quarta-feira, junho 09, 2010

João Pedro Gonçalves Pereira é o novo Presidente da Concelhia de Lisboa

Caros Amigos e Militantes,

Ontem foram as eleições para a Concelhia de Lisboa e fomos eleitos, com 79% dos votos. Uma esmagadora vitória.

Esta vitória mais do que uma vitória da Lista A é uma vitória de todos os militantes de Lisboa e de todos os nossos autarcas.

Na qualidade de presidente eleito da Concelhia agradeço todo o vosso apoio, empenho e dedicação. Esta vitória é, acima de tudo, vossa!

Agora é tempo de unir esforços, empenharmo-nos nos desafios que se avizinham e trabalhar em torno de um projecto comum: afirmar, cada vez mais, o CDS em Lisboa!

Obrigado.

João Gonçalves Pereira

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segunda-feira, junho 07, 2010

Eleições para os Órgãos Concelhios


Eleições para os Órgãos Concelhios

de LISBOA


8 JUNHO

das 17h Às 22h

Sede Concelhia - Largo do Caldas

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quinta-feira, julho 30, 2009

Lisboa: recuperar bairros degradados prioritário para Santana

O candidato da coligação de direita à Câmara de Lisboa, Pedro Santana Lopes, defendeu hoje como prioridade para o próximo mandato um programa integrado de recuperação e reabilitação dos bairros de intervenção prioritária, onde o edificado "está muito degradado".
Santana Lopes falava ao final da tarde no Bairro dos Lóios, Marvila, onde acompanhado pelo cabeça-de-lista do CDS-PP a Lisboa, António Carlos Monteiro, fez uma visita a um dos prédios - com 56 condóminos e fortemente degradado - e ao bairro, promovida pela Associação Tempo de Mudar.
"A degradação destes bairros de intervenção prioritária é acentuada e é fundamental um programa integrado que canalize a maioria dos recursos da Câmara para fins de investimento para a recuperação destas zonas da cidade, juntamente com os bairros históricos", defendeu Pedro Santana Lopes, em declarações à agência Lusa.
O candidato do PSP à câmara da capital considerou que se justifica, juntamente com o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), "um programa integrado para cada um dos casos, especialmente para os bairros sociais ou de intervenção prioritária, Ameixoeira, Lumiar, Lóios, Zona J e Marvila, entre outros.
"Justifica-se uma intervenção em Lisboa nos bairros com estádios de maior degradação. Os Olivais, Benfica, Carnide, Campolide são bairros que necessitam de recuperação e que devem estar integrados nos programas correntes de recuperação de edifícios por parte da Câmara, agora aqui há casos de emergência. Quando digo aqui, digo alguns casos na zona Oriental de Lisboa e alguns casos na zona Ocidental, como a Ajuda", acentuou.
No caso do bairro dos Lóios, Santana Lopes admitiu que possam existir casos de demolições e substituição de edificado, "casos de intervenção urgente com possível realojamento de pessoas noutras zonas da cidade para poderem ser recuperados os edifícios já existentes".
"São intervenções profundas a vários níveis - espaços comuns, interior das habitações -, são casos diferentes dos bairros históricos. Aqui é recuperar, é construção que ficou fraca ou má", disse.
No caso do regime de arrendamento de um dos prédios do Bairro dos Lóios, que tem causado polémica e vários protestos dos moradores, devido aos elevados valores que as rendas atingiram, o candidato do PSD defendeu que "tem de ser o IHRU, actualmente proprietário das casas, a chegar a um protocolo com a CML".
"Tem de ser o IHRU a determinar as vias, que não são muitas e que passam ou pela alienação aos proprietários com recuperação prévia ou pelo arrendamento e pela revisão da política de arrendamento, porque há distorções nas rendas que revoltam as pessoas. Deve ser um trabalho muito estreito entre o IHRU e a CML e instituições financeiras, porque há muitas pessoas que querem comprar as suas casas e não o podem fazer porque já são idosas e não podem suportar as mensalidades elevadas", referiu.
Na opinião de Santana Lopes, a solução pode passar por integrar essas casas no programa conjunto de recuperação.
"Mas que tem de ser um programa de emergência porque actualmente nos bairros históricos há ainda muitas casas a carecerem de intervenção de emergência, mas a situação nestes bairros é mais grave do que na maioria dos bairros históricos de Lisboa", concluiu.
Diário Digital / Lusa

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domingo, julho 26, 2009

A dívida de António Costa

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sábado, julho 18, 2009

Rosto dos cuidados paliativos candidata-se pelo CDS

Isabel Galriça Neto, presidente da Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos, vai ser candidata às eleições legislativas pelo CDS. A médica, que nos últimos anos se destacou como a principal referência do País em cuidados paliativos, candidata-se como independente integrada na lista de Lisboa, em lugar elegível.
A lista do CDS por Lisboa será liderada por Teresa Caeiro e, segundo o Expresso apurou, deverá incluir, também em lugar elegível, o actual líder parlamentar, Pedro Mota Soares, e o ex-secretário-geral João Rebelo.
Isabel Neto é professora da Faculdade de Medicina de Lisboa e é a responsável pela Unidade de Cuidados Continuados e Paliativos no Hospital da Luz. Já há algum tempo que vinha colaborando com o CDS, tendo ajudado Paulo Portas a definir as posições do partido em temas como os cuidados paliativos, a morte assistida ou o testamento vital.
Estes são alguns dos assuntos "fracturantes" que prometem marcar o debate político na próxima legislatura.
Em 2007, Isabel Neto foi a convidada para um debate promovido pelo CDS sobre cuidados paliativos, tendo na ocasião apresentado esta prática como uma resposta alternativa ao debate que então começava a germinar sobre a eutanásia. São "a perda de dignidade e do sentido da vida que estão na base do pedido de eutanásia", afirmou então a presidente da APCP, defendendo que os cuidados paliativos podem prevenir a opção por pôr fim à vida.
Radicalmente contra a eutanásia, Isabel Neto tem uma posição de abertura em relação ao testamento vital. E relaciona esta possibilidade com a recusa do encarniçamento terapêutico, ou seja, o uso de medicação ou tratamentos desproporcionados ou fúteis. "A medicina não tem que preservar a vida a qualquer custo", diz a médica.

in Expresso

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quinta-feira, julho 02, 2009

Pedro Santana Lopes pede maioria estável aos lisboetas

Pedro Santana Lopes pediu ontem uma "maioria estável" aos lisboetas no lançamento da sua candidatura à presidência da Câmara de Lisboa. No antigo terminal de camionagem do Arco do Cego, que transformou em jardim durante o seu anterior mandato na capital, foi ao encontro do que a líder do PSD tem defendido para o País: "Não iremos para os grandes investimentos nem para as grandes obras!" Mas pouco depois não resistia e desvendou aquela que diz ser a grande empreitada numa segunda fase do mandato, o desnivelamento da Av. Fontes Pereira de Melo, completando a ligação ao "seu" Túnel do Marquês.
Na primeira fila da plateia improvisada, entre centenas de apoiantes, escutaram-no a líder do seu partido, Manuela Ferreira Leite, e os parceiros da coligação "Lisboa com sentido", Paulo Portas pelo CDS, Quartim Graça pelo MPT e Nuno Câmara Pereira do PPM. Muitos outros notáveis compareceram à chamada, entre eles o ex-candidato à liderança do PSD, Pedro Passos Coelho, sentado numa mais modesta terceira fila.
No ecrã gigante em que retratou em vídeo a cidade do adversário do PS, António Costa, a de "uma Lisboa sem nexo, com preconceito, com submissão e sem verdade", contrapôs a que diz ser a sua. Uma Lisboa que, à semelhança do que prometeu em 2001, quer repovoar, ir ao encontro dos bairros sociais; eliminar barreiras arquitectónicas e recuperar o polémico projecto do Parque Mayer (e já agora arquitecto que escolheu para o erguer, Frank Gehry) e o de uma Feira Popular, financiados pelas contrapartidas do Casino que tanto defendeu para Lisboa.
Santana Lopes afirmou ainda que, caso seja eleito, trabalhará para colocar as finanças da câmara na linha. E apontou o dedo aos socialistas que costumam virá-lo para ele: "Todo o actual passivo bancário da CML é da responsabilidade de decisões do PS!". A afirmação foi recebida em palmas, tantas quantas as que colheu quando prometeu levar para os Paços do Concelho "novas equipas".
in Jornal de Notícias

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sábado, junho 27, 2009

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quinta-feira, junho 25, 2009

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Não falte. Informações em 218814748 ou 912588657

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quarta-feira, junho 24, 2009

CDS-PP reitera oposição a simultaneidade das eleições

O CDS-PP apontou hoje a data de 27 de Setembro para as eleições para a Assembleia da República, reiterando que legislativas e autárquicas deverão realizar-se em dias diferentes porque assim haverá uma poupança de custos.
«A democracia tem custos, sendo que neste caso sairá mais barato se as eleições acontecerem em separado do que se acontecerem conjuntamente, não tenho nenhuma dúvida, digo isto com todo o pragmatismo», afirmou o deputado do CDS-PP Nuno Melo, em declarações aos jornalistas no final de uma audiência com o Presidente da República sobre a data das legislativas.
Apontando o dia 27 de Setembro como a melhor data para as eleições legislativas, Nuno Melo explicou que se as eleições forem em simultâneo, os partidos duplicarão custos de campanha eleitoral, porque todas as estruturas que são montadas e preparadas para umas eleições terão de ser duplicadas.

Lusa

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segunda-feira, junho 08, 2009

CDS-PP vai apresentar moção de censura ao Governo

O líder do CDS-PP, Paulo Portas, reagiu este Domingo à derrota do PS nas eleições europeias com o anúncio de que os populares vão apresentar uma moção de censura ao Governo no Parlamento.
"O país fez uma moção de censura ao governo Sócrates. O CDS dará voz, apresentando uma moção de censura na Assembleia da República como é justo e é merecido", anunciou Portas, no seu discurso na sede do CDS-PP.
Paulo Portas salientou que a moção de censura que apresentará “é já uma alternativa construtiva”, frisando que “não se trata de dizer mal de um socialismo que o povo hoje transformou em passado”.
“Trata-se de explicar como é que o país pode ser melhor governado do ponto de vista do apoio às empresas, da criação de emprego, da autoridade das forças de segurança, do rigor na imigração, da autoridade dos professores, das listas de espera na saúde, do reavivar da agricultura e das pescas”, anunciou.
O líder do CDS-PP discursava na sede nacional do partido após serem conhecidos os resultados das eleições europeias que dava, quando faltavam apurar 60 freguesias, 8,39 por cento dos votos e a eleição de dois eurodeputados.
Já a pensar nas eleições legislativas, Paulo Portas pediu ao Presidente da República, Cavaco Silva, “especial atenção” sobre a situação das contas públicas do país.
“É demasiado importante e o país tem todo o direito a saber a verdade orçamental antes das próximas eleições legislativas e não aceitar que só descubra essa verdade depois”.
A nível interno, o líder democrata-cristão anunciou que convocará “para breve” o conselho nacional do CDS-PP para definir “com brevidade” as listas candidatas ao Parlamento nacional.
“Quero todos os candidatos na rua rapidamente, porque o CDS tem que crescer mais”, disse, fixando ainda como objectivo “acelerar” a redacção do programa eleitoral.

CDS com Público.pt

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PARABÉNS!!!

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CDS-PP: Dois eurodeputados e uma moção de censura ao governo

À hora das primeiras projecções o CDS-PP movia-se com cautela. Apenas Pedro Mota Soares vinha dizer que apenas não se podia dizer muito «perante projecções». Depois, veio o silêncio. Nem apoiantes, nem declarações. Só quando os resultados finais chegaram chegou também a comitiva: Paulo Portas, Nuno Melo e Diogo Feio gritaram «Viva o CDS, viva Portugal» e mostraram-se satisfeitos com os dois eurodeputados eleitos.
8,4% foi o resultado que deu assentos no Parlamento Europeu a Nuno Melo e Diogo Feio. O CDS-PP foi a última força política na lista das cinco maiores mas mostrou-se satisfeito com o resultado que deixa o cabeça de lista, Nuno Melo, levar consigo Diogo Feio.
Demorou para que a noite aquecesse na Sede Nacional do Partido Popular, no Largo do Caldas. À excepção de meia dúzia de apoiantes da Juventude Partidária, nem um aplauso se ouvia. Apenas as conversas dos jornalistas iam animando o local. As projecções vieram, Pedro Mota Soares falou e depois veio o silêncio. Um silêncio demasiado sepulcral. Paulo Portas, Nuno Melo e Diogo Feio esperaram até perto do final da contagem dos votos para fazerem os seus discursos mas chegada a altura, o cenário no Caldas mudou.
O silêncio deu lugar a gritos de vários apoiantes com bandeiras que apareceram subitamente e a ausência de declarações foi substituída por gritos de vitória e abraços colectivos.
«Esta vitória é sua», disse Nuno Melo ao líder do partido. Portas retorquiu agradecendo aos portugueses que «contra ventos e marés confiaram no CDS».
O dirigente do CDS-PP salientou também que estas eleições europeias representaram uma derrota claríssima para o Partido Socialista e anunciou que o seu partido vai apresentar no Parlamento uma moção de censura ao Governo PS. «O país fez uma moção de censura ao governo Sócrates. O CDS dará voz, apresentando uma moção de censura na Assembleia da República como é justo e é merecido», anunciou, durante as suas declarações.
Terminados os discursos e apurados os resultados, rapidamente a acalmia voltou à sede do Partido Popular. Balanço da noite: dois eurodeputados e muito pouca festa por parte dos apoiantes.

in Sapo

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domingo, junho 07, 2009

Nuno Melo desvaloriza CDS atrás da CDU e BE e diz esquerda sobe à custa do PS

O cabeça-de-lista do CDS-PP, Nuno Melo, desvalorizou hoje a perspectiva de o seu partido obter um resultado inferior à CDU e ao BE e destacou que a subida da esquerda se fez à custa do PS.
"O CDS cresceu em todos os distritos. Se o BE passa a quarta ou terceira força política, isso não tem que ver com o CDS, tem que ver com o Partido Socialista", frisou, em declarações à Agência Lusa.
Afirmando-se "satisfeito" com os 8,37 por cento dos votos obtidos nas eleições europeias - de acordo com dados oficiais, numa altura em que falta contabilizar apenas uma freguesia e 39 consulados -, com a sua eleição e do deputado Diogo Feio, Nuno Melo frisou que o CDS "cresceu em votos e em percentagem" face às legislativas de 2005.

Lusa

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sexta-feira, junho 05, 2009

DOMINGO VOTE CDS-PP

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Europeias: Nuno Melo pede a confiança dos eleitores contra José Sócrates, o "nome da crise"

O cabeça-de-lista do CDS-PP às eleições europeias, Nuno Melo, apontou esta sexta-feira o primeiro-ministro, José Sócrates, como o "nome da crise", no comício de encerramento da campanha em que "pediu força e confiança" aos eleitores.
"Nós combatemos a crise porque a crise é o PS. E tem um nome, é José Sócrates e o país está farto de José Sócrates", afirmou Nuno Melo, no seu discurso de encerramento da campanha eleitoral às eleições europeias. Criticando mais uma vez o cartaz do PS que diz "o PS combate a crise, os outros combatem o PS", o candidato criticou ainda a "crise de identidade" da candidata do PS Elisa Ferreira, por se candidatar à câmara do Porto e ao Parlamento Europeu.
No jantar da campanha que reuniu mais pessoas, cerca de 800, num restaurante em Vila Nova de Gaia, Nuno Melo e Paulo Portas foram recebidos ao som do hino do CDS-PP pelos militantes, que agitavam as bandeiras azuis e brancas dos democratas-cristãos.
Nuno Melo começou a discursar cerca das 22h25, pedindo "força" aos sectores que foram prioritários na sua campanha - agricultores, pensionistas, forças de segurança e professores, mas não se esqueceu de referir o caso BPN para criticar a supervisão bancária. A opção pela nacionalização, disse, "é o PS a funcionar, isto é o PS no seu melhor".
Nuno Melo pediu "confiança no que vai acontecer" no domingo, afirmando que "não há razões" para os militantes "não estarem animadíssimos". "Aqueles que duvidaram, mais uma vez no dia 7 de Junho se vão desiludir porque o CDS vai vencer", afirmou.

CDS com Público.pt

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Europeias: Paulo Portas diz que "é bizarro" pensar que só há PS ou PSD

Críticas ao primeiro-ministro, José Sócrates, mas também à líder do PSD marcaram esta sexta-feira, o discurso de encerramento da campanha do presidente do CDS-PP, que afirmou “ser bizarro” pensar que “só existe o PS e o PSD”.
“Parece que a líder do PSD terá dito uma coisa menos lúcida, hoje à noite, que só há PSD ou PS. Pelo contrário, o que já se nota é um grande cansaço com o PSD e com o PS”, afirmou, considerando que “um mundo em que só haja PSD ou PS é um mundo muito infeliz”, afirmou.
Paulo Portas falava no jantar-comício de encerramento da campanha eleitoral do CDS-PP às eleições europeias, que decorre em Vila nova de Gaia, Porto.
Para contrariar a ideia de que “só há PS ou PSD”, Paulo Portas questionou se assim é, “então porque é que se entenderam” na aprovação de leis na Assembleia da República, ou nas posições contra o referendo europeu.
"Com amizade, com sinceridade, não digam que só há PS e PSD porque um mundo só com PS e PSD seria um mundo muito infeliz", considerou.
“Não deixa de ser bizarro dizer que só há PS e PSD. A gente sabe que PS e PSD estão juntos na Galp, na EDP, nos hospitais públicos”, criticou Paulo Portas, que começou por atacar o primeiro-ministro José Sócrates, responsabilizando-o pelo desemprego e pela insegurança e aumento da criminalidade.
“Diz Sócrates que a direita é retrógrada. É a vez de nós dizermos: diga lá se é progressista ter nove mil jovens desempregados por dia, se é progressista haver milhares e milhares de casais no desemprego sem subsídio”, afirmou.
No final do discurso, Paulo Portas agradeceu a “coragem” do cabeça-de-lista às europeias, Nuno Melo, e disse que o CDS terá um “óptimo resultado” no domingo.

CDS com Público.pt

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Europeias: CDS-PP termina hoje campanha no Porto a pedir o voto como "prémio"

O CDS-PP termina hoje a campanha eleitoral às eleições europeias no Porto, centrando a mensagem no apelo ao voto nas eleições de domingo para censurar o Governo e para "premiar" a oposição "que mais trabalha".
"O voto é uma censura para quem governa mal e os socialistas merecem-na, mas é um estímulo a quem se opõe melhor e o CDS foi a oposição com mais iniciativa com mais trabalho e mais temida pelo Governo", afirmou o líder do CDS-PP, Paulo Portas, num jantar com militantes em Ponte de Lima.
Na recta final, Paulo Portas estará de manhã a sul, numa "arruada" em Setúbal, enquanto que o cabeça-de-lista, Nuno Melo, começa o dia na Exponor, com uma visita à Ambienergia, Feira Internacional de Ambiente, Energia e Sustentabilidade.

in Jornal de Notícias

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Balanço Campanha CDS/PP: "Trunfo" BPN marcou campanha dos populares

O CDS/PP uma campanha simples talvez porque o dinheiro no partido não abunde. Ao longo de duas semanas, Nuno Melo foi tirando coelhos da cartola, como o caso BPN, e a estratégia deu os seus frutos. Agora para que tudo corra como os populares desejam é eleger no domingo dois “euro deputados”. A campanha dos democratas- cristãos foi seguida de ponta a ponta pela repórter Madalena Salema.

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quinta-feira, junho 04, 2009

ABSTENÇÃO NÃO!

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CDS-PP pediu o voto nas europeias como se fossem primárias das legislativas

O CDS-PP fez uma campanha para o Parlamento Europeu como se as eleições fossem a "primeira volta" das legislativas, uma opção assumida desde o primeiro momento por Paulo Portas e por Nuno Melo, que capitalizou do "efeito BPN".
Centrada a norte e centro, em feiras ou em visitas a lares de idosos, pequenas e médias empresas, em contactos na área da segurança ou agricultura, a campanha do CDS foi "de balanço" e "não de promessas", como afirmou hoje o cabeça-de-lista, Nuno Melo.
O CDS-PP pediu um "voto azul" "pelo trabalho feito" na Assembleia da República, um "cartão vermelhão" contra "o Governo PS" e uma "mudança de atitude" para acabar com o "rotativismo" "do centrão rosa/laranja", PS e PSD.
in RTP online

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