terça-feira, novembro 09, 2010

CDS Lisboa diz que acordo sobre logradouros baixou índice médio de permeabilidade na cidade

O vereador do CDS-PP na Câmara de Lisboa denunciou hoje que o acordo feito pela autarquia com um movimento cívico a propósito da construção em logradouros baixou o índice médio de permeabilidade dos solos na cidade
“Na proposta inicial de regulamento havia índices de permeabilidade definidos. Agora, na nova proposta, entregue tarde e a más horas, esse dado é remetido para a figura da Superfície Verde Ponderada e, feitas as contas, isso reduz o índice de permeabilidade, que nas áreas inundáveis pode chegar a 30 por cento”, disse à Lusa António Carlos Monteiro.
O vereador criticou ainda a associação ‘Lisboa é Muita Gente’, constituída na altura das anteriores eleições autárquicas para apoiar o vereador José Sá Fernandes e que conta, entre outras personalidades, com o arquiteto paisagista Gonçalo Ribeiro Teles, afirmando: “Não sei como é que alguém pode sair satisfeito de uma reunião que, na prática, reduz de 80 para 65 por cento a permeabilidade nas áreas históricas”.
“Não quero acreditar que o arquiteto Gonçalo Ribeiro Teles trocou a proteção do corredor verde por isto. Na prática a permeabilidade neste corredor verde é de 90 por cento, mas há zonas, como os pólos urbanos de alta densidade, onde este índice pode chegar aos 10 por cento”, afirmou.
“Isto não é proteger logradouros”, acrescentou.
A construção em logradouros e a criação de créditos de edificabilidade foram os dois temas mais polémicos na primeira reunião do Executivo para discutir a proposta de Plano Diretor Municipal (PDM), que está em revisão.
A propósito dos créditos de edificabilidade, António Carlos Monteiro insistiu na falta de estudos económicos que sustentem a proposta da maioria, realçando que os estudos do género feito noutras cidades concluíram que, nalguns casos, “o preço das casas acabou por subir”.
“Esta proposta assenta em premissas questionáveis porque é, no fundo, um imposto escondido”, acrescentou.
Para quarta feira está agendada a segunda reunião extraordinária do executivo municipal para tratar exclusivamente do PDM.
Recuperar, rejuvenescer e equilibrar socialmente a população, tornar Lisboa numa cidade amigável, segura e inclusiva, garantir a sustentabilidade ambiental e a eficiência energética da capital, criar um novo modelo de governo e promover uma cidade inovadora e criadora são os objetivos do novo PDM.
A proposta em discussão contempla a transformação da 2ª Circular em ‘avenida urbana’, a instalação na cidade de uma nova rede de Transportes Coletivos em Sítio Próprio (TCSP) com elétrico rápido, metro de superfície ou trólei e insiste na criação de uma linha circular de metropolitano e na expansão com as extensões a Benfica, Alcântara e Carnide.
O novo PDM prevê mais áreas pedonais, menos trânsito na cidade e mais transportes públicos e ‘meios suaves’ de transporte, a devolução da frente rio à cidade e mais área verde com o reforço de plantação de árvores.
Na área da reabilitação urbana, o documento define como meta a atingir em 10 anos a recuperação de 90 por cento dos cerca de 12 mil edifícios da cidade em ‘mau’ ou ‘muito mau’ estado de conservação.

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quinta-feira, janeiro 21, 2010

OE 2010: CDS com espírito de compromisso

O vice-presidente do CDS-PP Luís Queiró entrou, esta quinta-feira, para a quarta ronda negocial sobre o Orçamento de Estado com "vontade de acertar e de ser útil ao país" e considerou que o "espírito de compromisso" já deu resultados.
Questões de enquadramento orçamental, perspectivas de orçamente económico, endividamento, desemprego, privatizações e questões sectoriais são alguns das temáticas em cima da mesa na reunião no Ministério das Finanças, que se espera longa.
"Vamos trabalhar nelas com o espírito de compromisso, sentido de responsabilidade e muito trabalho. Com vontade de acertar e ser útil ao país", disse. O vice-presidente democrata-cristão não sabe se é esta quinta-feira que os democrata-cristãos e o Governo chegam a um acordo, mas sublinhou que o espírito de compromisso já deu resultados com a aprovação no Parlamento da redução dos prazos de reembolso do IVA, pelo PS e CDS-PP.
Esta aprovação "mostra que há efectivamente uma evolução do espírito de compromisso e da vontade de trabalharmos em conjunto quando está em causa o país", frisou.

CDS com TSF

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quarta-feira, novembro 25, 2009

CDS Lisboa provoca divisões no executivo da CML

A proposta do CDS Lisboa de obrigar a Câmara a fazer um manual de procedimentos para evitar as ilegalidades que dizem ter sido cometidas por José Sá Fernandes na contratação das iluminações de Natal foi a primeira proposta aprovada na Assembleia Municipal em que se fizeram sentir os votos independentes dos deputados municipais indicados por Helena Roseta.
Com o PCP e PS unidos no voto contra, nada fazia prever que a proposta viesse a ser aprovada até ao momento em que os seis deputados indicados pela Vereadora manifestaram o seu voto favorável. Sem aqueles votos, a proposta seria chumbada e Sá Fernandes sairia sem uma recomendação tão crítica quanto aquela que o CDS Lisboa apresentou.
Começam pois os primeiros sinais de falta de homogeneidade dos apoios que na Assembleia Municipal suportam o executivo camarário de António Costa.

in i online

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sábado, setembro 26, 2009

Paulo Portas diz: NÃO a uma coligação com o PS

Paulo Portas disse esta noite em Leiria "NÃO" a uma coligação com o PS. O Presidente do CDS-PP diz mesmo que " o CDS tem um caderno de encargos, valores e trabalho a respeitar".
A poucas horas de terminar a campanha, Paulo Portas lembrou a Constituição, que prevê que o Presidente da República nomeia o primeiro-ministro “tendo em conta dos resultados eleitorais”.
Paulo Portas considerou por isso que o mais relevante é saber se o PSD e o CDS-PP têm mais um deputado do que a esquerda parlamentar.
De acordo com a Constituição, o Presidente da República nomeia o primeiro-ministro “tendo em conta os resultados eleitorais”, ou seja, não é necessariamente o partido mais votado a ser chamado para formar governo.
Paulo Portas mostrou-se ainda animado, e em relação à hipótese de vir a pedir os 10 por cento de votos esperados em 2005, afirmou: “É desta”, recusando dizer o número expressamente.

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quarta-feira, setembro 23, 2009

A "obra" de António Costa...

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segunda-feira, agosto 24, 2009

Paulo Portas acusa Sócrates de estar a fazer campanha artificial

Paulo Portas acusa José Sócrates de estar a fazer uma campanha politica artificial. O líder do CDS esteve esta Segunda-feira na feira de Odivelas em Lisboa, onde ouviu palavras de incentivo.

"Há gente que pensa como nós. Há outras pessoas que não. É a vantagem de fazer uma campanha aberta, de peito aberto. Com o primeiro-ministro, como não o vê por estes sítios, ninguém lhe pode dizer o que pensa para o bem e para o mal", argumentou Paulo Portas, no final de uma visita à feira do Silvado, Odivelas.

Durante o percurso, Portas recebeu algumas manifestações de apoio e foi também confrontado por vários vendedores que mostraram já o reconhecer pelas suas posições públicas "contra o rendimento mínimo".

"O que a senhora dizia era: ele quer tirar o rendimento mínimo aos ciganos. Eu tinha o dever de ouvir a senhora. Ouvir em democracia é importante", disse Paulo Portas.

Acompanhado pela cabeça-de-lista pelo distrito de Lisboa, Teresa Caeiro, Paulo Portas reiterou que concorda com a atribuição do rendimento social de inserção "se for dado a pessoas com efectiva dificuldade, se for transitório, se não se transformar em modo de vida, se implicar trabalho a favor da comunidade e se puder ser dado em géneros".

Por outro lado, Portas alertou para "os abusos e a fraude" de "muitos que não querem trabalhar e fazem do rendimento mínimo um modo de vida para não pagar impostos".

Paulo Portas disse que a sua visita à feira de Odivelas visou mostrar que "o CDS é o único partido confiável em matéria de segurança" porque "não se compromete com leis penais erradas" e que a posição dos outros partidos "não é clara", insistindo na necessidade de tornar obrigatórios os julgamentos em 48 horas para os "delinquentes apanhados em flagrante delito".

Questionado sobre as críticas do ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva, que disse que a linha política do CDS-PP é "dizer mal do Governo e do PS e a atacar pessoalmente o primeiro-ministro", Portas recusou que tenha alguma vez feito "ataques pessoais" e reiterou as críticas ao primeiro-ministro.

"Um homem que diz de si próprio que `está por nascer um primeiro-ministro que tenha feito esta obra´, afinal deixa meio milhão de desempregados, a criminalidade a disparar, 450 mil pessoas sem consulta marcada, os professores desmotivados", afirmou.

Paulo Portas reiterou as críticas que fez a José Sócrates no seu discurso na "rentrée" do CDS-PP, sábado em Aveiro, afirmando que "perseguiu muita gente, cometeu muitos erros" e "deixou o país em crise e desmotivado".

CDS com RTP

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sábado, agosto 22, 2009

Caldeirada à Costa

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segunda-feira, junho 08, 2009

CDS-PP vai apresentar moção de censura ao Governo

O líder do CDS-PP, Paulo Portas, reagiu este Domingo à derrota do PS nas eleições europeias com o anúncio de que os populares vão apresentar uma moção de censura ao Governo no Parlamento.
"O país fez uma moção de censura ao governo Sócrates. O CDS dará voz, apresentando uma moção de censura na Assembleia da República como é justo e é merecido", anunciou Portas, no seu discurso na sede do CDS-PP.
Paulo Portas salientou que a moção de censura que apresentará “é já uma alternativa construtiva”, frisando que “não se trata de dizer mal de um socialismo que o povo hoje transformou em passado”.
“Trata-se de explicar como é que o país pode ser melhor governado do ponto de vista do apoio às empresas, da criação de emprego, da autoridade das forças de segurança, do rigor na imigração, da autoridade dos professores, das listas de espera na saúde, do reavivar da agricultura e das pescas”, anunciou.
O líder do CDS-PP discursava na sede nacional do partido após serem conhecidos os resultados das eleições europeias que dava, quando faltavam apurar 60 freguesias, 8,39 por cento dos votos e a eleição de dois eurodeputados.
Já a pensar nas eleições legislativas, Paulo Portas pediu ao Presidente da República, Cavaco Silva, “especial atenção” sobre a situação das contas públicas do país.
“É demasiado importante e o país tem todo o direito a saber a verdade orçamental antes das próximas eleições legislativas e não aceitar que só descubra essa verdade depois”.
A nível interno, o líder democrata-cristão anunciou que convocará “para breve” o conselho nacional do CDS-PP para definir “com brevidade” as listas candidatas ao Parlamento nacional.
“Quero todos os candidatos na rua rapidamente, porque o CDS tem que crescer mais”, disse, fixando ainda como objectivo “acelerar” a redacção do programa eleitoral.

CDS com Público.pt

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domingo, junho 07, 2009

Nuno Melo desvaloriza CDS atrás da CDU e BE e diz esquerda sobe à custa do PS

O cabeça-de-lista do CDS-PP, Nuno Melo, desvalorizou hoje a perspectiva de o seu partido obter um resultado inferior à CDU e ao BE e destacou que a subida da esquerda se fez à custa do PS.
"O CDS cresceu em todos os distritos. Se o BE passa a quarta ou terceira força política, isso não tem que ver com o CDS, tem que ver com o Partido Socialista", frisou, em declarações à Agência Lusa.
Afirmando-se "satisfeito" com os 8,37 por cento dos votos obtidos nas eleições europeias - de acordo com dados oficiais, numa altura em que falta contabilizar apenas uma freguesia e 39 consulados -, com a sua eleição e do deputado Diogo Feio, Nuno Melo frisou que o CDS "cresceu em votos e em percentagem" face às legislativas de 2005.

Lusa

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quinta-feira, junho 04, 2009

«Ana Gomes passou anos a difamar pessoas», diz Nuno Melo

Nuno Melo afirmou esta quarta-feira que eurodeputada do PS, Ana Gomes, devia pedir desculpa por ter «passado anos a difamar pessoas por causa dos voos da CIA». «Passa anos a difamar pessoas por causa de voos da CIA para hoje quando o processo é arquivado não ser capaz de pedir desculpa e se limitar a dizer que já estava à espera disto».
Um ataque forte à eurodeputada do PS, mas que não veio sozinho. Na recta final da campanha, Nuno Melo endurece as críticas, sobe o tom e vira-se para o PS, pedindo «um cartão vermelho a Elisa Ferreira que é candidata ao Parlamento Europeu e se dá ao luxo de dizer que quer ir a Bruxelas assinar o nome porque gosta mesmo é de estar no Porto». «São estes os candidatos do PS. Querem ser candidatos lá e cá, não vá correr mal cá e depois terem de ir para lá», afirmou Nuno Melo. «Nós não fazemos dois em um como Elisa Ferreira ou Ana Gomes. Não é assim que nós fazemos política», afirmou.
primeiro alvo do discurso foi José Sócrates que, segundo Nuno Melo, «já foi primeiro-ministro, mas agora suspendeu as funções para dar uma ajudinha a Vital Moreira na rua».
Vital Moreira também não saiu incólume. O cabeça-de-lista do CDS criticou o candidato socialista por não abordar temas europeus. «Para sermos eurpeus, não basta um cartaz e para ter uma maioria absoluta não basta pedir, é preciso tudo aquilo que há 4 anos nós não temos em Portugal», afirmou. «Somos muito diferentes de Ana Gomes, Elisa Ferreira, e Vital Moreira graças a Deus», disse ainda Nuno Melo.

Portas apela ao voto

O líder do CDS, Paulo Portas, pediu que os mais de 200 militantes presentes na sala mobilizem o eleitorado. «Peçam à nossa gente que vá votar: aos agricultores, professores, empresários, agentes da PSP, GNR, pensionistas, aos que trabalham e estudam».
«Muitas pessoas dizem-nos na rua:¿boa sorte¿. Eu digo sempre: ¿boa sorte é no Euromilhões e raramente sai. É preciso empenho. E o empenho é dar o voto àqueles a quem nós damos razão», afirmou.
Portas falou depois para quem está indeciso entre votar no PSD ou no CDS. «Pensem bem, o PSD votou leis penais erradas, nós não. O PSD só se lembrou agricultura agora, nós desde sempre, o PSD é favor do rendimento mínimo sem reservas, nós não, eles querem congelar os salários e nós queremos baixar os impostos. A abstenção favorece os que lá estão. Façam a escolha certa. Desta vez é CDS», pede Portas.

in IOL Diário

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domingo, maio 31, 2009

Porta-voz do CDS diz que eurodeputada Ana Gomes está à procura de palco político no caso das OGMA

O porta-voz do CDS-PP, Pedro Mota Soares, considerou hoje que a eurodeputada do PS Ana Gomes "está á procura de um palco político" por ter levantado dúvidas de legalidade sobre a privatização das OGMA.
"É preciso descaramento e uma certa lata para dizer o que se disse hoje. A dra. Ana Gomes está com falta de memória", afirmou Pedro Mota Soares, em declarações à Agência Lusa.
A eurodeputada socialista levantou hoje dúvidas políticas e de legalidade sobre "negócios" realizados na compra de submarinos na privatização das Oficinas Gerais de Material Aeronáutico (OGMA), operações ambas da área do antigo ministro Paulo Portas.
Questionado pelos jornalistas na tarde de sábado, Paulo Portas recusou-se a responder, afirmando que "alguém responderá".
A resposta foi dada no final do jantar-comício do CDS-PP em Lisboa, no âmbito da campanha eleitoral ao Parlamento Europeu, pelo deputado Pedro Mota Soares que afirmou que Ana Gomes "está à procura de um palco político numa campanha que não está a correr bem ao PS".
Sobre a privatização das OGMA, o deputado disse que o anterior Governo PS tinha deixado as Oficinas "sem dinheiro para pagar salários" e que "a única proposta do PS era fechar a empresa e lançar pessoas no desemprego".
"Se ela está preocupada com o que se está a passar em Portugal, que ajude o CDS a levar o procurador Lopes da Mota ao Parlamento e a levar o dr. Vítor Constâncio rapidamente ao Parlamento e se poder apurar tudo o que falhou na supervisão bancária", acrescentou.

in Lusa

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quarta-feira, maio 27, 2009

PSD, CDS e BE criticam ideia de imposto europeu

O CDS-PP considerou, esta terça-feira, «absurda» a proposta de criar um imposto europeu apresentada pelo Vital Moreira. Perante esta proposta do socialista, o PSD acusou o PS de jogar em dois tabuleiros e o BE foi categórico em recusar a ideia.
O CDS-PP «rejeita liminarmente» a proposta apresentada, esta terça-feira, pelo cabeça de lista às eleições europeias, que defende um aumento dos recursos da União Europeia, através da criação de um imposto europeu sobre transacções financeiras ou pela transferência de fatias suplementares dos orçamentos nacionais, disse à TSF Diogo Feyo.
Para o número dois da lista do CDS-PP às eleições para o Parlamento Europeu, a ideia de Vital Moreira «é absurda em termos conjunturais e em termos sistemáticos».
«Não nos parece que numa altura de crise internacional seja razoável estar a apontar a existência de um novo imposto», considerou.
O democrata-cristão questionou que impostos nacionais Vital Moreira iria substituir e como é que conseguiria «garantir que os contribuintes não passavam a pagar mais impostos» nesse cenário.
Diogo Feyo mostrou ainda interesse em saber se a defesa de um imposto europeu é uma ideia «pessoal» de Vital Moreira, da lista do PS ou se é uma posição partilhada com o Governo socialista.(...)



in TSF online

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Portas ataca PS e PSD, partidos iguais em muitas coisas

O líder do CDS-PP criticou PS e PSD por serem partidos iguais em muitos aspectos. Numa visita a uma feira em Viseu, Paulo Portas pediu para que o eleitorado permeie na «oposição quem trabalha», ou seja, o CDS.

O líder do CDS-PP tentou estabelecer, esta terça-feira, uma diferença entre o seu partido e o PS e o PSD, partidos diferentes, mas iguais em muita coisa, nomeadamente no Banco de Portugal e na Caixa Geral de Depósitos.
À margem de uma visita à Feira de Viseu, Paulo Portas lembrou ainda que os dois maiores partidos portugueses «estão juntos na EDP, na Galp, nas empresas públicas, nas administrações dos hospitais de Estado e para além disso estão juntinhos na Lei de Imigração, que é má».
Portas lembrou ainda as posições erradas que estes partidos têm tido nas «leis penais, que são péssimas» e na sua posição «contra o referendo que os portugueses deviam ter tido no tratado e a favor do modelo federal da Europa».
Ao insistir no voto no CDS-PP, o líder centrista pediu aos portugueses para que penalizem socialistas, que têm governado mal, e sociais-democratas, permeando na «oposição quem trabalha».
«Quem trabalhou mais, quem teve mais iniciativa, quem teve soluções construtivas, quem não se limitou a dizer mal mas propôs o que queria foi o CDS», frisou Paulo Portas, que teve uma recepção calorosa em Viseu.

in TSF online

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