domingo, setembro 20, 2009

Paulo Portas apela à maioria silenciosa que apoia ideias do CDS

O líder democrata-cristão, Paulo Portas, pediu este Sábado à noite os votos da “maioria silenciosa” que concorda com as ideias do CDS-PP e considerou que PS e PSD apresentam “demasiadas semelhanças” para serem “credíveis”.
Em nome da maioria silenciosa dos portugueses que pensam como nós em muitas matérias, apesar de ser politicamente incorrecto (…) fiquem a saber em Portugal já há uma maioria silenciosa de pessoas que não acham bem que aqueles que não querem trabalhar abusem do rendimento mínimo à custa do contribuinte”, afirmou Portas.
Num jantar com cerca de 800 militantes, em Albergaria-a-Velha, Aveiro, Portas frisou que o CDS-PP “é a direita que não é ambígua, não é tímida e não é tíbia” e procurou mostrar as diferenças face ao PS, cuja maioria absoluta “está a acabar”.
“E já só falta sete dias para esta maioria absoluta ter o destino que merece, acabar. Esta ou qualquer outra”, acrescentou.
Fazendo um resumo das principais ideias que apresentou na primeira semana da campanha eleitoral, Portas disse falar “em nome da maioria silenciosa” que não quer votar no PS ou no PSD, partidos que “têm demasiadas semelhanças” quando deviam ter “como qualquer alternância na Europa, suficientes diferenças para que a política fosse credível”.
Paulo Portas apelou aos militantes para que vão “buscar os votos” da "maioria silenciosa" que “não quer a impunidade em Portugal”, que “não quer pagar mais impostos”, dos que querem aumentos nas pensões e dos que exigem uma supervisão bancária competente.
Já o dirigente do CDS-PP e eurodeputado Diogo Feio afirmou que o director do jornal Público, José Manuel Fernandes, está hoje “sob fogo” em resultado da “maioria absoluta do PS”.
Diogo Feio afirmou que “não se esquece” de ver o secretário-geral do PS, José Sócrates, “num congresso do seu partido, há meio ano, falar numa campanha negra”.
“Uma campanha negra que tinha alvos, o director da TVI e o director do Público. Seis meses depois o director da TVI já não está lá e o director do Público está hoje sob fogo. Pode-se ver aquilo que é o resultado da maioria absoluta de um só partido. Isto tem que terminar”, afirmou Diogo Feio.

CDS com IOL.pt

Etiquetas: , ,

0 Comentários:

Enviar um comentário

<< Home