CDS acusa Governo de faltar às promessas eleitorais
PSD e CDS-PP acusaram hoje o Governo de manter no Orçamento de Estado para 2007 a "lógica da encenação política" e de continuar a faltar às promessas eleitorais que fez aos portugueses em 2005.
"Há três coisas em que o PS e o seu Governo têm sido impecavelmente coerentes: na capacidade de encenação política, na violação sistemática dos compromissos eleitorais e na teimosia em percorrer caminhos errados de actuação", criticou o deputado do PSD José Matos Correia, na sessão de encerramento do debate do Orçamento de Estado (OE) para 2007 no Parlamento.
Para o deputado social-democrata, "a encenação política do PS e do seu secretário-geral [José Sócrates] teve a sua primeira expressão "na campanha eleitoral de 2005, recordando que os prometeram não aumentar impostos nem taxas moderadoras e manter as auto-estradas sem portagens (SCUT).
"Há três coisas em que o PS e o seu Governo têm sido impecavelmente coerentes: na capacidade de encenação política, na violação sistemática dos compromissos eleitorais e na teimosia em percorrer caminhos errados de actuação", criticou o deputado do PSD José Matos Correia, na sessão de encerramento do debate do Orçamento de Estado (OE) para 2007 no Parlamento.
Para o deputado social-democrata, "a encenação política do PS e do seu secretário-geral [José Sócrates] teve a sua primeira expressão "na campanha eleitoral de 2005, recordando que os prometeram não aumentar impostos nem taxas moderadoras e manter as auto-estradas sem portagens (SCUT).
Para 2007, o PSD considera que se mantém a "lógica da encenação política": "a pressão fiscal aumenta de novo, as taxas moderadoras transformam-se em verdadeiros impostos e as sempre negadas portagens vão afinal ser instaladas". "Em suma, os compromissos eleitorais são, uma vez mais, descaradamente violados", criticou Matos Correia.
Também o CDS-PP acusou o Governo de fazer um Orçamento para o próximo ano "em que há um claro défice de verdade".
Para os democratas-cristãos, 2007 vai ser "um ano com mais carga fiscal, com taxas moderadoras que não moderam, com mais injustiça social, com listas de espera nos hospitais, com foras de segurança desmotivadas". "Este é o Orçamento que não merece prémio para o actor principal, para o produtor ou para o realizador, mas que infelizmente ganha na ficção científica e na maquilhagem", afirmou Diogo Feyo.
Para os democratas-cristãos, 2007 vai ser "um ano com mais carga fiscal, com taxas moderadoras que não moderam, com mais injustiça social, com listas de espera nos hospitais, com foras de segurança desmotivadas". "Este é o Orçamento que não merece prémio para o actor principal, para o produtor ou para o realizador, mas que infelizmente ganha na ficção científica e na maquilhagem", afirmou Diogo Feyo.
"Infelizmente, quem sofre com isso são os portugueses, que cada vez mais vão pedir que se altere o elenco", avisou o deputado do CDS-PP. "Prometer e não cumprir é criticável. Prometer, não cumprir e afirmar que se está a cumprir é descaramento que as pessoas não perdoam", criticou o deputado do CDS-PP Diogo Feyo.
in Lusa






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