sábado, setembro 05, 2009

Lisboa com Sentido repudia sondagem Marktest

A Candidatura “Lisboa Com Sentido”, liderada por Pedro Santana Lopes, vem por este meio repudiar com veemência a metodologia aplicada e as conclusões retiradas da sondagem da Marktest, a ser divulgada na TSF e no Diário e Semanário Económicos e à qual teve acesso.
Com perplexidade, constata-se que a referida sondagem retira conclusões com base numa amostra não representativa, e efectua uma correcção das intenções de voto dos resultados brutos que é inacreditavelmente deturpadora e especulativa.
Com efeito, a sondagem resulta de uma amostra de apenas 500 entrevistas, às quais deverão ainda ser subtraídos 32,4%, ou seja 162, correspondendo aos resultados Não Sabe/Não Responde. Se a estas 162 adicionarmos os “Votos Brancos/Outros” e as respostas de “Não Voto”, no total de 46, conclui-se que a sondagem analisa as intenções de voto a partir do número insignificante de 292 entrevistas.
Não bastando, a mesma sondagem extrapola dos resultados brutos para os «corrigidos» sem que se justifique a diferença abismal entre ambos os resultados. Como exemplo, atente-se na projectada intenção de voto em António Costa, com um aumento percentual de 16,2% entre brutos e «corrigidos», uma diferença manifestamente desproporcionada. Regista-se ainda a anormal e elevadíssima margem de erro da amostra, 4,38 p.p., bem como o insólito da data escolhida para recolha das opiniões, entre 31 de Agosto e 2 de Setembro, em pleno regresso de férias e ao contrário do que recomendariam as mais elementares boas práticas.
Em conclusão, a candidatura “Lisboa Com Sentido” lamenta que a Marktest contribua com uma sondagem desta natureza para a descredibilização da sua actividade e do sector, e considera este mais um episódio no clima geral de asfixia democrática que se sente no País. Estamos certos de que a realidade se encarregará, como já o fez no passado, de desmentir a manipulação estatística junto dos cidadãos, que expressarão em 11 de Outubro o seu verdadeiro sentido de voto para Lisboa.

Etiquetas: , , ,

segunda-feira, junho 08, 2009

CDS-PP vai apresentar moção de censura ao Governo

O CDS vai apresentar brevemente um projecto de lei para apertar as regras relativas à elaboração e divulgação de sondagens, apurou o Expresso.
Os centristas estão a preparar esta iniciativa desde as eleições regionais dos Açores, onde aconteceu o mesmo que agora, nas europeias: a maioria das sondagens colocou o CDS muito abaixo do que viria a ser o resultado do partido. O que se passou nestas eleições foi a gota de água e criou as condições para o CDS avançar com o seu projecto.
"É inadmissivel, numa democracia adulta, que se tente influenciar a vontade dos eleitores desmotivando-os a votar ou procurando suscitar o voto noutros partidos, porque em Portugal o mercado das sondagens não está regulado", disse Paulo Portas no seu discurso de ontem à noite. "Não é aceitável que nas legislativas se repita o erro", avisou o líder centrista.
Por essa razão, o CDS quer ver a sua iniciativa discutida e votada ainda antes do fim de legislatura, de modo a que as legislativas já cumpram novas regras.
Segundo o Expresso apurou, uma das hipóteses que está a ser ponderada pelos centristas é a proibição da divulgação de sondagens durante o período oficial de campanha eleitoral. Uma norma que, a avançar, não teria paralelo na União Europeia.
No seu discurso da noite eleitoral, Paulo Portas atacou as empresas de sondagens e, em particular, o centro de sondagens da Universidade Católica, que chegou a prever 2% para o CDS (embora tenha corrigido esse valor, na última sexta-feira, para 4%).
"Nem o melhor resultado em sondagem se aproximou da fasquia mais baixa em todas previsões desta noite", lembrou Portas, invocando depois a sua condição de ex-aluno da Universidade Católica para disparar: "Lamento que o nome da Católica seja utilizado para enganar o eleitorado relativamente ao nosso partido.
"O CDS tem conduzido, a partir do call-center instalado na sede do partido, as suas próprias sondagens. No caso destas europeias, responsáveis do partido disseram ao Expresso, cerca das 19h00 de ontem, dia das eleições europeias, que esperavam um resultado próximo dos 9%.
Daí a frase dita por Portas ao fim da noite: "O CDS surpreendeu toda a gente excepto nós, que sabíamos que íamos subir."

in Expresso online

Etiquetas: , , ,

terça-feira, maio 05, 2009

CDS diz que sondagem da Universidade Católica "ou tem erro" ou "má-fé" e queixa-se à ERC

O porta-voz do CDS-PP, Pedro Mota Soares, anunciou esta segunda-feira, que o partido vai apresentar uma queixa junto da Entidade Reguladora da Comunicação Social sobre a última sondagem da Universidade Católica, considerando que “ou há erro ou má-fé”.
Em conferência de imprensa, o deputado Pedro Mota Soares sustentou que, tendo em conta o histórico das sondagens do Centro de Estudos e Sondagens de Opiniões (CESOP) da Universidade Católica, “ou há erro na amostra, e isso parece óbvio, ou está mesmo de má-fé”.
“Esta empresa de sondagens deu sempre resultados negativos ao CDS-PP”, afirmou Pedro Mota Soares, frisando que na última deu dois por cento de intenções de voto, o que “nunca aconteceu em 30 anos de história do partido”.
Mota Soares deu como exemplo as sondagens do CESOP das legislativas de 2002, em que “a dois meses das eleições”, que se realizaram a 17 de Março, davam 2,7 por cento ao CDS-PP que veio a ter 8,8 dos votos.
Nas de 20 de Fevereiro de 2005, frisou, uma sondagem do CESOP publicada a 27 de Novembro de 2004, dava o CDS-PP com três por cento.
“O CDS teve 7,3 por cento nessas eleições”, frisou, insistindo que “perante este engano sistemático, há uma lógica de desmotivar o CDS”, que irá entregar uma queixa à ERC, entidade que tem, entre as suas competências, “regular e acompanhar a realização e publicação” de sondagens de opinião.

CDS com Antena1

Etiquetas: , , , ,

quarta-feira, abril 01, 2009

CDS sobe, PS e PCP caem


Os dados disponibilizados pelo Barómetro Político da Marktest de Março revelam uma quebra nas intenções de voto de todas as forças políticas à excepção do CDS-PP.
Apesar da quebra de 1.5 pontos percentuais face a Fevereiro, o PS permanece em Março como o partido com maior intenção de voto: 36.7% dos residentes no Continente com 18 e mais anos dizem que votariam nele se as eleições legislativas se realizassem hoje.

O PSD é o segundo partido político com maior percentagem de intenção de voto, com 28.4%, um valor que corresponde a uma quebra de 0.4 pontos percentuais face a Fevereiro.
O Bloco de Esquerda mantém-se em terceiro lugar, com uma intenção de voto de 12.6%, o que equivaleu a uma quebra de 1.4 pontos percentuais face ao Barómetro de Fevereiro.
O CDS-PP, que protagonizou a maior subida mensal (mais 5.3 pontos percentuais), chega a Março com 9.4% das intenções de voto e ocupa a quarta posição.
A coligação CDU (PCP/PEV), com uma intenção de voto de 8.9%, ocupa agora a quinta posição, com menos 1.7 pontos percentuais do que em Fevereiro.
A análise evolutiva dos últimos 12 meses mostra apenas o BE e o CDS-PP registam um valor mais favorável do que há um ano atrás: no primeiro caso, mais 2.1 pontos percentuais e no segundo caso, mais 5.4 pontos percentuais do que em Março de 2008.

Etiquetas: ,

quarta-feira, fevereiro 04, 2009

CDS-PP com maior subida no Barómetro Político Marktest

Os dados disponibilizados pelo primeiro Barómetro Político da Marktest do ano, revelam uma ligeira quebra nas intenções de voto no PS.
Entre Novembro de 2008 (último Barómetro de 2008) e Janeiro de 2009 apenas a coligação CDU (PCP/PEV) e o CDS-PP viram a sua percentagem de intenção de voto subir.
Apesar da quebra de 0.5 pontos percentuais de Novembro de 2008 para Janeiro de 2009, o PS permanece como o partido com maior intenção de voto (39.6%).
O PSD foi o segundo partido político com maior percentagem de intenção de voto, com 24.9%, menos 1.5 pontos percentuais do que no último Barómetro de 2008.
A coligação CDU (PCP/PEV), com uma intenção de voto de 11.9%, recuperou a terceira posição, o que não se verificava desde Setembro de 2008.
O Bloco de Esquerda desceu para quarto lugar, com uma intenção de voto de 10.1%, o que equivaleu à maior quebra relativa face ao Barómetro de Novembro.
A última posição continua a pertencer ao CDS-PP. Contudo, este partido protagonizou a maior subida mensal (mais 3.5 pontos percentuais), chegando a Janeiro com 9.7% das intenções de voto.

Etiquetas: ,