Debate mensal com o Primeiro Ministro
Apesar de ter começado por "dar os parabéns" ao Governo pelas medidas de simplificação administrativa que trouxe ao Parlamento, a bancada do CDS-PP preferiu questionar o primeiro-ministro sobre outras questões, começando pelo mercado energético.
O líder parlamentar democrata-cristão, Nuno Melo, acusou o primeiro-ministro de "não ter uma especial preocupação com as empresas portuguesas" neste sector e questionou o Governo sobre a sua intervenção nos órgãos sociais da EDP.
"Não é verdade que apenas reuniu com alguns accionistas, como a Iberdrola, deixando outros de fora?", questionou Nuno Melo, referindo-se a outra empresa espanhola, a Cajastur.
Na resposta, José Sócrates lembrou que "a concorrência é essencial" no mercado da energia e negou quaisquer acusações de favorecimento da Iberdrola, garantindo que todos os accionistas da EDP - incluindo a Cajastur - se mostraram favoráveis à orientação do Governo para a empresa.
"Neste debate também lhe compete fazer intervenção política e não intervenções que apenas permitem fazer uma revista de imprensa, não é próprio de uma bancada com a responsabilidade do CDS", criticou o primeiro-ministro.
Em resposta a outra questão levantada hoje pelo CDS, alegadas divisões no Governo quanto à possível entrada em Portugal do MIT (Massachusetts Institute of Technology), o primeiro-ministro garantiu que prosseguem as negociações com esta universidade norte-americana.
"É falso que algum dia algum Ministério se tenha oposto ao projecto do MIT", afirmou José Sócrates, desmentindo afirmações recentes de José Tavares, ex-coordenador do Plano Tecnológico.
Aliás, o primeiro-ministro aproveitou o debate mensal para criticar publicamente José Tavares - que denunciou as alegadas divisões no executivo - considerando que este "violou um dever de todos os funcionários públicos superiores".
Num debate mensal mais longo do que o previsto - devido à tolerância do Presidente da Assembleia da República quanto aos tempos - o líder parlamentar do CDS teve ainda tempo para trazer à discussão a lei da nacionalidade, criticando o Governo por dispensar, na sua proposta, os candidatos de apresentarem garantias de subsistência e considerar irrelevantes para o processo os crimes com moldura penal inferior a três anos.
O líder parlamentar democrata-cristão, Nuno Melo, acusou o primeiro-ministro de "não ter uma especial preocupação com as empresas portuguesas" neste sector e questionou o Governo sobre a sua intervenção nos órgãos sociais da EDP.
"Não é verdade que apenas reuniu com alguns accionistas, como a Iberdrola, deixando outros de fora?", questionou Nuno Melo, referindo-se a outra empresa espanhola, a Cajastur.
Na resposta, José Sócrates lembrou que "a concorrência é essencial" no mercado da energia e negou quaisquer acusações de favorecimento da Iberdrola, garantindo que todos os accionistas da EDP - incluindo a Cajastur - se mostraram favoráveis à orientação do Governo para a empresa.
"Neste debate também lhe compete fazer intervenção política e não intervenções que apenas permitem fazer uma revista de imprensa, não é próprio de uma bancada com a responsabilidade do CDS", criticou o primeiro-ministro.
Em resposta a outra questão levantada hoje pelo CDS, alegadas divisões no Governo quanto à possível entrada em Portugal do MIT (Massachusetts Institute of Technology), o primeiro-ministro garantiu que prosseguem as negociações com esta universidade norte-americana.
"É falso que algum dia algum Ministério se tenha oposto ao projecto do MIT", afirmou José Sócrates, desmentindo afirmações recentes de José Tavares, ex-coordenador do Plano Tecnológico.
Aliás, o primeiro-ministro aproveitou o debate mensal para criticar publicamente José Tavares - que denunciou as alegadas divisões no executivo - considerando que este "violou um dever de todos os funcionários públicos superiores".
Num debate mensal mais longo do que o previsto - devido à tolerância do Presidente da Assembleia da República quanto aos tempos - o líder parlamentar do CDS teve ainda tempo para trazer à discussão a lei da nacionalidade, criticando o Governo por dispensar, na sua proposta, os candidatos de apresentarem garantias de subsistência e considerar irrelevantes para o processo os crimes com moldura penal inferior a três anos.
Notícia Lusa






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