terça-feira, dezembro 07, 2010

Lisboa: Assembleia municipal quer que Câmara ajude a criar programas contra despercío alimentar

A Assembleia Municipal de Lisboa recomendou à Câmara que promova o "encontro urgente" de juntas de freguesia, instituições sociais, escolas, paróquias e outras entidades que possam criar programas locais de combate ao desperdício alimentar.
A recomendação, apresentada pelo CDS e aprovada por unanimidade na terça-feira, indica que, segundo uma petição pública sobre o tema, entre 35 a 50 mil refeições provenientes de serviços de «catering» são diariamente colocadas no lixo em Portugal.
Nestes números não estão incluídos os desperdícios alimentares dos restaurantes e das refeições confecionadas nos supermercados.

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domingo, setembro 13, 2009

CDS: campanha arranca em Mirandela com enchente críticas a Sócrates ao PCP e BE

O CDS reuniu este Sábado em Mirandela 1500 pessoas para o jantar de arranque da campanha às legislativas, ocasião aproveitada por Paulo Portas para dirigir críticas ao primeiro-ministro, José Sócrates, ao PCP e BE.
O jantar contou com a Juventude Popular que gritou “slogans” como “Portugal merece Governo CDS”, com o líder do partido a atacar a política de obras públicas do Governo e os líderes do PCP e do Bloco de Esquerda.
“Sou favorável a vias rodoviárias modernas. Sou a favor do investimento nas escolas, nas barragens (…) Mas quantos empregos aqui em Mirandela vai gerar o novo aeroporto? Zero. Quantos empregos aqui em Mirandela vai gerar o TGV? zero. É que Mirandela, Trás-os-Montes e o norte também são Portugal”, afirmou Portas, criticando o PS de José Sócrates por “só acreditar em grandes obras públicas”.
Mais apoio às empresas, carga fiscal reduzida e mais investimento público na agricultura foram algumas das ideias defendidas por Paulo Portas.
Portas dirigiu-se depois directamente ao líder do BE e do PCP que “falam mas não fizeram” enquanto que o CDS “pode falar de cabeça levantada” sobre o que fez para minorar a pobreza.
“Foi este partido que acabou com as nacionalizações das misericórdias, foi este partido que deu o 13º mês do abono de família (…) que fez a convergência das pensões e que deu mais sete contos aos (pensionistas) rurais”, disse.
Num discurso que começou já depois de ter terminado o debate televisivo entre Sócrates e Ferreira Leite, Portas fez questão de dizer que não viu o frente-a-frente. « Parece-me que falaram de várias coisas, mas de agricultura não falaram», disse para uma plateia com muitos agricultores, adiantando que o CDS falou de Agricultura durante toda a legislatura.
O líder do CDS não quis ainda deixar de lamentar dois indicadores conhecidos este sábado. «Apenas em 4 anos o rendimento das empresas agrícolas caiu 1/3 e perdemos 50 mil produtores agrícolas, como é possível?», questionou.
E para Paulo Portas, esta situação tem um culpado: «o ministro Jaime Silva que não paga nada a horas, deixa os agricultores portugueses pendurados no controlo e não aplicou 90 por cento dos fundos europeus». «Portugal merece muito melhor no Ministério da Agricultura», adiantou.
«Um jovem que trabalha e estuda é um herói em termos sociais», começou por dizer Portas, lamentando que outros haja que «embora possam trabalhar, preferem viver dependentes dos outros». «Somos a favor de um rendimento mínimo que não seja automático, que seja fiscalizado, disse.
«Há uma certa esquerda fala da pobreza como se fosse propriedade de alguém, mas foi este partido que acabou com a nacionalizações das Misericórdias, que deu o 13º mês do abono de família, que conseguiu as pensões para os ex-combatentes, que fez a convergência das pensões e que deu mais sete contos aos (pensionistas) rurais. Jerónimo de Sousa e Louçã falam, mas foi o CDS quem fez», disse Portas.
«O país dos políticos e das sondagens anda com a esquerda e com a extrema esquerda ao colo, mas o país real está a puxar o CDS para cima», disse Paulo Portas, depois de ter sido conhecida mais uma sondagem negativa para o partido. « Eles que digam que o país é socialista ou bloquista em Lisboa, porque o país real está com o CDS», adiantou.
E completando a mensagem dos outdoors do partido, Portas pediu: «Há cada vez mais gente a pensar como nós e se pensam como nós, então votem como nós».

CDS com TVI24

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terça-feira, abril 28, 2009

Inflação é «imposto oculto» para os mais pobres

O líder do CDS-PP, Paulo Portas, mostrou-se esta segunda-feira preocupado com as previsões da Comissão Europeia para a economia portuguesa, ao considerar a inflação como um «imposto oculto sobre os mais pobres», escreve a agência Lusa.
«A previsão do crescimento económico feita pela Comissão Europeia, como por outras instâncias internacionais, é substancialmente mais fraca do que aquela com que o Governo se comprometeu», afirmou Paulo Portas, nos Açores. O Governo apontava para um crescimento económico de 2,2 por cento, mas Bruxelas avança com 1,7, o que é «bastante menos».
«Preocupa-me também o dado quanto à inflação. 3,2 de inflação significa uma espécie de imposto oculto sobre os mais pobres», salientou Paulo Portas, ao destacar o impacto na vida dos «pensionistas que têm reformas muito baixas». «Eles já estão a perder todos os meses, por responsabilidade deste Governo, poder de compra, porque as suas pensões foram actualizadas em 2,5 por cento», concluiu o líder do CDS/PP.

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