CDS-PP esperava «solução com mais consistência» na CML
O Presidente do CDS/PP, Ribeiro e Castro, mostrou-se insatisfeito com a suspensão de mandato por três meses do vice-presidente da Câmara de Lisboa, Fontão de Carvalho, adiantando que «esperava uma solução com mais consistência» por parte do PSD.
«A nossa preocupação quanto à situação da CML mantém-se. Quem tem a responsabilidade pela condução do município é o partido que ganhou as eleições, o PSD», disse Ribeiro e Castro, pouco depois de tomar conhecimento do pedido de suspensão de mandato por três meses, apresentado pelo vereador Fontão de Carvalho, que foi acusado de peculato pelo pagamento de prémios a administradores da EPUL.
«Francamente esperávamos que surgisse uma solução com consistência e temos as mais sérias dúvidas de que esta seja uma solução com consistência», reforçou o dirigente centrista, que falou à Lusa no final de uma iniciativa partidária no Montijo.
Ribeiro e Castro defendeu que é necessário encontrar uma solução que proporcione estabilidade na Câmara Municipal de Lisboa, mas admitiu que os acontecimentos dos últimos dias não vão nesse sentido.
«Ouvimos responsáveis da Câmara dizer uma coisa num dia, outra diferente no dia a seguir, coisas diferentes no próprio dia e isso gera grande preocupação», lamentou o líder centrista, reportando-se aos discursos contraditórios de Fontão de Carvalho, que suspendeu o mandato 24 horas depois de ter garantido que tinha condições para permanecer no executivo da Câmara de Lisboa.
Embora reconheça que a realização de eleições intercalares «pode ser uma saída», Ribeiro e Castro garantiu que o CDS/PP considera que a actual maioria PSD-CDS/PP continua a ter legitimidade para governar a Câmara de Lisboa.
«Somos respeitadores do funcionamento dos órgãos, a Câmara Municipal de Lisboa tem legitimidade para funcionar e não desejamos essa solução» (eleições intercalares), concluiu Ribeiro e Castro.
Diário Digital
«A nossa preocupação quanto à situação da CML mantém-se. Quem tem a responsabilidade pela condução do município é o partido que ganhou as eleições, o PSD», disse Ribeiro e Castro, pouco depois de tomar conhecimento do pedido de suspensão de mandato por três meses, apresentado pelo vereador Fontão de Carvalho, que foi acusado de peculato pelo pagamento de prémios a administradores da EPUL.
«Francamente esperávamos que surgisse uma solução com consistência e temos as mais sérias dúvidas de que esta seja uma solução com consistência», reforçou o dirigente centrista, que falou à Lusa no final de uma iniciativa partidária no Montijo.
Ribeiro e Castro defendeu que é necessário encontrar uma solução que proporcione estabilidade na Câmara Municipal de Lisboa, mas admitiu que os acontecimentos dos últimos dias não vão nesse sentido.
«Ouvimos responsáveis da Câmara dizer uma coisa num dia, outra diferente no dia a seguir, coisas diferentes no próprio dia e isso gera grande preocupação», lamentou o líder centrista, reportando-se aos discursos contraditórios de Fontão de Carvalho, que suspendeu o mandato 24 horas depois de ter garantido que tinha condições para permanecer no executivo da Câmara de Lisboa.
Embora reconheça que a realização de eleições intercalares «pode ser uma saída», Ribeiro e Castro garantiu que o CDS/PP considera que a actual maioria PSD-CDS/PP continua a ter legitimidade para governar a Câmara de Lisboa.
«Somos respeitadores do funcionamento dos órgãos, a Câmara Municipal de Lisboa tem legitimidade para funcionar e não desejamos essa solução» (eleições intercalares), concluiu Ribeiro e Castro.
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