CDS sublinha "orgulho" nos militares portugueses
O líder do CDS-PP, Ribeiro e Castro, manifestou hoje o seu pesar pela morte de um militar português no Afeganistão e renovou a sua "homenagem e orgulho" nos militares e Forças Armadas.
"Quero renovar a homenagem do CDS a todos os militares portugueses, às Forças Armadas em geral que são muito maltratados e incompreendidos em Portugal" , afirmou Ribeiro e Castro, à margem de uma audiência com o Procurador-Geral da República.
Para o líder do CDS, "os militares que representam Portugal no estrange iro, em missões de alto risco, devem ser motivo de orgulho de todos os portugueses".
"É necessário que o senhor primeiro-ministro, o ministro da Defesa, o ministro das Finanças, todos os responsáveis políticos, digam todos os dias que s e orgulham das Forças Armadas portuguesas", apelou.
Estes acontecimentos não põem em causa, para Ribeiro Castro, a participação portuguesa no Afeganistão.
"É uma missão correcta, justa, que se destina a consolidar a democracia e o Estado de Direito. É uma missão que Portugal integra e, a meu ver, muito bem", afirmou, adiantando: "estas coisas acontecem em missões de risco".
"O que os militares portugueses pedem e merecem é respeito, o que não tem acontecido", considerou. Um militar do exército português morreu hoje no Afeganistão devido a uma explosão que atingiu a patrulha em que seguia com outros três soldados, que ficaram feridos.
Um comunicado do Ministério da Defesa português precisou que a explosão ocorreeu cerca das 07:30 de hoje (hora de Lisboa), "durante uma missão de patrulha em Cabul", na qual "uma viatura com quatro militares portugueses foi atingida".
Ao todo, estão no Afeganistão 196 militares portugueses, incluíndo quatro no quartel-general e sete que desempenham a função de controladores aéreos avançados.
Notícia Lusa
"Quero renovar a homenagem do CDS a todos os militares portugueses, às Forças Armadas em geral que são muito maltratados e incompreendidos em Portugal" , afirmou Ribeiro e Castro, à margem de uma audiência com o Procurador-Geral da República.
Para o líder do CDS, "os militares que representam Portugal no estrange iro, em missões de alto risco, devem ser motivo de orgulho de todos os portugueses".
"É necessário que o senhor primeiro-ministro, o ministro da Defesa, o ministro das Finanças, todos os responsáveis políticos, digam todos os dias que s e orgulham das Forças Armadas portuguesas", apelou.
Estes acontecimentos não põem em causa, para Ribeiro Castro, a participação portuguesa no Afeganistão.
"É uma missão correcta, justa, que se destina a consolidar a democracia e o Estado de Direito. É uma missão que Portugal integra e, a meu ver, muito bem", afirmou, adiantando: "estas coisas acontecem em missões de risco".
"O que os militares portugueses pedem e merecem é respeito, o que não tem acontecido", considerou. Um militar do exército português morreu hoje no Afeganistão devido a uma explosão que atingiu a patrulha em que seguia com outros três soldados, que ficaram feridos.
Um comunicado do Ministério da Defesa português precisou que a explosão ocorreeu cerca das 07:30 de hoje (hora de Lisboa), "durante uma missão de patrulha em Cabul", na qual "uma viatura com quatro militares portugueses foi atingida".
Ao todo, estão no Afeganistão 196 militares portugueses, incluíndo quatro no quartel-general e sete que desempenham a função de controladores aéreos avançados.
Notícia Lusa






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