quinta-feira, junho 30, 2005

Teresa Caeiro apresenta proposta de regime especial para artistas

O CDS-PP acaba de apresentar na Assembleia da República um projecto de resolução que apela ao Governo para que crie, até 2009, um regime especial que enquadre os profissionais das artes e espectáculos a nível laboral, fiscal e de protecção social.
"De uma vez por todas, tem de se pensar como um todo no estatuto dos artistas, que carecem de uma atenção e de uma protecção especial por parte do Estado", afirmou a deputada do CDS-PP e ex- secretária de Estado das Artes e Espectáculos Teresa Caeiro.
Teresa Caeiro sublinhou que profissões como as de músico, bailarino, cantor ou artista de circo têm "características específicas", como a irregularidade dos horários, o desgaste rápido, a curta duração e a permanente mobilidade. E lamentou: "Mas estes profissionais não têm um estatuto especial nem do ponto de vista laboral, nem da formação profissional, nem da segurança social.

quarta-feira, junho 29, 2005

CDS-PP vota contra Orçamento Rectificativo rectificado

O CDS anunciou ontem que votará contra o Orçamento Rectificativo para 2005 e o PSD ainda não decidiu o seu sentido de voto, já que o documento apresentado pelo Governo «estava errado» e é necessário apreciar a nova versão do orçamento.

«Vamos ver que orçamento é que nos vão apresentar. É preciso conhecer a versão rectificada do orçamento rectificativo, porque, como tenho dito, isto tem sido uma grande trapalhada», disse a A Capital Miguel Frasquilho, deputado do PSD.

Já o CDS anunciou que votará contra o Orçamento Rectificativo para 2005 apresentado pelo Governo e apelou ao Presidente da República para que apoie publicamente um pacto de regime para reduzir a despesa pública. Ribeiro e Castro, apresentou cinco razões para «chumbar» um orçamento que considerou «despesista» e «típico de uma orientação socialista».

Ribeiro e Castro defendeu, citado pela Lusa, que o Orçamento Rectificativo «revela uma atitude de rendição e conformismo», perante um «aumento desmedido da despesa pública, que ultrapassa os limites de exagero nunca dantes atingidos».

(continua na edição impressa)


- A Capital

quinta-feira, junho 23, 2005

Discurso da Apresentação da candidatura à CML

Poderá obter, na íntegra, o discurso proferido pela Dra. Maria José Nogueira Pinto, aquando da apresentação da sua candidatura à CML no blog Forum Lisboeta.

segunda-feira, junho 20, 2005

Apresentação da candidatura à Câmara Municipal

A apresentação de Maria José Nogueira Pinto à Câmara Municipal de Lisboa toma lugar amanhã, dia 21 de Junho, às 18h00, no Hotel Tivoli.

domingo, junho 19, 2005

Ribeiro e Castro eleito nas directas

O líder do CDS/PP, José Ribeiro e Castro, obteve a quase totalidade (4.318) dos votos dos 4.617 eleitores democratas-cristãos que votaram sábado nas primeiras eleições directas do presidente do partido.
O anúncio dos resultados parciais (faltam ainda apurar 25 concelhos) foi feito hoje numa declaração à imprensa por José Ribeiro e Castro, candidato único do sufrágio, que considerou "um grande êxito" a participação dos militantes (270 votos brancos, 29 nulos).
"Os resultados são animadores e encorajadores", disse Ribeiro e Castro, considerando que a participação alcançada nas eleições directas colocam o partido "em melhores condições de partir para as autárquicas de Outubro" do que estava "a seguir ao Congresso" em que chegou à liderança, em Abril.
Porque se tratava também de "um momento de mobilização do partido", as eleições constituíram ainda um "um choque vitamínico", uma "corrente de vento fresco que atravessou o partido", acrescentou o dirigente do CDS/PP.
Fonte: Lusa

sábado, junho 18, 2005

Site do CDS de novo on-line

O sítio do CDS na internet está de novo on-line, totalmente renovado, com uma nova imagem, que vai ao encontro dos desejos do CDS.
Nele poderá encontrar toda a informação, desde a História do Partido e Declaração de Princípios até à constituição dos Órgãos Nacionais e Locais.
Faça-nos uma visita em www.cds.pt. Esperamos por si e pela sua opinião!

Seminário "Défice Público, Crescimento Económico e Modelo de Estado"

Seminário

27 de Junho de 2005

Conselho Económico e Social do CDS-PP
“Défice Público, Crescimento Económico e Modelo de Estado”


IDL - Instituto Democracia e Liberdade / Amaro da Costa

PROGRAMA

15.00 - 15.10 horas: Abertura
Luís Queiró, Presidente da Mesa do Congresso do CDS-PP
15.10 - 15.20 horas: breve apresentação do Conselho Económico e Social do CDS-PP (motivos e objectivos)
José Castro Coelho, Vice-Presidente do CDS-PP

15.20 - 16.45 horas: 1º Painel - “Fiscalidade e Contas Públicas”
Diogo Leite Campos e Henrique Medina Carreira
Moderador: António Lobo Xavier

17.00 - 18.20 horas: 2º Painel - “Crescimento Económico e Modelo de Estado” António Nogueira Leite e João César das Neves
Moderador: António Pires de Lima

18.20 - 18.30 horas: Encerramento
José Ribeiro e Castro, Presidente do CDS-PP

Informações e confirmações: anacharters@cds.pt
Telefone: 218814739

Morada do IDL: Rua de São Marçal, 77-79 - Lisboa (junto ao Principe Real)

PSD e CDS comprometem-se a não fazer coligações com o PS

PSD e CDS-PP assinaram hoje o acordo- quadro que regula as coligações para as autárquicas de Outubro, com o compromisso de nenhum dos dois partidos realizar quaisquer alianças com o Partido Socialista.
Nas últimas eleições autárquicas, em 2001, o CDS-PP concorreu coligado com o PS em oito municípios, enquanto o PSD em nenhum caso se aliou aos socialistas.
O acordo assinado pelos secretários-gerais dos dois partidos, Miguel Macedo (PSD) e Martim Borges de Freitas (CDS-PP), sublinha o "generalizado sucesso das coligações" de 2001, numa altura em que já estão fechados 35 acordos autárquicos, apesar do fracasso das negociações em Lisboa.
Há quatro anos, PSD e CDS-PP concorreram coligados em 43 autarquias, um número que ainda pode ser igualado ou ultrapassado.
"Apesar deste acordo ter sido assinado hoje, as estruturas locais dos dois partidos mantêm ainda negociações num certo número de concelhos, pelo que se prevê que o número final de coligações seja semelhante ao ocorrido em 2001", refere um comunicado conjunto dos dois partidos.
O acordo-quadro é em tudo semelhante ao texto assinado em 2001, prevendo-se que os votos obtidos pelas coligações entre os dois partidos sejam repartidos numa base de 80 por cento para o PSD e 20 por cento para o CDS.
Este critério de repartição de votos ficou consagrado para todos os fins, nomeadamente para o cumprimento da Lei do Financiamento dos Partidos, que determina o valor das subvenções estatais a atribuir a cada partido com base nos seus resultados eleitorais.
Para efeitos de responsabilidade financeira e repartição de contas, o acordo estabelece que pertence ao partido que indique o cabeça de lista a responsabilidade pelas despesas efectuadas e pela elaboração de orçamentos.
O programa de apresentação dos candidatos é também uma tarefa do partido responsável pelo cabeça de lista, mas nas cerimónias públicas de apresentação das coligações deverá estar sempre presente um dirigente nacional do outro partido.
Em 2001, o documento foi assinado, do lado do PSD, por Isaltino Morais - então coordenador autárquico - e pelo secretário- geral José Luís Arnaut e, por parte do CDS-PP, pelos coordenador e vice-coordenador autárquicos, Miguel Anacoreta Correia e António Carlos Monteiro.

PP condena todas as iniciativas «racistas e xenófobas»

O líder do CDS-PP, José Ribeiro e Castro, sublinhou hoje que o partido "condena todas as manifestações xenófobas e racistas", referindo-se à polémica manifestação marcada para hoje em Lisboa.
Questionado sobre a manifestação convocada pela Frente Nacional em protesto contra os incidentes ocorridos no dia 10 de Junho na praia de Carcavelos, onde um grupo de jovens terá agredido e assaltado diversos banhistas, Ribeiro e Castro escusou-se a entrar em pormenores sobre o caso.
"Mas o CDS-PP condena todas as manifestações que sejam de natureza racista e xenófoba", sublinhou, à margem de um jantar em Oeiras, considerando que os fenómenos extremistas "têm de ser tratados com firmeza".
Sobre os incidentes da praia de Carcavelos, Ribeiro e Castro sublinhou que foi o CDS "o primeiro partido" a reagir de "forma vigorosa e sem sectarismos".
"Se menosprezarmos estes problemas, qualquer dia não temos mãos neles", disse, manifestando ao mesmo tempo o desejo de integrar representantes das minorias nas candidaturas autárquicas do partido.
Fonte: PD

sexta-feira, junho 17, 2005

Eleições Directas

Realiza-se amanhã, das 15h00 às 23h00 e pela primeira vez, as eleições directas para eleger o Presidente da Comissão Política Nacional.
Sendo um dever e direito de todos os militantes, contamos com o seu contributo.

Parlamentares do CDS propõem alteração do texto de revisão constitucional

O CDS-PP vai propor uma alteração do texto de revisão constitucional, de forma a permitir referendar, no futuro, qualquer tratado de integração europeia, disse hoje à Lusa o líder parlamentar do partido.
"Tal como está prevista, a revisão constitucional morre se o texto não for alterado", afirmou Nuno Melo, na sequência da decisão do Conselho Europeu de prolongar o período de ratificação do Tratado Constitucional até meados de 2007.
Depois desta decisão dos 25 Estados-membros em Bruxelas, o primeiro-ministro José Sócrates anunciou o adiamento do referendo em Portugal, previsto para Outubro em simultâneo com as autárquicas.
No entanto, o texto de revisão constitucional aprovado na especialidade por PS, PSD e CDS - com votação final global agendada para o plenário da próxima quarta-feira - refere-se apenas ao Tratado Constitucional europeu e futuras alterações, impedindo uma consulta popular a outro texto que venha a ser negociado.
Assim, a proposta que o CDS irá dirigir a PS e PSD vai no sentido de alterar esta disposição, alargando-a a "tratados de integração europeia ou suas alterações".
A proposta do CDS manteria a possibilidade de os referendos desta natureza poderem coincidir com eleições autárquicas, apesar desta disposição já não ter utilidade a curto prazo.
"Mas a nossa grande preocupação é que possa haver um referendo sobre a Europa em Portugal, uma reivindicação antiga do CDS", frisou o coordenador dos democratas-cristãos para a revisão constitucional, Pedro Mota Soares.
O líder parlamentar do PSD, Marques Guedes, já demonstrou também abertura para alterações ao texto da revisão, enquanto o PS ainda não se pronunciou sobre este assunto.
Quanto ao adiamento do referendo em Portugal, o líder parlamentar do CDS manifestou o seu apoio à decisão do Governo.
"Sempre dissemos que só fazia sentido a realização do referendo se da reunião do Conselho Europeu resultasse a vontade de continuar o processo de ratificação e de manter o calendário", salientou Nuno Melo.

Fonte: PD

quinta-feira, junho 16, 2005

Diálogo Temático "Autárquicas - Emprego"

A FTDC - Federação dos Trabalhadores Democrata-Cristãos organiza um diálogo temático subordinada ao tema "Autárquicas - Emprego", que se realiza no dia 18 de Junho, às 21h00, na Sede do CDS-PP na Amadora.
Foram convidados como oradores o Dr. António Proença e o Dr. José Manuel Pessanha.

Mais informações em ftdc@ftdc.pt

Tomada de Posse da Concelhia de Oeiras

Realiza-se amanhã, dia 17 Junho, pelas 20h00, o Jantar de Tomada de Posse dos novos Órgãos Concelhios de Oeiras, no Restaurante Caravela D'Ouro em Algés, sito no jardim junto à Marginal.
Confirme a sua presença até hoje para diogomoura@cds.pt

Nogueira Pinto candidata do CDS à edilidade lisboeta

A provedora da Santa Casa da Misericórdia, Maria José Nogueira Pinto, é a candidata do CDS-PP à Câmara Municipal de Lisboa nas autárquicas de Outubro, foi hoje anunciado.
O anúncio foi feito na sede do partido, no Largo do Caldas, pelo presidente do partido, José Ribeiro e Castro.
Maria José Nogueira Pinto apresentará publicamente a sua candidatura na próxima terça-feira, num hotel em Lisboa.

Lisboa reúne sobre autárquicas

A Comissão Política Concelhia de Lisboa reúne hoje com autarcas e militantes interessados em participar nas listas para os órgãos autárquicos de Lisboa, às 21h00, na Sede Concelhia, de forma a discutir o processo eleitoral para a edilidade lisboeta.
Foram convidados o Presidente da Mesa da Assembleia Concelhia, Dr. Telmo Correia, e o Presidente da Distrital de Lisboa e Vereador, Dr. António Carlos Monteiro.

quarta-feira, junho 15, 2005

Ribeiro e Castro acusa PS de não cumprir promessas sobre impostos e nomeações

O líder do CDS, Ribeiro e Castro, acusou hoje o PS de estar a fazer no Governo o "contrário daquilo que prometeu" em matérias de impostos e nomeações para cargos públicos.
Fazendo um balanço dos cem dias de Governo do PS durante um jantar hoje à noite noite na Marinha Grande, Ribeiro e Castro considerou que o Executivo de José Sócrates fez "uma pirueta no discurso quanto aos impostos", depois de ter contestado o aumento do IVA proposto pela maioria PSD-CDS.
Os socialistas "vão aumentar seis impostos e procuram, por todas as formas e mais alguma, que discutamos tudo menos isso", acusou Ribeiro e Castro, considerando que as propostas de cortes dos privilégios dos políticos fazem parte dessa estratégia de desviar a atenção dos portugueses em relação ao incumprimento das suas promessas eleitorais.
Para o líder do CDS, a solução para as contas do Estado passa por uma redução da despesa pública, enquanto que o PS procura, com o aumento dos impostos "financiar o défice".
"Por isso é que nos vão aos bolsos", afirmou.
Quanto às nomeações, Ribeiro e Castro recordou que os socialistas haviam proposto uma nova legislação que definisse quais os cargos políticos, mas a "lei ainda não saiu e vão nomeando as pessoas" numa "sucessão de trapalhadas".
Depois, disse, nos últimos cem dias o PS realizou uma média de "onze nomeações por dia" quando "tinha prometido uma coisa completamente diferente em campanha".
No que respeita às eleições autárquicas, o líder do CDS revelou ainda que em Setembro deverá ser aprovada uma "carta de compromissos dos autarcas democrata-cristãos" que os comprometam com o "empenho nas políticas de proximidade" junto dos eleitores.
Fonte: Lusa

terça-feira, junho 14, 2005

CDS Lisboa saúda as Marchas Populares

Em mais uma edição das Marchas Populares de Lisboa na Av. da Liberdade e como já é hábito, o CDS esteve presente, contando com a presença da Presidente da Concelhia, Maria Orisia Roque, do Presidente da Distrital de Lisboa e Vereador da Câmara Municipal, Dr. António Carlos Monteiro, aos quais se juntou o Presidente do CDS, Dr. José Ribeiro e Castro.
A Concelhia de Lisboa saúda todas as marchas, em particular a marcha de Alfama que repetiu o título consquistado no ano passado.
Melhor Marcha:
1º - Alfama
2º - Mouraria
3º - Alto do Pina
Melhor Coreografia: Alfama
Melhor Cenografia: Alfama
Melhor Figurino: Alfama, Olivais e Alcântara
Melhor Música: Alto do Pina
Melhor Letra: Bica
Melhor Cavalinho: Mouraria e Bica

Eugénio de Andrade e Álvaro Cunhal

A Concelhia de Lisboa apresenta as mais sentidas condololências às familias de dois portugueses que marcaram o século XX: Eugénio de Andrade e Álvaro Cunhal.

segunda-feira, junho 13, 2005

CDS lembra associação de Vasco Gonçalves a período "terrível"

O porta-voz do CDS-PP Paulo Núncio apresentou hoje em nome do partido os sentimentos à família do antigo primeiro-ministro Vasco Gonçalves, recordando, contudo, que o general esteve associado a "um período terrível da história".
"Apresento, em nome do CDS-PP, os sentimentos à família do general Vasco Gonçalves. Mas temos que recordar que Vasco Gonçalves esteve associado a um período terrível da história, que nenhum democrata gosta de lembrar", afirmou à Lusa Paulo Núncio.
O antigo primeiro-ministro Vasco Gonçalves, que morreu hoje aos 83 anos, integrou a comissão coordenadora do Movimento das Forças Armadas (MFA) e chefiou quatro governos provisórios no período revolucionário do pós-25 de Abril.

domingo, junho 12, 2005

Ribeiro e Castro acusa Sócrates de abrir "caça ao político"

O líder do CDS/PP, Ribeiro e Castro, acusou hoje José Sócrates no Funchal de ter aberto uma "caça ao político" em matéria de acumulação de pensões e salários, cuja primeira vítima disse ter sido o presidente da República.
"Objectivamente, o senhor primeiro-ministro é o grande responsável por ter aberto em Portugal um clima de caça ao político, que acabou inclusive no senhor presidente da República", disse Ribeiro e Castro num jantar/sessão de esclarecimento com militantes madeirenses sobre as eleições directas de 18 de Junho no CDS/PP.
O líder democrata-cristão, que se recandidata nas directas, lamentou que o primeiro-ministro "tenha cedido à demagogia e ao populismo" ao atacar o sistema "com algumas ideias no ar, dizendo que estava atacar os privilégios absolutamente injustificados da classe política".
O líder do CDS/PP desafiou ainda o primeiro-ministro a aplicar a todos os políticos o chamado "pacote Sócrates" de moralização da vida política.

sábado, junho 04, 2005

CDS-PP leva Parlamento a tribunal



O CDS/PP vai avançar com uma acção judicial contra a Assembleia da República (AR). Em causa está a forma como o Parlamento distribuiu as subvenções estatais aos partidos, contabilizando mandatos e não votos. CDS, Bloco de Esquerda e PCP consideram-se prejudicados com este entendimento - de tal forma que o Bloco já avançou com um processo e o CDS segue agora o mesmo caminho. "Não é nada contra a Assembleia ou o seu presidente, mas queremos repor a justiça neste processo", afirmou ao DN o deputado centrista João Rebelo.

A subvenção estatal relativa à campanha eleitoral, nas legislativas de Fevereiro, foi distribuída há cerca de duas semanas. Os democratas-cristãos receberam do Estado um valor de 612 mil euros - menos 144 mil do que teriam a receber caso a distribuição fosse feita segundo o número de votos. Uma diferença que é ainda mais expressiva no caso do BE, que recebeu 508 mil euros pela eleição de oito deputados, mas receberia 700 mil por votos. Também o PCP sai a ganhar menos os comunistas receberam 664 mil euros, menos 111 mil que na fórmula oposta. A diferença prende-se com o facto destes partidos não elegerem deputados em todos os distritos, o que significa que os votos conseguidos nestes círculos não são contabilizados para a subvenção, caso o critério seja por mandatos.

Em sentido contrário, PS e PSD saem beneficiados. Na repartição relativa às legislativas, os socialistas levaram a maior fatia do bolo - a eleição de 121 deputados garantiu um financiamento estatal de 3,4 milhões de euros. Já os sociais-democratas ficaram-se pelos 2,2 milhões. Os dois maiores partidos ainda podem, no entanto, ter que devolver parte desta verba. Isto porque, se o Bloco e a CDS ganharem as acções judiciais, a AR terá que proceder à redistribuição das verbas, já à luz do critério do número de votos. Neste cenário, o PS terá que renunciar a 300 mil euros, enquanto o PSD terá que devolver quase 140 mil euros.

O diferendo em torno da interpretação da lei que define as subvenções a atribuir aos partidos arrasta-se já desde 1995. Na altura a lei definia que a distribuição deveria ser feita segundo os "resultados eleitorais" - uma expressão pouco clara que foi sujeita à apreciação da Comissão Nacional de Eleições (CNE) que, em 1996, emitiu um parecer defendendo que o critério deveria ser o dos mandatos.

Com a posterior alteração da lei, a CNE voltou a pronunciar-se em 2002, altura em que concluiu pela tese contrária - a distribuição da subvenção deve ser feita por votos. Invocando um parecer dos serviços jurídicos da AR, o então presidente do Parlamento, Mota Amaral, acabou por decidir em sentido contrário. Nas autárquicas de 2001 o BE levou o caso a Tribunal - um processo que ganhou em primeira ins- tância e no Supremo Tribunal Administrativo, tendo a AR recorrido para o plenário do Supremo.

A leitura feita por Mota Amaral foi entretanto mantida por Jaime Gama. Só que agora a divergência assume maior peso para os pequenos partidos. Isto porque a nova lei de financiamento, que entrou em vigor este ano, "aperta" a possibilidade de donativos privados, deixando os partidos mais dependentes das subvenções estatais.

Com a devida vénia ao DN

CDS critica número de nomeações do Governo PS

O CDS-PP criticou ontem «o desmesurado número de nomeações políticas de membros e simpatizantes» do PS para a Administração Pública e o Sector Empresarial do Estado, e exortou o primeiro-ministro a «pôr cobro à situação».

«O CDS-PP exorta o sr. primeiro-ministro a pôr cobro a esta situação, sem delongas, exigindo aos demais membros do Governo e às administrações das empresas tuteladas pelo Estado que sejam parcimoniosos e criteriosos nas nomeações que tenham efectivamente de realizar», exigem (..) em comunicado saído da reunião da comissão executiva do partido.


- A Capital

sexta-feira, junho 03, 2005

Deputados contra proposta da direcção do CDS

"Total surpresa" - e descontentamento. A bancada parlamentar do CDS/PP não gostou da proposta avançada na última quarta-feira pela estrutura directiva do partido que, por ocasião do Dia Mundial da Criança, defendeu a criação do "Dia Mundial da Criança por Nascer".

A ideia está longe de ter acolhimento junto da grande maioria dos deputados democratas-cristãos. Mas não só. Ao que o DN apurou, até alguns membros da direcção de José Ribeiro e Castro manifestaram discordância com a proposta, avançada em conferência de imprensa por Paulo Núncio, porta-voz do partido.

Ao DN, um dos parlamentares centristas qualificou mesmo a proposta como "risível". Mas, mais do que a ideia de institucionalizar um dia nacional da criança por nascer, as críticas deste deputado vão para o que considera ser uma "insistência excessiva do discurso [do CDS] nas questões da família". Embora esta seja uma das bandeiras do partido parece "que não há vida para além disso", sublinhou.

Reparos subscritos por outros deputados da bancada popular, que olham para esta proposta como "uma radicalização desnecessária" da posição democrata-cristã na questão do aborto. "É um retrocesso no discurso do CDS", sublinhou fonte centrista, questionando igualmente o excessivo protagonismo desta questão, numa altura em que o país está virado para outras matérias e em que se aproximam umas eleições autárquicas tradicionalmente difíceis para os populares.

Apesar da divergência, a maior parte dos deputados opta por desvalorizar. Mas a questão poderá não ficar por aqui. Na conferência de imprensa em que defendeu a criação de um dia nacional da criança por nascer, Paulo Núncio não fechou a hipótese de a proposta ser apresentada no Parlamento. "Se houver uma orientação nesse sentido, vai haver muita discussão sobre isso", salientou um deputado, deixando ainda outra questão "Quero ver quem é que vai dar a a cara por isso".

A proposta avançada pela direcção vem abrir mais um foco de divergência entre o grupo parlamentar e a estrutura directiva. E, se é certo que a bancada garante, a uma voz, "total cooperação institucional", o que é certo é que os episódios de pequenos desentendimentos se vão repetindo. Ainda que neste caso, como salientou ao DN um dirigente alheio ao grupo parlamentar, a proposta tenha tido "o mérito de unir gregos e troianos estão quase todos contra".
Fonte: DN

quinta-feira, junho 02, 2005

Constituição: PSD e CDS lamentam 'timing' de Sampaio

PSD e CDS/PP lamentaram quinta-feira que o Presidente da República só se tenha pronunciado sobre a revisão constitucional depois desta estar concluída, no dia em que foram conhecidas críticas de Jorge Sampaio ao carácter conjuntural do processo.

No prefácio do VIII volume da obra «Portugueses», antecipado hoje pelo jornal Público, Jorge Sampaio sustenta que adoptar apenas uma norma específica para o Tratado Constitucional Europeu, como foi aprovado pelo PS, PSD e CDS/PP quarta-feira à noite no Parlamento, é «não resolver agora o problema global».

O Presidente Jorge Sampaio lamenta que, com essa decisão, o Parlamento tenha futuramente «de voltar à questão, com os inevitáveis custos e inconvenientes de impossibilidade prática de realizar o referendo ou de, em alternativa, ter de abrir novo processo de revisão constitucional».

«Está a expressar a sua opinião. Se, porventura, já tivesse sido mais claro em relação à convocação de referendos múltiplos, possivelmente a nossa posição seria diferente», afirmou o líder parlamentar do PSD, Marques Guedes, instado a comentar a posição de Jorge Sampaio.

Marques Guedes sublinhou que «pessoalmente» não se revê na posição expressa pelo Presidente da República e considerou que «se Jorge Sampaio fosse actualmente deputado possivelmente teria uma opinião diferente daquela que expressou».

Sobre a crítica de Jorge Sampaio ao facto desta revisão constitucional não ter também incidido sobre a flexibilização dos prazos de convocação de referendos, Marques Guedes considerou igualmente que se trata da opinião do Presidente da República, recusando ser responsabilizado - como fez o PS - pela proposta aprovada.

O PS responsabilizou hoje o PSD pelo resultado do processo de revisão constitucional, dirigindo aos sociais-democratas as críticas do Presidente da República, por a Constituição portuguesa continuar a proibir os referendos sobre tratados.

Por seu lado, o presidente da bancada do CDS/PP considerou «extraordinária» esta posição de Alberto Martins, acusando o PS de se demarcar de uma proposta que aprovou e subscreveu.

«Não deixa de ser extraordinário que o PS esteja solidário com o entendimento que o Presidente da República faz do Parlamento, como se dessa vida político-parlamentar não fizesse parte e não tivesse ele próprio subscrito o projecto em causa», criticou.

Sublinhando respeitar a posição do Presidente da República, Nuno Melo considerou, no entanto, que esta «teria sido muito mais útil» antes da aprovação do processo de revisão constitucional.

«Seria muito mais útil conhecer as opiniões do sr. Presidente da República sobre matérias tão relevantes antes dos factos políticos estarem consumados», considerou o líder parlamentar do CDS, para quem a proposta aprovada «é a solução que melhor serve o interesse nacional».


O texto aprovado consiste num novo artigo da Constituição que permite o referendo ao Tratado Constitucional europeu na sua globalidade e alterações futuras - alteração não válida para futuros tratados -, bem como a realização em simultâneo da consulta popular com as autárquicas de Outubro (também a título excepcional).

- Diário Digital / Lusa

Nuno Melo desafia Sócrates a dizer se renuncia a subvenção vitalícia

O líder parlamentar do CDS/PP, Nuno Melo, desafiou quarta-feira o primeiro-ministro a esclarecer se tenciona renunciar à subvenção vitalícia a que tem direito, depois de José Sócrates ter anunciado que quer acabar com estes «privilégios injustificados».

«Gostava de saber se o primeiro-ministro tenciona renunciar a qualquer benefício a que tenha direito, uma vez que considera este tipo de privilégios injustificados», desafiou Nuno Melo, em declarações à agência Lusa.

José Sócrates foi eleito deputado pela primeira vez em 1987, tendo sido sucessivamente reeleito (embora com o mandato automaticamente suspenso entre 1995 e 2002 e desde Fevereiro deste ano para exercer funções no Governo), ultrapassando os 12 anos necessários para receber a subvenção.

No último debate mensal, o primeiro-ministro anunciou que o Governo pretende acabar com «os privilégios injustificados do actual regime de subvenções vitalícias dos titulares de cargos políticos», no âmbito do combate ao défice orçamental.

Sobre a proposta em concreto, Nuno Melo recusou avançar qual será a posição do CDS/PP, alegando desconhecer o diploma, mas antecipou algumas dúvidas.

«Tendo em conta que o primeiro-ministro invocou uma razão de princípio para acabar com este regime, aguardo serenamente para saber se quem actualmente na bancada socialista já tem direito a esta subvenção está solidário com o Governo e pretende renunciar a ela», afirmou.

Nuno Melo desafiou ainda José Sócrates a esclarecer se tenciona tornar retroactivo este diploma.

«Se o primeiro-ministro considera injustificado este privilégio, tem de assumir que tanto o é para quem possa vir a beneficiar dele como quem dele já beneficia», disse Nuno Melo.

Apesar de o Governo ainda não ter apresentado detalhes sobre a proposta, o ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva, explicou terça-feira, em declarações à Lusa, que o fim das subvenções vitalícias para os titulares de cargos políticos será aplicado através de «um processo transitório», que respeite «os valores da equidade».

Segundo Santos Silva, «o fim das subvenções vitalícias terá a mesma lógica de aplicação que a alteração da idade de reforma na Administração Pública», que vai ser aplicada gradualmente, através de um aumento anual de seis meses.

Sem adiantar detalhes, o ministro acrescentou que a proposta do Governo que acaba com as subvenções vitalícias dos deputados e governantes que cumpram doze anos nesses cargos entrará em vigor «também através de um processo de transição, que tem de ser estudado», em respeito pelos «direitos adquiridos» e «os valores da equidade».

De acordo com Augusto Santos Silva, a proposta do Governo que regulamenta o princípio geral aprovado segunda-feira no Conselho de Ministros extraordinário vai ser entregue na Assembleia da República «até ao Verão», podendo ser ou não incluída no pacote de medidas prioritárias que o executivo pretende agendar ainda em Julho.

- Diário Digital / Lusa

quarta-feira, junho 01, 2005

Dia Mundial da Criança

No Dia Mundial da Criança, evocar a Família e os Direitos da Criança, antes e depois do nascimento
O CDS/PP associa-se convictamente às celebrações do Dia Mundial da Criança que hoje se comemoram em todo o mundo.
Como Partido personalista e democrata-cristão, o CDS/PP defende a construção de uma sociedade aberta à vida, capaz de acolher e proteger os nossos filhos, promover o seu bem-estar e defender o seu futuro. Para o CDS/PP é na Família que a criança tem mais possibilidade de crescer, se desenvolver, progredir, autonomizar e ser feliz. É enraizados na família que, desde crianças, encontramos a nossa origem, a nossa pertença, o nosso reconhecimento e a nossa identidade.
Por isso, o CDS/PP afirma e defende a família como elemento fundamental da sociedade e o meio natural para o crescimento e o bem-estar de todos os seus membros, em particular das crianças. As crianças devem poder crescer em ambiente familiar de forma a que o desenvolvimento da sua personalidade se faça de uma forma mais harmoniosa e equilibrada.
O actual Governo socialista optou por não ter uma estrutura autónoma e específica vocacionada para os assuntos da família, facto que acontece pela primeira vez nos últimos 25 anos. Esta decisão, de cariz marcadamente ideológico, constitui um sinal preocupante para as crianças portuguesas: com o Governo do Eng. José Sócrates, a Família não receberá do Estado o reconhecimento e a protecção necessárias para desempenhar plenamente o seu papel de primeiro e mais fundamental núcleo de acolhimento e crescimento das crianças portuguesas.
Portugal só terá um futuro positivo se investir na família e nas crianças. É por isso que o CDS/PP contesta a contradição do discurso da cultura dominante: ao mesmo tempo que aparentemente se declama a primazia da criança, as baixíssimas taxas de natalidade registadas em Portugal confrontam-nos com o fraco lugar que as crianças ocupam na nossa sociedade.
Perante a redução drástica de nascimentos de crianças ocorrida nos últimos anos – o défice de natalidade atinge cerca de 50.000 nascimentos a menos por ano –, o CDS/PP defende que o regresso do crescimento demográfico deve ser assumido como uma prioridade nacional. Este objectivo passa pelo fortalecimento e investimento nas famílias com filhos como meio natural de crescimento e educação das novas gerações.
A esmagadora maioria das famílias portuguesas educa, cuida e promove as suas crianças. É aos pais que compete definir o que é melhor para os seus filhos, na sua qualidade de legítimos e naturais primeiros educadores.
No entanto, a sociedade portuguesa continua a apresentar níveis inaceitáveis de maus-tratos, negligências, desaparecimento de crianças, abandono e insucesso escolar e trabalho infantil. Para o CDS/PP urge implementar medidas que permitam sinalizar, tão precocemente quanto possível, estas situações de risco, de forma a permitir uma intervenção exterior na promoção da segurança, saúde, desenvolvimento, educação e bem-estar de toda a família, em especial das crianças que a integram.
Neste domínio, o CDS/PP defende a efectiva protecção de crianças em risco, através da adopção de medidas de apoio de natureza psico-pedagógica, social e económica e de formação e acompanhamento parental em situações de especial vulnerabilidade, de modo a que os pais possam assumir ou reassumir as suas responsabilidades.
Só em situações extremas, em que as medidas de apoio não possam ser implementadas ou não tenham apresentado resultados suficientes, é que a criança deve ser encaminhada para um contexto externo à sua família. No entanto, mesmo nestas situações, uma política sustentada de protecção de crianças em risco deverá sempre ter um objectivo central: o regresso destas crianças a uma família – a originária ou, se tal não for possível, a uma família de adopção –, pois é em ambiente familiar que as crianças encontrarão as melhores condições para desenvolver um projecto de vida equilibrado e sustentado.
O CDS/PP reafirma, por isso, a necessidade de apoiar as famílias para que estas possam desempenhar plenamente as suas funções, deveres e responsabilidades, através da articulação sustentada entre Políticas de Família e as Políticas de Protecção das Crianças. A coordenação eficiente entre os diversos departamentos governamentais responsáveis pelos Assuntos da Família, pelas Crianças em Risco, pelo combate ao Trabalho Infantil e ao Abandono Escolar e pela Adopção é um pressuposto absolutamente essencial para concretizar estas políticas e assegurar o bem-estar e a segurança das nossas crianças.
Neste Dia Mundial da Criança, queremos fazer também uma referência especial às crianças ainda não nascidas. Para o CDS/PP, o respeito pela vida humana é uma questão essencial de justiça, de humanidade e de civilização, sendo seu marco distintivo a defesa e protecção dos direitos da criança antes do nascimento.
Em pleno Século XXI, não se pode aceitar que a eliminação da vida de seres humanos ainda não nascidos seja encarada como escolha válida e admissível. O extraordinário desenvolvimento técnico, científico e tecnológico dos últimos anos, desde os simples equipamentos que realizam as ecografias até aos mais vastos e detalhados conhecimentos, tornou acessível a todos a impressiva e indesmentível realidade da vida humana intra-uterina.
O CDS/PP reafirma a sua convicção que esta é uma questão fundamental de direitos humanos e de defesa dos mais fracos e vulneráveis. Nestes termos, o CDS/PP defende a institucionalização do Dia Nacional da Criança por Nascer como forma de consciencialização pública para as questões da vida e da criança.
Com esta iniciativa e fazendo face ao persistente obscurantismo neste domínio por parte de alguns, o CDS/PP advoga uma sociedade informada, justa, aberta, solidária e humana, fundada na cultura da vida e no respeito por todos os seres humanos, a começar pelas crianças antes e depois do seu nascimento.

Governo esquece vítimas da seca que o CDS continua a defender na União Europeia

As ajudas europeias quanto à seca em Portugal ainda não existem porque o Governo socialista ainda não pediu para ser accionado o Fundo de Solidariedade da União.

Foi em resposta a uma pergunta formulada em Abril passado pelo líder do CDS e deputado europeu, José Ribeiro e Castro, que a comissária europeia, Mariann Fischer Boel, revelou - em resposta escrita enviada esta semana - que o Governo de José Sócrates não apresentou ainda qualquer pedido para que fosse accionado o Fundo de Solidariedade da União Europeia em apoio dos agricultores portugueses, compensando-os dos prejuízos sofridos pela prolongada seca em Portugal.

Era sabido, de acordo com informações vindas a público em Março passado, com origem em fontes governamentais, que poderia haver dificuldades no plano do regulamento deste Fundo, mas a resolução votada em plenário no Parlamento Europeu, em 15 de Abril passado, também na sequência de uma iniciativa do CDS/PP - foi certamente um apoio importante para superar esses obstáculos.

No texto da resolução, apela-se "ao Conselho e à Comissão para que procedam à reanálise da possibilidade de utilização do Fundo de Solidariedade, nomeadamente de forma a que este possa também fazer face a situações desta natureza, particularmente frequentes no Sul da Europa".

Na informação agora prestada pela comissária europeia responsável pela Agricultura, a pedido do presidente do CDS, dr. José Ribeiro e Castro, "... a Comissão informa que o Fundo de Solidariedade só pdoe ser mobilizado a pedido do Estado-Membro afectado, e não por iniciativa da Comissão. Os pedidos devem ser apresentados no prazo de dez semanas a contar da ocorrência dos primeiros prejuízos causados pela catástrofe. Até à data (15 de Abril de 2005) as autoridades portuguesas não apresentaram à Comissão qualquer pedido neste sentido".

O Governo do Partido Socialista esquece-se assim dos agricultores que foram vítimas da extrema seca ocorrida este ano em Portugal.

Mas o CDS promete continuar atento a estes esquecimentos governamentais.

Oeiras na linha

A Concelhia de Lisboa saúda os recém-eleitos novos Órgãos Concelhios de Oeiras, na pessoa da Presidente da Comissão Política Concelhia, Isabel Costa Jorge.
Desejamos votos de um bom trabalho, nomeadamente, nas eleições que se avizinham para a autarquia.