quinta-feira, dezembro 09, 2010

Lisboa: Câmara aprova moção para travar desperdício alimentar

A Câmara de Lisboa aprovou hoje por unanimidade uma moção que defende a promoção do reaproveitamento dos desperdícios alimentares na cidade.
Proposta pelo CDS-PP, a moção defende que a autarquia deve desenvolver as ‘pontes necessárias’ entre todas as organizações que podem ajudar a reaproveitar os desperdícios alimentares na cidade.
A Câmara de Lisboa “não pode ficar alheada da sua obrigação de propor ao município medidas que ajudem as famílias lisboetas a superar os atuais e futuros tempos difíceis”, refere o documento.A moção recorda o aumento de custo de vida dos portugueses e ao “crescimento exponencial da pobreza” e realça o trabalho que está a ser desenvolvido pelo promotor da petição “Desperdício Alimentar”, segundo o qual entre 35 e 50 mil refeições provenientes de serviços de catering são diariamente deitados no lixo.
“Nos números citados não estão incluídos os desperdícios alimentares dos restaurantes e das refeições confecionadas nos supermercados. O promotor da petição 'Desperdício Alimentar' quer reduzir o desperdício de alimentos da restauração e cantinas, através do aproveitamento das sobras, de modo a serem distribuídas pelos mais necessitados”, realça o texto.
A iniciativa “Desperdício Alimentar” conta já com o apoio da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares (AHRESP), da Associação Nacional de Municípios Portugueses e da Autoridade da Segurança Alimentar e Económica (ASAE), na criação de programas de âmbito local que sejam executado pelas autarquias para encontrar soluções contra o “desperdício alimentar”.
É precisamente para executar um programa local em Lisboa que o CDS-PP avançou com a moção hoje aprovada.“A câmara tem um papel importante como plataforma de contactos, tem acesso a entidades como a Santa Casa da Misericórdia, (…) tem uma noção das necessidades e tem também contactos não só com os refeitórios municipais, mas com outras entidades que terão excedentes alimentares que podem ser usados por essas pessoas carenciadas”, disse à Lusa o vereador do CDS-PP António Carlos Monteiro.
O responsável explicou ainda: “o importante não é criar uma superestrutura para gerir excedentes”.“Achamos que a Câmara de Lisboa deve funcionar como plataforma que permita pôr em contacto as boas vontades e as necessidades que existem a nível alimentar”, acrescentou o vereador, classificando o desperdício alimentar registado ao nível de catering, restaurantes e cantinas como “obsceno”.

Lusa

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terça-feira, dezembro 07, 2010

Lisboa: Assembleia municipal quer que Câmara ajude a criar programas contra despercío alimentar

A Assembleia Municipal de Lisboa recomendou à Câmara que promova o "encontro urgente" de juntas de freguesia, instituições sociais, escolas, paróquias e outras entidades que possam criar programas locais de combate ao desperdício alimentar.
A recomendação, apresentada pelo CDS e aprovada por unanimidade na terça-feira, indica que, segundo uma petição pública sobre o tema, entre 35 a 50 mil refeições provenientes de serviços de «catering» são diariamente colocadas no lixo em Portugal.
Nestes números não estão incluídos os desperdícios alimentares dos restaurantes e das refeições confecionadas nos supermercados.

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quinta-feira, dezembro 02, 2010

CDS-PP de Lisboa lança desafio a todos os Partidos

CDS-PP de Lisboa lança desafio a todos os Partidos

É Obrigatório Travar o Desperdício Alimentar!

A pedido da Comissão Política Concelhia, o CDS-PP de Lisboa reuniu hoje com o promotor da “Petição Desperdício Alimentar”, António Costa Pereira, no Largo Adelino Amaro da Costa, sede nacional do partido.
O País atravessa uma situação de grave crise económica e financeira, que atinge de forma notória as famílias portuguesas, com perca de poder de compra e, consequentemente, acesso mais dificultado a bens de primeira necessidade.
Conhecemos hoje uma nova realidade que são os “novos pobres”. Infelizmente, esta realidade tem tendência a agravar-se.
Segundo António Costa Pereira, entre 35 a 50 mil refeições provenientes de serviços de catering são, diariamente, colocadas no lixo. Nos números citados não estão incluídos os desperdícios alimentares dos restaurantes e das refeições confeccionados nos supermercados.
Neste sentido, a Concelhia de Lisboa, enquanto estrutura política que representa o CDS-PP na Cidade, recomendará a todos os seus autarcas - Câmara Municipal, Assembleia Municipal e Juntas de Freguesia – que apresentem propostas para que se criem as condições, legais e estruturais, para que estas refeições possam chegar perto de quem necessita, servindo os cidadãos mais carenciados de Lisboa. Todas as forças políticas devem associar-se a estas iniciativas do CDS-PP para pôr fim a este desperdício alimentar.
No entender do CDS-PP, a Câmara Municipal de Lisboa - em articulação directa com as Juntas de Freguesia, as Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS), e as Paróquias – deve dar início ao levantamento das necessidades sociais e alimentares de todas as famílias carenciadas de Lisboa. Após esse levantamento, a Autarquia deve encontrar os meios, os locais e os equipamentos necessários para ajudar as famílias que passam, actualmente, por sérias necessidades alimentares.
Os meios, os locais e os equipamentos, não têm necessariamente de ser públicos.
Estamos certos que várias empresas, através do mecenato e da responsabilidade social, as IPSS, as escolas, as Universidades, as Paróquias, e o voluntariado vão ajudar ao desenvolvimento de programas contra o desperdício alimentar.
É de realçar a manifestação de apoio da ARESP, da Associação Nacional de Municípios Portugueses e da ASAE, à criação de um programa de âmbito nacional que seja executado pelas autarquias para encontrar soluções contra o “desperdício alimentar”.
António Costa Pereira, líder da Petição “Desperdício Alimentar”, já esteve reunido com todas as forças políticas com representação na Assembleia da República, onde foi, por todos, reconhecido o seu “admirável e exemplar exercício de cidadania”.
Segundo João Gonçalves Pereira, Presidente da Concelhia do CDS-PP de Lisboa, «Estamos perante uma realidade e uma necessidade séria à qual não podemos ficar indiferentes. É necessário agir e agir rapidamente. O CDS-PP de Lisboa quer apresentar medidas concretas que ajudem as famílias mais carenciadas da cidade de Lisboa. É obrigação de todos, principalmente daqueles que têm responsabilidades políticas, travar este “obsceno” desperdício alimentar. O País e a cidade de Lisboa não podem esperar.»
A C0missão Política Concelhia de Lisboa

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