CDS diz que demissão de Freitas era «decisão anunciada»
O CDS-PP afirmou hoje que a demissão do ministro dos Negócios Estrangeiros, Freitas do Amaral, era «uma decisão politicamente anunciada» e lamentou que o primeiro-ministro não tenha aproveitado para fazer uma remodelação mais profunda do Governo.
O primeiro-ministro, José Sócrates, solicitou hoje ao Presidente da República, Cavaco Silva, a demissão de Freitas do Amaral do cargo de ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, a pedido deste e por motivos de saúde.
«Respeitamos os motivos invocados e desejamos sinceramente que o dr. Freitas do Amaral se restabeleça rapidamente mas esta era politicamente uma decisão anunciada», sublinhou o líder parlamentar do CDS, Nuno Melo, em declarações aos jornalistas na Assembleia da República.
O presidente da bancada do CDS na Assembleia da República sublinhou que o seu partido já por várias vezes tinha suscitado a demissão de Freitas do Amaral, fundador e antigo presidente dos democratas-cristãos.
«Em pouco mais de um ano, o ministro dos Negócios Estrangeiros ficou mais conhecido pelas declarações insólitas do que por ganhos para o Governo», salientou.
O actual ministro da Defesa, Luís Amado, substituirá Freitas do Amaral no MNE, cabendo a Nuno Severiano Teixeira assumir a pasta da Defesa.
«Quanto às entradas, espero que, no que toca ao MNE, se restabeleça o consenso euroatlântico na política externa.
Na defesa, esperamos que não se repita o que aconteceu na governação guterrista, que em seis anos teve seis ministros da Defesa», disse.
Nuno Melo lamentou ainda que o primeiro-ministro não aproveitado a demissão de Freitas do Amaral para fazer «uma remodelação mais profunda» no executivo, dando como exemplo as pastas da Agricultura, Ambiente e Saúde.
«É para já uma oportunidade perdida que esta remodelação maior não tenha acontecido», frisou Nuno Melo.
O primeiro-ministro, José Sócrates, solicitou hoje ao Presidente da República, Cavaco Silva, a demissão de Freitas do Amaral do cargo de ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, a pedido deste e por motivos de saúde.
«Respeitamos os motivos invocados e desejamos sinceramente que o dr. Freitas do Amaral se restabeleça rapidamente mas esta era politicamente uma decisão anunciada», sublinhou o líder parlamentar do CDS, Nuno Melo, em declarações aos jornalistas na Assembleia da República.
O presidente da bancada do CDS na Assembleia da República sublinhou que o seu partido já por várias vezes tinha suscitado a demissão de Freitas do Amaral, fundador e antigo presidente dos democratas-cristãos.
«Em pouco mais de um ano, o ministro dos Negócios Estrangeiros ficou mais conhecido pelas declarações insólitas do que por ganhos para o Governo», salientou.
O actual ministro da Defesa, Luís Amado, substituirá Freitas do Amaral no MNE, cabendo a Nuno Severiano Teixeira assumir a pasta da Defesa.
«Quanto às entradas, espero que, no que toca ao MNE, se restabeleça o consenso euroatlântico na política externa.
Na defesa, esperamos que não se repita o que aconteceu na governação guterrista, que em seis anos teve seis ministros da Defesa», disse.
Nuno Melo lamentou ainda que o primeiro-ministro não aproveitado a demissão de Freitas do Amaral para fazer «uma remodelação mais profunda» no executivo, dando como exemplo as pastas da Agricultura, Ambiente e Saúde.
«É para já uma oportunidade perdida que esta remodelação maior não tenha acontecido», frisou Nuno Melo.
Diário Digital / Lusa






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