sexta-feira, julho 09, 2010

Desembarguem a Av. Duque de Ávila !!!

No passado dia 2 de Julho teve lugar na Câmara Municipal de Lisboa uma reunião promovida pelos Vereadores Nunes da Silva e Sá Fernandes para debate público sobre o projecto da CML para a Av. Duque de Ávila e sua envolvente.
Os moradores, comerciantes e demais frequentadores da Av. Duque de Ávila e sua envolvente há largos meses que esperavam por uma apresentação pública deste projecto por parte dos responsáveis da CML.
Na reunião esteve presente o Vogal do CDS-PP da Junta de Freguesia de Nossa Senhora de Fátima, José Pedro Athayde, assim como autarcas de outras Freguesias limítrofes, responsáveis de associações e muito público.
Na ocasião, o Dr. José Pedro Athayde, salientando a ausência do Presidente António Costa, interpelou os Vereadores da CML afirmando o seguinte: “digam ao Dr. António Costa e à maioria socialista de governa a CML que os habitantes e comerciantes da Av. Duque de Ávila e da sua envolvente foram já massacrados e torturados com as obras profundas do Metropolitano, durante anos a fio, 9 pelo menos, durante as quais sofreram ruído, pó e lama, degradação do espaço público, constrangimentos na circulação pedonal e constrangimentos da circulação rodoviária e no estacionamento. Sofreram amarga e silenciosamente por saberem que lhes estava a ser pedido um sacrifício em prol de todos os utentes e beneficiários da utilização do Metro de Lisboa. As obras do Metro foram de alto interesse público e permitiram a continuação da Linha Vermelha. Concluídas as obras do Metro em Julho de 2009 era a hora para imediatamente se repor a vida dos Lisboetas na Av. Duque de Ávila e a CML o que fez ? NADA ! A CML prolonga até hoje a agonia dos Lisboetas sem qualquer espécie de razão de interesse público que o justifique. O projecto da Av. Duque de Ávila tem sido primeiro secreto, depois mal explicado e representa evidentes impactes negativos na vida das pessoas. Tudo leva a crer que não é uma boa decisão. Contudo pior ainda tem sido a CML nada decidir e nada executar. Digam isto ao Dr. António Costa”.
Numa clara alusão a casos passados em que o Dr. Sá Fernandes promoveu o embargo de partes importantes da Cidade de Lisboa com elevados prejuízos para as respectivas populações, o Dr. José Pedro Athayde prosseguiu, apelando à CML para que devolva o espaço público aos Lisboetas, afirmando que “já é tempo de desembargarem a Av. Duque de Ávila !!!

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quarta-feira, fevereiro 18, 2009

Segurança: Assembleia Municipal aprova recomendação do CDS-PP


A Assembleia Municipal de Lisboa aprovou ontem, por unanimidade, a recomendação do CDS-PP que responsabiliza o Governo do fecho irresponsável das esquadras da João Crisóstomo e Rêgo, num intuito de querer acabar com o policiamento de proximidade.

Leia a proposta aqui.

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segunda-feira, fevereiro 16, 2009

CDS-PP Lisboa contra fecho das esquadras do Rêgo e João Crisóstomo

Os deputados municipais do CDS-PP Lisboa apresentam amanhã, em reunião da Assembleia Municipal, uma proposta contra o encerramentos das esquadras 17ª e 31ª da PSP em Lisboa, considerando que "o fecho das esquadras de proximidade" é um atentado à segurança pública e à defesa a que os munícipes têm direito.
Leia o texto da propopsta aqui:


"Os Deputados da Assembleia Municipal de Lisboa, eleitos pela lista do CDS-Partido Popular, vêm, ao abrigo do disposto no artigo 38º, n.º 1, alínea f) do Regimento deste órgão, apresentar a presente recomendação à Câmara Municipal de Lisboa:
A cidade de Lisboa foi, uma vez mais, surpreendida com a medida do Governo do Partido Socialista de proceder ao encerramento da 31ª esquadra da PSP da Rua da Beneficência, ao Rego, sem que, entretanto, tivesse sido apresentada uma solução alternativa para esta situação.

Já em Agosto de 2008 o Ministério da Administração Interna havia procedido ao encerramento da 17ª esquadra da PSP da Av. João Crisóstomo.

A Freguesia de Nossa Senhora de Fátima viu assim, num lapso de tempo muito curto, desaparecer as duas referidas Esquadras da PSP antes existentes, o que tem vindo a contribuir para o agravamento da situação de insegurança vivida em muitas zonas e bairros não só desta freguesia, mas afectando também as de São Sebastião da Pedreira e Campolide.

A tendência de acabar com as esquadras de proximidade é um erro. Gera insegurança entre os moradores, eliminando das ruas os agentes policiais, limitando-se à patrulha automóvel. E no caso destas freguesias, trata-se de uma população maioritariamente idosa, que cada vez mais teme em se deslocar na via pública, principalmente no período nocturno.

As freguesias afectadas pelos fechos das esquadras também lidam com bairros problemáticos, nomeadamente o Bairro Santos e Quinta das Freiras e Covas, em que a presença de forças da segurança é um meio dissuasor e de prevenção da criminalidade.

É dever do Município de Lisboa zelar pela segurança e pela qualidade de vida dos seus munícipes, afigurando-se da maior urgência que sejam tomadas medidas com vista a garantir a continuidade de um sistema de policiamento de proximidade e eficaz na área geográfica afectada por estes fechos.

Os moradores e comerciantes das freguesias mencionadas já se manifestaram contra o fecho das esquadras, apresentando queixas e apelando à comunidade local que se una em torno do que consideram um ataque à sua segurança e protecção, às quais têm direito.

Perante esta situação, a Assembleia Municipal de Lisboa exige que o Ministério da Administração Interna proceda a abertura urgente de uma ou mais esquadras da PSP no perímetro das Freguesia de Nossa Senhora de Fátima, São Sebastião da Pedreira e Campolide;
Que esta recomendação seja remetida à Câmara Municipal de Lisboa e às Juntas e Assembleias de Freguesia de Nossa Senhora de Fátima, São Sebastião da Pedreira e Campolide.


Os Deputados do CDS-PP

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