25 de Abril: «Sem segurança não há liberdade»
Na cerimónia de comemoração do 35º aniversário do 25 de Abril, o CDS-PP mostra-se mais preocupado «com o facto de Portugal não se ter desenvolvido como podia e devia», afirmando que «a Revolução foi feito sem sangue» e que «o Estado de Direito não pode, por isso, confundir-se com aqueles que acharam que tinham o direito de fazer sangue em nome da revolução».
«Reivindicar o 25 de Abril como quem se apropria de uma herança - esquecendo que a liberdade é uma oportunidade para todos - chegou ao ponto de constitucionalizar a obrigatoriedade do socialismo», afirmou a deputada Teresa Caeiro.
O CDS-PP acusou a Constituição socializante de «reduzir o espaço de independência das empresas, de interferir nos negócios em concreto, que não hesita em controlar os media (...)».
A deputada chamou à atenção para «a situação dificílima» que afecta os portugueses, relembrando que «a crise económica e financeira gera pessimismo e absorve energias».
Teresa Caeiro alertou ainda para o facto de que «sem segurança não há liberdade» e deixou o alerta para os «dois milhões de pessoas que vivem abaixo do limite de pobreza», recordando que «a cada direito corresponde um dever e a cada liberdade corresponde uma responsabilidade».
in Portugal Diário«Reivindicar o 25 de Abril como quem se apropria de uma herança - esquecendo que a liberdade é uma oportunidade para todos - chegou ao ponto de constitucionalizar a obrigatoriedade do socialismo», afirmou a deputada Teresa Caeiro.
O CDS-PP acusou a Constituição socializante de «reduzir o espaço de independência das empresas, de interferir nos negócios em concreto, que não hesita em controlar os media (...)».
A deputada chamou à atenção para «a situação dificílima» que afecta os portugueses, relembrando que «a crise económica e financeira gera pessimismo e absorve energias».
Teresa Caeiro alertou ainda para o facto de que «sem segurança não há liberdade» e deixou o alerta para os «dois milhões de pessoas que vivem abaixo do limite de pobreza», recordando que «a cada direito corresponde um dever e a cada liberdade corresponde uma responsabilidade».
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