Referendo: Bagão Felix considera pergunta «fraude política»
O antigo ministro das Finanças Bagão Félix considerou sexta-feira que a pergunta do referendo sobre a interrupção voluntária da gravidez é «uma fraude politica».
«A pergunta fala em despenalização, quando o resultado da aprovação de uma lei que dê resposta a este referendo é uma legalização e uma liberalização», afirmou.
Bagão Félix falava em Estremoz, no Teatro Bernadim Ribeiro, perante uma plateia de 100 pessoas, numa conferência subordinada ao tema «Pela Vida e o Referendo do aborto».
Para Bagão Félix, a acontecer a «legalização» e a «liberalização» do aborto até às dez semanas, por opção da mulher, esta situação constituiria «um direito subsidiado pelo Estado».
«Se o sim ganhar e a lei vier a ser materializada, continua a ser crime o aborto até às dez semanas praticado em estabelecimento de saúde não autorizado, o que não deixa de ser curioso».
O antigo ministro considera que «o Estado é que devia estar a ser referendado» pela sua «ineficiência e incapacidade» de responder aos anseios e dificuldades de muitas futuras mães que abortam por falta de condições de vária ordem.
Bagão Félix lembrou que, em recente sondagem da Universidade Católica, 76% das mulheres inquiridas que abortaram «não teriam abortado se tivessem sido ajudadas».
«Se houvesse a legalização do aborto até às dez semanas, o Estado despenderia mais dinheiro com um aborto do que paga actualmente pelo nascimento de uma criança», afirmou.
«A pergunta fala em despenalização, quando o resultado da aprovação de uma lei que dê resposta a este referendo é uma legalização e uma liberalização», afirmou.
Bagão Félix falava em Estremoz, no Teatro Bernadim Ribeiro, perante uma plateia de 100 pessoas, numa conferência subordinada ao tema «Pela Vida e o Referendo do aborto».
Para Bagão Félix, a acontecer a «legalização» e a «liberalização» do aborto até às dez semanas, por opção da mulher, esta situação constituiria «um direito subsidiado pelo Estado».
«Se o sim ganhar e a lei vier a ser materializada, continua a ser crime o aborto até às dez semanas praticado em estabelecimento de saúde não autorizado, o que não deixa de ser curioso».
O antigo ministro considera que «o Estado é que devia estar a ser referendado» pela sua «ineficiência e incapacidade» de responder aos anseios e dificuldades de muitas futuras mães que abortam por falta de condições de vária ordem.
Bagão Félix lembrou que, em recente sondagem da Universidade Católica, 76% das mulheres inquiridas que abortaram «não teriam abortado se tivessem sido ajudadas».
«Se houvesse a legalização do aborto até às dez semanas, o Estado despenderia mais dinheiro com um aborto do que paga actualmente pelo nascimento de uma criança», afirmou.
in Lusa






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