Concelhia de Lisboa do CDS-PP
domingo, fevereiro 20, 2011
sábado, janeiro 29, 2011
Opinião - Lisboa, para quê complicar?
Há vários anos que o CDS-PP vem reclamando uma reorganização administrativa, a nível nacional e local, que racionalize e agilize a máquina do Estado, vocacionando-a para o essencial: o serviço ao cidadão.Foi, por isso, com total disponibilidade que o CDS encarou o desafio de pensar a reforma administrativa da cidade de Lisboa. Não é mais possível continuar com um modelo assente em 53 freguesias. Não só é um modelo ineficiente, despesista e pouco racional como é um modelo que tira pouco partido das vantagens de uma gestão e escolha pública de proximidade.
É preciso não esquecer que o modelo administrativo de uma cidade só existe para servir o cidadão que, com os seus impostos, o sustenta. É por isso essencial que o modelo administrativo dê um verdadeiro retorno aos cidadãos.
Por isso mesmo, o CDS-PP apresentou um modelo de reforma administrativa da cidade que aposta na drástica, mas necessária, redução do número de freguesias. Bem sabemos que PS e PSD já acordaram em fixar o número de freguesias em 24. Não podemos ficar satisfeitos com esse número. Ele continua a ser demais. Para o CDS-PP Lisboa precisa apenas de nove freguesias.
A nossa proposta vai ao encontro do modelo das principais cidades europeias: Barcelona tem dez distritos para 1,5 milhões de habitantes, Madrid tem 21 distritos para 3,2 milhões de habitantes, Paris tem 21 arrondissements para 2 milhões de habitantes, Lyon tem nove arrondissements para 1,1 milhões de habitantes, e Roma tem 20 rioni para 2,5 milhões de habitantes - distritos, arrondissements e rioni são unidades territoriais equivalentes às juntas de freguesia -, o que nos permite concluir que temos em média uma freguesia para cada 150 000 habitantes.
Que méritos tem afinal o acordo entre PS e PSD de consagração de 24 freguesias para 500 000 habitantes?
É evidente que esse acordo consiste numa espécie de Tratado de Tordesilhas, de divisão da cidade ao sabor das conveniências dos dois partidos que há anos ocupam as estruturas autárquicas da cidade. António Costa só quer a discussão pública da sua proposta de 24 freguesias, mas nós esperamos que os lisboetas não sejam impedidos de conhecer na discussão pública as diferentes propostas de reforma administrativa que foram apresentadas em sessão de câmara.
Para o CDS, a reforma tem de ser mais profunda. Não se trata de reduzir por reduzir, apenas no objectivo de reduzir custos. Trata-se de reduzir através de critérios de racionalidade destinados a oferecer freguesias ágeis, úteis, responsáveis e que ofereçam retorno aos lisboetas.
Agrupar as 53 juntas de freguesia em nove vai permitir dar uma dimensão territorial e populacional às juntas, o que evita conflitos locais e de ordem partidária. Caso contrário, a discussão ficará centrada numa disputa de retalho artificial de novas fronteiras e de mera contabilidade eleitoral, onde dificilmente se obtêm consensos.
Com nove juntas de freguesia, vamos reduzir a despesa drasticamente e vamos dotar estas juntas de múltiplas competências e de um orçamento que permite uma capacidade de intervenção muito diferente do que se tivermos 24 ou 26 juntas de freguesia.
Este é o exemplo que Lisboa deve dar às restantes autarquias do País!
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quarta-feira, janeiro 26, 2011
CDS quer dividir Lisboa em nove freguesias
O representante do CDS/PP na Câmara de Lisboa defende um corte drástico no número de freguesias da capital. Das actuais 53, António Carlos Monteiro defende que se passe para nove, número que, segundo aquele vereador, aproximaria Lisboa "dos modelos de organização administrativa e política das principais capitais europeias" e permitiria acabar com a "pulverização de freguesias" que "prejudica o erário público".Na semana passada, PS e PSD apresentaram uma proposta conjunta, que vai ser discutida hoje pelo executivo de Lisboa, e na qual estabelecem um novo mapa administrativo com 24 freguesias. Aquilo que António Carlos Monteiro propõe é que seja colocada em discussão pública não só essa hipótese mas também a sua, com nove freguesias, porque "a população de Lisboa deve pronunciar-se sobre os dois cenários".
O mesmo vereador frisa que, no estudo encomendado pela câmara sobre o modelo de governação da cidade - trabalho esse coordenado por Augusto Mateus e João Seixas -, já eram equacionadas duas soluções: reduzir as freguesias para nove ou um cenário intermédio de redução para 27.
António Carlos Monteiro sustenta agora que não se deve "deitar fora" a solução das nove freguesias e diz que o PS e o PSD o fizeram para "acomodar os interesses das duas estruturas partidárias, mais do que defender os interesses da cidade e dos munícipes". Acrescenta que, ao descer de 53 para 24 freguesias, "os munícipes terão de continuar a financiar estruturas cuja escala não lhes permite cumprir os seus objectivos".
Já com nove freguesias, alega o vereador, seria possível descentralizar para estes órgãos mais competências que hoje estão nas mãos da Câmara de Lisboa, por exemplo na área do "urbanismo de proximidade". De acordo com a proposta do CDS, a freguesia mais populosa passaria a ser a resultante da união de Santa Maria dos Olivais com Marvila - que teria 78.826 eleitores - e a menos populosa a que juntaria Mártires, Sacramento, São Nicolau, Madalena, Santa Justa, Sé, Santiago, São Cristóvão e São Lourenço, Castelo, São Miguel, Socorro, Santo Estevão, Mercês, Encarnação, São Paulo, Santa Catarina, São José e Pena - que teria 37.919 eleitores.
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sexta-feira, janeiro 21, 2011
Lisboa: CDS-PP diz que acordo PS/PSD para freguesias "fica a meio caminho"
A Concelhia de Lisboa do CDS-PP manifestou-se hoje a favor da diminuição de freguesias na capital, mas defendeu que o acordo de reorganização a que chegaram PS e PSD “fica a meio caminho”.Numa comunicado enviado às redações, o presidente da concelhia de Lisboa do CDS-PP, João Gonçalves Pereira, defende que esta era a oportunidade de Lisboa se aproximar dos modelos e organizações administrativas e políticas das principais capitais europeias, com um mapa administrativo de nove freguesias, em vez das 24 definidas no acordo.
“Entendemos que a oportunidade desta reforma não pode ser perdida com uma redução pouco ambiciosa, como esta se afigura”, afirma o responsável, acrescentando: “com um modelo de nove freguesias conseguimos dar uma dimensão às freguesias em que o município pode descentralizar muito mais competências do que aquelas que o PS e PSD apresentam na proposta”.
Citando o estudo encomendado pela autarquia ao Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG) e Instituto de Ciências Sociais (ISC) e que apresentava dois cenários – reduzir de 53 para 24 ou para nove freguesias -, o CDS-PP lamenta que o acordo conseguido entre PS e PSD deixe a reforma administrativa “a meio caminho”.
Como exemplo da organização administrativa conseguida em várias capitais europeias o CDS-PP aponta as cidades de Barcelona, que tem 10 distritos para 1,5 milhões de pessoas, Madrid, com 21 distritos para 3,2 milhões de habitantes, Paris, com 21 distritos para dois milhões de habitantes e Roma, com 20 para 2,5 milhões de habitantes.
Para o CDS-PP, uma redução para nove freguesias conseguiria dar uma maior dimensão às freguesias em que o município poderia descentralizar mais competências, entre as quais o licenciamento urbanístico de proximidade e as bibliotecas municipais.
O CDS-PP defende ainda que, no âmbito do debate público que se seguirá sobre o novo modelo de governação da cidade, os lisboetas devem poder pronunciar-se sobre os vários cenários colocados pelo estudo encomendado ao ISEG/ISC.
“Esta é uma Reforma que deve ser culturalmente natural, procurando simplificar, modernizar, reduzir custos e melhorar a eficácia da administração junto do Munícipe, colocando Lisboa ao nível das restantes capitais europeias”, considera o CDS-PP de Lisboa.
O novo mapa de Lisboa que resultou do acordo entre o PS e o PSD, hoje assinado, reduz para 24 as atuais 53 freguesias e atribui às juntas mais competências a nível de manutenção do espaço público, gestão de equipamentos, intervenção comunitária e habitação.
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quinta-feira, janeiro 20, 2011
Comunicado - Reforma Administrativa de Lisboa
Apesar da CML ter encomendado ao ISEG/ISC um estudo que apresenta um diagnóstico da situação actual e recomenda 2 cenários possíveis: reduzir para 27 ou reduzir para 9, parece que PS e PSD enfiaram o estudo na gaveta.
O Presidente da Concelhia de Lisboa, João Gonçalves Pereira, defende que «tal como refere o estudo, esta é a oportunidade de Lisboa se aproximar dos modelos de organização administrativa e política das principais capitais europeias ou seja, um mapa administrativo de 9 freguesias. Optar por um modelo de 24 freguesias é ficar com a Reforma a meio caminho, é perder uma oportunidade».
Alguns exemplos que ilustram bem que a proposta de 9 freguesias, defendida pelo CDS-PP, vai no sentido da organização administrativa das capitais europeias:
- Barcelona tem 10 Distritos para 1,5 milhões de habitantes;
- Madrid tem 21 Distritos para 3,2 milhões de habitantes;
- Paris tem 21 Arrondissements para 2 milhões de habitantes;
- Lyon tem 9 Arrondissements para 1,1 milhões de habitantes;
- Roma tem 20 Rioni para 2,5 milhões de habitantes.
- Lisboa tem 560.000 habitantes segundo os Censos de 2001
Que fique claro, para a Concelhia de Lisboa a redução do número de freguesias de Lisboa é positiva, mas entendemos que a oportunidade desta reforma não pode ser perdida com uma redução pouco ambiciosa, como esta se afigura.
Segundo João Gonçalves Pereira, «com um modelo de 9 freguesias, conseguimos dar uma dimensão às freguesias em que o Município pode descentralizar muito mais competências do que aquelas que o PS e PSD apresentam na proposta, como por exemplo: o licenciamento urbanístico de proximidade e as bibliotecas municipais passarem para a gestão directa das Juntas de freguesia.».
Desde o primeiro momento, defendemos uma redução firme do número de freguesias e mostrámos total disponibilidade para a construção de uma proposta política consensualizada entre as várias forças políticas com representação municipal. O “bloco central” optou por outro caminho.
No texto da proposta PS/PSD é referido que “esta é uma reforma que a Cidade necessita debater” e que no período de debate público sobre um novo modelo de governação da cidade a discussão deve ser feita “sem tabus”. Concordarmos com esta posição, esperando que, independentemente da votação das propostas na CML, no período de debate público os lisboetas possam pronunciar-se entre as várias possibilidades de reforma apresentadas no estudo encomendado pela CML.
Para o CDS-PP de Lisboa, «esta é uma Reforma que deve ser culturalmente natural, procurando simplificar, modernizar, reduzir custos e melhorar a eficácia da administração junto do Munícipe, colocando Lisboa ao nível das restantes capitais europeias. Para o “centrão” parece ser mais importante satisfazer os interesses instalados e as suas clientelas partidárias do que encontrar um caminho lógico, moderno, europeu e eficaz de gestão da Cidade de Lisboa. Assim se percebe porque é que o PS e PSD não quiseram contar com o CDS nesta negociação. São opções…».
Lisboa deve dar o exemplo às restantes autarquias do país. O acordo do “Bloco Central” é ficar a meio caminho, é não ter o sentido de responsabilidade que os cidadãos tanto pedem os partidos políticos.
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sábado, dezembro 04, 2010
segunda-feira, novembro 29, 2010
AMARO da COSTA - Apresentação do Livro e Inauguração de Sala

18h20m – Apresentação da primeira biografia sobre a vida de Adelino Amaro da Costa, escrito por Maria do Rosário Carneiro e Célia Pedroso
19h – Inauguração da Sala Adelino Amaro da Costa
A sessão contará com a presença do Presidente do Partido, Paulo Portas
Etiquetas: Adelino Amaro da Costa, Concelhia, Lisboa
sexta-feira, novembro 12, 2010
Concelhia de Lisboa organiza Curso de Formação Autárquica no próximo SÁBADO
“Reforçar o CDS nas freguesias”
Lisboa, 13 de Novembro de 2010
Sede Concelhia (Largo do Caldas)
Largo Adelino Amaro da Costa, 5, 1º - Lisboa
PROGRAMA
10h00 Acolhimento aos Participantes
10h15 Abertura dos Trabalhos
João Gonçalves Pereira, Presidente da Concelhia de Lisboa
10h30 CONTRATAÇÃO PÚBLICA
Podem as freguesias contratar com quem querem, quando querem e como querem?
Adolfo Mesquita Nunes Deputado da Assembleia Municipal de Lisboa
10h50 Debate
11h30 ORÇAMENTOS e CONTAS
Como decifrar os documentos de controlo financeiro
José Rui Roque Gestor e ex-Autarca
Cristina Henriques Vogal da Ass. Freguesia de Santa Maria Olivais
12h00 Debate
13h00 Pausa para Almoço
15h00 O GABINETE AUTÁRQUICO e as FREGUESIAS
Objectivos, medidas e responsabilidades
João Gonçalves Pereira Presidente da Concelhia de Lisboa
15h15 JUNTAS de FREGUESIA
As suas competências e o papel do CDS em coligação
Luís Marcos Secretário da Junta de Freguesia do Alto do Pina
15h30 Debate
16h00 ASSEMBLEIAS de FREGUESIA
As competências do órgão e instrumentos ao serviço da oposição
Diogo Moura Deputado da Assembleia Municipal de Lisboa
José Pedro Athayde Vogal da Junta Freguesia Nossa Sra. de Fátima
16h15 Debate
17h00 COMUNICAÇÃO
Como projectar o trabalho autárquico nas freguesias
João Maria Condeixa Vogal da Assembleia Freguesia da Charneca
Tiago Cardoso Co-responsável pela Comunicação do Gab. Autárquico
17h30 Debate
18h00 Encerramento
Telmo Correia Presidente da Distrital de Lisboa
Inscrições:
Diogo Moura
912588657
lisboa@cds.pt
Preço: € 10 (incluindo almoço no Restaurante Santa Rita, junto ao Caldas)
Etiquetas: Concelhia, Curso, Formação, Formação Autárquica, Lisboa
sexta-feira, outubro 29, 2010
Chuvas em Lisboa - CDS-PP de Lisboa questiona as medidas preventivas da CML para o fim-de-semana
CDS-PP de Lisboa questiona as medidas preventivas
Na verdade, se uma hora de chuva intensa causou, em Outubro, o caos que causou, o que poderemos nós lisboetas esperar das chuvas intensas que, durante o Inverno, seguramente se verificarão?
Neste sentido, o Presidente da Concelhia de Lisboa do CDS-PP, João Gonçalves Pereira, pede explicações ao executivo camarário, “Como é que é possível que logo no primeiro dia de chuva em Lisboa a cidade fique um absoluto caos: vias alagadas e intransitáveis, trânsito caótico, viaturas avariadas e danificadas e um pouco por toda a Cidade as ruas transformaram-se em ribeiros, as avenidas em rios, e as praças em lagos de lama e chuva”.
O CDS-PP coloca as seguintes questões ao senhor Presidente da Câmara Municipal de Lisboa:
1. Que medidas ordinárias foram tomadas para acautelar o efeito e a acção das chuvas, nomeadamente em termos de limpeza de sarjetas?
2. Que medidas extraordinárias foram tomadas pela CML depois dos Serviços de Protecção Civil terem anunciado o estado de alerta laranja em Lisboa?
3. Que medidas específicas foram tomadas pelos Serviços de Protecção Civil da cidade de Lisboa?
4. Está a CML disponível para vir a considerar apoios para comerciantes, residentes e proprietários que tiveram prejuízos causados directamente pelas inundações?
Para o CDS-PP, face aos factos verificados, a CML deve tomar, com urgência, todas as medidas exigíveis e necessárias para se evitar que no Sábado e Domingo - se se mantiverem as actuais previsões climatéricas - se repitam as situações vividas no dia de hoje.
Etiquetas: chuva, Cidadãos por Lisboa, Concelhia, João Gonçalves Pereira
quinta-feira, outubro 14, 2010
Concelhia de Lisboa organiza conferência sobre a Reforma Administrativa da Cidade
O primeiro painel foi dedicado à apresentação do estudo - do ISEG/ICS - denominado "Qualidade de Vida e Um Novo Modelo de Governação da Cidade", pelo seu Prof. João Seixas, o qual deu a conhecer as matrizes de partida para a elaboração do estudo, a estrutura das entidades administrativas da cidade e a reforma na divisão das freguesias, apontando 3 possíveis caminhos: manter as 53, reduzir para 27 ou para 9, criando ainda, em qualquer dos casos, 9 estruturas orgânicas da Câmara Municipal descentralizadas por zonas de freguesias.
O segundo painel, dedicado às implicações políticas de uma profunda reestruturação geográfica da Cidade, contou com as intervenções do Veredor António Carlos Monteiro, do Deputado Municipal Adolfo Mesquita Nunes e do Deputado e Presidente da Distrital Telmo Correia.
No final foram colocadas perguntas aos oradores por parte do público presente, constituído na maioria por autarcas e ainda por militantes interessados numa temática da máxima importância para Lisboa.
O Presidente da Concelhia, João Gonçalves Pereira, disse que esta era "a primeira de muitas acções de Formação Política que a Concelhia de Lisboa vai promover".
Etiquetas: Adolfo Mesquita nunes, António Carlos Monteiro, Concelhia, Conferências, João Gonçalves Pereira, João Seixas, Lisboa, Reforma Administrativa, Telmo Correia
domingo, outubro 10, 2010
Conferência sobre Lisboa

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terça-feira, agosto 31, 2010
CDS quer participar na Revisão Administrativa de Lisboa
Etiquetas: Concelhia, João Gonçalves Pereira, Jornal de Lisboa, Lisboa, Reforma Administrativa
terça-feira, agosto 10, 2010
Reforma Administrativa de Lisboa: Concelhia exige ser ouvida nas negociações
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domingo, julho 04, 2010
O FUTURO DE LISBOA COMEÇA AQUI: Tomada de Posse da Concelhia de Lisboa
Etiquetas: Concelhia, Lisboa, Tomada de Posse
quinta-feira, junho 24, 2010
TOMADA DE POSSE

Etiquetas: Concelhia, Lisboa, Tomada de Posse
quarta-feira, junho 09, 2010
João Pedro Gonçalves Pereira é o novo Presidente da Concelhia de Lisboa
Caros Amigos e Militantes,Etiquetas: Concelhia, Eleições, João Gonçalves Pereira
segunda-feira, junho 07, 2010
terça-feira, dezembro 22, 2009
segunda-feira, dezembro 14, 2009
Portas desafia Governo a negociar Orçamento do Estado
O país, reafirmou no domingo o primeiro-ministro, "não pode ter dois orçamentos, um feito pela Assembleia da República e outro feito pelo Governo". Quanto às forças políticas da Oposição, o primeiro-ministro aponta o dedo ao que considera ser uma "coligação estranhíssima" entre Bloco de Esquerda, CDS-PP e PSD. Paulo Portas devolve as críticas e descreve José Sócrates como um primeiro-ministro "queixinhas" e sem vontade de discutir os pressupostos do Orçamento do Estado.
"O que é natural num primeiro-ministro que não tem maioria é que antes de o apresentar abra negociações com os partidos para ver quais são as suas propostas, qual é a margem de manobra e qual é o caminho que quer seguir", sustentou ontem à noite o líder do CDS-PP durante o jantar de Natal do partido, em Lisboa.
Para Portas, "o que não fará sentido é que o primeiro-ministro não converse com ninguém antes, apresente o seu Orçamento, que só corresponde às suas próprias ideias e depois diga que qualquer alteração é um crime de lesa-majestade". O presidente do CDS-PP considera, por isso, que "é de boa-fé abrir negociações antes": "Se ele, em vez de nos chamar nomes, discutisse connosco, dissesse porque é que não está de acordo, ou nos dissesse preciso de tempo para adaptar o Estado a esses novos procedimentos, tinha uma atitude mais positiva. Agora queixar-se de tudo e de todos sem dizer porque é que não concorda com as medidas, isso não é aceitável".
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terça-feira, setembro 01, 2009
Paulo Portas visita mercado de Benfica
O líder do CDS-PP esteve hoje no mercado de Benfica, em Lisboa, onde defendeu a promoção do emprego, apontando que é possível interessar as empresas no aumento dos ordenados e os trabalhadores no aumento da produtividade.
A visita ao mercado de Benfica inseriu-se numa acção de pré-campanha eleitoral do partido para as eleições legislativas e, como é já seu hábito, Paulo Portas não se negou a muitos beijos e alguns abraços.
Lurdes Monteiro, peixeira, fez questão de dar o seu apoio ao candidato centrista.
"Acho que ele pode ser diferente pela força que ele tem, em todos os sentidos. Eu acho que ele tem vontade de fazer e deve-se dar-lhe forças para ele fazer porque senão também não vai a lado nenhum", apontou a vendedora.
Outra vendedora aproveitou a visita do líder do CDS-PP para chamar a atenção para o problemas das pensões.
"Fui emigrante 20 anos, estou a receber 200 euros e daqui nem 250 euros recebo. Sou obrigada a estar aqui sem poder. Era bom que tirassem a quem nunca trabalhou e tem boa saúde e dessem a quem não tem saúde e tem de estar a trabalhar", defendeu.
No final da visita, entre algumas dezenas de apoiantes, foi exactamente a questão do emprego que Paulo Portas valorizou, propondo a contratação de desempregados como forma de estímulo para a economia.
No entender do líder centrista, o Estado deveria propor às empresas que contratassem sem termo um desempregado, dando às empresas, como incentivo, o remanescente do subsídio de desemprego ou do subsídio social de desemprego que o trabalhador receberia se continuasse desempregado.
"Acho que é uma ideia boa e é um grande incentivo para que as empresas contratem gente, é muito mais útil porque significa financiar uma oportunidade de emprego em vez de financiar a continuidade do desemprego", apontou Paulo Portas.
Na opinião do líder democrata-cristão, as empresas nacionais vivem num permanente dilema, entre permanecer em funcionamento ou fechar portas, pagar aos funcionários ou pagar as contribuições ao Estado e entende, por isso, que é preciso estimular as empresas porque são elas que podem criar empregos.
Lembrou que em Portugal tanto o rendimento dos trabalhadores como a produtividade das empresas equivalem a 3/4 dos restantes países da Europa, mas defendeu que é possível interessar as empresas pela melhoria dos salários dos seus empregados e, ao mesmo tempo, interessar os trabalhadores pela melhoria da produtividade da empresa.
"Quando a economia estiver a crescer, acho que o trabalho suplementar, as pessoas que querem fazer mais umas horas para poderem ganhar mais, têm que ficar com a totalidade desse esforço a mais, ou seja, o Estado não pode tributar o trabalho suplementar ou extraordinário", apontou Paulo Portas.
Já para as grandes empresas, sugeriu uma mais justa repartição "dos frutos do trabalho".
"Nas grandes empresas, onde é possível medir o ganho de produtividade que é devido ao factor trabalho, uma parcela desse ganho de produtividade deve ir para um fundo especial que possa ser mais justamente repartido por quem trabalhou e é responsável por esse esforço", defendeu.
No final, Paulo Portas saiu satisfeito da visita ao mercado de Benfica, um local que entende ser "um grande teste", mas onde acabaram por ser "muito bem recebidos".
"As pessoas são muito sensíveis ao valor trabalho e nós temos de apoiar quem quer trabalhar", sustentou.
Sobre a campanha que se avizinha, deixa a promessa: "Aberta e natural e gastando muito pouco".
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