Reacções positivas ao discurso de Cavaco Silva
O primeiro-ministro, José Sócrates, disse concordar com a necessidade de combater as desigualdades sociais salientada pelo Presidente da República, considerando que o discurso de Cavaco Silva legitimou a acção social do Governo. PSD e CDS-PP também aplaudiram o discurso do chefe de Estado. Numa reacção ao discurso de Cavaco Silva na sessão solene do 32º aniversário do 25 de Abril, o primeiro-ministro disse concordar plenamente com a necessidade de combater as desigualdades sociais referida por Cavaco Silva.
No entanto, José Sócrates sublinhou que a justiça social é um tema que não tem sido esquecido pelo Governo.
«O discurso do senhor Presidente da República, ao lembrar a importância da justiça social, veio também legitimar a acção que o Governo decidiu fazer», considerou.
«Apesar das dificuldades, há espaço para essa obrigação moral que temos. Por isso, quando decidimos fazer o complemento solidário para idosos, muita gente nos criticou, mas a verdade é que a boa sociedade também é aquela com menos injustiças», acrescentou.
Por seu lado, o líder do PSD, Marques Mendes, disse não ter ficado surpreendido com o apelo de Cavaco Silva, afirmando que esta é a prova de que o Presidente da República não se preocupa apenas com os temas económicos.
«Foi um discurso de quem pensa que o desenvolvimento não é um fim, mas um instrumento para maior justiça social», disse, salientando que o chefe de Estado transmitiu uma «mensagem de confiança» aos portugueses.
Também o líder do CDS-PP, Ribeiro e Castro, considerou «muito positivo» o discurso de Cavaco Silva, salientando que este foi aplaudido de pé não só pelos partidos que apoiaram a sua candidatura, mas também pelo PS.
Já o secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, referiu que é impossível não subscrever as palavras do Presidente da República.
«O diagnóstico está feito, agora faltam as soluções que passam por uma outra política económica e social», advertiu.
Finalmente, Francisco Louçã, do Bloco de Esquerda, disse que, muitas vezes, os temas consensuais deixam muito a desejar.
«Sempre que me falam de unanimismo nacional, eu lembro-me de todos os unanimismos anteriores que fracassaram sempre», sublinhou.
Ler e ouvir: TSF e RR
No entanto, José Sócrates sublinhou que a justiça social é um tema que não tem sido esquecido pelo Governo.
«O discurso do senhor Presidente da República, ao lembrar a importância da justiça social, veio também legitimar a acção que o Governo decidiu fazer», considerou.
«Apesar das dificuldades, há espaço para essa obrigação moral que temos. Por isso, quando decidimos fazer o complemento solidário para idosos, muita gente nos criticou, mas a verdade é que a boa sociedade também é aquela com menos injustiças», acrescentou.
Por seu lado, o líder do PSD, Marques Mendes, disse não ter ficado surpreendido com o apelo de Cavaco Silva, afirmando que esta é a prova de que o Presidente da República não se preocupa apenas com os temas económicos.
«Foi um discurso de quem pensa que o desenvolvimento não é um fim, mas um instrumento para maior justiça social», disse, salientando que o chefe de Estado transmitiu uma «mensagem de confiança» aos portugueses.
Também o líder do CDS-PP, Ribeiro e Castro, considerou «muito positivo» o discurso de Cavaco Silva, salientando que este foi aplaudido de pé não só pelos partidos que apoiaram a sua candidatura, mas também pelo PS.
Já o secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, referiu que é impossível não subscrever as palavras do Presidente da República.
«O diagnóstico está feito, agora faltam as soluções que passam por uma outra política económica e social», advertiu.
Finalmente, Francisco Louçã, do Bloco de Esquerda, disse que, muitas vezes, os temas consensuais deixam muito a desejar.
«Sempre que me falam de unanimismo nacional, eu lembro-me de todos os unanimismos anteriores que fracassaram sempre», sublinhou.
Ler e ouvir: TSF e RR






0 Comentários:
Enviar um comentário
<< Home