Novo Aeroporto: Portas defende que Lino deve ser demitido

O líder do CDS-PP, Paulo Portas, defendeu hoje que o ministro das Obras Públicas, Mário Lino, devia ser substituído por não dar garantias de cumprir «com sinceridade» uma política para o novo aeroporto «em que não acredita».
«Como é que é possível o autor da Ota executar Alcochete? (...) é preciso que o país tenha alguém que acredite nesta escolha. Nada disto acontece com o ministro Mário Lino», afirmou o presidente do CDS-PP, em conferência de imprensa no Parlamento, sobre o anúncio do primeiro-ministro de escolher Alcochete para a construção do novo aeroporto internacional de Lisboa.
«Nada disto é pessoal, é uma questão de interesse nacional. Quem vai executar a política tem que acreditar nela. Como é que é possível estar um ministro a executar uma coisa em que não acredita. Com que sinceridade e fidelidade a si próprio?«, questionou.
Paulo Portas considerou que o anúncio do primeiro-ministro »foi uma desautorização pública e total da política do ministro das Obras Públicas«.
«Eu, que já fui ministro, se alguma vez fosse tecnicamente, cientificamente e politicamente desautorizado, tirava daí as consequências e dizia ao primeiro-ministro `eu para isto não sirvo´», afirmou.
«Como é que é possível o autor da Ota executar Alcochete? (...) é preciso que o país tenha alguém que acredite nesta escolha. Nada disto acontece com o ministro Mário Lino», afirmou o presidente do CDS-PP, em conferência de imprensa no Parlamento, sobre o anúncio do primeiro-ministro de escolher Alcochete para a construção do novo aeroporto internacional de Lisboa.
«Nada disto é pessoal, é uma questão de interesse nacional. Quem vai executar a política tem que acreditar nela. Como é que é possível estar um ministro a executar uma coisa em que não acredita. Com que sinceridade e fidelidade a si próprio?«, questionou.
Paulo Portas considerou que o anúncio do primeiro-ministro »foi uma desautorização pública e total da política do ministro das Obras Públicas«.
«Eu, que já fui ministro, se alguma vez fosse tecnicamente, cientificamente e politicamente desautorizado, tirava daí as consequências e dizia ao primeiro-ministro `eu para isto não sirvo´», afirmou.
in Lusa






0 Comentários:
Enviar um comentário
<< Home