segunda-feira, outubro 31, 2005

CDS aprova apoio a Cavaco Silva

O Conselho Nacional encerrou com moção de Ribeiro e Castro a obter 87 votos contra os 57 votos conseguidos por Pires de Lima. Juventude Popular decidiu retirar a sua moção da votação, que propunha realização de referendo interno sobre apoio a Cavaco.

O CDS-PP formalizou hoje o apoio à candidatura de Cavaco Silva a Presidente da República, com a moção de Ribeiro e Castro a obter 87 votos contra os 57 votos conseguidos por Pires de Lima.
O texto apresentada pelo presidente do partido, que conseguiu 60,5 por cento dos votos, não foi formalizada por escrito, uma vez que Ribeiro e Castro considerou que a moção apresentada no último Congresso, "2009", já traçava a estratégia presidencial, ao definir um perfil em que Cavaco Silva encaixa.

A moção apresentada por Pires de Lima obteve 39,5 por cento dos votos e pretendia esclarecer algumas posições de Cavaco Silva sobre temas como a revisão da Constituição ou a proporcionalidade do sistema eleitoral antes de o CDS dar um apoio definitivo ao ex-primeiro-ministro do PSD. Votaram 144 conselheiros nacionais.

A Juventude Popular (JP) decidiu retirar a sua moção da votação, que propunha a realização de um referendo interno sobre o apoio político-institucional à candidatura de Cavaco Silva a Belém.
"Na conclusão do debate sobre presidenciais foi entendido pelo presidente do partido que, havendo três propostas em cima da mesa, essas se excluíam umas às outras, quando a JP disse desde o início que a sua proposta visava incluir", explicou o presidente desta estrutura, João Almeida, em declarações aos jornalistas.

"Não estava cumprido aquele que para nós era o princípio essencial: que o partido participasse na decisão", afirmou, justificando a retirada da proposta.

O líder do CDS-PP, Ribeiro e Castro, considerou hoje que o Conselho Nacional do partido se pronunciou com "absoluta clareza" sobre o apoio a Cavaco Silva, depois de a sua moção ter obtido 60 por cento dos votos.

Dos 144 conselheiros nacionais votantes - não foi possível obter a lista completa do Conselho Nacional -, 87 votaram na moção de Ribeiro e Castro, que defende o apoio imediato a Cavaco Silva, e 57 (quase 40 por cento) preferiram o texto de António Pires de Lima, que pedia algumas clarificações antes de o partido tomar uma decisão definitiva sobre o apoio ao ex-primeiro-ministro do PSD.

"Pedi que o Conselho Nacional tomasse uma decisão clara e o Conselho tomou uma decisão absolutamente clara", sublinhou o líder do CDS, no final da reunião.
Ribeiro e Castro vai encontrar-se ainda hoje à noite com Cavaco Silva para lhe transmitir este apoio do CDS, mas escusou-se a divulgar as conversas que já teve com o ex-primeiro-ministro.
"Estou consciente de quais são os interesses do meu partido e várias questões são conversadas", disse, apenas.

O autor da moção derrotada, Pires de Lima, também saiu satisfeito do que classificou como um "grande Conselho Nacional".
"Se 40 por cento dos conselheiros nacionais votaram nesta proposta, significa que há uma percentagem importante das pessoas que entendiam que devíamos ter sido mais exigentes e conduzido este processo de forma mais habilidosa", afirmou.
Quanto aos resultados, Pires de Lima sublinhou que foi uma "votação democrática", por voto secreto dos conselheiros, e manifestou o desejo de que "a campanha traga as clarificações que ainda faltam".

O ex-vice-presidente do CDS lembrou que a sua proposta também apontava para o apoio a Cavaco Silva e garantiu que irá votar neste candidato.
"Obviamente vou votar no professor Cavaco Silva, é o melhor candidato", disse.
Também Telmo Correia, que defendia a apresentação de um candidato presidencial próprio mas apoiou a moção de Pires de Lima, sublinhou o "resultado significativo" obtido pelo texto do ex- dirigente.

Questionado se irá fazer campanha por Cavaco Silva, Telmo Correia respondeu que "não foi requisitado" pelo partido para essa tarefa.

À saída do Conselho Nacional, Maria José Nogueira Pinto saudou os resultados da reunião como "a vitória da clarificação".
"Representa a vitória de uma proposta apresentada pelo presidente do partido, uma clarificação de uma questão muito importante para o partido e para o país", sublinhou.
Fonte: Portugal Diário

sexta-feira, outubro 28, 2005

Conselho Nacional

O Conselho Nacional do CDS-PP irá reunir hoje e amanhã, na cidade de Coimbra.

Na ordem de trabalhos estão, entre outros, o balanco das eleições autárquicas, as eleições presidenciais e a situação financeira do Partido.

segunda-feira, outubro 24, 2005

CDS-PP acusa PM de quebrar promessa de não subir impostos

O CDS-PP acusou esta segunda-feira o primeiro-ministro, José Sócrates, de quebrar pela segunda vez a promessa eleitoral de não aumentar impostos, reiterando a intenção dos democratas-cristãos votarem contra o Orçamento de Estado (OE) para 2006.

«Este Orçamento concretiza não só o agravamento da carga fiscal já anunciado, mas também um novo agravamento dos impostos», criticou o porta-voz da comissão executiva do CDS Paulo Núncio, em conferência de imprensa.
Lembrando que José Sócrates prometeu durante a campanha eleitoral que não iria aumentar os impostos, o CDS-PP «constata que o senhor primeiro-ministro violou, pela segunda vez em dez meses», este compromisso.

A redução da dedução anual prevista para os pensionistas (de 8.283 euros para 7.500 euros) foi um dos exemplos dados pelo CDS de novo agravamento fiscal no OE para o próximo ano.

«Trinta por cento dos actuais pensionistas (cerca de 840.000) irão pagar mais IRS em 2006», sublinhou Paulo Núncio, incluindo também no aumento da carga fiscal a redução dos encargos dedutíveis em sede de IRC e o aumento do valor máximo do Pagamento Especial por Conta para as empresas (de 40.000 para 70.000 euros).

Também a nível dos impostos municipais o CDS admitiu temer uma subida, já que na proposta orçamental se concedem autorizações legislativas ao Governo que poderão ir nesse sentido.

«O CDS-PP interpela, desde já, o Governo a explicitar durante o debate orçamental o sentido concreto das alterações que pretende introduzir nos impostos e taxas municipais a suportar pelos munícipes», disse o porta-voz da direcção do partido.

Por esta razão, o CDS-PP repetiu a intenção anunciada na semana passada de votar contra o Orçamento, preferindo não fazer comentários sobre a possibilidade de o PSD se abster nesta votação.

«O CDS-PP é coerente com a posição que tem manifestado de que o aumento da carga fiscal, neste momento, é um sinal errado», afirmou Paulo Núncio, sublinhando que o partido se sente «absolutamente confortável» em votar contra.

Diário Digital / Lusa

segunda-feira, outubro 10, 2005

Resultados Eleitorais

O CDS, no concelho de Lisboa, obteve os seguintes resultados:

Assembleia Municipal

CDS - 17700 votos - 6,2%

Câmara Municipal

CDS - 16723 votos - 5,9%

Assembleias de Freguesia (geral)

CDS - 17183 votos - 6,08%

sexta-feira, outubro 07, 2005

VOTE BEM, VOTE CDS-PP



No próximo Domingo VOTE BEM, VOTE CDS-PP:

O voto ÚTIL.

sábado, outubro 01, 2005

Autarca do CDS-PP condecorado

Foi na passada sexta-feira que o autarca do CDS-PP na freguesia de Carnide e Vogal da Comissão Política Concelhia de Lisboa, José Rui Roque, foi condecorado pela Junta de Freguesia com a Medalha de Honra e Mérito de Carnide, pelos serviços prestados à comunidade e à freguesia durante este mandato na Assembleia de Freguesia.

Esta condecoração é um orgulho para o CDS-PP de Lisboa, revelando o empenho e dedicação dos nossos representantes.

Jantar da Zona Histórica, Segunda-feira

Jantar de Apresentação dos Candidatos das freguesias de
Mártires, Sacramento, Encarnação (Bairro Alto) e Mercês
com os cabeças de lista

João Brito e Cunha, Jorge Garcia, Diogo Moura e Sofia Athayde

Dia 3 Outubro, 20h30

Casa do Algarve, Largo Academia das Belas Artes (Chiado)

Inscrições para 912588657, 218814748 ou diogomoura@cds.pt