"não se podem fazer encerramentos sem dar alternativas viáveis, com prontidão e com humanidade aos cidadãos e, em especial, aos doentes"
Após uma visita ao Hospital Amato Lusitano de Castelo Branco, Paulo Portas reafirmou que, no entender do CDS-PP, "não se podem fazer encerramentos sem dar alternativas viáveis, com prontidão e com humanidade aos cidadãos e, em especial, aos doentes".Considerou que os encerramentos das urgências não devem ser feitos "para poupar uns tostões nesta ou naquela urgência, porque esse espírito, em política de saúde, é perigoso do ponto de vista dos cidadãos e do seu acesso à saúde".
"O que as pessoas vêem são encerramentos sem alternativas viáveis", salientou, considerando que "o ministro [Correia de Campos] acaba por decidir um calendário de encerramentos que deixa claramente a impressão de ser feito por razões económicas que causam desamparo social".
No dia 23, na audição do ministro da Saúde, no Parlamento, Paulo Portas espera "esclarecer muitas coisas que os portugueses não conseguem entender" em política de saúde.
Paulo Portas terminou hoje uma deslocação de dois dias ao distrito de Castelo Branco, no âmbito da iniciativa "Volta das Bases", com uma visita à sede distrital do partido, após visitar o Hospital local.
Lusa






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