Paulo Portas compromete-se a melhorar direitos dos deficientes das Forças Armadas
O Presidente do CDS-PP comprometeu-se esta terça-feira a repor os direitos sociais dos deficientes das Forças Armadas “tecnocraticamente cortados” pelo Governo, como a pensão social e o apoio na saúde.
Se o CDS “tiver força”, os deficientes militares verão melhorados os seus direitos sociais, nomeadamente as pensões sociais, “tecnocraticamente cortados” pelo Governo PS, garantiu Portas, numa reunião com elementos da Associação Portuguesa de Deficientes das Forças Armadas, no Porto.
Afirmando que não quer politizar nem partidarizar os problemas com que se debatem os antigos combatentes, Portas não deixou de lembrar o papel do CDS na reposição da comparticipação a 100 por cento dos medicamentos para os deficientes, que entrará em vigor em Janeiro, e acusou o Governo de “falta de humanismo” por ter retirado esse benefício.
O aumento das pensões sociais dos deficientes, uma nova definição do “stress de guerra” e “melhorias no apoio na saúde” extensível às famílias, foram os compromissos deixados pelo líder do CDS-PP.
CDS com TVI24
Se o CDS “tiver força”, os deficientes militares verão melhorados os seus direitos sociais, nomeadamente as pensões sociais, “tecnocraticamente cortados” pelo Governo PS, garantiu Portas, numa reunião com elementos da Associação Portuguesa de Deficientes das Forças Armadas, no Porto.
Afirmando que não quer politizar nem partidarizar os problemas com que se debatem os antigos combatentes, Portas não deixou de lembrar o papel do CDS na reposição da comparticipação a 100 por cento dos medicamentos para os deficientes, que entrará em vigor em Janeiro, e acusou o Governo de “falta de humanismo” por ter retirado esse benefício.
O aumento das pensões sociais dos deficientes, uma nova definição do “stress de guerra” e “melhorias no apoio na saúde” extensível às famílias, foram os compromissos deixados pelo líder do CDS-PP.
CDS com TVI24
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