CDS acusa Governo de recuos e de, numa mesma legislatura, ter duas políticas para a Administração Interna
O ministro da Administração Interna anunciou hoje que o Governo desistiu de comprar dois aviões pesados de combate a incêndios, poupando 60 milhões de euros, 13 milhões dos quais serão aplicados no recrutamento de efectivos de segurança.
Rui Pereira falava na Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias a pedido do CDS/PP para discutir a política de segurança interna.
O ministro da Administração Interna anunciou hoje que o Governo desistiu de comprar dois aviões pesados de combate a incêndios, poupando 60 milhões de euros, 13 milhões dos quais serão aplicados no recrutamento de efectivos de segurança.
Rui Pereira falava na Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias a pedido do CDS/PP para discutir a política de segurança interna.
"Desistimos de comprar dois aviões pesados de combate aos incêndios que serão substituídos por helicópteros, o que nos permitirá poupar 60 milhões de euros, dos quais 13 milhões serão destinados ao recrutamento de agentes da PSP e militares da GNR", disse.
No total, o país ficará dotado de 56 meios aéreos de combate a incêndios, estando previsto uma verba de 43 milhões de euros para este ano.
Em relação ao reforço de agentes de segurança, Rui Pereira avançou que, na próxima sexta-feira, vão prestar juramento de bandeira 1.280 militares da GNR e que "na presente legislatura serão admitidos mais de 4.300 efectivos para a PSP e GNR".
O ministro anunciou ainda a criação, até ao final deste ano, de sete novas carreiras de tiro, para "treinos semanais das forças de segurança", e a compra de 42 mil armas de nove milímetros para equipar os agentes", além de "cerca de mil viaturas".
"Vamos pela primeira vez ter polícias a treinar intensivamente com armas de fogo e ensaiar tácticas de combate à criminalidade violenta", referiu.
Questionado pelo CDS sobre a videovigilância na via pública, Rui Pereira reiterou que a instalação destes sistemas de segurança terão que ter "sempre o consentimento das autarquias".
"Não vamos instalar videovigilância contra a vontade das autarquias. Não estou disponível para mudar de opinião", afirmou o ministro, adiantando que já muitas autarquias se mostraram interessadas no programa, entre as quais Fátima, Estarreja, Lisboa, Amadora e Almeirim.
Nuno Magalhães acusou o Governo de "recuos" e de, "numa mesma legislatura, ter duas políticas para a Administração Interna que se anulam entre si", numa alusão a decisões do ex-ministro António Costa e de Rui Pereira.
Isto porque - argumentou - o antigo ministro da Administração Interna António Costa congelou o recrutamento de efectivos de segurança, enquanto Rui Pereira avança com o reforço de meios humanos.
CDS/Lusa
Rui Pereira falava na Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias a pedido do CDS/PP para discutir a política de segurança interna.
O ministro da Administração Interna anunciou hoje que o Governo desistiu de comprar dois aviões pesados de combate a incêndios, poupando 60 milhões de euros, 13 milhões dos quais serão aplicados no recrutamento de efectivos de segurança.
Rui Pereira falava na Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias a pedido do CDS/PP para discutir a política de segurança interna.
"Desistimos de comprar dois aviões pesados de combate aos incêndios que serão substituídos por helicópteros, o que nos permitirá poupar 60 milhões de euros, dos quais 13 milhões serão destinados ao recrutamento de agentes da PSP e militares da GNR", disse.
No total, o país ficará dotado de 56 meios aéreos de combate a incêndios, estando previsto uma verba de 43 milhões de euros para este ano.
Em relação ao reforço de agentes de segurança, Rui Pereira avançou que, na próxima sexta-feira, vão prestar juramento de bandeira 1.280 militares da GNR e que "na presente legislatura serão admitidos mais de 4.300 efectivos para a PSP e GNR".
O ministro anunciou ainda a criação, até ao final deste ano, de sete novas carreiras de tiro, para "treinos semanais das forças de segurança", e a compra de 42 mil armas de nove milímetros para equipar os agentes", além de "cerca de mil viaturas".
"Vamos pela primeira vez ter polícias a treinar intensivamente com armas de fogo e ensaiar tácticas de combate à criminalidade violenta", referiu.
Questionado pelo CDS sobre a videovigilância na via pública, Rui Pereira reiterou que a instalação destes sistemas de segurança terão que ter "sempre o consentimento das autarquias".
"Não vamos instalar videovigilância contra a vontade das autarquias. Não estou disponível para mudar de opinião", afirmou o ministro, adiantando que já muitas autarquias se mostraram interessadas no programa, entre as quais Fátima, Estarreja, Lisboa, Amadora e Almeirim.
Nuno Magalhães acusou o Governo de "recuos" e de, "numa mesma legislatura, ter duas políticas para a Administração Interna que se anulam entre si", numa alusão a decisões do ex-ministro António Costa e de Rui Pereira.
Isto porque - argumentou - o antigo ministro da Administração Interna António Costa congelou o recrutamento de efectivos de segurança, enquanto Rui Pereira avança com o reforço de meios humanos.
CDS/Lusa






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