quarta-feira, dezembro 17, 2008

Paulo Portas remete para Janeiro decisão sobre candidato autárquico a Lisboa

O líder do CDS-PP, Paulo Portas, remeteu hoje para Janeiro uma decisão sobre a estratégia do partido para as eleições autárquicas na capital, recusando comentar a candidatura social-democrata liderada por Pedro Santana Lopes.
O coordenador autárquico do PSD, Castro Almeida, anunciou terça-feira que Pedro Santana Lopes será o candidato do partido à Câmara Municipal de Lisboa. Hoje, questionado pelos jornalistas sobre a candidatura de Santana Lopes, Paulo Portas respondeu apenas "em Janeiro", sem esclarecer se a decisão do partido para Lisboa será anunciada antes ou depois do XXIII Congresso, marcado para 17 e 18 de Janeiro. Na segunda-feira, em entrevista à TVI, Paulo Portas recusou esclarecer a estratégia do partido para as autárquicas na capital, afirmando que primeiro irá ouvir os militantes e só depois decidirá.
O líder da distrital de Lisboa do CDS-PP, António Carlos Monteiro, defendeu, em declarações à Agência Lusa, que a escolha do candidato autárquico para Lisboa não deve ser decidida no Congresso.
António Carlos Monteiro lembrou que a estratégia para as autárquicas de 2009 foi aprovada em Conselho Nacional e que a prioridade é apresentar listas próprias.
Questionado pela Lusa, o coordenador autárquico do CDS-PP, Hélder Amaral, lembrou igualmente que a "prioridade é ter listas próprias" e "em segundo lugar, não obstaculizar a coligações se os interesses do concelho o aconselharem".
Lusa

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2 Comentários:

Em 11:25 p.m., Blogger João Gomes disse...

Autárquicas: Câmara de Lisboa
O partido fez uma escolha: Ser ele próprio em todas as circunstâncias!
O mesmo é dizer – doa a quem doer – que deve apresentar-se, SEMPRE, sem complexos, com listas próprias. Sujeitar-se ao sufrágio, e, construir a partir daí o seu espaço. Para que tal seja possível, devem os militantes do CDS, votar no seu candidato, e não entrar no jogo das oposições, votando num candidato para evitar que outro possa ter maioria. Este pensamento, a verificar-se, protelará a influência do partido, e dificilmente permitirá a sua emancipação.
Pôr-se-á em causa, compreensivelmente, o resultado eleitoral. É verdade!
Mas é chegada a hora dos partidos perceberem que não encontram neste CDS aquilo que lhes falta para governarem em maioria.
Cada partido que fale por si, e é com coragem que o CDS deve prosseguir o seu caminho.

 
Em 11:44 p.m., Blogger Unknown disse...

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