CDS leva cuidados paliativos e videovigilância à Assembleia da República na próxima semana
O líder do CDS-PP, Paulo Portas, anunciou este sábado que o partido vai levar à discussão na Assembleia da Republica, na próxima semana, um prometo para melhorar o sistema de cuidados paliativos e um plano nacional de videoprotecção.
Segundo Paulo Portas, o projecto de lei sobre cuidados paliativos será discutido na quarta feira e visa combater o "grande atraso" no país na assistência àqueles que têm doenças terminais.
"Portugal tem 10 por cento do que deveria ter em matéria de cuidados paliativos. Devíamos ter mil camas, temos cem; devíamos ter 100 equipas de cuidados paliativos, temos menos de 20; há distritos inteiros que não têm acesso a cuidados paliativos. O que Portugal tem é muito pouco, é menos que os mínimos", referiu.
Por isso, Portas espera que haja "consenso" na Assembleia da República, para o país "dar um salto em frente" nesta matéria.
Na próxima semana, o CDS-PP vai também levar à discussão no Parlamento um plano nacional de videoprotecção, para implementar nos bairros e cidades mais problemáticos e nas zonas comerciais que justificam mais atenção.
Para Paulo Portas, as experiências de videoprotecção implementadas no Porto (Ribeira), no Santuário de Fátima e na cidade de Coimbra "provam que há redução de 5, 10 e 20 por cento da criminalidade".
"Chamem-nos securitários, nós só queremos bom senso", acrescentou, sublinhando que o CDS-PP não quer "nenhum big brother", mas apenas mais segurança.
O líder do CDS-PP falava em Ponte de Lima, o único concelho do país com uma câmara democrata cristã, onde se deslocou para participar nas Feiras Novas.
Portas aproveitou para elogiar a gestão autárquica local, lembrando que as despesas com pessoal são apenas 10 por cento do orçamento camarário, que o município não tem endividamento mas sim milhões de euros em depósitos a prazo, não tem empresas municipais nem "jobs for the boys", que os impostos são baixos e que os vereadores "não tem cartões de crédito".
Já em relação ao Orçamento do Estado, Portas escusou-se a pronunciar-se, por não conhecer o documento.
Segundo Paulo Portas, o projecto de lei sobre cuidados paliativos será discutido na quarta feira e visa combater o "grande atraso" no país na assistência àqueles que têm doenças terminais.
"Portugal tem 10 por cento do que deveria ter em matéria de cuidados paliativos. Devíamos ter mil camas, temos cem; devíamos ter 100 equipas de cuidados paliativos, temos menos de 20; há distritos inteiros que não têm acesso a cuidados paliativos. O que Portugal tem é muito pouco, é menos que os mínimos", referiu.
Por isso, Portas espera que haja "consenso" na Assembleia da República, para o país "dar um salto em frente" nesta matéria.
Na próxima semana, o CDS-PP vai também levar à discussão no Parlamento um plano nacional de videoprotecção, para implementar nos bairros e cidades mais problemáticos e nas zonas comerciais que justificam mais atenção.
Para Paulo Portas, as experiências de videoprotecção implementadas no Porto (Ribeira), no Santuário de Fátima e na cidade de Coimbra "provam que há redução de 5, 10 e 20 por cento da criminalidade".
"Chamem-nos securitários, nós só queremos bom senso", acrescentou, sublinhando que o CDS-PP não quer "nenhum big brother", mas apenas mais segurança.
O líder do CDS-PP falava em Ponte de Lima, o único concelho do país com uma câmara democrata cristã, onde se deslocou para participar nas Feiras Novas.
Portas aproveitou para elogiar a gestão autárquica local, lembrando que as despesas com pessoal são apenas 10 por cento do orçamento camarário, que o município não tem endividamento mas sim milhões de euros em depósitos a prazo, não tem empresas municipais nem "jobs for the boys", que os impostos são baixos e que os vereadores "não tem cartões de crédito".
Já em relação ao Orçamento do Estado, Portas escusou-se a pronunciar-se, por não conhecer o documento.
Etiquetas: Cuidados Paliativos, Parlamento, Paulo Portas, Videovigilância






