Paulo Portas diz que quem combateu o défice não foi o primeiro-ministro mas sim os contribuintes
Paulo Portas, considerou hoje a descida de um ponto do IVA, anunciada pelo primeiro-ministro, "um primeiro passo" na política fiscal para "ajudar a economia a crescer".
A descida do IVA de 21 para 20 por cento "é um primeiro passo, mas são precisos passos, mais determinados e corajosos porque a política fiscal é aquela que pode ajudar a economia a crescer", afirmou Paulo Portas numa conferência de imprensa, no Parlamento, para comentar a descida do IVA.
Para o presidente do CDS-PP, é preciso mexer também noutros impostos, como o IRS, IRS e ISP (imposto sobre os produtos petrolíferos) e defendeu um plano a médio prazo.
"Tem que ser um plano, para estimular o nosso crescimento económico, a vários anos e não apenas uma medida a um ano das eleições", avisou.
"Se assim não for, as pessoas farão uma conta como eu fiz: três anos a pagar impostos, com mais atropelos fiscais e um ano com um bónus para efeitos de campanha", concluiu.
O primeiro-ministro, José Sócrates, anunciou hoje que o IVA passará de 21 para 20 por cento em 01 de Julho, depois de o Instituto Nacional de Estatística (INE) ter divulgado que o défice público baixou para 2,6 por cento em 2007.
Porque o IVA é um imposto "menos ágil", Portas defende uma "fiscalização" efectiva para que "o consumidor venha a beneficiar da baixa do imposto".
Um dia depois de o primeiro-ministro, José Sócrates, ter dito que a crise orçamental estava ultrapassada, o líder dos democratas-cristãos advertiu que a maioria das famílias, especialmente as da classe média, não sentem o fim dessa "crise".
Por outro lado, Paulo Portas afirmou que José Sócrates não pode "reclamar" para si "os créditos" pelos resultados no combate ao défice.
"Quem combateu o défice não foi o primeiro-ministro, foram os contribuintes", disse.
Lusa
A descida do IVA de 21 para 20 por cento "é um primeiro passo, mas são precisos passos, mais determinados e corajosos porque a política fiscal é aquela que pode ajudar a economia a crescer", afirmou Paulo Portas numa conferência de imprensa, no Parlamento, para comentar a descida do IVA.
Para o presidente do CDS-PP, é preciso mexer também noutros impostos, como o IRS, IRS e ISP (imposto sobre os produtos petrolíferos) e defendeu um plano a médio prazo.
"Tem que ser um plano, para estimular o nosso crescimento económico, a vários anos e não apenas uma medida a um ano das eleições", avisou.
"Se assim não for, as pessoas farão uma conta como eu fiz: três anos a pagar impostos, com mais atropelos fiscais e um ano com um bónus para efeitos de campanha", concluiu.
O primeiro-ministro, José Sócrates, anunciou hoje que o IVA passará de 21 para 20 por cento em 01 de Julho, depois de o Instituto Nacional de Estatística (INE) ter divulgado que o défice público baixou para 2,6 por cento em 2007.
Porque o IVA é um imposto "menos ágil", Portas defende uma "fiscalização" efectiva para que "o consumidor venha a beneficiar da baixa do imposto".
Um dia depois de o primeiro-ministro, José Sócrates, ter dito que a crise orçamental estava ultrapassada, o líder dos democratas-cristãos advertiu que a maioria das famílias, especialmente as da classe média, não sentem o fim dessa "crise".
Por outro lado, Paulo Portas afirmou que José Sócrates não pode "reclamar" para si "os créditos" pelos resultados no combate ao défice.
"Quem combateu o défice não foi o primeiro-ministro, foram os contribuintes", disse.
Lusa






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