Nogueira Pinto ainda acredita em solução dada pelo PSD - Carmona é uma "pessoa anulada"
A vereadora do CDS/PP na Câmara de Lisboa, Maria José Nogueira Pinto, afirma que a crise que abala a autarquia é da responsabilidade do líder do PSD, Marques Mendes, e acusa o presidente do Município, Carmona Rodrigues, de inacção.
Numa entrevista hoje publicada pelo jornal Correio da Manhã, a eleita democrata-cristã discorda da realização de eleições antecipadas na autarquia e propõe a vereadora Marina Ferreira (PSD) para dirigir a autarquia nos dois anos que faltam até ao final do mandato.
«O principal responsável [pela crise] é o PSD de Lisboa e o doutor Marques Mendes. Ou o doutor Marques Mendes toma conta da situação de Lisboa ou Lisboa vai dar conta do doutor Marques Mendes».
«Pode ser o princípio da queda do doutor Marques Mendes», diz a vereadora de direita logo a abrir a entrevista de três páginas.
A eleita do CDS/PP chama a Carmona Rodrigues uma «pessoa anulada», que «não toma nenhuma decisão, não consegue traçar um caminho».
Para evitar as eleições antecipadas, que «vão demorar um ano e custar um dinheirão», a antiga governante no tempo em que Cavaco Silva era primeiro-ministro propõe que a vereadora Marina Ferreira assuma a presidência, mas não se estende em explicações sobre a opção.
«Sem dúvida alguma» seria melhor do que Carmona Rodrigues, defende.
Acusa o PSD-Lisboa de ter transformado o município da capital e maior câmara do país numa «coutada» do partido e acusa mesmo um dos seus vereadores, Sérgio Lipari, de ter 32 assessores no seu gabinete.
Nogueira Pinto diz que tamanho número de contratados é «para organizar o seu tabuleiro de xadrez em Lisboa».
«Mas entretanto mata Lisboa», afirma.
Maria José Nogueira Pinto anuncia ainda que vai processar Lipari judicialmente por o vereador ter apresentado um relatório sobre a empresa que gere o património habitacional da autarquia (GEBALIS), anteriormente tutelada pela vereadora do CDS/PP, que apresenta várias irregularidades, incluindo atribuição de empreitadas sem concurso.
A candidata à liderança do CDS/PP derrotada por Paulo Postas admite voltar a concorrer à presidência da Câmara de Lisboa pelo seu partido, como nas anteriores eleições, mas diz-se indisponível para se recandidatar à liderança dos democratas-cristãos porque não tem «vontade».
Numa entrevista hoje publicada pelo jornal Correio da Manhã, a eleita democrata-cristã discorda da realização de eleições antecipadas na autarquia e propõe a vereadora Marina Ferreira (PSD) para dirigir a autarquia nos dois anos que faltam até ao final do mandato.
«O principal responsável [pela crise] é o PSD de Lisboa e o doutor Marques Mendes. Ou o doutor Marques Mendes toma conta da situação de Lisboa ou Lisboa vai dar conta do doutor Marques Mendes».
«Pode ser o princípio da queda do doutor Marques Mendes», diz a vereadora de direita logo a abrir a entrevista de três páginas.
A eleita do CDS/PP chama a Carmona Rodrigues uma «pessoa anulada», que «não toma nenhuma decisão, não consegue traçar um caminho».
Para evitar as eleições antecipadas, que «vão demorar um ano e custar um dinheirão», a antiga governante no tempo em que Cavaco Silva era primeiro-ministro propõe que a vereadora Marina Ferreira assuma a presidência, mas não se estende em explicações sobre a opção.
«Sem dúvida alguma» seria melhor do que Carmona Rodrigues, defende.
Acusa o PSD-Lisboa de ter transformado o município da capital e maior câmara do país numa «coutada» do partido e acusa mesmo um dos seus vereadores, Sérgio Lipari, de ter 32 assessores no seu gabinete.
Nogueira Pinto diz que tamanho número de contratados é «para organizar o seu tabuleiro de xadrez em Lisboa».
«Mas entretanto mata Lisboa», afirma.
Maria José Nogueira Pinto anuncia ainda que vai processar Lipari judicialmente por o vereador ter apresentado um relatório sobre a empresa que gere o património habitacional da autarquia (GEBALIS), anteriormente tutelada pela vereadora do CDS/PP, que apresenta várias irregularidades, incluindo atribuição de empreitadas sem concurso.
A candidata à liderança do CDS/PP derrotada por Paulo Postas admite voltar a concorrer à presidência da Câmara de Lisboa pelo seu partido, como nas anteriores eleições, mas diz-se indisponível para se recandidatar à liderança dos democratas-cristãos porque não tem «vontade».






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