quinta-feira, abril 08, 2010

Diploma do CDS para incluir Prevenar no Plano Nacional Vacinação foi hoje aprovado

O CDS-PP o PSD e o Bloco de Esquerda aprovaram hoje um projeto de resolução dos democratas-cristãos que recomenda ao Governo “que estude a possibilidade” de incluir a vacina pneumocócica no Plano Nacional de Vacinação.
O diploma foi aprovado com os votos contra do PS. O PCP e o PEV absteviveram-se permitindo a viabilização.
O diploma “recomenda ao Governo que estude a possibilidade da inclusão no Plano Nacional de Vacinação da vacina pneumocócica ou, em alternativa, a sua comparticipação, no mínimo, pelo escalão C”.

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domingo, janeiro 10, 2010

CDS chama ministra da Saúde ao Parlamento para explicações sobre cuidados de saúde em oncologia

O CDS-PP vai chamar a ministra da Saúde ao Parlamento para exigir esclarecimentos a Ana Jorge sobre as dúvidas suscitadas pelo documento apresentado pelo Governo que estabelece "os requisitos básicos para a prestação de cuidados em oncologia".
"Vamos chamar novamente a ministra à comissão parlamentar de saúde. Registo que talvez agora se altere tendo em conta que já não existe a maioria absoluta socialista. Foram quatro as vezes que o CDS chamou a senhora ministra para debater este assunto e foram quatro as recusas, ao longo de dois anos e meio", disse a deputada democrata-cristã Teresa Caeiro.
Numa conferência de imprensa destinada a apresentar as "medidas concretas e necessárias" contidas no projecto de resolução do CDS-PP para "uma nova abordagem da oncologia em Portugal" - que foi rejeitado no Parlamento e foi recentemente reapresentado -, Teresa Caeiro acusou o executivo socialista de se ter "esquecido durante cinco anos das carências que existem nas áreas do rastreio, diagnóstico, acompanhamento e tratamento do cancro".
"É inadmissível que o cancro, que é a segunda causa de morte em Portugal, não fosse objecto de uma intervenção prioritária por parte do Governo", acentuou.
Para a deputada do CDS-PP, o "documento orientador" agora apresentado pelo executivo "deixa tantas dúvidas como a ausência de um documento" relativamente à prestação de cuidados em oncologia.
"Este documento não define se estes requisitos são aplicados só aplicáveis ao sector público ou se o são também ao sector privado e social (…) também não diz qual o orçamento aplicável à implementação deste documento (…) ou como vai conciliar a elevada diferenciação necessária para a intervenção cirúrgica necessária para cada tipo de cancro com um tratamento de proximidade", enumerou.
O documento, acrescentou, não determina também "como vai fiscalizar e assegurar o cumprimento" dos requisitos que estabelece, já que aponta apenas a "auto-avaliação por parte das unidades de serviço".
"O CDS tem vindo há vários anos a alertar o Governo para esta matéria, que é de extrema gravidade para a população, teve a recusa constante por parte da senhora ministra da saúde em discutir o problema no Parlamento, tivemos há um ano a rejeição do projecto de resolução que agora voltámos a apresentar e vamos voltar a discutir", lembrou.
No documento, os democratas-cristãos defendem a necessidade do destacamento de um especialista em oncologia em cada um dos 13 hospitais que "estão a fazer tratamento oncológico sem oncologistas", além da diminuição do "tempo de espera entre as várias fases do processo".
A implementação de "rastreios sistemáticos em todo o território nacional dos tipos de cancro com maior incidência na população portuguesa" (cancro da mama, colo do útero, cólon e recto) e a existência de um "registo oncológico nacional eficaz" são outras das medidas propostas pelo CDS-PP.

CDS com TSF

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quarta-feira, outubro 07, 2009

Pedro Santana Lopes anuncia reformulação profunda da EMEL no próximo mandato


Pedro Santana Lopes afirmou esta quarta-feira que, no que respeita às empresas municipais e para além da já anunciada extinção da Gebalis, irá proceder no próximo mandato a remodelações profundas na EPUL e na EMEL.
As declarações foram feitas durante um passeio pelo bairro de Campo de Ourique, ao qual se juntaram mais de uma centena de pessoas, tendo Santana Lopes recebido manifestações de apreço de muitos residentes e comerciantes da zona.
Estas manifestações de simpatia e queixas transmitidas sobre o comportamento do actual executivo foram um forte contraste quando comparadas com a recepção recente no mesmo bairro dada a António Costa, o qual ouviu duras críticas pela intenção anunciada de taxar o estacionamento para os moradores.
No passeio participaram Ribeiro e Castro e Teresa Caeiro do CDS-PP, para além de diversos vereadores e candidatos da Coligação "Lisboa Com Sentido", incluindo o futuro presidente da Assembleia Municipal, Manuel Falcão.
Salientando aquilo que separa a sua candidatura da representada por António Costa, Santana Lopes afirmou que: «Eu falo dos problemas reais de Lisboa e acho que os Lisboetas estão sensibilizados para isso, querem o aeroporto, não querem mais contentores, querem uma cidade limpa, funcional e confortável».O candidato à presidência da CML da Coligação "Lisboa Com Sentido" reforçou ainda as críticas ao acordo pretendido pelo actual edil com os representantes do movimento que contesta a expansão do terminal de contentores no Porto de Lisboa, classificando a reunião que esta terça-feira decorreu na CML como uma «jogada pré-eleitoral» facilmente perceptível para os Lisboetas.
Para o bairro de Campo de Ourique, Santana Lopes defende a necessidade de estacionamento em altura, como forma de «não sobrecarregar comerciantes e moradores com a política de estacionamento absurda» praticada actualmente pela EMEL.

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sexta-feira, setembro 25, 2009

Paulo Portas entre as peixeiras que "não metem nojo"

Paulo Portas foi ao mercado de Benfica esta sexta-feira e passou por todas as bancas do peixe ouvindo mesmo uma vendedora que se saiu com um recado para Francisco Louçã: "as peixeiras não metem nojo".
Portas já tinha dito duas vezes para as câmaras uma frase que tem repetido desde que o coordenador do Bloco de Esquerda afirmou num mercado que não iria falar com as peixeiras porque não quer contribuir para a "política espectáculo".
"É extraordinário, Francisco Louçã diz que não frequenta as peixeiras. Eu falo com toda a gente, não tenho medo de ir ao mercado falar com as peixeiras", afirmou.
Depois de passar várias vezes pelas bancas do peixe, Paulo Portas encontrou uma peixeira que se afirmou ofendida com o líder do BE.
"Eu não meto nojo. Ele tem nojo do trabalho, é um nojento", afirmou a mulher, enquanto Paulo Portas se mostrava compreensivo.
Com tanta atenção às peixeiras, Portas acabou por passar ao lado das outras secções do mercado, e houve até vendedoras com pena de não o cumprimentar.
CDS com DN.pt

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quinta-feira, agosto 20, 2009

Gripe A: CDS pede reunião parlamentar urgente

Para a deputada do CDS Teresa Caeiro, é preciso "saber se todos os mecanismos estão a corresponder àquilo que é necessário para conter a gripe A", em particular a linha Saúde 24 que "não está a responder às necessidades".
Em declarações à agência Lusa, a deputada do CDS-PP Teresa Caeiro reforça a urgência da reunião, considerando que a doença está "num ponto de viragem" para "uma situação pré-epidémica" em Portugal.
"O presidente da Assembleia da República (AR) autorizou que este grupo de trabalho pudesse reunir a qualquer momento sempre que se justificasse. E nós entendemos, sem qualquer alarmismo, que estamos num ponto de evolução da gripe A que justifica uma reunião deste grupo de trabalho", diz a deputada Teresa Caeiro.
A vice-presidente da Assembleia da República lembra que "já foi largamente ultrapassada a fasquia dos 1.500 infectados em Portugal", havendo mesmo "muitos casos de contágio terciário". "Já começa a haver situações de fase pré-epidémica, ou seja, já não se consegue rastrear e saber quem foram as pessoas com quem o doente esteve em contacto e abordar directamente esse universo (...) Estamos provavelmente num ponto de viragem para uma situação pré-epidémica à qual se poderá seguir uma fase epidémica", sustenta.
Para a deputada do CDS-PP é ainda necessário "questionar as autoridades competentes", para "saber se todos os mecanismos estão a corresponder àquilo que é necessário para conter e abordar a gripe A", em particular a linha Saúde 24 que "não está a responder às necessidades".
"Se há um mecanismo fundamental para combater e acompanhar a gripe A é exactamente uma linha telefónica de esclarecimento. Daqui para a frente será cada vez mais importante", refere, defendendo ainda a necessidade de esclarecimentos sobre a aplicação de "todos de contingência" e sobre o fornecimento de materiais e equipamentos.
O CDS-PP espera agora que o grupo de trabalho, criado no âmbito da Comissão Parlamentar de Saúde, se reúna "ainda esta semana ou no início da próxima semana".
Na quarta-feira, Portugal registou 215 novos casos de infecção pelo vírus da gripe A (H1N1). Desde o início de Maio, um total de 1757 pessoas foram diagnosticadas com gripe A.

in Expresso online

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segunda-feira, agosto 03, 2009

CDS acusa ministério de não utilizar todos os recursos disponíveis para acabar com listas de espera

O CDS-PP acusou hoje o ministério da Saúde de divulgar "indicadores contrários" aos revelados pelo Tribunal de Contas (TC) sobre doentes em lista de espera, criticando-o por não estar a utilizar "todas as capacidades instaladas".
Em declarações à agência Lusa a propósito do relatório de seguimento às recomendações formuladas no auditoria ao "Acesso aos Cuidados de Saúde no SNS" - Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia (SIGIC), a deputada centrista Teresa Caeiro considerou que o documento mostra "o que o CDS tem vindo a denunciar", o não cumprimento dos "princípios de equidade e de universalidade do Serviço Nacional de Saúde (SNS)".
"Há dificuldades tremendas de acesso aos cuidados de saúde por parte dos utentes, que tornam o SNS profundamente injusto e desumano", referiu a deputada, acrescentando que os números do relatório do TC "vêm contrariar frontalmente os dados divulgados" pela ministra da Saúde no Parlamento.
"Em dois anos e meio surgiram mais de 300 mil novos utentes sem médico de famlia, quando ainda na última vez que foi ao Parlamento a ministra afirmou que tinha diminuído de 800 ou 700 mil para 500 mil. O TC vem agora dizer que são três vezes mais, quase 1 milhão e 500 mil. Como é que é possível? É inadmissível esta falta de transparência!", criticou Teresa Caeiro.
No documento, o TC recomenda ao Governo "medidas activas" para resolver a curto prazo os casos de utentes sem médico de família, que aumentaram entre 2006 e 2008, sublinha que não são ainda visíveis melhorias resultantes das Unidades de Saúde Familiar e sugere igualmente aos conselhos directivos das Administrações Regionais de Saúde que elaborem um plano de reafectação do pessoal médico aos utentes.
De acordo com o mesmo documento, entre Junho de 2006 e Junho de 2008 o número de médicos de família baixou em todas as regiões de saúde, com maior incidência no Alentejo, onde se registou uma quebra de 23 por cento, e o número de utentes inscritos aumentou (4,1 por cento a nível nacional).
Segundo o TC, em 31 de Dezembro de 2008 havia quase 1,5 milhões de utentes (1.474.532) sem médico de família no país, um aumento de 27 por cento relativamente a Junho de 2006 (1.164.635).
Para a deputada do CDS-PP Teresa Caeiro o relatório do TC "vem mostrar que o SNS actualmente está a sacrificar os doentes a uma certa visão do Serviço Nacional de Saúde (SNS), que não reconhece que para fazer face as necessidades dos doentes é preciso que o sistema nacional de saúde, incluindo o SNS, recorra a todas as capacidades instaladas no país, seja no sector social ou no privado".
Caeiro disse ainda que "fruto da falta de planeamento do ministério nos últimos anos", algo que admitiu "ultrapassar mesmo este governo", nos próximos anos o país vai "assistir a um número de médicos de família a reformarem-se sem que haja médicos para repor esse número".
Em relação às consultas de especialidade, a deputada Teresa Caeiro defendeu a criação de "um sistema de recuperação das listas de espera, à semelhança do que foi feito para as cirurgias":"Findo o tempo máximo de espera o utente deve receber um vale consulta para ser reencaminhado para o sector social ou para o privado".
"É preciso fazer alguma coisa urgentemente para a organização mais eficaz e mais produtiva dos serviços (...) esta visão estritamente pública e ultrapassada está sacrificar os doentes dia após dia", concluiu.

CDS/DD

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segunda-feira, junho 29, 2009

Listas oncologia: CDS pede audição urgente da ministra da Saúde

O CDS-PP pediu esta segunda-feira uma audição urgente da ministra da saúde no Parlamento.
Em causa está o tempo de espera das cirurgias oncológicas e a falta de especialistas e equipas multidisciplinares que façam um acompanhamento integrado do doente.
O pedido é feita na semana em que está marcada a 4ª audição obrigatória de Ana Jorge na Comissão de Saúde e depois do CDS ter alertado para o facto de "os doentes de oncologia não estão a receber a ter um tratamento condigno", afirmou Teresa Caeiro.
A deputada do CDS recordou que desde 2005, que não existia um Plano nacional de prevenção e acompanhamento oncologico, facto que é lamentável e para o qual os deputados centristas têm vindo a chamar a atenção.

CDS com Parlamento Global

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quinta-feira, junho 18, 2009

CDS chama ministra ao Parlamento sobre tempos de espera para cirurgia oncológica

A deputada do CDS-PP Teresa Caeiro requereu esta quinta-feira a presença da ministra da Saúde no Parlamento para dar explicações sobre as listas de espera para a cirurgia oncológica e acusou o Governo de ter desvalorizado o problema.
“Está na hora de a ministra assumir as suas responsabilidades e dar atenção a este problema muito grave da espera para cirurgias oncológicas que, em 2008, foi de 102 dias em média”, afirmou a deputada Teresa Caeiro.
A deputada do CDS-PP acusou a ministra Ana Jorge de ter “desvalorizado as preocupações e críticas às políticas de prevenção, no acompanhamento, tratamento e controlo das doenças oncológicas”, frisando que “não foi por falta de aviso”.
Teresa Caeiro disse que requereu a presença, com carácter de urgência, da ministra da Saúde na comissão parlamentar de Saúde, para “esclarecer os deputados sobre “os números das listas de espera para cirurgia oncológica apresentados pelo relatório da Primavera de 2008”.
No relatório, frisou Teresa Caeiro, salienta-se não só que os tempos de espera são em média de 102 dias — contra os 14 internacionalmente recomendados — mas também se alerta que se exige uma “considerável melhoria na gestão dos tempos de espera de todo o processo”.
“Isto significa que muitos portugueses não têm um acompanhamento aceitável em termos de espera, primeiro para o diagnóstico, cirurgia, tratamentos e, eventualmente, cirurgias reconstrutivas”, salientou.
CDS com Público.pt

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domingo, junho 14, 2009

CDS-PP acusa Ana Jorge de preconceito contra misericórdias


O CDS-PP acusou hoje a ministra da Saúde, Ana Jorge, de ter um «preconceito ideológico contra as misericórdias», criticando-a por «se recusar a utilizar os recursos e capacidades instaladas» para cuidados continuados disponibilizadas por essas instituições.

«O presidente da União das Misericórdias Portuguesas (UMP) veio pôr o dedo na ferida, porque apesar das misericórdias terem uma capacidade instalada de duas mil camas, e um enquadramento logístico e técnico de médicos, de enfermeiros e de auxiliares, essas camas têm uma taxa de ocupação de 70 ou 80 por cento», afirmou à agência Lusa a deputada do CDS-PP Teresa Caeiro.

Na opinião da deputada democrata-cristã, a taxa de ocupação das misericórdias na prestação de cuidados continuados «devia ser maior face às necessidades que existem» e o facto de o Estado «não reencaminhar os doentes» está a prejudicar financeiramente as instituições. ´

«O Estado celebra acordos com as misericórdias, elas assumem esse compromisso mas depois o Ministério da Saúde não reencaminha os doentes. Isto é um contra-senso quando a ministra e o primeiro-ministro se desdobram em inaugurações», criticou a dirigente centrista, frisando que as instituições «gastam dinheiro em equipamento técnico e em pessoal especializado» mas «só recebem» retorno financeiro do Estado pela «ocupação efectiva» de camas.

O presidente da UMP, Manuel Lemos, alertou sexta-feira, no Funchal, para o facto de algumas destas instituições poderem encerrar por falta de «sustentabilidade» e acusou o Estado de não encaminhar para elas pessoas necessitadas de apoios clínicos.

A deputada do CDS-PP Teresa Caeiro afirmou que «o preconceito ideológico da ministra da Saúde está a prejudicar os doentes» e deu como exemplo o caso das operações às cataratas, para que, no ano passado, algumas autarquias levaram munícipes a Cuba para serem submetidos a uma cirurgia.

«Nas operações às cataratas as misericórdias tinham capacidade e meios para prestar apoio na área da oftalmologia e a ministra preferiu desembolsar mais de 20 milhões de euros para um sistema de recuperação no próprio Serviço Nacional de Saúde (SNS), em intervenções cirúrgicas que demoram 15 ou 20 minutos», observou a deputada do CDS-PP.

Segundo Teresa Caeiro, nessa altura existiam «32 mil pessoas a aguardar [a operação] e 107 mil à espera de uma primeira consulta de especialidade em oftalmologia», quando as «misericórdias tinham capacidade para fazer 3 mil cirurgias por mês».

«Mesmo assim, a ministra não quis utilizar essa capacidade instalada, insistindo que as cirurgias tivessem de ser todas feitas nos hospitais públicos», referiu a deputada democrata-cristã.

«A forma como o Governo tem encarado este problema é uma ilusão que está a penalizar muitíssimo as misericórdias e quando sabemos que as carências são enormes, penso que esta [a das misericórdias] é uma resposta fundamental e importantíssima», concluiu.

Diário Digital / Lusa

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terça-feira, junho 02, 2009

Europeias: Teresa Caeiro alerta para dificuldades de acesso às mesas de voto pelas pessoas com mobilidade reduzida

A candidata do CDS-PP às eleições europeias Teresa Caeiro alertou esta terça-feira, para as dificuldades dos eleitores com mobilidade reduzida que “mais uma vez” vão ver condicionado o direito de voto por os locais escolhidos serem muitas vezes inacessíveis.
«Em causa estão pessoas com deficiência, com incapacidades temporárias, ou pessoas mais idosas que têm dificuldade de locomoção não podem exercer o seu direito de voto, porque muitos locais que são escolhidos pelas autarquias pelas mesas de voto são inacessíveis», explicou Teresa Caeiro.
«Isto significa que, ou as pessoas não vão votar, ou então têm de ser transportadas em braços, ou é mesmo a urna que é trazida à rua para que a pessoa exerça o seu direito de voto. Isto é inaceitável», adiantou a deputada.
Teresa Caeiro adiantou que «esta questão foi levantada ainda em Março peça Associação Portuguesa de Deficientes, que se dirigiu por escrito à Associação Nacional de Municípios (ANMP) e à Comissão Nacional de Eleições (CNE) e ao Ministério da Administração Interna (MAI).
Segundo a deputada, a ANPM não respondeu, a CNE disse que já em 2004 tinha avisado as autarquias sobre os critérios para as mesas de voto, mas sabemos que nada foi alterado. Já o MAI, disse que tinha recomendado às câmaras que escolhessem locais acessíveis».
«A verdade é que vamos ter mais um acto eleitoral em que o direito ao voto e à liberdade de escolha política por algumas pessoas não vai poder ser exercido ou então será exercido de forma condicionada. E isto é inaceitável», adiantou.

CDS com TVI24

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segunda-feira, maio 04, 2009

Prós e Contras sobre SAÚDE com Teresa Caeiro


HOJE
RTP1
22h30

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sábado, abril 25, 2009

25 de Abril: «Sem segurança não há liberdade»

Na cerimónia de comemoração do 35º aniversário do 25 de Abril, o CDS-PP mostra-se mais preocupado «com o facto de Portugal não se ter desenvolvido como podia e devia», afirmando que «a Revolução foi feito sem sangue» e que «o Estado de Direito não pode, por isso, confundir-se com aqueles que acharam que tinham o direito de fazer sangue em nome da revolução».
«Reivindicar o 25 de Abril como quem se apropria de uma herança - esquecendo que a liberdade é uma oportunidade para todos - chegou ao ponto de constitucionalizar a obrigatoriedade do socialismo», afirmou a deputada Teresa Caeiro.
O CDS-PP acusou a Constituição socializante de «reduzir o espaço de independência das empresas, de interferir nos negócios em concreto, que não hesita em controlar os media (...)».
A deputada chamou à atenção para «a situação dificílima» que afecta os portugueses, relembrando que «a crise económica e financeira gera pessimismo e absorve energias».
Teresa Caeiro alertou ainda para o facto de que «sem segurança não há liberdade» e deixou o alerta para os «dois milhões de pessoas que vivem abaixo do limite de pobreza», recordando que «a cada direito corresponde um dever e a cada liberdade corresponde uma responsabilidade».
in Portugal Diário

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sexta-feira, abril 24, 2009

Saúde: CDS-PP critica «postura errática» do Governo

O CDS-PP criticou hoje o Governo por num curto espaço de tempo anunciar duas medidas sobre a comparticipação dos medicamentos genéricos para os pensionistas com rendimentos inferiores ao salário mínimo.
O Governo aprovou quinta-feira a comparticipação a 100 por cento dos medicamentos genéricos a pensionistas com rendimentos inferiores ao salário mínimo nacional, disse hoje à Agência Lusa o secretário de Estado adjunto da Saúde, Francisco Ramos, salientando que a medida abrange um milhão de pessoas.
Em declarações à Lusa, a deputada do CDS/PP Teresa Caeiro considerou a medida anunciada como «boa», mas criticou a «postura errática» do Governo.
«Mal não faz [a medida anunciada hoje], obviamente, mas isto não é forma de governar, porque há cerca de três semanas o primeiro-ministro veio anunciar uma duplicação das comparticipações dos medicamentos genéricos a pensionistas com pensões inferiores e agora, volvidas três semanas, vem aprovar a comparticipação a 100 por cento», disse.

No debate quinzenal de 18 de Março, o primeiro-ministro, José Sócrates, tinha anunciado um aumento das comparticipações dos medicamentos aos pensionistas com pensões inferiores ao salário mínimo.
De acordo com Teresa Caeiro, falta ao Governo «uma postura com visão estratégica no que se refere à política do medicamento».
«Acho que tem de se generalizar [a utilização de genéricos], sem prejuízo desta medida que me parece boa, mas acho que isto não é uma forma de governar, mudar de posição de três em três semanas, consoante as pressões», referiu.
A deputada aconselhou o Governo a cumprir os seus «compromissos escritos assumidos há quatro anos», que eram de «com a maior urgência generalizar a prescrição dos medicamentos por denominação comum internacional», ou seja, por princípio activo.
Para que se pague menos pelos medicamentos, o CDS-PP defende a prescrição generalizada dos medicamentos por denominação comum internacional, sendo que a farmácia será obrigada a dispensar o medicamento genérico mais barato.
Caso o médico insista na prescrição de um medicamento de marca, deve justificá-la, explicou Teresa Caeiro.
A deputada recorda que o mercado de genéricos em Portugal é de 14,37 por cento, «quando em países civilizados da União Europeia como a Dinamarca, Alemanha, Inglaterra, Suécia e a Alemanha é de cerca de 50 por cento», disse.
in Lusa

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quinta-feira, abril 09, 2009

«CDS nunca olhou para Parlamento europeu como espécie de aposentação», diz Portas

A lista do CDS-PP às eleições europeias tem três deputados nos primeiros lugares.
Será liderada por Nuno Melo, depois surge Diogo Feyo, o líder parlamentar do partido e em terceiro Teresa Caeiro. Escolhas que são justificadas com a necessidade de ter em Bruxelas quem tem força para trabalhar.
Três palavras definem a aposta do CDS: energia, combatividade e geração.
«O CDS nunca olhou para o Parlamento europeu como uma espécie de aposentação ou de sítio onde se vai ganhar bem, mas como um lugar de trabalho, onde tem que se trabalhar tanto como aqui e portanto escolhe uma geração com energia, sentido de combate e convicção para esta luta», afirma o líder do CDS-PP.
Salta à vista o contraste com a escolha socialista, acrescenta Paulo Portas.
«Eu percebo que o engenheiro Sócrates queira fazer esquecer o seu Governo, escolhendo o professor Vital Moreira», adianta.

in TSF ouça as declarações do Presidente do Partido aqui

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quarta-feira, abril 08, 2009

CDS-PP: Lista às europeias aprovada por maioria

A lista de candidatos do CDS-PP às eleições ao Parlamento Europeu foi aprovada pelo Conselho Nacional do partido com cem votos a favor, duas abstenções e apenas um voto contra.
A proposta de Paulo Portas recebeu ainda dois votos nulos, na reunião do Conselho Nacional que decorre desde cerca das 20:00 na sede nacional do CDS-PP.
Os deputados Nuno Melo, Diogo Feio e Teresa Caeiro são os primeiros nomes da lista que inclui no quarto lugar a professora universitária Emiliana Silva, da Madeira, e António Lopes da Fonseca, da região autónoma dos Açores, em quinto lugar.
As eleições europeias estão convocadas para dia 07 de Junho.
Diário Digital / Lusa

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quarta-feira, abril 01, 2009

CDS QUER MELHORIAS NO COMBATE AO CANCRO

CDS-PP propõe ao Governo que ordene a realização de rastreios regulares aos cancros mais comuns em Portugal. Os centristas entendem que o tratamento oncológico precisa de ser melhorado por isso entregam, esta quarta-feira, um projecto de resolução no Parlamento, no qual se defende ainda a redução dos tempos de espera para uma cirurgia.
Este projecto de resolução, é apresentado quase dois meses depois de representantes dos oncologistas terem criticado, numa "Carta de Princípios", o "desperdício e ineficiência" na utilização dos recursos, a falta de profissionais e a inexperiência e incapacidade de alguns médicos.
A deputada Teresa Caeiro explicou, em conferência de imprensa, que esta inicitiva surge por que "não se têm registado melhorias nas taxas de mortalidade dos doentes com cancro" e por haver "negligência e falta de força política" por parte do Governo no combate ao cancro.
"Não há equipas [médicas] multidiscipliares, equipamentos de radioterapia em número adequado, as listas de espera têm vindo a aumentar", advogou, citando a "Carta de Princípios".
Teresa Caeiro, vai ainda mais longe ao dizer que, "Portugal tem registado um aumento da taxa de morte por cancro, o que não é aceitável", tal como não é aceitável que existam apenas 100 médicos especialistas em oncologia, quando "deviam existir 200", afirmou a deputada Centrista.
As listas de espera também não devem continuar a crescer como acontece actualmente com doentes à esperarem " três a quatro semanas por uma consulta de especialidade ou de cirurgia," disse Teresa Caeiro.
Assim, o projecto de resolução dos democratas-cristãos, propõe a criação "imediata" de centros de confirmação de diagnóstico e tratamento de tumores malignos, a funcionar, de acordo com as necessidades, em complemento com os Institutos Oncológicos de Lisboa, Porto e Coimbra.
As unidades, designadas na generalidade por Centros de Elevada Diferenciação e Centros de Tratamento, estão previstas desde 2008 e são já usadas para a obesidade mórbida e a doença renal crónica, precisa o CDS-PP.
Desta forma, os três centros de tratamento do país (Institutos de Oncologia de Lisboa, Porto e Coimbra) que "não têm capacidade para atender todos os doentes", ficariam muito mais descongestionados e haveria um diagnóstico muito mais rápido.
Os democratas-cristãos defendem igualmente rastreios "sistemáticos", e de âmbito nacional, aos cancros "com maior incidência na população", como sejam os da mama, do colo do útero, do cólon e do recto.
A criação de um Registo Oncológico Nacional, com a divulgação de dados "em tempo real" que "permitam estimar a incidência" dos tumores malignos que afectam mais pessoas e a sobrevivência ao fim de cinco anos, bem como o aumento da formação de especialistas de Oncologia Médica, Radioterapia e Anatomia Patológica e o reforço da investigação são outras medidas propostas.
A divulgação de normas de orientação para o diagnóstico e tratamento de tumores malignos, assim como a referenciação adequada dos doentes para efeitos de tratamento e a projecção e planeamento das necessidades de profissionais e equipamentos são outras medidas enumeradas no projecto de resolução.

Ouça aqui in TSF online

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terça-feira, março 31, 2009

CDS vai propor que doenças raras também sejam rastreadas no “teste do pezinho”

O CDS-PP vai apresentar no Parlamento uma proposta para alargar o leque de doenças a rastrear no “teste do pezinho”, para que o despiste passe também a incluir as chamadas doenças raras.
"Vamos apresentar uma recomendação para que o leque de doenças que são rastreadas no 'teste do pezinho', que é realizado até sétimo dia de vida dos bebés, seja alargado", adiantou a deputada do CDS-PP Teresa Caeiro.
Na iniciativa, que deverá ser apresentada na forma de proposta de resolução, o CDS-PP deverá recomendar ao Executivo que estude quais as doenças raras que devem passar a ser despistadas no “teste do pezinho”, bem como averiguar do ponto de vista técnico quais as doenças raras que já é possível rastrear.
"Deverá ser feito o despiste para as doenças raras para que já existe tratamento", defendeu Teresa Caeiro, que hoje ao início da tarde esteve reunida com a Aliança Portuguesa das Associações de Doenças Raras.
Desta forma, sublinhou, ao fazer o rastreio precoce das doenças raras será possível começar a fazer a terapêutica mais cedo. "Assim não se perde tempo", frisou.
O cartão deverá, ainda de acordo com o diploma do CDS-PP, ter um “chip” onde constarão dados como a identificação do doente e a patologia que padece, a medicação habitual, bem como a medicação a administrar em caso de urgência e o contacto do médico assistente.
Segundo números fornecidos pelo CDS-PP, estima-se que existam entre 5000 e 8000 doenças raras diferentes, afectando, no seu conjunto, entre seis a oito por cento da população, ou seja, em Portugal deverão existir entre 600 a 800 mil pessoas com este tipo de patologias.

CDS com Antena1

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sexta-feira, março 20, 2009

Paulo Portas: primeiro passo para sair da crise é mudar de governo

Paulo Portas, defendeu esta quinta-feira, que o "primeiro remédio" para Portugal sair da crise é mudar de primeiro-ministro.
"O primeiro remédio para o país sair da situação de crise é mudar de primeiro-ministro, de ministros e de políticas. A tese do primeiro-ministro segundo a qual a crise só se ultrapassa com maioria absoluta, de preferência a dele, revela um descaramento invulgar", afirmou o líder do CDS-PP.
O Presidente centrista, que falava na abertura do agendamento potestativo da sua bancada parlamentar de quatro projectos de resolução e um projecto de lei com medidas nas áreas social, fiscal, e de emprego, defendeu a urgência do "reembolso mensal" do IVA às empresas e uma redução da carga fiscal da classe média e das pequenas e médias empresas.
Sobre o custo das medidas propostas, Paulo Portas afirmou que "custará menos que o custo que ao contribuinte já significa a fraude, generalizada, do BPN".
Todos os diplomas foram chumbados pela maioria PS, com o projecto de resolução que recomenda a adopção de novas medidas sociais a merecer o voto favorável do PCP, PEV, BE e PSD.Um projecto de lei que visava o acesso ao subsídio de desemprego no caso de cessação por mútuo acordo para a reestruturação da empresa foi também rejeitado, com os votos contra do PS e da esquerda parlamentar e a favor do CDS-PP e do PSD.
Segunda-feira passada, Paulo Portas tinha anunciado a discussão de um outro projecto de lei que previa que as empresas que celebrassem um contrato de trabalho sem termo com um desempregado recebessem o subsídio de desemprego devido ao beneficiário, mas o diploma não foi hoje a votos.
Entre outras medidas, o projecto de resolução do CDS-PP que uniu hoje a oposição recomendava ao Governo a majoração, pelo menos em 2009, do subsídio de desemprego nos casos em que os dois elementos do agregado familiar se encontrem desempregados.
Paulo Portas acusou o Governo de revelar uma "insensibilidade social chocante" por "ainda não ter percebido que ao fim de um ano o impacte social da crise" junto dos lares em que os dois elementos estão sem emprego, e junto dos desempregados mais velhos que não podem aceder à reforma antecipada.
Teresa Caeiro defendeu que o Governo deveria aumentar as majorações na comparticipação dos medicamentos genéricos e generalizar a prescrição de medicamentos por princípio activo ao invés de restringir o aumento das comparticipações apenas a um grupo restrito, os pensionistas que recebem pensões inferiores ao salário mínimo.
CDS com D.D.

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segunda-feira, março 16, 2009

Teresa Caeiro acusa Governo de não apresentar soluções para a fábrica Bordalo Pinheiro

Teresa Caeiro acusou esta segunda-feira, o Governo de não ter ainda dado uma resposta aos problemas da fábrica Bordalo Pinheiro, de Caldas da Rainha, que colocam em risco os 172 postos de trabalho.
A Deputada do CDS-PP esteve reunida com a comissão de trabalhadores e afirmou que, "é uma desconsideração para com a comissão de trabalhadores esta falta de respostas", quando já passaram dois meses após a reunião com o ministro da Economia.
"Estamos a falar de 400 pessoas, entre trabalhadores e famílias, cuja subsistência está aqui em falta", por isso a deputada eleita por Leiria "exige empenhamento por parte do Ministério da Economia em encontrar um projecto de reestruturação em que não sejam descurados os postos de trabalho se essa viabilização contar com os apoios do Estado", incitando o Governo a "encontrar formas para ajudar as empresas a ultrapassar a crise".
Teresa Caeiro revelou igualmente que ainda não recebeu qualquer resposta ao requerimento entregue há três meses na Assembleia da República, por isso, a deputada anunciou que vai voltar a interpelar por escrito o Governo para saber "o papel do Ministério da Economia na procura de soluções" para o caso da fábrica Bordalo Pinheiro, cujos 172 trabalhadores continuam com o seu "futuro incerto", apesar de não terem salários em atraso.
CDS

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sábado, fevereiro 07, 2009

Cancro: CDS quer ouvir subscritores da "Carta de Princípios"

O CDS-PP quer ouvir no Parlamento os subscritores da "Carta de Princípios" que hoje denunciaram o "desperdício" e "ineficiência" nos serviços oncológicos.
Os “centristas” preparam-se para apresentar ao Governo um projecto de resolução.
Esta noite, à Renascença, a deputada Teresa Caeiro acusou o actual Governo de tratar com "leviandade" o combate ao cancro, lembrando tratar-se da "segunda causa de morte em Portugal".
"Falta de planeamento", "organização" e "coordenação" foram as principais críticas feitas por Teresa Caeiro ao trabalho feito pelo Ministério da Saúde.
O CDS-PP vai apresentar segunda-feira um requerimento à presidente da comissão parlamentar de Saúde para que chame para uma audição os subscritores da "Carta de Princípios de Coimbra": a Sociedade Portuguesa de Oncologia (SPO) e Colégios das Especialidades de Oncologia Médica e de Radioterapia.
in Rádio Renascença

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