sexta-feira, janeiro 15, 2010

Red Bull Air Race: CDS critica condições de contrato para a realização da prova em Lisboa

O CDS-PP criticou esta quinta-feira as condições do contrato para a realização da Red Bull Air Race em Lisboa, "que são muito menos favoráveis" do que quando o evento ocorreu no Porto e em Gaia.
O secretário-geral do CDS-PP, João Almeida, criticou o contrato celebrado entre os anfitriões da prova, os municípios de Oeiras e Lisboa, a Associação de Turismo de Lisboa (ATL) e a Red Bull Air Race para a organização da prova na capital.
"As condições da realização do evento no Porto e em Gaia foram diferentes daquelas que foram propostas ontem [na quarta-feira] ao executivo da Câmara de Lisboa. São muito menos favoráveis e significam um dispêndio muito maior do dinheiro dos contribuintes", considerou.
Para João Almeida, em causa está o pagamento de 3,5 milhões de euros à Red Bull Air Race pelos municípios caso o montante não seja angariado com publicidade e outras "compartidas que antes estavam asseguradas pelo promotor".
"São as despesas com segurança e outras despesas logísticas que eram asseguradas pelo promotor no contrato com Porto e Gaia. E que neste contrato passam a ser asseguradas por Lisboa e Oeiras", explicou.
O CDS-PP vai voltar a questionar o Ministério da Economia sobre "eventuais dinheiros públicos na transferência da prova do Porto para Lisboa e eventualmente aplicados na Associação de Turismo de Lisboa".
"Houve uma competição interna em que não vemos interesse. Lisboa foi competir com o Porto e Gaia no acolhimento da prova. Independentemente do retorno, as condições são muito piores em Lisboa do que aquelas que existiam", rematou João Almeida.
O CDS-PP vai questionar também os municípios de Lisboa e Oeiras para confirmar as condições contratuais e saber se "justificam o dispêndio de dinheiros públicos".

CDS com Expresso.pt

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terça-feira, agosto 18, 2009

CDS vai gastar 850 mil euros nas legislativas

O CDS-PP conta gastar 850 mil euros na campanha eleitoral para as eleições legislativas. É esse o valor que conta no orçamento entregue à Entidade das Contas, que funciona junto do Tribunal Constitucional.
Segundo o secretário-geral do partido, João Almeida. Este «é um orçamento de contenção como já tinha sido o das Europeias. Vamos fazer uma campanha sóbria, privilegiando o contacto com as pessoas e utilizar também a Internet».
Cavaco Silva – recorde-se - apelou a campanhas eleitorais serenas, com sobriedade nas despesas. “Que não se perca tempo com questões artificiais, que haja sobriedade nas despesas, que não se gaste o dinheiro dos contribuintes em acções de propaganda demasiado dispendiosas para o momento que atravessamos”, disse o Chefe de Estado, na cerimónia parlamentar.
O prazo para a entrega dos orçamentos de campanha terminou esta segunda-feira, à semelhança do que acontece com o prazo para a entrega das candidaturas às eleições legislativas e às eleições autárquicas. Mas, ao contrário do que sucede com as listas de candidatos, já todas apresentadas e divulgadas, os orçamentos são um segredo que só o CDS revela.
Os restantes partidos recusaram divulgar os seus orçamentos, com o argumento deve ser a Entidade das Contas a primeira a conhecê-los.

CDS com RR

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quarta-feira, maio 06, 2009

Europeias: Primeiros cartazes do CDS-PP apostam em temas nacionais


O CDS-PP colocou esta quarta-feira, os primeiros cartazes da sua campanha para as eleições ao Parlamento Europeu, centrados em temas nacionais como as pensões de reforma, impostos e segurança, assumindo as europeias como “a primeira volta das legislativas”.
Os cartazes, cerca de 800, foram distribuídos por todo o país e resumem as principais “bandeiras” e temas a que o CDS-PP tem dado prioridade na Assembleia da República: segurança, pensionistas, impostos e educação, entre outros.
Paulo Portas afirma que a opção por temas nacionais é assumida, uma vez que, a eleição europeia “é a primeira volta das legislativas e o primeiro sinal que os cidadãos vão dar”.
“Essa é uma opção nossa. Nós não esquecemos que esta não é uma eleição abstracta. É de um país concreto num tempo concreto. Dizemos aos pensionistas: censurem que quem vos prejudicou, apoiem quem vos apoiou”, acrescentou.
Com a imagem do cabeça-de-lista, Nuno Melo, do lado esquerdo, sobre um fundo azul, a mensagem é sempre igual na forma, diferindo no conteúdo:
“Não andamos a brincar aos políticos. Soluções sérias para Portugal”; “Não andamos a brincar aos polícias. Soluções sérias para a Segurança”; “Não andamos a brincar com os pensionistas. Soluções sérias para reduzir a pobreza” são algumas das frases que se podem ler nos cartazes.
“Não andamos a brincar às avaliações. Soluções sérias para a Educação”; “Não andamos a brincar aos impostos. Soluções sérias para os contribuintes”; “Não andamos a brincar aos bancos. Soluções sérias para emprego e empresas”; “Não andamos a brincar aos valores. Soluções sérias para as famílias” e “Não andamos a brincar com os agricultores. Soluções sérias para o mundo rural” completam a mensagem escolhida pelo CDS-PP.
Assumindo igualmente que o CDS-PP encara as eleições para o Parlamento Europeu como “a primeira volta das legislativas”, o secretário-geral democrata-cristão, João Almeida, defendeu que os cartazes reflectem também temas europeus.
“Nós já tínhamos dito que a campanha servirá para marcar as diferenças do CDS-PP face ao Governo. Mas quando falamos de agricultura estamos a falar de temas europeus. Os subsídios de que falamos são europeus”, disse.

CDS com Expresso.pt

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domingo, janeiro 18, 2009

CDS precisa de crescer mais eleitoralmente

João Almeida contínua como Secretário-geral do CDS-PP e em entrevista à SIC-Notícias, afirma que o que faz falta ao partido neste momento, é "crescer mais eleitoralmente".
Face às políticas e soluções seguidas e apresentadas pelo CDS João Almeida reafirma a vontade e o empenho dos centristas na procura de uma solução de governo alternativa para Portugal.
Nesta entrevista, João Almeida faz ainda um balanço dos trabalhos do XXIII Congresso do CDS-PP que decorreu nas Caldas da Rainha.

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sábado, janeiro 17, 2009

Secretário-geral diz todas as hipóteses em Lisboa "são boas"

O secretário-geral do CDS-PP, João Almeida, afirmou hoje que não há qualquer acordo formal com o PSD para uma coligação em Lisboa e disse que, quer a hipótese de haver listas próprias, quer a coligação, "são boas".
"Nós temos excelentes indicadores de que poderíamos concorrer em listas próprias (...) e também sabemos o que está em causa", afirmou, referindo-se à possibilidade de uma candidatura conjunta poder conquistar a câmara.
"Todas as hipóteses são boas", afirmou.
Questionado pelos jornalistas à margem dos trabalhos do XXIII Congresso sobre notícias que dão conta de conversas entre o líder do CDS-PP e do candidato do PSD a Lisboa, Pedro Santana Lopes, João Almeida disse desconhecer mas frisou que conversas informais não significam acordos formais.
"Se as pessoas se cruzam no Parlamento e conversam isso não significa que haja acordos oficiais", disse.
O CDS-PP só irá revelar a estratégia para a câmara de Lisboa após o Congresso, para não repetir o que sucedeu no congresso de 2007 em que o anúncio da candidatura de Telmo Correia a Lisboa foi a novidade do conclave.
"Não se confirma porque não se discute" , disse João Almeida, frisando que quer a direcção quer a concelhia afirmaram que a câmara de Lisboa não seria tema de discussão no Congresso, que Paulo Portas quer orientado para as legislativas.
Lusa

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