CDS-PP marca Conselho Nacional para 2ª feira
O líder do CDS-PP, Paulo Portas, pediu a convocação de um Conselho Nacional extraordinário, já marcado para segunda-feira, para esclarecer o processo da demissão de Nobre Guedes, disse à Lusa o secretário-geral democrata-cristão.
De acordo com João Almeida, secretário-geral do CDS-PP, Paulo Portas pediu a convocação de um Conselho Nacional para "prestar a mesma informação" que vai hoje dar aos membros da comissão política nacional sobre as razões de não ter comunicado a demissão de Luís Nobre Guedes da vice-presidência do partido, ocorrida há um ano.
"Sendo o Conselho Nacional um órgão em que estão representadas várias visões, entre as quais de pessoas que não apoiaram esta direcção, vai permitir que exerçam o seu direito de crítica e que o façam no órgão próprio de forma democrática", afirmou João Almeida.
João Almeida disse ainda que vai contactar os conselheiros nacionais que reivindicaram uma reunião extraordinária para "saber se quererão agendar alguma moção de censura ou de confiança" na direcção.
"De acordo com os Estatutos do partido, as moções de censura ou de confiança, para serem discutidas, terão que estar na ordem de trabalhos", disse.
A reunião extraordinária do Conselho Nacional do CDS-PP, órgão soberano entre congressos, foi convocada pelo seu presidente, António Pires de Lima, para a próxima segunda-feira, no Porto.
A convocação da reunião foi quinta-feira reivindicada por doze dos cerca de 200 conselheiros nacionais, numa carta em que consideram que a polémica "tem sido muito prejudicial à imagem do CDS-PP" e que "se tem verificado alguma exaltação e descontrolo".
Entre os subscritores incluem-se o deputado José Paulo Carvalho, e Elsa Jerónimo, eleita conselheira em congresso pela lista de Paulo Portas. A primeira subscritora é Ana Soares, que integrou a direcção de Ribeiro e Castro.
Em declarações à Lusa, António Pires de Lima defendeu que Paulo Portas "fez bem em reconhecer" que errou "na gestão do processo", admitindo que para os militantes foi "desagradável" tomar conhecimento da decisão pelos jornais.
O secretário-geral do CDS-PP frisou que a "convocação célere" do Conselho Nacional se deve "ao facto de se aproximar a `rentrée´ política do partido", a 13 de Setembro, em Aveiro, e a "um ano eleitoral intenso".
De acordo com João Almeida, secretário-geral do CDS-PP, Paulo Portas pediu a convocação de um Conselho Nacional para "prestar a mesma informação" que vai hoje dar aos membros da comissão política nacional sobre as razões de não ter comunicado a demissão de Luís Nobre Guedes da vice-presidência do partido, ocorrida há um ano.
"Sendo o Conselho Nacional um órgão em que estão representadas várias visões, entre as quais de pessoas que não apoiaram esta direcção, vai permitir que exerçam o seu direito de crítica e que o façam no órgão próprio de forma democrática", afirmou João Almeida.
João Almeida disse ainda que vai contactar os conselheiros nacionais que reivindicaram uma reunião extraordinária para "saber se quererão agendar alguma moção de censura ou de confiança" na direcção.
"De acordo com os Estatutos do partido, as moções de censura ou de confiança, para serem discutidas, terão que estar na ordem de trabalhos", disse.
A reunião extraordinária do Conselho Nacional do CDS-PP, órgão soberano entre congressos, foi convocada pelo seu presidente, António Pires de Lima, para a próxima segunda-feira, no Porto.
A convocação da reunião foi quinta-feira reivindicada por doze dos cerca de 200 conselheiros nacionais, numa carta em que consideram que a polémica "tem sido muito prejudicial à imagem do CDS-PP" e que "se tem verificado alguma exaltação e descontrolo".
Entre os subscritores incluem-se o deputado José Paulo Carvalho, e Elsa Jerónimo, eleita conselheira em congresso pela lista de Paulo Portas. A primeira subscritora é Ana Soares, que integrou a direcção de Ribeiro e Castro.
Em declarações à Lusa, António Pires de Lima defendeu que Paulo Portas "fez bem em reconhecer" que errou "na gestão do processo", admitindo que para os militantes foi "desagradável" tomar conhecimento da decisão pelos jornais.
O secretário-geral do CDS-PP frisou que a "convocação célere" do Conselho Nacional se deve "ao facto de se aproximar a `rentrée´ política do partido", a 13 de Setembro, em Aveiro, e a "um ano eleitoral intenso".
Lusa






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