Cavaco: banho de multidão marca primeiro dia de campanha

O primeiro dia da campanha presidencial de Cavaco Silva foi marcado por um banho de multidão nas ruas de Cascais. Depois de um almoço comício em Rio de Mouro, que contou com a presença de mais de duas mil pessoas, o candidato seguiu para Cascais, onde foi recebido por uma multidão eufórica.
A animação já estava instalada antes do candidato chegar, mas com a chegada de Cavaco a situação complicou-se, já que milhares de pessoas, entoando «Cavaco à primeira», quiseram ver e falar com o candidato.
«Estive aqui quando foi da segunda maioria [há dez anos] e garanto que hoje está mais gente», afirmou aos jornalistas Fernando Seara. O autarca de Sintra foi até um dos notáveis presentes na iniciativa que não hesitaram em integrar um improvisado cordão de segurança necessário para Cavaco poder fazer o percurso planeado.
No meio da confusão, entre muitos atropelos e empurrões, houve até algumas pessoas que caíram, mas nada suficientemente grave para estragar a festa cavaquista deste primeiro dia de campanha.
E Cavaco não estava sozinho nesta acção de rua. Depois de terem estado presentes no almoço comício, figuras de peso como Ferreira do Amaral, Manuela Ferreira Leite e António Pires de Lima (só se juntou à campanha durante a tarde) também foram dar uma mãozinha ao candidato nesta visita a Cascais.
Ferreira do Amaral recorda as presidenciais de 2001, altura em que foi candidato, e afirma que «esta é uma eleição especial, porque as pessoas percebem a importância do Presidente da República no momento de crise que Portugal atravessa».
Apesar de ter criticado a forma como o CDS decidiu apoiar Cavaco Silva, Pires de Lima quis estar presente na campanha, porque considera que «é necessário que esta candidatura ganhe à primeira». O democrata-cristão explicou que nunca pôs em causa «a essência do apoio» ao antigo primeiro-ministro, só pôs em causa «a forma» como esse apoio foi dado.
No final do percurso, Cavaco Silva subiu a um palanque improvisado e falou aos apoiantes que o rodeavam. O candidato garantiu que nunca esquecerá «este fim de tarde de domingo em Cascais» e esta recepção que apelidou de «esplendorosa». Para terminar apelou «à mobilização de todos» no dia 22 de Janeiro e ao «voto em consciência».
A animação já estava instalada antes do candidato chegar, mas com a chegada de Cavaco a situação complicou-se, já que milhares de pessoas, entoando «Cavaco à primeira», quiseram ver e falar com o candidato.
«Estive aqui quando foi da segunda maioria [há dez anos] e garanto que hoje está mais gente», afirmou aos jornalistas Fernando Seara. O autarca de Sintra foi até um dos notáveis presentes na iniciativa que não hesitaram em integrar um improvisado cordão de segurança necessário para Cavaco poder fazer o percurso planeado.
No meio da confusão, entre muitos atropelos e empurrões, houve até algumas pessoas que caíram, mas nada suficientemente grave para estragar a festa cavaquista deste primeiro dia de campanha.
E Cavaco não estava sozinho nesta acção de rua. Depois de terem estado presentes no almoço comício, figuras de peso como Ferreira do Amaral, Manuela Ferreira Leite e António Pires de Lima (só se juntou à campanha durante a tarde) também foram dar uma mãozinha ao candidato nesta visita a Cascais.
Ferreira do Amaral recorda as presidenciais de 2001, altura em que foi candidato, e afirma que «esta é uma eleição especial, porque as pessoas percebem a importância do Presidente da República no momento de crise que Portugal atravessa».
Apesar de ter criticado a forma como o CDS decidiu apoiar Cavaco Silva, Pires de Lima quis estar presente na campanha, porque considera que «é necessário que esta candidatura ganhe à primeira». O democrata-cristão explicou que nunca pôs em causa «a essência do apoio» ao antigo primeiro-ministro, só pôs em causa «a forma» como esse apoio foi dado.
No final do percurso, Cavaco Silva subiu a um palanque improvisado e falou aos apoiantes que o rodeavam. O candidato garantiu que nunca esquecerá «este fim de tarde de domingo em Cascais» e esta recepção que apelidou de «esplendorosa». Para terminar apelou «à mobilização de todos» no dia 22 de Janeiro e ao «voto em consciência».
Fonte: PD






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