sócrates: "O senhor teve poder total, maioria absoluta e quis colocar o País contra os professores", acusou Paulo Portas.
Em resposta, o actual primeiro-ministro fez uma analogia com o filme 'Sei o Que Fizeste no Verão Passado': 'Eu também me lembro do que o senhor fez no Governo pasado. Teve a sua oportunidade quando esteve à frente do Governo', sustentou.
Portas disse querer que a hipótese de escolha de uma escola seja total e pediu um modelo 'mais gradativo e local'. Já José Sócrates acusou a direita de querer desviar recursos da escola pública em nome dos privados.

SORRIDENTES À SAÍDA

À saída, tanto Sócrates como Paulo Portas mostraram-se sorridentes e cumprimentaram-se.
O líder do CDS-PP aproveitou para dizer que o debate foi uma conversa 'entre uma pessoa que é lutadora e um primeiro-ministro que acha que ainda está em 2004 e que o povo não lhe deu uma oportunidade'.
'Foi o debate entre uma realidade e uma ilusão', acrescentou.
Quanto a coligações, Paulo Portas descartou-as com o PS e, quanto ao PSD, pediu 'muita prudência, cautela e caldos de galinha'.
Já o líder do PS disse aos jornalistas concordar com o modelo de debate e as suas regras. Sobre o tom da conversa mostrou-se também satisfeito: 'Consegui defender o que fiz e o que proponho para o País.'
Quanto à campanha eleitoral, Sócrates avançou que a mesma será tradicional e explicou que, quanto aos comícios, 'quem não os faz é porque não os pode fazer'.

SEGURANÇA

Antes, na questão da segurança, Sócrates afirmou que Portugal é dos países mais seguros do Mundo e que, para que isso continue, é necessário investimentos e um total apoio 'às forças de segurança'. Em resposta, Paulo Portas referiu que no País há uma falta considerável de polícias e que Portugal defende 'os criminosos'.
'Há mais agentes do que em 2004', afirmou o primeiro-ministro, que acrescentou ainda que Paulo Portas criticou um regime que aprovou em Parlamento, numa referência à alteração da lei e do regime da prisão preventiva, efectuada em 2007 pelo Governo socialista.

RENDIMENTO MÍNIMO GARANTIDO

O porta-voz do CDS-PP entende que o Rendimento Mínimo Garantido 'é insultuoso'. No frente-a-frente com José Sócrates, Paulo Portas defendeu que o referido rendimento devia ser 'transitório' e para situações objectivas.
'Há pessoas que podiam trabalhar e não o fazem. A prioridade é deslocar 25 por cento do Rendimento Mínimo para as pensões baixas, para quem trabalhou toda a vida e tem sido maltratado', sustentou.
Já o actual primeiro-ministro defendeu que o actual Governo retirou 230 mil idosos da pobreza com o Complemento Solidário para idosos.
'O senhor é perseguido pelo seu passado, porque já esteve no Governo', disse ainda José Sócrates a Paulo Portas, acusando-o de suspender equipamento social quando esteve no Executivo.

DESEMPREGO

Questionado sobre as políticas de combate ao desemprego seguidas pelo Governo socialista, Paulo Portas afirmou que o PS demonstra um 'optimismo perante a crise social' e que nada fez para proteger os desempregados do País.
Em resposta, Sócrates referiu que o seu partido protegeu os desempregados quando aumentou o subsídio de desemprego.

ECONOMIA E CRISE

O líder do CDS-PP foi o primeiro a falar no debate da TVI e acusou Sócrates de ter fracassado na política económica.
No entender de Portas, a política actual gerou mais desemprego e mais falências. “É preciso focar a política nas empresas e não nas grandes obras”, disse.
Já sobre as polémicas que envolveram os bancos BPP, BPN e BCP, o líder do CDS pediu melhor supervisão.
Sócrates explicou que o Governo deu a resposta certa perante a actual crise financeira e falou em esperança.
“Os recentes resultados positivos são recebidos pela oposição com azedume”, disse.
Para Sócrates, Portugal está a ser dos primeiros países europeus a sair da recessão e isso deveu-se, sobretudo, ao apoio dado pelo PS às Pequenas e Médias Empresas (PME). O primeiro-ministro referiu ainda que o apoio a este tipo de empresas era muito refrenciado pelo CDS, mas que o seu partido apoio, só este ano, 28 vezes mais PME do que o Governo de coligação de Paulo Portas, em 2004.

BASTIDORES DA ENTREVISTA

O líder do CDS-PP, Paulo Portas, foi o primeiro a chegar ao local do frente-a-frente com José Sócrates para as Legislativas, nas instalações de Queluz da TVI.
Era previsto que chegasse às 20h20, mas Portas chegou às 20h05, de fato cinzento e com duas pastas na mão. Veio acompanhado de um assessor, de Pedro Mota Soares, Nuno Magalhães e João Rebelo.
O debate começou atrasado, depois da hora de começo ter sido anunciada para as 20h45.
O secretário-geral do PS chegou apenas às 20h41, com poucas palavras. Veio acompanhado de dois assessores e do fotógrafo.
Antes, às 19h45, três seguranças do primeiro-ministro fizeram o reconhecimento do local.
A receber os convidados esteve o director de informação da TVI, João Maia Abreu. Os estúdios da estação foram adaptados para receber os convidados. No primeiro piso da redacção estavam duas áreas de maquilhagem e duas salas com televisão para a comitiva de cada um dos convidados.
Durante a conversa, Sócrates usou uma espécie de cábulas em papel branco, ao passo que Portas optou por cartazes semelhantes a 'powerpoints'.

in Correio da Manhã

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terça-feira, setembro 01, 2009

Paulo Portas visita mercado de Benfica



O líder do CDS-PP esteve hoje no mercado de Benfica, em Lisboa, onde defendeu a promoção do emprego, apontando que é possível interessar as empresas no aumento dos ordenados e os trabalhadores no aumento da produtividade.

A visita ao mercado de Benfica inseriu-se numa acção de pré-campanha eleitoral do partido para as eleições legislativas e, como é já seu hábito, Paulo Portas não se negou a muitos beijos e alguns abraços.
Lurdes Monteiro, peixeira, fez questão de dar o seu apoio ao candidato centrista.
"Acho que ele pode ser diferente pela força que ele tem, em todos os sentidos. Eu acho que ele tem vontade de fazer e deve-se dar-lhe forças para ele fazer porque senão também não vai a lado nenhum", apontou a vendedora.
Outra vendedora aproveitou a visita do líder do CDS-PP para chamar a atenção para o problemas das pensões.
"Fui emigrante 20 anos, estou a receber 200 euros e daqui nem 250 euros recebo. Sou obrigada a estar aqui sem poder. Era bom que tirassem a quem nunca trabalhou e tem boa saúde e dessem a quem não tem saúde e tem de estar a trabalhar", defendeu.
No final da visita, entre algumas dezenas de apoiantes, foi exactamente a questão do emprego que Paulo Portas valorizou, propondo a contratação de desempregados como forma de estímulo para a economia.
No entender do líder centrista, o Estado deveria propor às empresas que contratassem sem termo um desempregado, dando às empresas, como incentivo, o remanescente do subsídio de desemprego ou do subsídio social de desemprego que o trabalhador receberia se continuasse desempregado.
"Acho que é uma ideia boa e é um grande incentivo para que as empresas contratem gente, é muito mais útil porque significa financiar uma oportunidade de emprego em vez de financiar a continuidade do desemprego", apontou Paulo Portas.
Na opinião do líder democrata-cristão, as empresas nacionais vivem num permanente dilema, entre permanecer em funcionamento ou fechar portas, pagar aos funcionários ou pagar as contribuições ao Estado e entende, por isso, que é preciso estimular as empresas porque são elas que podem criar empregos.
Lembrou que em Portugal tanto o rendimento dos trabalhadores como a produtividade das empresas equivalem a 3/4 dos restantes países da Europa, mas defendeu que é possível interessar as empresas pela melhoria dos salários dos seus empregados e, ao mesmo tempo, interessar os trabalhadores pela melhoria da produtividade da empresa.
"Quando a economia estiver a crescer, acho que o trabalho suplementar, as pessoas que querem fazer mais umas horas para poderem ganhar mais, têm que ficar com a totalidade desse esforço a mais, ou seja, o Estado não pode tributar o trabalho suplementar ou extraordinário", apontou Paulo Portas.
Já para as grandes empresas, sugeriu uma mais justa repartição "dos frutos do trabalho".
"Nas grandes empresas, onde é possível medir o ganho de produtividade que é devido ao factor trabalho, uma parcela desse ganho de produtividade deve ir para um fundo especial que possa ser mais justamente repartido por quem trabalhou e é responsável por esse esforço", defendeu.
No final, Paulo Portas saiu satisfeito da visita ao mercado de Benfica, um local que entende ser "um grande teste", mas onde acabaram por ser "muito bem recebidos".
"As pessoas são muito sensíveis ao valor trabalho e nós temos de apoiar quem quer trabalhar", sustentou.
Sobre a campanha que se avizinha, deixa a promessa: "Aberta e natural e gastando muito pouco".

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