terça-feira, setembro 29, 2009

Autárquicas: CDS com "ânimo renovado" quer eleger "mais vereadores e mais deputados municipais"

O CDS-PP parte para as eleições autárquicas com "ânimo renovado" depois do bom resultado obtido nas legislativas e com o objectivo de eleger "mais vereadores e deputados municipais".
O objectivo para as próximas eleições é, marcado pelo coordenador autárquico do CDS, Hélder Amaral afirma que "tentamos reforçar a presença autárquica de forma gradual, dotar o partido de experiência autárquica. O objectivo é ter mais vereadores e apostar forte nas assembleias municipais". Em relação à conquista de Câmaras Municipais, Hélder Amaral afirmou que "há algumas expectativas nos distritos de Viseu, Vila Real, Aveiro e Porto".
Nas autárquicas de 11 de Outubro, o CDS-PP concorre a 160 câmaras em nome próprio e a 86 em coligação, ora com o PSD, ora com o PSD/PPM/MPT.
Os 10,4 por cento obtidos nas legislativas do passado domingo deram "ânimo reforçado" para a mobilização dos democratas-cristãos para a campanha das autárquicas mas com a consciência de que o resultado para a Assembleia da República "não se transportará para as autarquias".
As eleições autárquicas são muito específicas, não se repete a lógica nacional. Cada problema tem um nome, um rosto, há uma ligação de proximidade entre o candidato e o eleitorado, vai depender muito da dinâmica das próprias candidaturas", afirmou.
Já em Lisboa, em que o CDS concorre coligado com o PSD, candidatura liderada por Pedro Santana Lopes, "a expectativa é elevadíssima", afirmou Hélder Amaral.
Cascais, Coimbra, Sintra e Porto são outras câmaras em que o CDS concorre em coligação com o PSD e em que considera haver "fortes probabilidades de vitória".
Com um "clima de confiança" mas não excessiva, o CDS-PP vai, na campanha, dar o exemplo da câmara de Ponte de Lima para provar que "o CDS tem vocação autárquica".
Já na campanha das legislativas, o líder do CDS-PP deu o exemplo de Ponte de Lima e de Daniel Campelo como "o autarca modelo", destacando o facto de a câmara "ter obra", não ter dívidas, ter os impostos mais baixos e uma boa qualificação nos indicadores de sustentabilidade ambiental, lembrou Hélder Amaral.
CDS com DN.pt

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