CDS denuncia alegado favorecimento do Governo no sector da energia solar
O CDS-PP requereu hoje a presença do ministro da Economia no Parlamento para explicar o alegado favorecimento da Martifer e da Bosch na instalação de painéis solares, acusando o Governo de estar a "pôr em causa a livre concorrência" do mercado.
António Carlos Monteiro fez mesmo uma declaração política na qual acusou o ministério da Economia de "patrocinar um processo já iniciado e concluído para a escolha de duas empresas fornecedoras e de quatro entidades bancárias".
"É do domínio público que este processo foi iniciado com apenas duas empresas - e quatro entidades bancários e que a APISOLAR, principal associação do sector que representa mais de 90 por cento das empresas do sector ficou de fora?", interrogou o deputado do CDS-PP.
O Deputado do CDS lembrou ainda as palavras do primeiro-ministro no Parlamento ao anunciar benefícios fiscais e uma redução na factura energética anual para dizer que a iniciativa do Governo se traduziu "numa trapalhada inaceitável por parte do ministro Manuel Pinho, favorecendo algumas empresas em concreto, pondo em causa a livre concorrência".
Segundo o CDS-PP, o protocolo celebrado entre o Estado e as instituições de crédito "apenas se aplica à Vulcano, do grupo Bosch, e à Ao Sol, da Martifer".
"Estas são medidas de pura propaganda do PS, introduzir no mercado uma supremacia de duas empresas", acrescentou.
O deputado centrista acusou ainda o Governo de tomar decisões em função "do que querem as empresas" e de lançar programas já "encomendados".
António Carlos Monteiro fez mesmo uma declaração política na qual acusou o ministério da Economia de "patrocinar um processo já iniciado e concluído para a escolha de duas empresas fornecedoras e de quatro entidades bancárias".
"É do domínio público que este processo foi iniciado com apenas duas empresas - e quatro entidades bancários e que a APISOLAR, principal associação do sector que representa mais de 90 por cento das empresas do sector ficou de fora?", interrogou o deputado do CDS-PP.
O Deputado do CDS lembrou ainda as palavras do primeiro-ministro no Parlamento ao anunciar benefícios fiscais e uma redução na factura energética anual para dizer que a iniciativa do Governo se traduziu "numa trapalhada inaceitável por parte do ministro Manuel Pinho, favorecendo algumas empresas em concreto, pondo em causa a livre concorrência".
Segundo o CDS-PP, o protocolo celebrado entre o Estado e as instituições de crédito "apenas se aplica à Vulcano, do grupo Bosch, e à Ao Sol, da Martifer".
"Estas são medidas de pura propaganda do PS, introduzir no mercado uma supremacia de duas empresas", acrescentou.
O deputado centrista acusou ainda o Governo de tomar decisões em função "do que querem as empresas" e de lançar programas já "encomendados".
Etiquetas: Ambiente, António Carlos Monteiro, Energia solar, Governo






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