CDS-PP questiona Governo sobre aumento de insegurança
O deputado do CDS-PP Nuno Magalhães questionou hoje o Governo sobre as razões do aumento da insegurança na noite do Porto, através de um requerimento dirigido ao Ministério da Administração Interna.
"A confirmar-se que houve quatro mortes desde Abril, pensamos tratar-se de uma situação que requer um tratamento mais cuidado por parte do Governo", defendeu Nuno Magalhães, em declarações à Lusa.
O deputado e vice-presidente da bancada parlamentar do CDS-PP disse que dirigiu um requerimento ao ministro da Administração Interna, Rui Pereira, para pedir esclarecimentos sobre "o aumento da insegurança" na noite do Porto.
Na segunda-feira, o proprietário de uma discoteca no Porto, que se encontrava encerrada, foi mortalmente atingido a tiro quando se encontrava no exterior a conversar com um amigo.
Desde Abril, frisou Nuno Magalhães, "já houve notícia de pelo menos quatro mortes" junto a estabelecimentos de diversão nocturna no Porto.
"Queremos saber se, na análise ao dispositivo policial, há ou não falta de efectivos nas forças de segurança para o patrulhamento das ruas à noite e se esse patrulhamento é eficaz", disse Nuno Magalhães.
"Por outro lado, saber se se confirma a conexão entre estas ocorrências e o aumento da criminalidade como tráfico de estupefacientes ou armas, que está associada à noite", acrescentou.
O deputado defendeu ainda que é necessário que o Governo esclareça "se é verdade que ainda não está feita a regulamentação da lei sobre a segurança privada que está em vigor há dois anos".
Lusa
"A confirmar-se que houve quatro mortes desde Abril, pensamos tratar-se de uma situação que requer um tratamento mais cuidado por parte do Governo", defendeu Nuno Magalhães, em declarações à Lusa.
O deputado e vice-presidente da bancada parlamentar do CDS-PP disse que dirigiu um requerimento ao ministro da Administração Interna, Rui Pereira, para pedir esclarecimentos sobre "o aumento da insegurança" na noite do Porto.
Na segunda-feira, o proprietário de uma discoteca no Porto, que se encontrava encerrada, foi mortalmente atingido a tiro quando se encontrava no exterior a conversar com um amigo.
Desde Abril, frisou Nuno Magalhães, "já houve notícia de pelo menos quatro mortes" junto a estabelecimentos de diversão nocturna no Porto.
"Queremos saber se, na análise ao dispositivo policial, há ou não falta de efectivos nas forças de segurança para o patrulhamento das ruas à noite e se esse patrulhamento é eficaz", disse Nuno Magalhães.
"Por outro lado, saber se se confirma a conexão entre estas ocorrências e o aumento da criminalidade como tráfico de estupefacientes ou armas, que está associada à noite", acrescentou.
O deputado defendeu ainda que é necessário que o Governo esclareça "se é verdade que ainda não está feita a regulamentação da lei sobre a segurança privada que está em vigor há dois anos".
Lusa





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