Referendo: Sócrates terá que ceder
O líder do CDS, Ribeiro e Castro, disse hoje que os movimentos a favor do "não" no referendo "querem novas respostas e não nova perguntas, ao contrário do que declarou o primeiro-ministro".
Falando em Aveiro, onde reuniu com o movimento "Liberalização do Aborto ? Não", Ribeiro e Castro disse que, caso vença o "não", vai querer "ver José Sócrrates, por pura birra, a obstruir uma maior humanização do Código de Processo Penal, correspondendo à sensibilidade da sociedade para com as mulheres".
"Quem decide é o povo português e já nos habituamos a que [José Sócrate s] se excite em alturas eleitorais e depois não cumpra o que disse", ironizou.
O líder do CDS afirmou aderir "ao convite dos movimentos pelo "não" para serem encontradas novas respostas que humanizem a situação, nomeadamente a suspensão provisória do processo, sem alterar o estatuto e a qualificação penal, porque é importante proteger a vida humana intra-uterina".
"A proposta das deputadas Rosário Carneiro e Teresa Venda é uma excelente base de trabalho para isso, que só será possível se vencer o 'não'", declarou .
Ribeiro e Castro disse ainda que "era bom que o primeiro-ministro falasse verdade, indo ao encontro de propostas, que o próprio governo apresentou em Dezembro na Assembleia da República, de alterações ao Código de Processo Penal e que contêm melhorias de tratamento processual, nomeadamente na apreciação da culpa".
"É importante também que o primeiro-ministro, que diz que quer acabar com o aborto clandestino, aceite os dez compromissos que o CDS propôs, nomeadamente com o desenvolvimento de políticas públicas que vão ao encontro das necessidades das mães e dos filhos", concluiu.
Noticia LUSA
Falando em Aveiro, onde reuniu com o movimento "Liberalização do Aborto ? Não", Ribeiro e Castro disse que, caso vença o "não", vai querer "ver José Sócrrates, por pura birra, a obstruir uma maior humanização do Código de Processo Penal, correspondendo à sensibilidade da sociedade para com as mulheres".
"Quem decide é o povo português e já nos habituamos a que [José Sócrate s] se excite em alturas eleitorais e depois não cumpra o que disse", ironizou.
O líder do CDS afirmou aderir "ao convite dos movimentos pelo "não" para serem encontradas novas respostas que humanizem a situação, nomeadamente a suspensão provisória do processo, sem alterar o estatuto e a qualificação penal, porque é importante proteger a vida humana intra-uterina".
"A proposta das deputadas Rosário Carneiro e Teresa Venda é uma excelente base de trabalho para isso, que só será possível se vencer o 'não'", declarou .
Ribeiro e Castro disse ainda que "era bom que o primeiro-ministro falasse verdade, indo ao encontro de propostas, que o próprio governo apresentou em Dezembro na Assembleia da República, de alterações ao Código de Processo Penal e que contêm melhorias de tratamento processual, nomeadamente na apreciação da culpa".
"É importante também que o primeiro-ministro, que diz que quer acabar com o aborto clandestino, aceite os dez compromissos que o CDS propôs, nomeadamente com o desenvolvimento de políticas públicas que vão ao encontro das necessidades das mães e dos filhos", concluiu.
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