Alberto Costa tem de explicar indulto a foragido
O líder do CDS-PP exigiu hoje que o ministro da Justiça vá ao Parlamento explicar a "falha grave" que levou a ser concedido um indulto de Natal a um proprietário de discotecas em Évora fugido à justiça.
"Esta é uma falha que não poder ser indultada", afirmou à agência Lusa José Ribeiro e Castro, exigindo explicações "o mais depressa possível" sobre este "indulto a um foragido à justiça".
Para o líder do CDS, esta "falha é um grave sinal de incúria e incompetência dos serviços de justiça e que também passa pelo gabinete do ministro Alberto Costa".
Lembra Ribeiro e Castro que “não é a primeira vez que um caso desta gravidade acontece e esperar-se-ia que os serviços já estivessem devidamente blindados contra este tipo de ocorrências e é muito grave que o senhor Presidente da República seja sujeito, pela incompetência e irresponsabilidade dos serviços que dependem do Governo, a cometer uma falta deste tipo”.
O Expresso noticia hoje que o Presidente concedeu o perdão de uma pena de seis meses de prisão ao empresário, desconhecendo que o homem já tinha sido condenado, num processo anterior, a quatro anos e meio de cadeia e sobre o qual pendiam vários mandados de captura nacionais e internacionais por ter fugido para o estrangeiro.
Citando uma fonte da presidência da República não identificada, o Expresso adianta que a proposta de indulto apresentada pelo ministro da Justiça, Alberto Costa, vinha acompanhada de pareceres favoráveis, incluindo o do Tribunal de Execução de Penas.
De acordo com a notícia, o pedido de perdão, visando a reintegração social do condenado, apontava como atenuante o facto de já ter sido paga uma multa de cerca de 25 mil euros, associada à pena de prisão de seis meses.
O Ministério da Justiça alega que não foi informado de quaisquer outras condenações, referindo que os seis meses de prisão seriam parte da pena que faltava cumprir ao empresário.
in Lusa
"Esta é uma falha que não poder ser indultada", afirmou à agência Lusa José Ribeiro e Castro, exigindo explicações "o mais depressa possível" sobre este "indulto a um foragido à justiça".
Para o líder do CDS, esta "falha é um grave sinal de incúria e incompetência dos serviços de justiça e que também passa pelo gabinete do ministro Alberto Costa".
Lembra Ribeiro e Castro que “não é a primeira vez que um caso desta gravidade acontece e esperar-se-ia que os serviços já estivessem devidamente blindados contra este tipo de ocorrências e é muito grave que o senhor Presidente da República seja sujeito, pela incompetência e irresponsabilidade dos serviços que dependem do Governo, a cometer uma falta deste tipo”.
O Expresso noticia hoje que o Presidente concedeu o perdão de uma pena de seis meses de prisão ao empresário, desconhecendo que o homem já tinha sido condenado, num processo anterior, a quatro anos e meio de cadeia e sobre o qual pendiam vários mandados de captura nacionais e internacionais por ter fugido para o estrangeiro.
Citando uma fonte da presidência da República não identificada, o Expresso adianta que a proposta de indulto apresentada pelo ministro da Justiça, Alberto Costa, vinha acompanhada de pareceres favoráveis, incluindo o do Tribunal de Execução de Penas.
De acordo com a notícia, o pedido de perdão, visando a reintegração social do condenado, apontava como atenuante o facto de já ter sido paga uma multa de cerca de 25 mil euros, associada à pena de prisão de seis meses.
O Ministério da Justiça alega que não foi informado de quaisquer outras condenações, referindo que os seis meses de prisão seriam parte da pena que faltava cumprir ao empresário.






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