Cavaco Silva, Presidente da República Portuguesa

Cavaco Silva, eleito hoje Presidente da República, prometeu cooperação e entreajuda com o Governo para ultrapassar os problemas que o país enfrenta. No discurso de vitória, o candidato vencedor prometeu dedicar todos os esforços ao desenvolvimento do país.
"Sei, por experiência própria, o valor da cooperação" entre os poderes públicos, afirmou Cavaco Silva, numa curta declaração aos jornalistas no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, local escolhido pela campanha para a noite eleitoral.
"De mim, o Governo legítimo de Portugal, como os demais órgãos de soberania, poderão esperar um espírito leal, de respeito, de cooperação e entreajuda", sublinhou o ex-primeiro-ministro, prometendo também ser um factor de estabilidade e um promotor do diálogo.
Na breve intervenção, Cavaco Silva aproveitou também para agradecer o apoio do PSD e do CDS-PP durante a campanha eleitoral, "compreendendo sempre que se tratava de uma candidatura supra-partidária".
Poucos minutos antes de encerrado o escrutínio, Cavaco Silva saudou os adversários que com ele travaram as presidenciais, considerando que a sua vitória "não é a derrota de ninguém, mas apenas a escolha legítima dos portugueses". "Os portugueses acorreram às mesas de voto numa percentagem muito significativa. Falaram e disseram com clareza quem queriam para Presidente da República", sublinhou.
Agora que está garantida a eleição, Cavaco considera que é tempo de ultrapassar as divergências e promover a unidade. "Neste exacto momento se dissolve a maioria que me elegeu. Quero ser e serei o Presidente de todos os portugueses", declarou.
Afirmando-se ciente do "trabalho longo e exigente" que o espera enquanto chefe de Estado, Cavaco Silva prometeu mobilizar o país para vencer os desafios do desenvolvimento. "Encerramos um longo ciclo eleitoral. Cabe agora a todos deitar as mãos à obra", afirmou, mostrando-se convicto de que, com a união de esforços, será possível ultrapassar a crise.
"O lema que escolhi para a minha campanha foi 'Fazer um Portugal Maior'. E esse é o meu sonho", conclui, minutos antes de se dirigir aos convidados que o esperavam no "hall" do CCB, para depois discursar às largas centenas de apoiantes que se foram juntando em frente ao edifício desde o início da noite.
"Sei, por experiência própria, o valor da cooperação" entre os poderes públicos, afirmou Cavaco Silva, numa curta declaração aos jornalistas no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, local escolhido pela campanha para a noite eleitoral.
"De mim, o Governo legítimo de Portugal, como os demais órgãos de soberania, poderão esperar um espírito leal, de respeito, de cooperação e entreajuda", sublinhou o ex-primeiro-ministro, prometendo também ser um factor de estabilidade e um promotor do diálogo.
Na breve intervenção, Cavaco Silva aproveitou também para agradecer o apoio do PSD e do CDS-PP durante a campanha eleitoral, "compreendendo sempre que se tratava de uma candidatura supra-partidária".
Poucos minutos antes de encerrado o escrutínio, Cavaco Silva saudou os adversários que com ele travaram as presidenciais, considerando que a sua vitória "não é a derrota de ninguém, mas apenas a escolha legítima dos portugueses". "Os portugueses acorreram às mesas de voto numa percentagem muito significativa. Falaram e disseram com clareza quem queriam para Presidente da República", sublinhou.
Agora que está garantida a eleição, Cavaco considera que é tempo de ultrapassar as divergências e promover a unidade. "Neste exacto momento se dissolve a maioria que me elegeu. Quero ser e serei o Presidente de todos os portugueses", declarou.
Afirmando-se ciente do "trabalho longo e exigente" que o espera enquanto chefe de Estado, Cavaco Silva prometeu mobilizar o país para vencer os desafios do desenvolvimento. "Encerramos um longo ciclo eleitoral. Cabe agora a todos deitar as mãos à obra", afirmou, mostrando-se convicto de que, com a união de esforços, será possível ultrapassar a crise.
"O lema que escolhi para a minha campanha foi 'Fazer um Portugal Maior'. E esse é o meu sonho", conclui, minutos antes de se dirigir aos convidados que o esperavam no "hall" do CCB, para depois discursar às largas centenas de apoiantes que se foram juntando em frente ao edifício desde o início da noite.
Notícia: Público






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