Aborto: CDS-PP compara referendo ao acto «do dia seguinte»
O líder do CDS-PP disse esta quinta-feira no Algarve que o referendo sobre o aborto agendado para Fevereiro é um referendo «do dia seguinte» e que só acontece «porque a esquerda não aceitou o resultado de 98».
José Ribeiro e Castro falava em Albufeira, durante um jantar que reuniu cerca de 60 militantes e simpatizantes do partido, para encerrar a secretaria-geral aberta que decorreu durante esta semana no Algarve.
O CDS-PP, único partido com posição oficial contra a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, tinha defendido a realização do referendo a 25 de Março, mas o líder do partido mostrou-se satisfeito com a data escolhida, argumentando ser melhor do que em Janeiro.
O Presidente da República, Cavaco Silva, anunciou quarta-feira a sua decisão de convocar o referendo sobre a despenalização da interrupção voluntária da gravidez para 11 de Fevereiro de 2007.
Considerando que a despenalização do aborto é uma evolução «profundamente negativa» para Portugal e até uma «contra corrente» com o progresso científico, Ribeiro e Castro reiterou que o problema do aborto não se resolve através da legalização.
«A resposta ao problema do aborto não é legalizá-lo e introduzi-lo no sistema de saúde, nem fechar maternidades e abrir clínicas de aborto», salientou o líder dos democratas cristãos.
Sublinhando que a questão do aborto não tem a ver com a consciência individual, mas sim com «valores sociais fundamentais», Ribeiro e Castro aproveitou para chamar a atenção do Governo para que preste um maior apoio a iniciativas de ajudas de mãe e de berço.
Diário Digital / Lusa
José Ribeiro e Castro falava em Albufeira, durante um jantar que reuniu cerca de 60 militantes e simpatizantes do partido, para encerrar a secretaria-geral aberta que decorreu durante esta semana no Algarve.
O CDS-PP, único partido com posição oficial contra a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, tinha defendido a realização do referendo a 25 de Março, mas o líder do partido mostrou-se satisfeito com a data escolhida, argumentando ser melhor do que em Janeiro.
O Presidente da República, Cavaco Silva, anunciou quarta-feira a sua decisão de convocar o referendo sobre a despenalização da interrupção voluntária da gravidez para 11 de Fevereiro de 2007.
Considerando que a despenalização do aborto é uma evolução «profundamente negativa» para Portugal e até uma «contra corrente» com o progresso científico, Ribeiro e Castro reiterou que o problema do aborto não se resolve através da legalização.
«A resposta ao problema do aborto não é legalizá-lo e introduzi-lo no sistema de saúde, nem fechar maternidades e abrir clínicas de aborto», salientou o líder dos democratas cristãos.
Sublinhando que a questão do aborto não tem a ver com a consciência individual, mas sim com «valores sociais fundamentais», Ribeiro e Castro aproveitou para chamar a atenção do Governo para que preste um maior apoio a iniciativas de ajudas de mãe e de berço.
Diário Digital / Lusa






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