Juventude Popular defende que Constituição da República "já não serve" o país
A Juventude Popular organiza no próximo fim-de-semana umas jornadas para discutir formas de adaptar a Constituição da República à realidade nacional, por considerar que a Lei Fundamental "já não serve" o país.
Em declarações à Agência Lusa, o presidente da Juventude Popular, Pedro Moutinho, defendeu que a Constituição da República "já não serve o país", por "manter uma matriz ideológica" e "limitar o desenvolvimento".
"Quando diz, logo no preâmbulo, que o rumo é o socialismo, a Constituição já está a deixar de fora muitos cidadãos que não se revêem nessa ideologia", afirmou.
Para a Juventude Popular, a Constituição deve "limitar-se ao essencial, que são os direitos, liberdades e garantias" e excluir todas as disposições que regulam a organização económica.
A título de exemplo, Pedro Moutinho defendeu que "constitui uma limitação à liberdade das empresas e ao seu desenvolvimento" as disposições que limitam os despedimentos dos trabalhadores, quer no sector privado quer no Estado.
O programa das jornadas, que decorrem em Lisboa, prevê a participação do líder do CDS-PP, Paulo Portas, que falará no domingo sobre "o paradigma da Constituição Americana, Constituições na Europa e Europa Constitucional".
Pedro Moutinho adiantou que até Abril a JP irá editar uma "Constituição da República comentada com as propostas alternativas da Juventude Popular".
O coordenador daquele projecto, João Condeixa, fará a abertura das jornadas, que contará com a participação dos professores Raul Rosado Fernandes, Jorge Pereira da Silva, e do general Galvão de Melo, deputado do CDS à Assembleia Constituinte.
Lusa
Em declarações à Agência Lusa, o presidente da Juventude Popular, Pedro Moutinho, defendeu que a Constituição da República "já não serve o país", por "manter uma matriz ideológica" e "limitar o desenvolvimento".
"Quando diz, logo no preâmbulo, que o rumo é o socialismo, a Constituição já está a deixar de fora muitos cidadãos que não se revêem nessa ideologia", afirmou.
Para a Juventude Popular, a Constituição deve "limitar-se ao essencial, que são os direitos, liberdades e garantias" e excluir todas as disposições que regulam a organização económica.
A título de exemplo, Pedro Moutinho defendeu que "constitui uma limitação à liberdade das empresas e ao seu desenvolvimento" as disposições que limitam os despedimentos dos trabalhadores, quer no sector privado quer no Estado.
O programa das jornadas, que decorrem em Lisboa, prevê a participação do líder do CDS-PP, Paulo Portas, que falará no domingo sobre "o paradigma da Constituição Americana, Constituições na Europa e Europa Constitucional".
Pedro Moutinho adiantou que até Abril a JP irá editar uma "Constituição da República comentada com as propostas alternativas da Juventude Popular".
O coordenador daquele projecto, João Condeixa, fará a abertura das jornadas, que contará com a participação dos professores Raul Rosado Fernandes, Jorge Pereira da Silva, e do general Galvão de Melo, deputado do CDS à Assembleia Constituinte.
Lusa






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