Nogueira Pinto cumpre
A vereadora do CDS na Câmara de Lisboa, Maria José Nogueira Pinto, recusou hoje responsabilidades pelo fim da coligação que mantinha com o PSD e devolveu ao presidente da Câmara as acusações de quebra de lealdade.
"Foi por iniciativa do professor Carmona Rodrigues que a coligação se rompeu em Lisboa", disse aos jornalistas numa conferência de imprensa, após um almoço na sede do CDS, onde apresentou o plano de revitalização para a Baixa/Chiado.
Nogueira Pinto sublinhou que a lealdade é "um sentimento recíproco" e que "essa lealdade não foi cumprida" quando Carmona Rodrigues não a informou da retirada de um dos nomes propostos para o conselho de administração da Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU) da Baixa pombalina.
O dirigente do PSD Pedro Portugal Gaspar acusou quarta-feira Carmona Rodrigues de ter cedido a uma pressão do líder social- democrata, Marques Mendes, ao retirar o seu nome da lista proposta para o conselho de administração.
"Aquilo que o senhor presidente e eu tínhamos concertado correspondia à proposta que foi agendada mas não à proposta que foi colocada à votação", disse.
Nogueira Pinto afirmou não reconhecer a Nunes Barata, com quem trabalhou na Santa Casa da Misericórdia, o "perfil adequado para a função" de presidente do conselho de administração da SRU, e que por isso votou contra.
A vereadora sublinhou, contudo, que "uma coisa é um conjunto de três nomes e outra são dois nomes".
"São mudanças substantivas", argumentou, acrescentando que esperava que a proposta tivesse sido retirada.
Segundo Nogueira Pinto, Carmona Rodrigues "deveria ter tido a atenção" de a avisar da alteração da proposta, pelo menos na véspera à noite, através de um telefonema.
A vereadora democrata-cristã afirmou não se considerar "vítima" deste processo e admitiu que a intenção de terminar o acordo pós-eleitoral nunca partiria dela.
"Eu teria muita dificuldade em romper esta coligação pela enorme fragilidade em que se encontra a Câmara de Lisboa", disse.
A vereadora garantiu que cumprirá o mandato até ao fim, frisando que será "muito melhor agora" do que nos dois meses iniciais em que esteve na oposição, antes de chegar ao entendimento pós- eleitoral com Carmona Rodrigues.
Sobre a sua posição na autarquia enquanto vereadora da oposição, Nogueira Pinto afirmou que votará favoravelmente as propostas do PSD "sempre que forem boas para a cidade".
"A coligação não era o meu voto, era um contributo que eu podia dar para a governação a cidade. Para a maioria das questões o senhor presidente reunirá consensos, nomeadamente o meu", disse.
A vereadora classificou o seu contributo como vereadora da coligação como "mão-de-obra qualificada", explicando que "é esse contributo que cessa, não o contributo do voto".
"Jamais retaliaria contra Lisboa votando contra propostas que fossem boas para a cidade", declarou.
Questionada sobre se a sua saída da coligação foi resultado de pressões do PSD sobre Carmona Rodrigues, Nogueira Pinto disse que o presidente lhe transmitiu pelo telefone a decisão por considerar que tinha existido quebra de confiança e lealdade.
"Tudo o resto são suposições", disse, recusando comentar as divergências que assumiu com a presidente da Assembleia Municipal de Lisboa (AML) e líder da distrital de Lisboa do PSD, Paula Teixeira da Cruz.
A vereadora adiantou contudo que "como acontece em todos os partidos, especialmente nos grandes, há neste momento diversos partidos sociais-democratas".
"Neste momento em Lisboa, o PSD sofre uma convulsão. É um assunto que não me diz respeito", disse.
Nogueira Pinto sublinhou ainda que "a coligação fazia sentido para governar Lisboa, não para ficar no meio de fogo cruzado partidário".
"Foi por iniciativa do professor Carmona Rodrigues que a coligação se rompeu em Lisboa", disse aos jornalistas numa conferência de imprensa, após um almoço na sede do CDS, onde apresentou o plano de revitalização para a Baixa/Chiado.
Nogueira Pinto sublinhou que a lealdade é "um sentimento recíproco" e que "essa lealdade não foi cumprida" quando Carmona Rodrigues não a informou da retirada de um dos nomes propostos para o conselho de administração da Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU) da Baixa pombalina.
O dirigente do PSD Pedro Portugal Gaspar acusou quarta-feira Carmona Rodrigues de ter cedido a uma pressão do líder social- democrata, Marques Mendes, ao retirar o seu nome da lista proposta para o conselho de administração.
"Aquilo que o senhor presidente e eu tínhamos concertado correspondia à proposta que foi agendada mas não à proposta que foi colocada à votação", disse.
Nogueira Pinto afirmou não reconhecer a Nunes Barata, com quem trabalhou na Santa Casa da Misericórdia, o "perfil adequado para a função" de presidente do conselho de administração da SRU, e que por isso votou contra.
A vereadora sublinhou, contudo, que "uma coisa é um conjunto de três nomes e outra são dois nomes".
"São mudanças substantivas", argumentou, acrescentando que esperava que a proposta tivesse sido retirada.
Segundo Nogueira Pinto, Carmona Rodrigues "deveria ter tido a atenção" de a avisar da alteração da proposta, pelo menos na véspera à noite, através de um telefonema.
A vereadora democrata-cristã afirmou não se considerar "vítima" deste processo e admitiu que a intenção de terminar o acordo pós-eleitoral nunca partiria dela.
"Eu teria muita dificuldade em romper esta coligação pela enorme fragilidade em que se encontra a Câmara de Lisboa", disse.
A vereadora garantiu que cumprirá o mandato até ao fim, frisando que será "muito melhor agora" do que nos dois meses iniciais em que esteve na oposição, antes de chegar ao entendimento pós- eleitoral com Carmona Rodrigues.
Sobre a sua posição na autarquia enquanto vereadora da oposição, Nogueira Pinto afirmou que votará favoravelmente as propostas do PSD "sempre que forem boas para a cidade".
"A coligação não era o meu voto, era um contributo que eu podia dar para a governação a cidade. Para a maioria das questões o senhor presidente reunirá consensos, nomeadamente o meu", disse.
A vereadora classificou o seu contributo como vereadora da coligação como "mão-de-obra qualificada", explicando que "é esse contributo que cessa, não o contributo do voto".
"Jamais retaliaria contra Lisboa votando contra propostas que fossem boas para a cidade", declarou.
Questionada sobre se a sua saída da coligação foi resultado de pressões do PSD sobre Carmona Rodrigues, Nogueira Pinto disse que o presidente lhe transmitiu pelo telefone a decisão por considerar que tinha existido quebra de confiança e lealdade.
"Tudo o resto são suposições", disse, recusando comentar as divergências que assumiu com a presidente da Assembleia Municipal de Lisboa (AML) e líder da distrital de Lisboa do PSD, Paula Teixeira da Cruz.
A vereadora adiantou contudo que "como acontece em todos os partidos, especialmente nos grandes, há neste momento diversos partidos sociais-democratas".
"Neste momento em Lisboa, o PSD sofre uma convulsão. É um assunto que não me diz respeito", disse.
Nogueira Pinto sublinhou ainda que "a coligação fazia sentido para governar Lisboa, não para ficar no meio de fogo cruzado partidário".
Notícia: Lusa






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