«Esbanjar dinheiro na campanha é um insulto para o País»
O presidente do CDS-PP, Paulo Portas, prometeu este sábado, em Abrantes que, face à actual situação de crise económica, o partido que lidera vai ser «austero e contido» nas despesas com campanhas eleitorais, refere a Lusa.
O líder do CDS-PP, que falou no jantar de apresentação do candidato do seu partido à Câmara de Abrantes nas próximas eleições autárquicas, considerou que «o esbanjar de dinheiro» em campanhas eleitorais «é um insulto», perante a situação que o País está a viver, em que as pessoas não sabem se têm emprego amanhã, em que os idosos não sabem se podem tomar duas refeições, em que as pequenas e médias empresas não sabem se não fecham amanhã», justificou.
Paulo Portas afirmou que o partido adoptará a mesma estratégia que seguiu nas eleições regionais nos Açores, onde fez «uma campanha contidíssima, praticamente não tinha outdoors de publicidade, não tinha concertos com músicos contratados e, no entanto, foi o partido que mais subiu», observou.
Segundo disse, o Governo ¿está muito longe de fazer o que devia em termos fiscais e quer agora criar sete escalões para o IRS, uma escada íngreme onde quem mais trabalha, quem mais quer subir na vida, se depara com outro escalão que lhe retira o proveito do seu trabalho¿.
«O que propomos é a criação de três escalões de IRS, onde quem mais se esforce e se organize possa ficar com um pouco mais para si, em vez de ter de dar tudo ao Estado», anunciou.
Paulo Portas falava no jantar de apresentação de João Baptista Pico, empresário de 57 anos, o candidato do CDS-PP à Câmara de Abrantes nas próximas eleições autárquicas.
O líder do CDS-PP, que falou no jantar de apresentação do candidato do seu partido à Câmara de Abrantes nas próximas eleições autárquicas, considerou que «o esbanjar de dinheiro» em campanhas eleitorais «é um insulto», perante a situação que o País está a viver, em que as pessoas não sabem se têm emprego amanhã, em que os idosos não sabem se podem tomar duas refeições, em que as pequenas e médias empresas não sabem se não fecham amanhã», justificou.
Paulo Portas afirmou que o partido adoptará a mesma estratégia que seguiu nas eleições regionais nos Açores, onde fez «uma campanha contidíssima, praticamente não tinha outdoors de publicidade, não tinha concertos com músicos contratados e, no entanto, foi o partido que mais subiu», observou.
Segundo disse, o Governo ¿está muito longe de fazer o que devia em termos fiscais e quer agora criar sete escalões para o IRS, uma escada íngreme onde quem mais trabalha, quem mais quer subir na vida, se depara com outro escalão que lhe retira o proveito do seu trabalho¿.
«O que propomos é a criação de três escalões de IRS, onde quem mais se esforce e se organize possa ficar com um pouco mais para si, em vez de ter de dar tudo ao Estado», anunciou.
Paulo Portas falava no jantar de apresentação de João Baptista Pico, empresário de 57 anos, o candidato do CDS-PP à Câmara de Abrantes nas próximas eleições autárquicas.
Etiquetas: Campanha, Paulo Portas






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