domingo, novembro 28, 2010

Paulo Portas acusa PS e PSD de “negligência social”

O Presidente do CDS-PP, acusou este Domingo PS e PSD de "negligência social" ao terem ultrapassado a fronteira da "solidariedade" para com os "mais fracos e mais vulneráveis" no acordo para o Orçamento do Estado (OE).
"Se há uma coisa que os portugueses puderam perceber das negociações orçamentais entre o PS e o PSD é que a questão social esteve ausente dessas negociações, os mais pobres, que são os idosos ficaram como os sem-abrigo deste orçamento", afirmou Paulo Portas.
O líder democrata cristão visitou a feira de Natal da instituição particular de solidariedade social Novo Futuro, no Centro de Congressos de Lisboa, referindo igualmente a realização do peditório nacional do Banco Alimentar contra a Fome que decorreu neste fim-de-semana, para sublinhar que "a sociedade portuguesa tem muito mais sentido de responsabilidade social que os governantes portugueses".
Portas apontou para o "paradoxo" do OE: "O Estado, quando é para congelar pensões de 246 euros não hesita um segundo, mas quando é para ter contenção em salários de gestores públicos de 246 mil euros por ano, aí já há toda a condescendência", afirmou.
"O Estado quando quer abrir excepções para as empresas públicas, abre em 48 horas, mas pensar numa excepção para as famílias de classe média baixa com pouco mais de 630 euros de rendimento para manterem o abono de família, isso já não pensam", acrescentou.
O líder democrata-cristão considera que "esta negligência social tem que ser corrigida", "sabendo que é preciso reduzir a despesa, sabendo que é preciso corrigir o desequilíbrio orçamental", mas estabelecendo um "limite e uma fronteira".
Para o CDS-PP, "esse limite e essa fronteira é a solidariedade com aqueles que são mais fracos e mais vulneráveis em Portugal".
"O fosso entre os que têm mais e os que têm menos agravou-se, os que têm menos têm cada vez menos, os que têm menos dos que têm menos são os idosos, e não têm voz, e a classe média é cada vez menos média e tem cada vez menos capacidade de mobilidade social", afirmou.
O líder do CDS reafirmou a ideia defendida no sábado da criação de um "crédito fiscal" para as empresas que, em tempo de crise, aumentem o seu potencial exportador e criem postos de trabalho.
Paulo Portas voltou ainda a desafiar o primeiro-ministro, José Sócrates, a reunir não apenas com as 10 maiores empresas exportadoras, numa reunião anunciada para terça-feira, mas também com as pequenas e médias empresas (PME).

CDS com RTP

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sexta-feira, outubro 29, 2010

Chuvas em Lisboa - CDS-PP de Lisboa questiona as medidas preventivas da CML para o fim-de-semana


Lisboa Inundada e num Caos
CDS-PP de Lisboa questiona as medidas preventivas
da CML para o fim-de-semana

O dia de hoje, sexta-feira, 29 de Outubro, foi marcado durante o período de uma hora da parte da manhã, por chuvas intensas em toda a cidade de Lisboa.
Estas chuvas, para além de terem perturbado e condicionado o dia-a-dia dos lisboetas, o que já não é pouco, causaram estragos elevados em toda a cidade, pelo que o CDS-PP não pode deixar de voltar a questionar a Câmara Municipal de Lisboa sobre se foram ou não efectivamente tomadas todas as medidas necessárias para, durante a época das chuvas, se evitar a repetição de situações como as que hoje ocorreram.
Na verdade, se uma hora de chuva intensa causou, em Outubro, o caos que causou, o que poderemos nós lisboetas esperar das chuvas intensas que, durante o Inverno, seguramente se verificarão?
Neste sentido, o Presidente da Concelhia de Lisboa do CDS-PP, João Gonçalves Pereira, pede explicações ao executivo camarário, “Como é que é possível que logo no primeiro dia de chuva em Lisboa a cidade fique um absoluto caos: vias alagadas e intransitáveis, trânsito caótico, viaturas avariadas e danificadas e um pouco por toda a Cidade as ruas transformaram-se em ribeiros, as avenidas em rios, e as praças em lagos de lama e chuva”.

O CDS-PP coloca as seguintes questões ao senhor Presidente da Câmara Municipal de Lisboa:
1. Que medidas ordinárias foram tomadas para acautelar o efeito e a acção das chuvas, nomeadamente em termos de limpeza de sarjetas?
2. Que medidas extraordinárias foram tomadas pela CML depois dos Serviços de Protecção Civil terem anunciado o estado de alerta laranja em Lisboa?
3. Que medidas específicas foram tomadas pelos Serviços de Protecção Civil da cidade de Lisboa?
4. Está a CML disponível para vir a considerar apoios para comerciantes, residentes e proprietários que tiveram prejuízos causados directamente pelas inundações?

Para o CDS-PP, face aos factos verificados, a CML deve tomar, com urgência, todas as medidas exigíveis e necessárias para se evitar que no Sábado e Domingo - se se mantiverem as actuais previsões climatéricas - se repitam as situações vividas no dia de hoje.

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quinta-feira, maio 27, 2010

CDS no Conselho Municipal de Segurança

O Conselho Municipal de Seguraça da Câmara Municipal de Lisboa tomou posse na passada terça-feira, durante uma sessão solene, numa cerimónia presidida por Simonetta Luz Afonso, presidente da Assembleia Municipal.
Pelo CDS tomou posse o militante António Prazeres e Costa, profundo conhecedor das políticas de segurança da Cidade e dos seus problemas.
A si juntaram-se outras individualidades como o Presidente da CML, António Costa e de entidades nacionais, locais e da cidade.
O CDS Lisboa apresenta desde já felicitações ao empossado e votos de um profícuo trabalho.

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sexta-feira, dezembro 11, 2009

CDS questiona autarquia por que não pediu paragem das obras do último troço da CRIL

António Carlos Monteiro considera contraditória a actuação de Sá Fernandes quando estava na oposição e a sua posição actual, no caso da CRIL, na zona da Damaia
Como é que se chegou a uma situação qualificada de "crime" e considerada "irreversível" por vários verea-dores da maioria da Câmara de Lisboa, sem que esta tenha feito o necessário para a evitar. Esta foi, no essencial, a pergunta que o vereador António Carlos Monteiro, do CDS-PP, dirigiu anteontem ao executivo, a propósito da obras do último troço da CRIL, na zona de Santa Cruz de Benfica e da Damaia.
"Queremos saber como é que se chegou a uma situação irreversível e por que é que o senhor vereador Sá Fernandes não mandou parar as obras por desconformidade com o estudo ambiental", afirmou.
Tomando como ponto de partida as notícias sobre as alterações ao projecto feitas no decurso das obras e que, segundo os moradores, violam a declaração de impacte ambiental (DIA), António Monteiro perguntou se a autarquia validou essas alterações e se também considera que a DIA não está a ser cumprida.
Visando directamente Sá Fernandes, enquanto responsável pelo Ambiente, questionou-o sobre o motivo pelo qual "não solicitou de imediato a paragem das obras", uma vez que "parece que a DIA não está claramente a ser respeitada", e que, "enquanto cidadão, nunca se coibiu de embargar obras". Um dos aspectos que podem indiciar esse desrespeito é o facto, reconhecido por Sá Fernandes, de as imagens divulgadas pela Estradas de Portugal (EP), há meses, nada terem a ver com o que está a ser feito.
Sá Fernanades disse ao PÚBLICO que logo após a posse deste executivo foi pedida uma reunião à EP, que se realizou na semana passada, e na qual ficou claro que, para a câmara, "o respeito pela DIA é imprescindível". Acrescentou não ter ainda elementos para dizer que esse documento, que fixa as condicionantes da obra, não está a ser cumprido, mas garantiu que "o assunto está em cima da mesa" e que "esta é a altura certa para o discutir". Na sua opinião "ainda é possível garantir" a solução das questões paisagísticas e de mobilidade, estando "a decorrer reuniões técnicas" com a EP.

in Público

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quarta-feira, novembro 25, 2009

CDS Lisboa provoca divisões no executivo da CML

A proposta do CDS Lisboa de obrigar a Câmara a fazer um manual de procedimentos para evitar as ilegalidades que dizem ter sido cometidas por José Sá Fernandes na contratação das iluminações de Natal foi a primeira proposta aprovada na Assembleia Municipal em que se fizeram sentir os votos independentes dos deputados municipais indicados por Helena Roseta.
Com o PCP e PS unidos no voto contra, nada fazia prever que a proposta viesse a ser aprovada até ao momento em que os seis deputados indicados pela Vereadora manifestaram o seu voto favorável. Sem aqueles votos, a proposta seria chumbada e Sá Fernandes sairia sem uma recomendação tão crítica quanto aquela que o CDS Lisboa apresentou.
Começam pois os primeiros sinais de falta de homogeneidade dos apoios que na Assembleia Municipal suportam o executivo camarário de António Costa.

in i online

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