CDS: está a haver «gestão mediática» do processo Portucale
A direcção do CDS-PP defendeu hoje que está a existir «uma gestão mediática» do caso Portucale, lamentando que as notícias sobre o processo sejam «libertadas a conta-gotas».
O Expresso on-line noticia hoje que três funcionários dos CDS-PP foram esta semana constituídos arguidos no âmbito do processo Portucale, que investiga alegadas práticas de tráfico de influências na aprovação de um empreendimento do Grupo Espírito Santo em Benavente.
«Vão surgindo notícias às pinguinhas que, do ponto de vista factual, não têm novidade nenhuma», lamentou o secretário-geral do CDS, João Almeida, em declarações à agência Lusa.
Sobre a matéria em concreto, o dirigente democrata-cristão recusou-se a comentar «matéria processual».
«É evidente, até pelo facto de as notícias serem publicadas pelos mesmos órgãos de comunicação social, que há uma gestão mediática do processo, isso é inaceitável», considerou.
João Almeida reiterou que «o partido actuou dentro do quadro da lei que vigorava à altura».
«Não existe nenhuma preocupação nova por parte do CDS e reiteramos tudo o que dissemos sobre a matéria», afirmou.
A 16 de Junho, o Expresso noticiava que terão sido usados milhares de nomes fictícios para justificar a entrada de um milhão de euros nas contas do partido em 2004, alegadamente doados pelo Grupo Espírito Santo.
No mesmo dia, o Jornal de Notícias dizia que os comprovativos de quatro mil donativos obtidos em Dezembro de 2004 só foram passados em finais de Janeiro de 2005 e que a maioria dos nomes que surgem nos mesmos - preenchidos nos meses seguintes por dois funcionários do CDS que estão entre os 14 arguidos no inquérito-crime Portucale - não permitiram à PJ identificar os alegados doadores.
Na altura, o presidente do CDS-PP, Paulo Portas, reagiu às notícias afirmando que o partido cumpriu a lei do financiamento partidário em vigor em 2004, atribuindo a uma campanha de «intimidação» as notícias de alegadas irregularidades nos donativos.
«O que recebemos depositámos, o que depositámos passámos recibos, estamos tranquilos nessa matéria. Nem sei se todos podem dizer o mesmo», afirmou o líder do CDS-PP.
Diário Digital
O Expresso on-line noticia hoje que três funcionários dos CDS-PP foram esta semana constituídos arguidos no âmbito do processo Portucale, que investiga alegadas práticas de tráfico de influências na aprovação de um empreendimento do Grupo Espírito Santo em Benavente.
«Vão surgindo notícias às pinguinhas que, do ponto de vista factual, não têm novidade nenhuma», lamentou o secretário-geral do CDS, João Almeida, em declarações à agência Lusa.
Sobre a matéria em concreto, o dirigente democrata-cristão recusou-se a comentar «matéria processual».
«É evidente, até pelo facto de as notícias serem publicadas pelos mesmos órgãos de comunicação social, que há uma gestão mediática do processo, isso é inaceitável», considerou.
João Almeida reiterou que «o partido actuou dentro do quadro da lei que vigorava à altura».
«Não existe nenhuma preocupação nova por parte do CDS e reiteramos tudo o que dissemos sobre a matéria», afirmou.
A 16 de Junho, o Expresso noticiava que terão sido usados milhares de nomes fictícios para justificar a entrada de um milhão de euros nas contas do partido em 2004, alegadamente doados pelo Grupo Espírito Santo.
No mesmo dia, o Jornal de Notícias dizia que os comprovativos de quatro mil donativos obtidos em Dezembro de 2004 só foram passados em finais de Janeiro de 2005 e que a maioria dos nomes que surgem nos mesmos - preenchidos nos meses seguintes por dois funcionários do CDS que estão entre os 14 arguidos no inquérito-crime Portucale - não permitiram à PJ identificar os alegados doadores.
Na altura, o presidente do CDS-PP, Paulo Portas, reagiu às notícias afirmando que o partido cumpriu a lei do financiamento partidário em vigor em 2004, atribuindo a uma campanha de «intimidação» as notícias de alegadas irregularidades nos donativos.
«O que recebemos depositámos, o que depositámos passámos recibos, estamos tranquilos nessa matéria. Nem sei se todos podem dizer o mesmo», afirmou o líder do CDS-PP.
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