segunda-feira, outubro 12, 2009

Santana Lopes: Sondagens são "vergonha" para democracia

O candidato derrotado do PSD a Lisboa, Santana Lopes, insurgiu-se hoje contra as "inaceitáveis" diferenças entre sondagens e resultados apurados, que afirmou serem "uma vergonha" para a democracia.
"Não está em causa menos respeito pela vitória de quem ganha, mas é uma vergonha para a democracia portuguesa que na mesma semana de eleições, no próprio dia das eleições, a três horas da contagem dos votos, se dêem doze por cento" de vantagem à candidatura socialista, que acabou por ganhar com uma vantagem de cerca de 4,5 por cento.
"Isto não pode de todo continuar", afirmou, apelando a que "Presidente da República, Assembleia da República, Governo e cidadãos" procurem "um caminho para evitar estas manipulações repetidas, reiteradas, sistemáticas, condicionadoras do livre jogo democrático".
Santana Lopes recordou que nas duas semanas de campanha eleitoral para as autárquicas, ouviu sondagens que lhe davam desvantagens de "dez, quinze pontos" para a candidatura do seu rival socialista.
Em declarações aos jornalistas depois de desmobilizados os seus apoiantes da sede de candidatura, referiu-se concretamente ao "centro de sondagens da Universidade Católica", dizendo que "no mínimo tem que fechar".
"Na véspera de encerrar a campanha, doze pontos de diferença?", questionou, referindo-se a um estudo de opinião daquele centro de sondagens.
"Nunca se enganam a nosso favor", disse, reiterando que "para a democracia portuguesa é muito mau".
"As pessoas começam a indignar-se com isto", frisou.

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Telmo Correia: "CDS foi a alma desta campanha"

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Santana Lopes assume a derrota das eleições

O candidato da coligação «Lisboa com Sentido» à Câmara Municipal da capital prometeu no início da noite e não falhou: «a noite vai ser longa». E foi mesmo.
Só quando faltavam quatro freguesias por apurar, passavam vinte minutos da meia-noite, é que Pedro Santana Lopes aceitou reagir para dizer que António Costa tinha vencido, que a principal razão da sua vitória residia na diminuição do número de votos na CDU e que, sim, ele era o derrotado.
«António Costa tem o seu mérito mas quem tem um contributo para esta vitória é o desvio de mais de 11 mil votos da CDU para a lista do PS», assumiu o candidato.
Entre as primeiras projecções e a hora da declaração passaram-se quase quatro horas e muitas saídas de Santana da sede da candidatura até ao escritório mesmo ali ao lado. A conta perdeu-se e Santana chegou mesmo a prometer aos jornalistas que se não o seguissem nas suas escapadas ele faria a declaração final mais depressa.
No centro do discurso estiveram também as sondagens da noite que começaram por dar uma larga vitória ao PS e que foram diminuindo a distância ao longo do serão. Santana considerou de uma «gravidade inaceitável a discrepância entre as sondagens e os resultados que se verificam».
O candidato acrescentou: «Não é quase uma vitória, é uma derrota» mas «para as próximas eleições, isto não pode continuar. Temos de evitar estas manipulações».Saindo como derrotado, a pergunta inevitável a fazer seria se Santana Lopes aceitaria o cargo de mero vereador sa Câmara Municipal já que, durante a campanha, sempre disse concorrer «para o lugar de presidente». Santana disse que o importante era manter uma oposição «viva e actuante» mas confessou que vai «ponderar» e anunciará «brevemente» se aceitará ficar no papel de vereador.

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domingo, outubro 11, 2009

Santana: «Só falo em vitória»

Pouco faltava para as 18h30, quando Pedro Santana Lopes chegou à sua sede de campanha, junto ao Príncipe Real, onde vai aguardar os resultados de Lisboa nesta noite eleitoral.
À chegada, o cabeça de lista da coligação «Lisboa com Sentido» não admite outro cenário que não «a vitória». Quanto aos indicadores que já recebeu, estes apontam «para pequenas pequenas diferenças entre as diferentes sondagens e o que me falaram é muito próximo». Por isso, «vamos esperar». A noite promete ser longa, pela seriedade das palavras.
E o futuro do PSD também se joga hoje? Perguntaram os jornalistas. «Hoje é só Lisboa, Lisboa, Lisboa», respondeu o dirigente laranja.
Além dos muitos jornalistas no local, também já há muitos apoiantes na sede. Principalmente os que trabalharam mais próximo de Santana Lopes, na candidatura. Todos esboçam sorrisos, como se noite prometesse «surpresas».

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Santana Lopes apela ao voto e diz-se "sereno e confiante"

O candidato social-democrata a Lisboa, Pedro Santana Lopes, apresentou-se hoje para votar "sereno e confiante", apelando aos lisboetas para que venham votar para "decidir o futuro de Lisboa nos próximos quatro anos".
"Lisboa precisa que venham todos votar, o futuro está nas mãos de nós todos", disse Pedro Santana Lopes em declarações à Rádio Renascença, acrescentando que votou "em absoluta consciência".
Aludindo ao bom tempo na capital, afirmou que antes ou depois de ir apanhar sol, todos os lisboetas devem ir cumprir o seu direito e dever cívico.

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sábado, outubro 10, 2009

DAR SENTIDO A LISBOA

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sexta-feira, outubro 09, 2009

FECHO da CAMPANHA - RUMO À VITÓRIA

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Arruada em Alvalade - Esta Tarde

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Arruada no Chiado - ESTA MANHÃ

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Marcelo pede voto «massivo» em Santana Lopes


O ex-líder social-democrata Marcelo Rebelo de Sousa afirmou hoje que se impõe "votar massivamente" no candidato a Lisboa, Pedro Santana Lopes, para "tirar os socialistas da Câmara".
Numa mensagem vídeo colocada no portal da candidatura da lista Lisboa com Sentido (PSD, CDS-PP, PPM, MPT), Marcelo afirmou que "para dar sentido a Lisboa e para terminar com a governação socialista de António Costa, impõe-se votar massivamente" em Santana Lopes.
Na mensagem, que deverá ser exibida no comício da candidatura hoje à noite no Largo de São paulo, Rebelo de Sousa lembrou que há oito anos, quando Santana ganhou as autárquicas na capital, gravou uma mensagem semelhante.
Entretanto, "Lisboa teve uma nova governação socialista com outro rosto, sem direcção estratégica, sem visão de futuro", referiu.

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Comício no Largo de São Paulo - 5º feira




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quinta-feira, outubro 08, 2009

Paulo Portas diz que «esquerda não garante segurança»

O líder do CDS-PP, Paulo Portas, entrou hoje na campanha do candidato social-democrata a Lisboa, Santana Lopes, para dizer que «não é a esquerda que vai garantir segurança» na capital.
Em declarações aos jornalistas no fim de uma visita ao mercado de Benfica, Portas afirmou que o actual presidente e candidato socialista, António Costa, «foi responsável pelos maiores erros na política de segurança» quando era ministro da Administração Interna.
Por seu lado, Santana Lopes foi um «presidente que deixou obra», destacou Paulo Portas, que durante cerca de meia hora visitou o mercado com o candidato social-democrata, num périplo de beijos e cumprimentos às vendedoras, de quem são bem conhecidos.

Lusa

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quarta-feira, outubro 07, 2009

GRANDE COMÍCIO DE ENCERRAMENTO

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Pedro Santana Lopes anuncia reformulação profunda da EMEL no próximo mandato


Pedro Santana Lopes afirmou esta quarta-feira que, no que respeita às empresas municipais e para além da já anunciada extinção da Gebalis, irá proceder no próximo mandato a remodelações profundas na EPUL e na EMEL.
As declarações foram feitas durante um passeio pelo bairro de Campo de Ourique, ao qual se juntaram mais de uma centena de pessoas, tendo Santana Lopes recebido manifestações de apreço de muitos residentes e comerciantes da zona.
Estas manifestações de simpatia e queixas transmitidas sobre o comportamento do actual executivo foram um forte contraste quando comparadas com a recepção recente no mesmo bairro dada a António Costa, o qual ouviu duras críticas pela intenção anunciada de taxar o estacionamento para os moradores.
No passeio participaram Ribeiro e Castro e Teresa Caeiro do CDS-PP, para além de diversos vereadores e candidatos da Coligação "Lisboa Com Sentido", incluindo o futuro presidente da Assembleia Municipal, Manuel Falcão.
Salientando aquilo que separa a sua candidatura da representada por António Costa, Santana Lopes afirmou que: «Eu falo dos problemas reais de Lisboa e acho que os Lisboetas estão sensibilizados para isso, querem o aeroporto, não querem mais contentores, querem uma cidade limpa, funcional e confortável».O candidato à presidência da CML da Coligação "Lisboa Com Sentido" reforçou ainda as críticas ao acordo pretendido pelo actual edil com os representantes do movimento que contesta a expansão do terminal de contentores no Porto de Lisboa, classificando a reunião que esta terça-feira decorreu na CML como uma «jogada pré-eleitoral» facilmente perceptível para os Lisboetas.
Para o bairro de Campo de Ourique, Santana Lopes defende a necessidade de estacionamento em altura, como forma de «não sobrecarregar comerciantes e moradores com a política de estacionamento absurda» praticada actualmente pela EMEL.

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terça-feira, outubro 06, 2009

José Ribeiro e Castro apoia Lisboa com Sentido

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Alcântara: Santana quer «renegociar» contentores

O candidato social-democrata à Câmara de Lisboa, Santana Lopes, quer renegociar o contrato de concessão à Liscont do terminal de contentores de Alcântara, afirmando que a expansão do porto como está planeada porá a cidade em «balbúrdia».
Numa acção de campanha junto ao terminal, Santana Lopes afirmou que se for eleito, a renegociação do contrato do Estado com a empresa Liscont, que tem a concessão do terminal até 2047, que obteve sem concurso, vai estar «em cima da mesa para tratar com o governo».
«Devia ter havido e deve haver concurso, depois de eleitos pugnaremos para que o processo seja reaberto, seja reavaliado», garantiu, ao mesmo tempo que está ciente das «cláusulas indemnizatórias» que obrigariam o Estado a pagar à Liscont se o contrato fosse rescindido e com as quais defendeu que é preciso lidar «com ponderação».
Quanto à expansão do Porto de Lisboa, afirmou que pode ser feita com apenas «cinco milhões de euros» e pode ser feita para a Trafaria, o que devido à profundidade das águas até seria a hipótese mais natural.
No entanto, afirmou que essa hipótese de expansão à espera do aumento de tráfego portuário «não tem sustentação na realidade actual e futura», ou seja, não há assim tantos navios a passar por Lisboa que justifiquem a expansão e a capital, embora deva manter o porto, não pode ser «uma cidade de matriz portuária».
Ligando a expansão do terminal de contentores e o aumento «em 600 camiões TIR» do tráfego a circular na zona ribeirinha com a possibilidade de uma terceira travessia do Tejo com componente rodoviária, Santana Lopes afirmou a concretização destes projectos, de que discorda, lançaria «Lisboa na balbúrdia».

O candidato da coligação Lisboa com Sentido (PSD, CDS-PP, MPT, PPM) afirmou que o caminho pretendido pelo seu adversário socialista, António Costa, é uma cidade «sem aeroporto, com contentores, com uma ponte a trazer milhares de carros para Lisboa e com o Terreiro do Paço numa confusão, num caos». «Qual é a congruência disto com ou sem carros, o Porsche, o metro, o eléctrico?», questionou, aludindo a iniciativas de campanha e projectos defendidos pela candidatura Unir Lisboa (PS).
Santana Lopes voltou a «exortar» António Costa para «mostrar aos lisboetas» os termos do acordo que anunciou impondo uma limitação de altura aos contentores empilhados em Alcântara, «senão é conversa fiada para enganar eleitores».
O social-democrata afirmou que o máximo de cinco contentores empilhados referido por Costa é já o máximo que o solo na zona do Porto de Lisboa aguenta.
«O que [António Costa] conseguiu foi o máximo que os operadores portuários já conseguem fazer», argumentou, acrescentando que o socialista «se esqueceu» de dizer quantas filas de contentores podem ser alinhadas.
Em relação aos planos para a zona de Alcântara, considerou «um perfeito disparate» a ideia de mudar os restaurantes e bares das Docas para Pedrouços enquanto decorressem as obras de expansão, para depois regressarem ao mesmo lugar, com um custo de «40 milhões de euros».

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Santana: «Lista dividida» do PS não conseguirá governar

O candidato social-democrata a Lisboa, Santana Lopes, defendeu na sexta-feira que a coligação que encabeça é a única capaz de trazer mais jovens para a cidade, afirmando que a candidatura socialista tem «uma equipa toda dividida».
Num jantar com mais de uma centena de jovens apoiantes da lista Lisboa com Sentido (PSD, CDS-PP, MPT e PPM), Pedro Santana Lopes afirmou que a «obrigação principal» de quem ganhar as eleições é «tudo fazer, em conjunto, para criar as condições para que as juventudes de hoje não tenham que ir viver para fora de Lisboa».
Para Santana Lopes, é uma coisa «sem sentido» que se tenha que andar «num vaivém em que andam tantos milhares de pessoas entre os arredores de Lisboa e a cidade de Lisboa».

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domingo, outubro 04, 2009

Pedro Santana Lopes anuncia que não aprovará mais grandes superfícies comerciais em Lisboa

Pedro Santana Lopes declarou este domingo que não aprovará, durante o seu próximo mandato, mais nenhuma grande superfície comercial na capital.
Esta decisão visa repor o equilíbrio da situação para os pequenos e médios comerciantes, afectados pela crise e pelo número de grandes superfícies já existentes no Concelho de Lisboa.
O candidato de Lisboa Com Sentido desafiou também António Costa a responder publicamente sobre se já foi informado sobre os projectos da Sociedade Frente Tejo para os edifícios e arcadas do Terreiro do Paço.
Para o candidato à presidência da CML da Coligação "Lisboa Com Sentido": "Se António Costa desconhece o que se passa, como noticiou um jornal nacional, deve solicitar informações ao Governo na sua qualidade de presidente da Câmara. Em alternativa, se já tem essas informações, deve tornar público o que se está a passar junto dos Lisboetas". Ambas as declarações foram proferidas aos jornalistas durante visitas realizadas às feiras do Relógio e das Galinheiras, lugares onde foi recebido de forma entusiástica pelos feirantes.

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sábado, outubro 03, 2009

Santana Lopes aconselha «cuidado» a António Costa «nervoso»

O candidato social-democrata à Câmara de Lisboa, afirmou hoje que «não se cala» sobre o Parque Mayer, como sugeriu o seu adversário socialista, afirmando que António Costa anda «nervoso» e que deve ter «cuidado».
António Costa «deve estar enganado quando pensa que uma ordem dele me faria calar sobre qualquer assunto», disse Santana Lopes em declarações aos jornalistas à margem de uma arruada no Lumiar, acrescentando não ter «qualquer razão para ficar calado».
Na quinta-feira, o candidato socialista aconselhou Santana Lopes a «não abrir a boca» sobre o Parque Mayer, acusando-o de desperdiçar 2,9 milhões de euros num projecto que não se concretizou.
Santana Lopes reiterou que Costa já anunciou «sete vezes nos últimos quatro meses» o início de obras no Parque Mayer, no entanto «não há nenhuma obra começada».
Além disso, afirmou, António Costa promove ali um festival que «custa quarenta mil euros por dia», pago «com o dinheiro do contribuinte quando devia ser pago pelo orçamento de campanha do Partido Socialista».

O candidato da coligação Lisboa com Sentido (PSD, CDS-PP, MPT, PPM) reafirmou ainda que todos os licenciamentos no Parque Mayer nos últimos dois anos «foram nulos» porque foram feitos a coberto de uma «rectificação» ao Plano Director Municipal que só em Agosto último teve força de lei graças a um decreto-lei do Governo.
Quando fala em «trapalhada jurídica e criminal», António Costa deve «ter cuidado e prudência», aconselhou Santana Lopes, afirmando que o socialista dá sinais de estar «nervoso».
«Hoje até vai sair uma boa sondagem para ele...foi infeliz quando falou do IPO, foi infeliz quando falou de questões criminais no Parque Mayer. Excede-se e se se excede é porque anda nervoso», argumentou.
«Eu, com uma sondagem que me desse oito ou nove pontos de vantagem, só cantava de manhã à noite. Ele não, ele ataca de manhã à noite. Porque será?», questionou.
Diário Digital / Lusa

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sexta-feira, outubro 02, 2009

Pedro Santana Lopes afirma que Sociedade Frente Tejo existe para actuar “nas costas dos lisboetas


Pedro Santana Lopes, no famoso café Nicola, ontem de manhã, criticou o actual executivo autárquico liderado por António Costa e a Sociedade Frente Tejo, considerando que esta última: “Existe para tornar possível evitar reuniões, contornar procedimentos e actuar nos bastidores, fazendo tudo nas costas dos Lisboetas”.
Como exemplo mais recente dessa actuação, Santana Lopes mencionou a negociação em curso para as grandes lojas a localizar no Terreiro do Paço, sem qualquer diálogo e com o total desconhecimento dos comerciantes da Baixa sobre os contratos estabelecidos ou a estabelecer.
Estas declarações foram proferidas durante um encontro no Café Nicola, promovido pela Associação de Dinamização da Baixa Pombalina (ADBP).
O presidente da Associação, Manuel Lopes, afirmou na abertura do encontro que Santana Lopes “Já provou ser capaz de gerir a cidade com êxito», pedindo-lhe depois que apresentasse as suas propostas para a resolução dos problemas que afectam esta zona crucial de Lisboa, incluindo “a falta de higiene, o caos no Terreiro do Paço, a ausência de condições de mobilidade e estacionamento e a desertificação”.
Na resposta a estas perguntas e a outras colocadas pelos restantes comerciantes presentes, Santana Lopes enumerou as medidas do Programa da Coligação “Lisboa Com Sentido” afirmando que o indispensável é “Garantir a mobilidade e a promoção” para apoio ao comércio local.
A solução a desenvolver ao longo do próximo mandato passará – entre outras medidas - por restaurar a fluidez do tráfego no Terreiro do Paço, a criação de estacionamento em altura, dar prioridade à reabilitação urbana e garantir a mobilidade através de um novo modelo de transportes públicos, não apenas na Baixa mas para toda a cidade, a criar em conjunto com a Autoridade Metropolitana de Transportes.

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