Em tempos de menor crescimento económico e maior desemprego justificam menos entrada de imigrantes
O Parlamento rejeitou hoje os diplomas do CDS-PP que aumentavam as restrições à imigração e ao acesso à nacionalidade, iniciativas que foram consideradas inúteis, discriminatórias e estigmatizantes pelos restantes partidos.
Em defesa do projecto que alterava a lei da imigração, Paulo Portas, invocou que os tempos de menor crescimento económico e maior desemprego justificam menos entrada de imigrantes.
"As leis portuguesas não são suficientes e não estão adaptadas porque não contratualizam a imigração e facilitam a exploração de seres humanos e o tráfico com promessas de trabalho que não existe", afirmou.
Antecipando as críticas da esquerda parlamentar, Portas recusou que os diplomas representem ideias xenófobas ou discriminatórias afirmando que seguem aquilo que países como a Grã-Bretanha, Itália, França, Holanda e Aústria já fizeram: adoptaram a figura do "contrato da imigração" em que "há direitos e também obrigações".
"Não são países xenófobos e racistas. São nossos colegas na União Europeia e países democráticos", disse.
Portas disse que os diplomas visam responder ao pacto sobre imigração aprovado em conselho europeu de 15 e 16 de Outubro.
Na hora da votação, o CDS-PP foi o único a votar favoravelmente as suas iniciativas, com as restantes bancadas a votarem contra.
Paulo Portas voltou a intervir no final do debate insistindo que o conselho europeu de 15 e 16 de Outubro recomenda aos estados membros que a imigração deve depender "de uma dupla vontade" e que deve ser "selectiva em função das necessidades do mercado de trabalho.
CDS/Lusa
Em defesa do projecto que alterava a lei da imigração, Paulo Portas, invocou que os tempos de menor crescimento económico e maior desemprego justificam menos entrada de imigrantes.
"As leis portuguesas não são suficientes e não estão adaptadas porque não contratualizam a imigração e facilitam a exploração de seres humanos e o tráfico com promessas de trabalho que não existe", afirmou.
Antecipando as críticas da esquerda parlamentar, Portas recusou que os diplomas representem ideias xenófobas ou discriminatórias afirmando que seguem aquilo que países como a Grã-Bretanha, Itália, França, Holanda e Aústria já fizeram: adoptaram a figura do "contrato da imigração" em que "há direitos e também obrigações".
"Não são países xenófobos e racistas. São nossos colegas na União Europeia e países democráticos", disse.
Portas disse que os diplomas visam responder ao pacto sobre imigração aprovado em conselho europeu de 15 e 16 de Outubro.
Na hora da votação, o CDS-PP foi o único a votar favoravelmente as suas iniciativas, com as restantes bancadas a votarem contra.
Paulo Portas voltou a intervir no final do debate insistindo que o conselho europeu de 15 e 16 de Outubro recomenda aos estados membros que a imigração deve depender "de uma dupla vontade" e que deve ser "selectiva em função das necessidades do mercado de trabalho.
CDS/Lusa
Etiquetas: Imigração, Paulo Portas






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