segunda-feira, setembro 28, 2009

CDS elege 21 deputados e alcança os 10,5%

Deputados eleitos:

Aveiro: Paulo Portas e Raul Camello de Almeida
Braga: Telmo Correia e Altino Bessa
Coimbra: João Serpa Oliva
Faro: Artur Rêgo
Leiria: Assunção Cristas
Lisboa: Teresa Caeiro, Pedro Mota Soares, João Rebelo, Isabel Galriça Neto e Pedro Brandão Rodrigues
Porto: José Ribeiro e Castro, João Almeida, Cecília Meireles Graça e Michael Seufert
Santarém: Filipe Lobo D'Ávila
Setubal: Nuno Magalhães
Viana do Castelo: Abel Baptista
Viseu: Hélder Amaral
Madeira: José Manuel Rodrigues

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domingo, setembro 27, 2009

Paulo Portas: «Foi desta vez: dois dígitos»

Já todos os líderes partidários tinham falado quando Paulo Portas fez a sua declaração. Esperou, em conjunto com os militantes que se encontravam na sede do CDS, que José Sócrates terminasse o seu discurso e depois partiu para a intervenção de quem era vencedor: «Foi desta vez: dois dígitos». O líder popular lembrou que todos os objectivos a que se tinha proposto foram conseguidos. Em primeiro lugar e no topo das prioridades «o povo tirou a maioria a José Sócrates». O presidente do CDS seguiu em ataque ao primeiro-ministro dizendo que «o país recusou a arrogância e a prepotência de uma maioria absoluta transformada em poder absoluto» e prometeu ser a «melhor oposição» contra o governo socialista.
Segundo o líder popular, este é o melhor resultado do CDS nos últimos 26 anos. «O CDS cresceu mais de 180 mil votos». Paulo Portas referiu ainda alguns círculos eleitorais onde considera que o CDS teve «grandes resultados eleitorais», salientando que, a partir de agora, o CDS é «um verdadeiro partido nacional».
O líder popular voltou a falar dos seus quase 50 mil quilómetros entre pré-campanha e campanha oficial, sublinhando no entanto que «é possível ter um grande crescimento eleitoral gastando pouco dinheiro».
O dirigente democrata-cristão não esqueceu ainda de agradecer ao eleitorado jovem que, diz, ao contrário do que diziam as sondagens e os analistas «não é de extrema-esquerda» e mostrou-se feliz por ter atingido o seu objectivo máximo: ficar à frente da CDU e do Bloco de Esquerda.
Portas salientou também que o CDS ficou à frente do BE e da CDU e o CDS “passou a contar para outro campeonato”Por último, o líder do CDS afirmou que "é possível ter um grande crescimento eleitoral gastando pouco dinheiro".
in Sapo

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sábado, setembro 26, 2009

Paulo Portas diz: NÃO a uma coligação com o PS

Paulo Portas disse esta noite em Leiria "NÃO" a uma coligação com o PS. O Presidente do CDS-PP diz mesmo que " o CDS tem um caderno de encargos, valores e trabalho a respeitar".
A poucas horas de terminar a campanha, Paulo Portas lembrou a Constituição, que prevê que o Presidente da República nomeia o primeiro-ministro “tendo em conta dos resultados eleitorais”.
Paulo Portas considerou por isso que o mais relevante é saber se o PSD e o CDS-PP têm mais um deputado do que a esquerda parlamentar.
De acordo com a Constituição, o Presidente da República nomeia o primeiro-ministro “tendo em conta os resultados eleitorais”, ou seja, não é necessariamente o partido mais votado a ser chamado para formar governo.
Paulo Portas mostrou-se ainda animado, e em relação à hipótese de vir a pedir os 10 por cento de votos esperados em 2005, afirmou: “É desta”, recusando dizer o número expressamente.

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sexta-feira, setembro 25, 2009

Portas pede voto no CDS para impedir que portugueses caiam em nova maioria absoluta de um só partido

Paulo Portas afirmou esta sexta-feira que o voto no CDS-PP é o que impede uma nova “maioria absoluta de um só partido”, considerando que “à primeira caem todos, à segunda cai quem quer”.
No seu discurso de encerramento da campanha, em Leiria, o líder do CDS-PP dirigiu-se aos que estão desiludidos com o PS e os que estão descontes com o PSD, apelando ao voto no CDS, que definiu como um partido com responsabilidade.
“Na última sondagem o CDS já só está a 0,8 por cento do Bloco, falta muito pouco. Como as sondagens nos tratam sempre por baixo podem ter a certeza que no domingo vamos ser a terceira força política”, afirmou.
“Quem vota no CDS expressa indignação, revolta e crítica mas também esperança”, afirmou, pedindo votos para rejeitar “o centrão”.

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Paulo Portas entre as peixeiras que "não metem nojo"

Paulo Portas foi ao mercado de Benfica esta sexta-feira e passou por todas as bancas do peixe ouvindo mesmo uma vendedora que se saiu com um recado para Francisco Louçã: "as peixeiras não metem nojo".
Portas já tinha dito duas vezes para as câmaras uma frase que tem repetido desde que o coordenador do Bloco de Esquerda afirmou num mercado que não iria falar com as peixeiras porque não quer contribuir para a "política espectáculo".
"É extraordinário, Francisco Louçã diz que não frequenta as peixeiras. Eu falo com toda a gente, não tenho medo de ir ao mercado falar com as peixeiras", afirmou.
Depois de passar várias vezes pelas bancas do peixe, Paulo Portas encontrou uma peixeira que se afirmou ofendida com o líder do BE.
"Eu não meto nojo. Ele tem nojo do trabalho, é um nojento", afirmou a mulher, enquanto Paulo Portas se mostrava compreensivo.
Com tanta atenção às peixeiras, Portas acabou por passar ao lado das outras secções do mercado, e houve até vendedoras com pena de não o cumprimentar.
CDS com DN.pt

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quarta-feira, setembro 23, 2009

Paulo Portas "ao lado" das forças de segurança pede mais apoio do Estado

Paulo Portas visitou esta quarta-feira mais uma esquadra da GNR para se mostrar “ao lado” das forças de Segurança, e propôs que o Estado assuma as custas judiciais dos processos em que polícias tenham sido vítimas de agressões.
“Esta visita é um sinal de testemunho de lealdade intransigente e inquebrantável com as forças de segurança em Portugal”, afirmou, depois de se reunir com o comandante da GNR de Santarém.
Paulo Portas reclamou ser o “único líder partidário que visita quartéis da GNR e postos da PSP” e enalteceu os profissionais a quem prometeu “lealdade intransigente e inquebrantável”.
Afirmando-se preocupado por haver “cada vez mais agressões a polícias e a guardas”, o líder do CDS-PP defendeu que o Estado se constitua como assistente no processo “quando um polícia é agredido”.
“Para nunca mais acontecer que um polícia ou um guarda sejam agredidos, vão a tribunal fazer valer os seus direitos e ainda são eles que pagam as custas judiciais”.
A segurança será hoje o tema forte do jantar-comício desta noite em Setúbal, com Paulo Portas a insistir nas críticas ao PS e ao PSD, o primeiro por ter “falhado” e o segundo por ser “hesitante” e “não se comprometer”.
Na saúde, o líder do CDS-PP prometeu dar prioridade às questões da deficiência e da demência na próxima legislatura, sublinhando que essa será uma das áreas de intervenção da candidata por Lisboa Isabel Galriça Neto, especialista em cuidados paliativos, se for eleita.
À porta do Hospital, Paulo Portas contou que encontrou lá dentro “três senhoras” que “estavam desesperadas” por uma consulta de oftalmologia.
“Estão seis, dez, doze meses à espera de uma consulta quando existem no sector social 13 hospitais onde se podem fazer mais cirurgias e mais consultas em oftalmologia”, defendeu.

CDS com DD

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domingo, setembro 20, 2009

Paulo Portas apela à maioria silenciosa que apoia ideias do CDS

O líder democrata-cristão, Paulo Portas, pediu este Sábado à noite os votos da “maioria silenciosa” que concorda com as ideias do CDS-PP e considerou que PS e PSD apresentam “demasiadas semelhanças” para serem “credíveis”.
Em nome da maioria silenciosa dos portugueses que pensam como nós em muitas matérias, apesar de ser politicamente incorrecto (…) fiquem a saber em Portugal já há uma maioria silenciosa de pessoas que não acham bem que aqueles que não querem trabalhar abusem do rendimento mínimo à custa do contribuinte”, afirmou Portas.
Num jantar com cerca de 800 militantes, em Albergaria-a-Velha, Aveiro, Portas frisou que o CDS-PP “é a direita que não é ambígua, não é tímida e não é tíbia” e procurou mostrar as diferenças face ao PS, cuja maioria absoluta “está a acabar”.
“E já só falta sete dias para esta maioria absoluta ter o destino que merece, acabar. Esta ou qualquer outra”, acrescentou.
Fazendo um resumo das principais ideias que apresentou na primeira semana da campanha eleitoral, Portas disse falar “em nome da maioria silenciosa” que não quer votar no PS ou no PSD, partidos que “têm demasiadas semelhanças” quando deviam ter “como qualquer alternância na Europa, suficientes diferenças para que a política fosse credível”.
Paulo Portas apelou aos militantes para que vão “buscar os votos” da "maioria silenciosa" que “não quer a impunidade em Portugal”, que “não quer pagar mais impostos”, dos que querem aumentos nas pensões e dos que exigem uma supervisão bancária competente.
Já o dirigente do CDS-PP e eurodeputado Diogo Feio afirmou que o director do jornal Público, José Manuel Fernandes, está hoje “sob fogo” em resultado da “maioria absoluta do PS”.
Diogo Feio afirmou que “não se esquece” de ver o secretário-geral do PS, José Sócrates, “num congresso do seu partido, há meio ano, falar numa campanha negra”.
“Uma campanha negra que tinha alvos, o director da TVI e o director do Público. Seis meses depois o director da TVI já não está lá e o director do Público está hoje sob fogo. Pode-se ver aquilo que é o resultado da maioria absoluta de um só partido. Isto tem que terminar”, afirmou Diogo Feio.

CDS com IOL.pt

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quinta-feira, setembro 17, 2009

Paulo Portas visita empresa para mostrar como se pode "subir a pulso"

O líder do CDS-PP visitou esta quinta-feira uma empresa em Vale de Cambra, Aveiro, para mostrar como se pode "subir a pulso" e criar emprego, num distrito onde "as ideias do dr. Louçã e do engenheiro Sócrates não pegam".
"Os donos desta empresa eram trabalhadores, tinham a quarta classe e fizeram esta obra. Desta empresa já nasceram outras. É por isso que aqui as ideias do dr. Louçã e as ideias do engenheiro Sócrates, um para nacionalizar, outro para aumentar impostos, não pegam", disse Paulo Portas.
O líder do CDS-PP, cabeça de lista pelo distrito de Aveiro, esteve de manhã na metalúrgica Progresso, com actividade na área das tecnologias para a indústria, que emprega 230 trabalhadores.
A visita foi também pretexto para o Paulo Portas apresentar as suas propostas na área da economia, como "a baixa de impostos selectiva, o pagamento a tempo e horas das dívidas do Estado às empresas e devolução do IVA a 30 dias".
“É por isso que aqui não pegam as ideias de nacionalizações nem de aumentar a carga fiscal porque as pessoas sabem que defender empresas é defender empregos”, reforçou, referindo-se ao BE e ao PS.
A visita à fábrica foi também pretexto para Paulo Portas defender que é necessário corrigir o caminho seguido pelo Governo do primeiro-ministro, José Sócrates, cujas “medidas anti-crise foram pouco eficazes”.
Portas retomou o relatório da OCDE que estima 650 mil desempregados em Portugal em 2010 para defender que essa previsão “vem dar razão à crítica que o CDS faz desde o início”.
“O primeiro-ministro está a apostar demais no investimento público que só chega a certas zonas da economia e esquece-se das micro, pequenas e médias empresas onde se criam os postos de trabalho”, afirmou.
Uma baixa de impostos selectiva, o pagamento das dívidas do Estado às empresas “a tempo e horas”, a compensação de créditos às empresas, a devolução do IVA a 30 dias e alterar os critérios das linhas de crédito são medidas que “podem fazer toda a diferença”, afirmou.
Ao quinto dia da campanha oficial e visivelmente entusiasmado com a audiência que teve o programa da SIC “Gato Fedorento esmiúça o sufrágio” em que participou, cerca de dois milhões de espectadores, Paulo Portas não se cansa de repetir aos militantes e simpatizantes: “isto vai correr bem”.
No entanto, não aponta uma meta quantificada, preferindo dizer que quer acabar com a maioria absoluta do PS e ficar à frente do PCP e do Bloco de Esquerda.

CDS com DN.pt

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domingo, setembro 13, 2009

CDS: campanha arranca em Mirandela com enchente críticas a Sócrates ao PCP e BE

O CDS reuniu este Sábado em Mirandela 1500 pessoas para o jantar de arranque da campanha às legislativas, ocasião aproveitada por Paulo Portas para dirigir críticas ao primeiro-ministro, José Sócrates, ao PCP e BE.
O jantar contou com a Juventude Popular que gritou “slogans” como “Portugal merece Governo CDS”, com o líder do partido a atacar a política de obras públicas do Governo e os líderes do PCP e do Bloco de Esquerda.
“Sou favorável a vias rodoviárias modernas. Sou a favor do investimento nas escolas, nas barragens (…) Mas quantos empregos aqui em Mirandela vai gerar o novo aeroporto? Zero. Quantos empregos aqui em Mirandela vai gerar o TGV? zero. É que Mirandela, Trás-os-Montes e o norte também são Portugal”, afirmou Portas, criticando o PS de José Sócrates por “só acreditar em grandes obras públicas”.
Mais apoio às empresas, carga fiscal reduzida e mais investimento público na agricultura foram algumas das ideias defendidas por Paulo Portas.
Portas dirigiu-se depois directamente ao líder do BE e do PCP que “falam mas não fizeram” enquanto que o CDS “pode falar de cabeça levantada” sobre o que fez para minorar a pobreza.
“Foi este partido que acabou com as nacionalizações das misericórdias, foi este partido que deu o 13º mês do abono de família (…) que fez a convergência das pensões e que deu mais sete contos aos (pensionistas) rurais”, disse.
Num discurso que começou já depois de ter terminado o debate televisivo entre Sócrates e Ferreira Leite, Portas fez questão de dizer que não viu o frente-a-frente. « Parece-me que falaram de várias coisas, mas de agricultura não falaram», disse para uma plateia com muitos agricultores, adiantando que o CDS falou de Agricultura durante toda a legislatura.
O líder do CDS não quis ainda deixar de lamentar dois indicadores conhecidos este sábado. «Apenas em 4 anos o rendimento das empresas agrícolas caiu 1/3 e perdemos 50 mil produtores agrícolas, como é possível?», questionou.
E para Paulo Portas, esta situação tem um culpado: «o ministro Jaime Silva que não paga nada a horas, deixa os agricultores portugueses pendurados no controlo e não aplicou 90 por cento dos fundos europeus». «Portugal merece muito melhor no Ministério da Agricultura», adiantou.
«Um jovem que trabalha e estuda é um herói em termos sociais», começou por dizer Portas, lamentando que outros haja que «embora possam trabalhar, preferem viver dependentes dos outros». «Somos a favor de um rendimento mínimo que não seja automático, que seja fiscalizado, disse.
«Há uma certa esquerda fala da pobreza como se fosse propriedade de alguém, mas foi este partido que acabou com a nacionalizações das Misericórdias, que deu o 13º mês do abono de família, que conseguiu as pensões para os ex-combatentes, que fez a convergência das pensões e que deu mais sete contos aos (pensionistas) rurais. Jerónimo de Sousa e Louçã falam, mas foi o CDS quem fez», disse Portas.
«O país dos políticos e das sondagens anda com a esquerda e com a extrema esquerda ao colo, mas o país real está a puxar o CDS para cima», disse Paulo Portas, depois de ter sido conhecida mais uma sondagem negativa para o partido. « Eles que digam que o país é socialista ou bloquista em Lisboa, porque o país real está com o CDS», adiantou.
E completando a mensagem dos outdoors do partido, Portas pediu: «Há cada vez mais gente a pensar como nós e se pensam como nós, então votem como nós».

CDS com TVI24

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sexta-feira, setembro 11, 2009

Paulo Portas defende redução da carga fiscal já na proxima legislatura

O líder do CDS-PP defende uma redução da carga fiscal já na próxima legislatura sem, no entanto, avançar números.
Esta quinta-feira, na sua intervenção na Conferência «Perspectivas Fiscais e Recuperação Económica, da TSF e CTOC, Paulo Portas centrou este objectivo nas pequenas e médias empresas e no apoio às famílias.
Paulo Portas defendeu, uma redução dos impostos já para a próxima legislatura demarcando-se das intervenções de Manuela Ferreira Leite e Jerónimo de Sousa na Conferência «Perspectivas Fiscais e Recuperação Económica.
O líder do CDS-PP não revelou números para esta redução, considerando que o combate à crise e ao desemprego faz-se apostando «tudo» nas pequenas e médias empresas e na iniciativa privada.
Neste sentido, e para ajudar as PMEs, Portas advogou que o Estado deve pagar juros quando se atrasa no pagamento das suas dívidas às empresas e defendeu o agilizar do reembolso do IVA dando o exemplo de Espanha para justificar que tal é possível.
Na sua intervenção, Paulo Portas falou também sobre a necessidade de reduzir a carga fiscal que atinge actualmente as famílias portuguesas, medida que pode ser concretizada com a aplicação do chamado coeficiente familiar, uma fórmula que reduz a incidência dos impostos sobre as famílias com filhos, ou seja, quantos mais filhos existirem maior será a redução da carga fiscal.
Uma medida que a ser aplicada, diz Portas, ainda assim «deixaria Portugal muito aquém das boas práticas nesta matéria verificadas na União Europeia.
Portas terminou a sua intervenção com o tema da simplificação do sistema fiscal e deu exemplo de vários países europeu que têm muito menos escalões de IRS que os verificados em Portugal.

CDS com TSF

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quarta-feira, setembro 09, 2009

CDS defende os que trabalham diz Paulo Portas

Paulo Portas, disse esta quarta-feira em Ponta Delgada que o CDS quer dar um sinal muito claro de que “este é o partido que defende quem quer trabalhar e não os que querem viver à custa do contribuinte”, frisou, considerando “muito injusta a forma como são tratados em Portugal os que trabalham, em relação aos que não querem trabalhar”.
“Uma família que ganhe 1.600 euros por mês, paga impostos, contribuições, escola, transportes, mas um sujeito no rendimento mínimo recebe do Estado, não trabalha, não paga impostos, nem contribuições, tem transportes gratuitos e, se calhar, renda de graça”, salientou.
Para Paulo Portas, “isto é muito injusto para quem trabalha, porque está a financiar quem não quer trabalhar”, assumindo o “compromisso sério” de continuar a denunciar esta situação.

CDS

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sexta-feira, setembro 04, 2009

Paulo Portas desafia Sócrates a ir para a rua ouvir os Portugueses

Paulo Portas desafia o primeiro-ministro a ir para a rua de forma a sentir o que as pessoas sentem. O repto do líder centrista foi lançado sexta-feira à noite, na Feira de São Mateus, em Viseu.
Paulo Portas começou por sublinhar aquelas que são as claras diferenças entre as políticas familiares defendidas pelo CDS-PP e as que José Sócrates tem vindo a anunciar.
"O Primeiro-ministro propõe dar daqui a 18 anos um cheque de 200 euros a cada criança que nasce, eu pergunto aos portugueses se não é mais mais inteligente, mais útil, mais eficaz e mais estimulante fazer com que o número de filhos conte para descontar no IRS que as famílias pagam", disse Paulo Portas.
Em Viseu, Paulo Portas foi interpelado por inúmeras pessoas, que o cumprimentavam por estar na Feira, ocasião aproveitada pelo líder centrista para desafiar José Sócrates, "eu não vejo o primeiro-ministro na rua, se andasse na rua percebia o que as pessoas pensam".
Portas afirmou ainda que os dois dias que passou na Beira, foram um grande sinal de que "o CDS está a crescer", o que ficou bem demonstrado pelas inúmeras pessoas que na rua se lhe dirigem com palavras de estímulo e promessas de voto e de confiança no CDS.

CDS com RTP

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quarta-feira, setembro 02, 2009

Legislativas: Portas acusa Sócrates de pôr País contra professores

Um dos temas centrais a ser focado no debate desta quarta-feira, na TVI, foi o da educação. Neste ponto, o líder do CDS-PP acusou o Governo de nunca ter rectificado o "erro da avaliação" e apontou o dedo a Sócrates: "O senhor teve poder total, maioria absoluta e quis colocar o País contra os professores", acusou Paulo Portas.
Em resposta, o actual primeiro-ministro fez uma analogia com o filme 'Sei o Que Fizeste no Verão Passado': 'Eu também me lembro do que o senhor fez no Governo pasado. Teve a sua oportunidade quando esteve à frente do Governo', sustentou.
Portas disse querer que a hipótese de escolha de uma escola seja total e pediu um modelo 'mais gradativo e local'. Já José Sócrates acusou a direita de querer desviar recursos da escola pública em nome dos privados.

SORRIDENTES À SAÍDA

À saída, tanto Sócrates como Paulo Portas mostraram-se sorridentes e cumprimentaram-se.
O líder do CDS-PP aproveitou para dizer que o debate foi uma conversa 'entre uma pessoa que é lutadora e um primeiro-ministro que acha que ainda está em 2004 e que o povo não lhe deu uma oportunidade'.
'Foi o debate entre uma realidade e uma ilusão', acrescentou.
Quanto a coligações, Paulo Portas descartou-as com o PS e, quanto ao PSD, pediu 'muita prudência, cautela e caldos de galinha'.
Já o líder do PS disse aos jornalistas concordar com o modelo de debate e as suas regras. Sobre o tom da conversa mostrou-se também satisfeito: 'Consegui defender o que fiz e o que proponho para o País.'
Quanto à campanha eleitoral, Sócrates avançou que a mesma será tradicional e explicou que, quanto aos comícios, 'quem não os faz é porque não os pode fazer'.

SEGURANÇA

Antes, na questão da segurança, Sócrates afirmou que Portugal é dos países mais seguros do Mundo e que, para que isso continue, é necessário investimentos e um total apoio 'às forças de segurança'. Em resposta, Paulo Portas referiu que no País há uma falta considerável de polícias e que Portugal defende 'os criminosos'.
'Há mais agentes do que em 2004', afirmou o primeiro-ministro, que acrescentou ainda que Paulo Portas criticou um regime que aprovou em Parlamento, numa referência à alteração da lei e do regime da prisão preventiva, efectuada em 2007 pelo Governo socialista.

RENDIMENTO MÍNIMO GARANTIDO

O porta-voz do CDS-PP entende que o Rendimento Mínimo Garantido 'é insultuoso'. No frente-a-frente com José Sócrates, Paulo Portas defendeu que o referido rendimento devia ser 'transitório' e para situações objectivas.
'Há pessoas que podiam trabalhar e não o fazem. A prioridade é deslocar 25 por cento do Rendimento Mínimo para as pensões baixas, para quem trabalhou toda a vida e tem sido maltratado', sustentou.
Já o actual primeiro-ministro defendeu que o actual Governo retirou 230 mil idosos da pobreza com o Complemento Solidário para idosos.
'O senhor é perseguido pelo seu passado, porque já esteve no Governo', disse ainda José Sócrates a Paulo Portas, acusando-o de suspender equipamento social quando esteve no Executivo.

DESEMPREGO

Questionado sobre as políticas de combate ao desemprego seguidas pelo Governo socialista, Paulo Portas afirmou que o PS demonstra um 'optimismo perante a crise social' e que nada fez para proteger os desempregados do País.
Em resposta, Sócrates referiu que o seu partido protegeu os desempregados quando aumentou o subsídio de desemprego.

ECONOMIA E CRISE

O líder do CDS-PP foi o primeiro a falar no debate da TVI e acusou Sócrates de ter fracassado na política económica.
No entender de Portas, a política actual gerou mais desemprego e mais falências. “É preciso focar a política nas empresas e não nas grandes obras”, disse.
Já sobre as polémicas que envolveram os bancos BPP, BPN e BCP, o líder do CDS pediu melhor supervisão.
Sócrates explicou que o Governo deu a resposta certa perante a actual crise financeira e falou em esperança.
“Os recentes resultados positivos são recebidos pela oposição com azedume”, disse.
Para Sócrates, Portugal está a ser dos primeiros países europeus a sair da recessão e isso deveu-se, sobretudo, ao apoio dado pelo PS às Pequenas e Médias Empresas (PME). O primeiro-ministro referiu ainda que o apoio a este tipo de empresas era muito refrenciado pelo CDS, mas que o seu partido apoio, só este ano, 28 vezes mais PME do que o Governo de coligação de Paulo Portas, em 2004.

BASTIDORES DA ENTREVISTA

O líder do CDS-PP, Paulo Portas, foi o primeiro a chegar ao local do frente-a-frente com José Sócrates para as Legislativas, nas instalações de Queluz da TVI.
Era previsto que chegasse às 20h20, mas Portas chegou às 20h05, de fato cinzento e com duas pastas na mão. Veio acompanhado de um assessor, de Pedro Mota Soares, Nuno Magalhães e João Rebelo.
O debate começou atrasado, depois da hora de começo ter sido anunciada para as 20h45.
O secretário-geral do PS chegou apenas às 20h41, com poucas palavras. Veio acompanhado de dois assessores e do fotógrafo.
Antes, às 19h45, três seguranças do primeiro-ministro fizeram o reconhecimento do local.
A receber os convidados esteve o director de informação da TVI, João Maia Abreu. Os estúdios da estação foram adaptados para receber os convidados. No primeiro piso da redacção estavam duas áreas de maquilhagem e duas salas com televisão para a comitiva de cada um dos convidados.
Durante a conversa, Sócrates usou uma espécie de cábulas em papel branco, ao passo que Portas optou por cartazes semelhantes a 'powerpoints'.

in Correio da Manhã

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terça-feira, setembro 01, 2009

Paulo Portas visita mercado de Benfica



O líder do CDS-PP esteve hoje no mercado de Benfica, em Lisboa, onde defendeu a promoção do emprego, apontando que é possível interessar as empresas no aumento dos ordenados e os trabalhadores no aumento da produtividade.

A visita ao mercado de Benfica inseriu-se numa acção de pré-campanha eleitoral do partido para as eleições legislativas e, como é já seu hábito, Paulo Portas não se negou a muitos beijos e alguns abraços.
Lurdes Monteiro, peixeira, fez questão de dar o seu apoio ao candidato centrista.
"Acho que ele pode ser diferente pela força que ele tem, em todos os sentidos. Eu acho que ele tem vontade de fazer e deve-se dar-lhe forças para ele fazer porque senão também não vai a lado nenhum", apontou a vendedora.
Outra vendedora aproveitou a visita do líder do CDS-PP para chamar a atenção para o problemas das pensões.
"Fui emigrante 20 anos, estou a receber 200 euros e daqui nem 250 euros recebo. Sou obrigada a estar aqui sem poder. Era bom que tirassem a quem nunca trabalhou e tem boa saúde e dessem a quem não tem saúde e tem de estar a trabalhar", defendeu.
No final da visita, entre algumas dezenas de apoiantes, foi exactamente a questão do emprego que Paulo Portas valorizou, propondo a contratação de desempregados como forma de estímulo para a economia.
No entender do líder centrista, o Estado deveria propor às empresas que contratassem sem termo um desempregado, dando às empresas, como incentivo, o remanescente do subsídio de desemprego ou do subsídio social de desemprego que o trabalhador receberia se continuasse desempregado.
"Acho que é uma ideia boa e é um grande incentivo para que as empresas contratem gente, é muito mais útil porque significa financiar uma oportunidade de emprego em vez de financiar a continuidade do desemprego", apontou Paulo Portas.
Na opinião do líder democrata-cristão, as empresas nacionais vivem num permanente dilema, entre permanecer em funcionamento ou fechar portas, pagar aos funcionários ou pagar as contribuições ao Estado e entende, por isso, que é preciso estimular as empresas porque são elas que podem criar empregos.
Lembrou que em Portugal tanto o rendimento dos trabalhadores como a produtividade das empresas equivalem a 3/4 dos restantes países da Europa, mas defendeu que é possível interessar as empresas pela melhoria dos salários dos seus empregados e, ao mesmo tempo, interessar os trabalhadores pela melhoria da produtividade da empresa.
"Quando a economia estiver a crescer, acho que o trabalho suplementar, as pessoas que querem fazer mais umas horas para poderem ganhar mais, têm que ficar com a totalidade desse esforço a mais, ou seja, o Estado não pode tributar o trabalho suplementar ou extraordinário", apontou Paulo Portas.
Já para as grandes empresas, sugeriu uma mais justa repartição "dos frutos do trabalho".
"Nas grandes empresas, onde é possível medir o ganho de produtividade que é devido ao factor trabalho, uma parcela desse ganho de produtividade deve ir para um fundo especial que possa ser mais justamente repartido por quem trabalhou e é responsável por esse esforço", defendeu.
No final, Paulo Portas saiu satisfeito da visita ao mercado de Benfica, um local que entende ser "um grande teste", mas onde acabaram por ser "muito bem recebidos".
"As pessoas são muito sensíveis ao valor trabalho e nós temos de apoiar quem quer trabalhar", sustentou.
Sobre a campanha que se avizinha, deixa a promessa: "Aberta e natural e gastando muito pouco".

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domingo, agosto 30, 2009

CDS contra regresso do Bloco Central

Um claro "Não" à possibilidade de um “regresso ao bloco central” foi a tónica dominante das intervenções dos dirigentes do CDS na Convenção Programática do CDS-PP, em Tomar os quais consideram ainda a esquerda como sendo a principal responsável pelo “atraso do país”.
José Ribeiro e Castro, afirmou que o país “não precisa” do “regresso do bloco central”. “Há acenos, sugestões do regresso ao bloco central, não esclarecendo se seria por casamento ou união de facto”, ironizou, afirmando que os que defendem que o PS e o PSD poderiam governar juntos confundem “salvação nacional com a salvação do centrão”.
“É um pântano que não precisamos”, disse o cabeça de lista do CDS pelo distrito do Porto, que criticou ainda “os mitos, preconceitos e contra-valores da esquerda”, que “são os responsáveis pelo atraso do país”.
As críticas a um possível regresso de um governo de coligação PS/PSD foram retomadas pelo presidente do Conselho Nacional, António Pires de Lima, que pediu "o voto útil" dos eleitores da área não socialista para evitar o bloco central.
"Se não tivermos uma votação forte, se o povo não socialista não der ao CDS uma votação muito forte, é um Governo do bloco central que teremos e eu creio que é preciso fazer tudo para evitar este resultado. Depois da tragédia da governação socialista autocrática, pior, pior, só uma coligação PS/PSD", considerou Pires de Lima.
As críticas à ideia do regresso do Bloco Central marcaram também o discurso do eurodeputado Nuno Melo: “Eles dizem que o PS é mau para o país, salvo se for coligado com o PSD”, ironizou.
“É a ficha tripla da política. Para nós este governo é mesmo mau, sozinho ou coligado”, acrescentou.
O eurodeputado do CDS-PP referiu-se ainda a declarações recentes do líder do partido, Paulo Portas, afirmando o objectivo de ficar à frente do BE e do PCP nas próximas legislativas, considerando que “é uma meta temerária” mas que significa “uma expressão de prioridade nacional”.
O ex-deputado na Assembleia da República fez questão de criticar a mandatária da Juventude do PS, a apresentadora Carolina Patrocínio, por ter afirmado, segundo foi publicado, que “detesta perder e preferir fazer batota”, citou Nuno Melo.
“É o exemplo que se dá à juventude. Nós também não gostamos de perder, mas nunca faríamos batota. Antes preferíamos perder”, disse.

CDS com DN.pt

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sábado, agosto 29, 2009

Aumento das pensões e apoio às IPSS são prioridade do Programa eleitoral do CDS

O aumento das pensões mínima, social e rural é o "primeiro compromisso" do programa eleitoral do CDS-PP na área social, anunciou esta sexta-feira o Presidente centrista.
Paulo Portas anunciou, após uma visita ao Centro de Dia de Algueirão, em Sintra que "no programa explicaremos onde é que alicerçaremos a melhoria de pensões, mas é o nosso primeiro compromisso social. Num país onde há um milhão de idosos que têm 245 euros ou menos para viver todos os meses não há outra prioridade social".
O Presidente do CDS afirmou que espera no dia 27 de Setembro, um resultado que "dê força" ao CDS-PP para que na próxima legislatura possam haver maiores aumentos das pensões, considerando que é na população idosa que se encontra a pobreza estrutural.
"No tempo em que o CDS pôde influenciar a política de pensões, nós forçámos aumentos maiores para que claramente houvesse ganhos de poder de compra. (…) Essa ajuda vem do CDS e eu espero ter força para poder levá-la à prática. Já provei uma vez que o conseguia", disse.
Uma segunda prioridade na área social, acrescentou Portas, é apoiar as Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS), onde "já trabalham 200 mil portugueses" que devem assumir a primazia na prestação de serviços aos mais idosos.
"O Estado, em vez de querer fazer tudo e depois não consegue, deve delegar e contratualizar nestas instituições. Se um dia as IPSS se zangassem e parassem eu queria saber o que é que os tais socialistas e estatistas e esquerdistas tinham como resposta aos problemas das pessoas", afirmou Portas.
Ainda na área social, uma outra prioridade do programa do CDS-PP, que será apresentado domingo, é "apoiar os novos pobres, daqueles que ficaram sem trabalho".

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sábado, agosto 22, 2009

Economia e emprego são prioridade face ao défice

O líder do CDS/PP, Paulo Portas, defendeu hoje a prioridade ao crescimento da economia e criação de emprego face ao combate ao défice das finanças públicas.
"Primeiro a economia, primeiro o emprego, primeiro as empresas. A velocidade de redução do défice será sobretudo a velocidade e a intensidade com que conseguimos colocar a economia portuguesa a crescer", disse, num comício em Aveiro, o líder do CDS/PP.
"Não se trata de um dilema, é uma ordenação de prioridades", frisou.
Justificou que uma economia a crescer gera receita "e essa receita ajuda a equilibrar as finanças dos país", disse.
Segundo Paulo Portas, quem, ao contrário do CDS/PP, der prioridade ao combate ao défice "inevitavelmente aumentará impostos ou congelará salários".
"É uma receita que eu não aconselho. Não mói o défice mas arrisca-se a matar a economia real", observou.
Preconizou mais apoios às micro, pequenas e médias empresas, defendendo que as linhas de crédito "não podem ter condições impossíveis".
"E precisamos de uma Caixa Geral de Depósitos completamente orientada para o crédito às micro, pequenas e médias empresas portuguesas. Não queremos uma Caixa Geral de Depósitos orientada para pôr a mão debaixo dos BPN e BPP desta vida à custa do contribuinte e de quem trabalha", frisou Paulo Portas.
Disse ainda que o país precisa "naturalmente" de uma supervisão "verdadeiramente competente" do sistema financeiro para este ser saudável, condição "essencial" para o funcionamento da economia e "esperanças" das famílias.
"Uma das coisas que o primeiro-ministro não compreende é que é muito mais importante ter uma supervisão que detecta as fraudes a tempo e evita as rupturas a tempo, do que proteger um camarada que por acaso esteja na supervisão", acusou Paulo Portas, referindo-se ao Governador do Banco de Portugal, Vítor Constâncio.
No discurso, Paulo Portas passou em revista algumas das 'bandeiras' eleitorais do CDS/PP, para além da economia e emprego, a autoridade do Estado, a justiça, educação e políticas sociais, entre outras.
Na próxima semana, dia 30, os democratas-cristãos vão apresentar o programa eleitoral, com o apoio às Pequenas e Médias Empresas, a Segurança e a Justiça entre as suas prioridades.
Os objectivos do programa eleitoral do CDS-PP, dividido em 16 capítulos, estão disponíveis desde há cerca de dois meses no "site" do partido na Internet para consulta e para receber propostas.
As legislativas realizam-se a 27 de Setembro, com o arranque oficial de campanha a 13, e as autárquicas a 11 de Outubro.

in Expresso online

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terça-feira, agosto 18, 2009

CDS vai gastar 850 mil euros nas legislativas

O CDS-PP conta gastar 850 mil euros na campanha eleitoral para as eleições legislativas. É esse o valor que conta no orçamento entregue à Entidade das Contas, que funciona junto do Tribunal Constitucional.
Segundo o secretário-geral do partido, João Almeida. Este «é um orçamento de contenção como já tinha sido o das Europeias. Vamos fazer uma campanha sóbria, privilegiando o contacto com as pessoas e utilizar também a Internet».
Cavaco Silva – recorde-se - apelou a campanhas eleitorais serenas, com sobriedade nas despesas. “Que não se perca tempo com questões artificiais, que haja sobriedade nas despesas, que não se gaste o dinheiro dos contribuintes em acções de propaganda demasiado dispendiosas para o momento que atravessamos”, disse o Chefe de Estado, na cerimónia parlamentar.
O prazo para a entrega dos orçamentos de campanha terminou esta segunda-feira, à semelhança do que acontece com o prazo para a entrega das candidaturas às eleições legislativas e às eleições autárquicas. Mas, ao contrário do que sucede com as listas de candidatos, já todas apresentadas e divulgadas, os orçamentos são um segredo que só o CDS revela.
Os restantes partidos recusaram divulgar os seus orçamentos, com o argumento deve ser a Entidade das Contas a primeira a conhecê-los.

CDS com RR

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segunda-feira, agosto 10, 2009

Deputados do CDS/PP foram os mais trabalhadores nos últimos quatro anos

Os deputados do CDS/PP na Assembleia da República foram os mais trabalhadores durante a última legislatura, garantiu hoje Paulo Portas, na Figueira da Foz, à margem de uma acção de campanha no mercado da cidade.
“Durante estes quatro anos, os deputados do CDS foram os mais trabalhadores. Só no último ano cada deputado do CDS tomou mais de 200 iniciativas no Parlamento”, disse o líder centrista.
Os deputados do CDS/PP na Assembleia da República foram os mais trabalhadores durante a última legislatura, garantiu hoje Paulo Portas, na Figueira da Foz, à margem de uma acção de campanha no mercado da cidade.
“Durante estes quatro anos, os deputados do CDS foram os mais trabalhadores. Só no último ano cada deputado do CDS tomou mais de 200 iniciativas no Parlamento”, disse o líder centrista.
Comparou, depois, o número de iniciativas parlamentares dos deputados “populares” com a média dos representantes de PSD e PS – oito e seis, respectivamente, revelou – para concluir que a ‘performance’ dos centristas, “significa trabalhar muito”.
“E eu acho que na vida, como na escola, como nas empresas e também na política, quem trabalha merece estímulo. Quem não trabalha merece uma reprovação”, defendeu.

CDS/DD

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CDS apresenta programa eleitoral às legislativas a dia 1 de Setembro

O CDS-PP apresenta o programa eleitoral às legislativas no dia 1 de Setembro, com o apoio às PME, a Segurança e a Justiça entre as prioridades dos democratas-cristãos, disse Assunção Cristas.
Assunção Cristas, que coordena a elaboração do programa eleitoral do CDS-PP, disse à Lusa que a data prevista para apresentação do programa é dia 1 de Setembro.
O apoio às micro, pequenas e médias empresas é uma das "linhas prioritárias políticas" do programa, a Segurança e a Educação são também prioridades e "haverá propostas inovadoras na área da Justiça", adiantou Assunção Cristas.
Os objectivos do programa eleitoral do CDS-PP, dividido em 16 capítulos, estão disponíveis desde há cerca de dois meses no "site" do partido na Internet para consulta e para receber propostas.
Assunção Cristas disse que o site "recebeu bastantes participações" e que, na actual fase, está terminado o trabalho da "maioria dos grupos de trabalho" que coordenaram a elaboração do programa por áreas.
No dia da "rentrée" do CDS-PP, a 24 de Agosto, em Aveiro, haverá durante a tarde uma reunião com candidatos às legislativas e autárquicas em que "poderá haver aí os últimos ajustamentos".

CDS/DD

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